Não percebo peva de arte mas começo a conhecer alguns artistas que se dedicam à arte de lixar o parceiro
Junho 25, 2007 de jodoas
Joe Berardo, o comendador português, agraciado pelo bem que tem feito a si próprio, ocupa de algum tempo a esta parte páginas de jornais, tempos de antena na rádio e televisão vai dando umas broncas aqui e ali mas como se trata dum magnata português a comunicação social dá-lhe um relevo enorme não porque estejamos em presença dum Messias luso que pretende salvar a cultura portuguesa ou o SLB. Nada disso. Ele chegou onde chegou mas não foi a ajudar necessitados porque se fosse também o saberia-mos.
Começou depois de regressar dos EUA por, através da nossa comunicação social, fazer crer que possuía uma colecção de arte contemporânea que fazia inveja a qualquer País onde esta cultura é uma das prioridades. E depois de algumas ameaças proferidas por Joe Berardo e de avanços e recuos nas negociações com a representante do Ministério da Cultura, eis que hoje com pomba e circunstância o 1º. Ministro português inaugurou no Centro Cultural de Belém o museu Berardo que só por acaso tem um director um senhor de origem francesa para que nenhum entendido luso nesta matéria se atravesse a afirmar que as peças que constituem a exposição agora patente no museu não passam dum bluff, tendo em vista já alguns comentários registados por alguns especialistas.
Mas depois do gesto de boa vontade deste empresário que tem favorecido imenso os portugueses verificamos que apenas como contrapartida conseguiu obter uma Fundação através da qual, tal como tantas outras, depois passará a receber as compensações e benefícios do Estado inerentes às fundações que por este país proliferam.




