A previsibilidade do sucesso
Julho 28, 2004 de jodoas
Já sabÃamos qual seria hoje o desfecho do debate na Assembleia da República para discussão do programa do governo, tal qual sabÃamos qual seriam os resultados das moções de censura e a de confiança que foi unânimamente votada pelos deputados que constituem os partidos da coligação.
Isto é, ainda nem sequer teve tempo para iniciar a Governação e já está animado por votos de confiança, ilusóriamente, pretendendo demonstrar já estar a ter sucesso mesmo antes de iniciar a actuação. E com que estimulo descargou no partido socialista, como se estivesse-mos perante um enfermo agoniante a ser vÃtima de um malfeitor apostado em acabar-lhe com a existência. Mas desengane-se o 1º. ministro que a partir de Outubro deverão estar resolvidas as questões internas do PS e passará então a contar com uma oposição que lhe deverá fazer frente denunciando todos os erros governativos, medidas anti-sociais, corrupções, compadrios e todos os expedientes de que se socorrem normalmente as forças da coligação.
8 Respostas para “A previsibilidade do sucesso”





Deus o ouça Raul, Deus o ouça…só nos faltava uma oposição autofágica…
É isto…
foi triste
Democracia parlamentar
Manuel Alegre, de quem se tem dito representar a política passadista, demonstra com esta sua candidatura a essência da modernidade abrindo as portas do desenvolvimento conduzido por quem sabe, e orientado politicamente pelas linhas programáticas com qu…
Amigo Raúl: não precisa de se preocupar.
Sabemos todos que Santana Lopes nunca leva nada até ao fim.
“O pior predador do homem é ele mesmo”.
No caso concreto nada poderia ser mais verdadeiro.
Agradeço-lhe a visita ao “Letras”.
Na verdade, ando exausto.
Há já cinco anos consecutivos que tiro apenas meia dúzia de dias.
Para além do meu trabalho diário no “Voz das Beiras”, jornal onde estou a trabalhar, colaboro ainda no Torrejano, e numa série de blogues.
O “Letras” serve apenas para “passar” o livro com o título assinalado em baixo, que sairá no Natal e que terei imenso gosto em lhe oferecer.
Passe pelo “Bancada Par(a)lamentar”.
Estou certo que vai gostar da ironia.
Como está o netinho?
Desejo que bem.
Abraços fortes do seu já amigo:
Zé Pinto Correia
O combate terá de existir, a bem da democracia.
Assim saibam os militantes socialistas, quais os guerreiros, que devem ser escolhidos.
É por causa deste “espírito de manada” dos nossos deputados, umas vezes imposto, outras vezes em regime de voluntariado, que eu acho que não perdiamos nada em ter apenas UM deputado por partido, em que o voto de cada deputado teria um peso proporcional à votação obtido por esse partido nas eleições legislativas.
O trabalho das comissões parlamentares, era contratado aos privados. Já viram as massas que se poupavam (ordenados, ajudas de custo, etc.)
É a continuação da coligação 1, e sendo assim, a quadrilha vai actuar mais ou menos da mesma maneira aprovando as suas ” reformas ” que vão de passo em passo retirando cada vez mais direitos a todos, sobretudo, aos mais carentes.
È uma terra injusta.