E no Público online que curiosamente também aborda esta questão a qual permite comentários aos seus leitores entre vários que lá se encontram fiz questão de copiar este:
09.07.2008 – 09h18 – Luís, Lisboa
A Sedes infelizmente é uma apêndice do PSD. Lamentável que haja associações nada
independentes que saibam e queiram fazer crítica honesta e construtiva!
Ganhávamos todos, mas persistimos em designios externos ao bem comum.
A OCDE foi muito clara: elogiou este governo e as suas reformas e a necessidade
de continuá-las. E foi mais longe: Não há lugar para compensações sociais,
mas para investimentos públicos.
Um traz despesa acrescida e outro traz riqueza e emprego. Lamentável que
economistas da Sedes sejam tão tendenciosos. Que se podia esperar também
de uma associação em Portugal?
Que fosse independente?!!
Mais: se há governo que não tem pensado muito nas eleições é este. Não cedeu
no essencial a pescadores, nem a camionistas nem a professores! Só uma
perguntinha para os tendenciosos da SEDES: se o governo estivesse a pensar
nas eleições porque haveria tanta contestação social?!!
Vá, continuem a fazer campanha pelo PSD! Pena só que achem que todos os
portugueses são estúpidos!
Existem outros ainda com idêntico tipo de referência o que leva
a concluir estar o meu raciocínio correcto quando afirmo que as
pessoas que compõem esta associação de opinadores sobre
governação não passam duns ex-governantes frustrados e sem
qualquer ideia ou projecto para o País a não ser ajudar no
coro de vozes para desacreditar o partido socialista.
«se há governo que não tem pensado muito nas eleições é este. Não cedeu no essencial a pescadores, nem a camionistas nem a professores!»
Mas cedeu aos lóbis, meu caro. Não é por acaso que está tão apostado em TGVs, aeroportos, auto-estradas e pontes. Não é por acaso que o Coelho foi para CEO da Mota Engil. O mesmo se pode dizer do PSD.
O que nos é sempre impingido é o centrão (PS e PSD). Os lóbis financiam os dois e os eleitores vão votando ora num, ora noutro, não percebendo que é exactamente o mesmo.
o Diogo tem razão e só agora é que aparecem uns laivos de “social”…