Primeiro porque deixam de ter a oportunidade de ocuparem um lugar que diga-se em abono da verdade não fazia sentido nenhum porquanto não tendo um magistrado judicial qualquer curriculum em matéria de investigação que sentido é que fazia estar a dirigir uma polícia essencialmente vocacionada nessa área. E por isso é que ultimamente não se conseguia manter por um período minimamente razoável um director nacional da PJ porquanto os escolhidos caiam permanentemente na tentação de mandarem bitaites sobre uma matéria que envolve profundo conhecimento técnico e pratico algo que nenhum dos escolhidos o possuía. Julgo pois estarmos perante uma opção correcta, independentemente desta ter satisfeito os respectivos profissionais e o representante dos juízes afirmar o risco que passará a existir face à não dependência desta polícia do poder judicial. Como se porventura antes estivesse-mos habituados
a ver políticos a serem presos por corrupção.
A indignação dos magistrados judiciais relativamente à sua não intromissão na esfera da PJ é compreensível
Maio 7, 2008 por jodoas












O problema é que as polícias ficam totalmente dependentes do Executivo. Se nos lembrarmos que é no Executivo que estão os grandes ladrões da «democracia».
Meu caro Diogo. A experiência anterior, ou seja enquanto a PJ dirigida por um magistrado judicial lembrar-se-á que nunca assistimos à prisão por corrupção de qualquer político. Daí achar que esse argumento não colhe, até porque os profissionais da PJ não têm que temer o poder político se porventura tiveram que contra ele actuarem.
veremos se o actual fará melhor trabalho do que os ditos magistrados, se calhar sim!