Sob o tÃtulo “Demolição da Censura” Biranta publica um post que aconselho vivamente a sua leitura
Março 31, 2006 de jodoas
Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (Platoon Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira, e própria vida, em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa toda a versão oficial dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.
Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que essa versão oficial não só é implausÃvel como impossÃvel, chegando a violar as próprias Leis da FÃsica.
Este grupo inclui Andreas Von Blow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;
Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;
Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;
Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua polÃtica económica;
Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;
Steven Jones, Professor de FÃsica da Universidade de Brigham;
David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;
Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato,
e muitos, muitos outros.
Alguns destes nomes fazem parte de um movimento criado em Janeiro deste ano chamado Scholars for 9/11 Truth (Académicos pela Verdade sobre o 11 de Setembro), que conta com cerca de 50 membros, entre os quais professores universitários, estudantes, cientistas e investigadores de diversas áreas.
Todas estas individualidades apresentam informações que têm sido constantemente censuradas pelos orgãos de comunicação social, e sugerem que o 11 de Setembro tenha sido um golpe interno perpetrado pela elite que controla o poder polÃtico e militar nos EUA.
Algo que se torna ainda mais perturbador quando muitos outros atentados, como os de 11 de Março de 2004 em Madrid e os de Julho de 2005 em Londres, sofrem dos mesmos sintomas: modus operandi semelhantes, planeamento e execução militares, ocultação de factos, uma investigação ridÃcula e versões oficiais incoerentes que não resistem a indagações mais meticulosas.
Os objectivos de todas estas operações psicológicas são comuns: muito resumidamente, criar várias crises de terror em toda a população ocidental e apresentar como soluções imediatas cruzadas bélicas para ocupar pontos estratégicos no planeta, permitindo a expansão da hegemonia global norte-americana e o controlo total de recursos vitais; ao mesmo tempo que se retiram liberdades aos cidadãos sob o pretexto de uma maior segurança, permitindo controlar toda a população e aniquilar quaisquer linhas de pensamento dissidentes ( para vossa protecção!, tal como referido em V de Vingança, um filme actualmente em cartaz que recomendo).
No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.
Um feito ao qual se seguiu uma onda de ódio na imprensa norte-americana e britânica à os fabricadores de opinião atacaram Sheen pelo seu passado controverso mas foram incapazes de contestar os factos expostos por ele.
O actor, agora também activista polÃtico, respondeu pessoalmente a vários ataques e desafiou os media a confrontar as evidências.
De notar que os actores Gary Busey (Arma MortÃfera, Predador 2) , Dean Haglund (Ficheiros Secretos) e James Woods (Ghosts of Mississippi) já muito antes tinham vindo a público dizer que existem milhares de perguntas sobre o 11 de Setembro que permanecem sem resposta.
Nas últimas horas, a actriz Sharon Stone (Instinto Fatal) e o actor, realizador e produtor Ed Asner juntaram as suas vozes a Charlie Sheen.
Aos poucos a população directamente afectada pelas operações de terror acordou e percebeu que o discurso dos polÃticos e dos jornalistas não bate certo com a realidade. Na sequência das reportagens sobre Sheen a CNN questionou o seu público se acredita que a administração norte-americana encobriu a verdade sobre o 11 de Setembro: 83% dos participantes disseram que sim, numa consulta com mais de 53.000 votos únicos.
Uma sondagem da Zogby International realizada a Agosto de 2004 em Nova Iorque indica que 49,3% dos habitantes dessa cidade acreditam que os lÃderes norte-americanos tiveram conhecimento prévio dos atentados do 11 de Setembro e conscientemente deixaram-nos acontecer; e 66% querem uma nova investigação desses acontecimentos.
Aqui ao lado, em Espanha, repetem-se os números: a sondagem patrocinada pelo jornal El Mundo no segundo aniversário dos atentados do 11 de Março revela que 66% dos espanhóis acreditam que ainda não lhes disseram a verdade sobre o que realmente aconteceu nesse dia nos comboios de Madrid.
Mas mesmo com os cidadãos a fazerem perguntas e as celebridades a levantarem as suas vozes o bloqueio informativo permanece, e o futuro continua muito sombrio. Este embuste do terror islâmico e da Guerra contra o Terrorismo já provocou a morte de centenas de milhares de seres humanos; a invasão e destruição de dois paÃses: Afeganistão e Iraque; e o estrangulamento das poucas liberdades civis que nos restam.
Os verdadeiros terroristas e as suas redes de cúmplices estão neste preciso momento em stand-by para avançar rumo ao terceiro paÃs a ser “libertado”: o Irão. Um acto desesperado cujas consequências são imprevisÃveis.
Que mais é preciso acontecer para agirmos?
Aqui por Portugal, tanto a comunicação social (tirando algumas raras excepções) como todos os partidos polÃticos colaboram activa e conscientemente na execução e encobrimento destes crimes. Eles já revelaram de que lado estão.
E nós, vamos ficar de braços cruzados à espera dos próximos atentados, quem sabe se nucleares? As bombas do 11 de Março provocaram 191 mortos e mais de 2000 feridos, e explodiram a menos de 400 quilómetros do nosso paÃs. Como já foi dito, não estamos livres que Portugal seja o palco escolhido pelos criminosos para um dos próximos rituais de chacina humana. Por outro lado, já estamos a pagar esta loucura no preço do petróleo, e muito mais pagaremos quando a anunciada invasão do Irão encerrar todo o Golfo Pérsico.
Estes polÃticos estão contra a vontade da maioria da população que supostamente representam, e mancharam o nome de Portugal através da sua subserviência polÃtica e militar, cedendo tropas e equipamento de combate e gastando largos milhões de euros dos nossos impostos para participar num dos maiores crimes de sempre contra a Humanidade.
A conclusão é muito simples: temos de ser nós próprios a passar a palavra!
Vejam e divulguem os vÃdeos com a informação que a CNN transmitiu mas que os media portugueses não se atrevem a tocar:
Comentário
Melhor que a transcrição é a leitura do sociocracia





Excelente artigo este. Já somos milhares a sustentar esta tese da conspiração que parte de dentro do Pentágono, no 11-9-2001.
Excelente artigo este. Já somos milhares a sustentar esta tese da conspiração que parte de dentro do Pentágono, no 11-9-2001.
«temos de ser nós próprios a passar a palavra»
Absolutamente de acordo. Podemos também enviar emails aos meios de comunicação inquirindo acerca do seu silêncio. E colocar esta informação nas caixas de comentários desses meios de comunicação. Eles têm de se sentir na obrigação de contar a verdade. Têm de perceber que as pessoas já não os levam a sério.
Excelente a Biranta. Vou colocá-lo amanhã em detaque.
Um @bração do
Zeca da Nau