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da Folha Online

O Bing entrou na corrida para fazer com que suas buscas fiquem mais próximas do “tempo real” pela indexação de mensagens de usuários populares do serviço de microblogs Twitter –cujos textos não ultrapassam os 140 caracteres. As buscas com indexação do Twitter começaram na semana passada, segundo o blog do Bing.

Lançada no mês passado, a nova ferramenta de buscas da Microsoft investirá na nova estratégia de indexar apenas os “tweets” de algumas centenas de pessoas. Os usuários do serviço de microblogs serão selecionados com base no volume de mensagens e na quantidade de seguidores.

Reprodução
Bing, site de buscas da Microsoft, vai mostrar resultados dos "tweets" em suas buscas
Bing, site de buscas da Microsoft, também vai mostrar alguns resultados do Twitter

O apresentador de televisão norte-americano Ryan Seacrest, cuja conta ultrapassa 1,6 milhão de seguidores, e Al Gore –vice-presidente norte-americano na gestão de Bill Clinton, cujo número de seguidores é 1,2 milhão– são dois exemplos da escolha do Bing.

Segundo o jornal britânico “The Telegraph”, os resultados do Twitter por intermédio do Bing serão mostrados separadamente do corpo de resultados gerais.

A busca geral trará o resultado apenas quando o usuário adicionar as palavras “Twitter”, “tweet”, ou o símbolo “@” antes do nome da pessoa. A pesquisa também trará os “tweets” pessoais das últimas semanas, além de um link para “ver mais tweets” de cada um.

O Bing foi lançado para competir com o Google, sob a plataforma de mais velocidade e facilidade nas buscas. O Google também planeja uma parceria formal com o Twitter, a fim de levar o “tempo real” para as suas buscas.

O resultado é todo aquele que nós sabemos e Mário Crespo não deixa de sublinhar o facto de que poderia ter sido evitado o que aconteceu no BPP, se fosse dado crédito pela entidade reguladora o Banco de Portugal, às denuncias de Joe Berardo. Mas como não poderia deixar de acontecer neste artigo de opinião o seu autor, Mário Crespo, termina assim:
É curioso! Manuel Pinho foi professor de Rendeiro na faculdade.

Como que,  digo eu, a pretender insinuar que foi Manuel Pinho que ensinou o Rendeiro a fazer maningâncias que se registaram no Banco que administrou

0918718 Em discurso proferido de El Salvador, o presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya condenou a morte de um manifestante neste domingo, durante confronto com militares na capital hondurenha, Tegucigalpa. Zelaya voltava ao país quando centenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra o golpe militar que o tirou do poder.

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Zelaya chegou na noite deste domingo à capital de El Salvador depois que seu anunciado plano de voltar a Tegucigalpa foi frustrado pelo governo interino. O Exército bloqueou a pista do aeroporto internacional da capital hondurenha com carros e impediu o pouso do avião que trazia Zelaya e o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Miguel D’Escoto, que seguiu então para Manágua e depois para San Salvador.

Milhares de manifestantes favoráveis a Zelaya foram para as ruas em frente ao aeroporto, onde pelo menos uma morreu com um tiro na cabeça, segundo testemunhas. Há relatos não confirmados de que até outras duas pessoas teriam sido mortas nos protestos. Ao menos duas pessoas ficaram gravemente feridas, segundo fontes do serviço de saúde.

Após desembarcar no país vizinho, Zelaya lamentou a morte de um jovem, no que descreveu como repressão contra uma manifestação pacífica, e pediu às Forças Armadas de seu país que baixem as armas e não os apontem contra a população. “Apelo às Forças Armadas de Honduras que baixem seus rifles.”

Isolado internacionalmente, o governo interino prometera prender Zelaya se ele voltasse ao país, mas decidiu impedir o retorno do presidente deposto alegando querer evitar que os ânimos exaltados provocassem um “um banho de sangue”.

Depois de reunir-se brevemente com os presidentes Daniel Ortega (Nicarágua) e Fernando Lugo (Paraguai), em Manágua, Zelaya seguiu para El Salvador, onde se reuniu com a presidente Cristina Kirchner (Argentina), Rafael Correa (Equador), Mauricio Funes (El Salvador) e com o secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza. Ele disse que tentará novamente voltar a Honduras “na segunda ou na terça-feira”.

Tomas Bravo /Reuters
Manifestante pro-Zelaya segura bandeira de Honduras em frente ao aeroporto de Tegucigalpa
Manifestante pro-Zelaya segura bandeira de Honduras em frente ao aeroporto de Tegucigalpa

Zelaya foi derrubado do poder no último domingo (28) em um golpe orquestrado pela Justiça e pelo Congresso e executado por militares, que o expulsaram para a Costa Rica. O golpe foi realizado horas antes do início de uma consulta popular sobre uma reforma na Constituição que tinha sido declarada ilegal pelo Parlamento e pela Corte Suprema.

Viagem e violência

A imprensa internacional acompanhou de perto a viagem de Zelaya de Washington para Honduras uma semana depois de ser deposto e expulso do país pelo Exército, com apoio da Suprema Corte e do Congresso. A tentativa fracassou logo que o avião chegou ao espaço aéreo hondurenho, quando o piloto do avião venezuelano em que ele viajava disse que era “impossível aterrissar” devido aos veículos na pista. Ele disse também que o avião sofreu ameaças de abate de autoridades hondurenhas enquanto sobrevoava Tegucigalpa.

Milhares de manifestantes gritaram vivas quando avistaram o avião, informou a CNN em Espanhol. “Se eu tivesse um paraquedas, eu saltaria”, disse disse Zelaya à Telesur, que acompanhava o voo. “Eles estão ameaçando nos matar.”

Em declarações ao canal de televisão, Zelaya afirmou que vai sem armas e pacificamente para dialogar e pediu ao general Vásquez que detenha “o massacre”, ao ser informado pela rede de televisão, com sede em Caracas, de disparos e mortos em Tegucigalpa. “O povo está nas ruas. Detenha essas tropas general [...] Detenha esse massacre”, disse Zelaya.

As agências internacionais forneceram relatos diferentes sobre os episódios de violência. Um fotógrafo da agência Associated Press informou que pelo menos uma pessoa morreu nas manifestações em favor de Zelaya, em frente ao aeroporto, enquanto relatos de mais mortes são divulgados por outras agências e meios de comunicação.

Citando uma fonte policial, a agência France Presse informou que duas pessoas morreram e ao menos duas ficaram feridas, e a agência estatal de notícias da Venezuela –país que apoia abertamente Zelaya– divulgou que três pessoas morreram e várias ficaram feridas durante um ataque das forças de segurança contra apoiadores do presidente deposto.

Eduardo Verdugo/AP Photo
Homem que morreu ao ser atingido na cabeça por um tiro é carregado em frente ao aeroporto de Tegucigalpa; militares bloquearam a pista e impediram pouso de avião levando o presidente hondurenho deposto Manuel Zelaya
Homem que morreu ao ser atingido na cabeça por um tiro é carregado em frente ao aeroporto de Tegucigalpa; militares bloquearam a pista e impediram pouso de avião levando o presidente hondurenho deposto Manuel Zelaya

Antes do confronto, as forças de segurança chegaram a ser aplaudidas por terem permitido a passagem da manifestação em uma rua próxima ao aeroporto. Entre os manifestantes foram vistos funcionários do governo deposto, como Rodolfo Pastor, que ocupava a pasta de Cultura, Artes e Esportes.

Mas logo depois, forças de segurança dispararam tiros de advertência e gás lacrimogêneo, e alguns apoiadores de Zelaya atiraram pedras e fizeram uma fogueira. Uma van passou no meio da multidão, com uma pessoa gritando para que abrissem caminho para os feridos. Um porta-voz da Cruz Vermelha disse que cerca de 30 feridas foram atendidas, incluindo uma mulher esfaqueada.

Governo isolado

Enquanto Zelaya partia de Washington, o presidente interino, Roberto Micheletti, concedia uma entrevista coletiva em Tegucigalpa, ao lado de várias autoridades do novo governo, que assumiu no último domingo, após a deposição de Zelaya pelo Exército, com apoio da Suprema Corte e do Congresso.

Anteriormente, o governo havia informado que o presidente deposto seria preso se voltasse a Honduras, acusado de abuso de autoridade, violação dos deveres dos funcionários e traição, entre outros crimes, mas Micheletti disse que o melhor no momento é evitar qualquer confronto. “Nós temos insistido que não queremos conflitos internos, não queremos derramamento de sangue”, afirmou Micheletti.

Em um possível sinal de fragilidade do governo interino diante da reação internacional e da suspensão determinada neste sábado pela OEA (Organização dos Estados Americanos), a vice-chanceler hondurenha, Martha Lorena Alvarado, disse na entrevista coletiva que está constituindo uma comissão para negociar com as organizações internacionais. Nenhum país reconheceu a legitimidade do novo governo.

Ela disse que, após um “consenso” entre os poderes de Honduras, o novo governo propôs à OEA “a adoção de um diálogo de boa fé entre uma delegação da República de Honduras [...] e uma delegação de representantes de Estados membros, com a participação de funcionários da secretaria-geral”, destacou Alvarado.

“Mas enquanto este diálogo de boa fé estiver em curso não poderão ocorrer atos ou situações que possam colocar em risco a paz social da República e comprometer o esforço das conversações”, afirmou a vice-chanceler.

da Folha Online

Comentário:

O Presidente deposto pelos golpistas só com a ajuda de Hugo Chávez já que o povo o apoia terá a hipótese de re-assumir o poder. Caso contrário mais ninguém se atreverá a confrontar-se com os militares hondurenhos.

Estamos todos lembrados que no final do primeiro trimestre os meteorologistas anunciaram uma previsão para este Verão, de ser  anormalmente quente. Pelo que temos vindo a assistir parece que mais uma vez os técnicos de meteorologia se enganaram nas suas previsões, porque nada disso até ao momento se está a registar. Tempo instável, muita nebulosidade, registo de aguaceiros e mesmo chuva, elementos que têm contrariado a previsão dum Verão excepcionalmente quente.

E o que afirmo em título é fácilmente comprovado por quem queira fazer uma retrospectiva nestes 35 anos de democracia. Obviamente que ao lançamento das campanhas não são alheios vários agentes nomeadamente a comunicação social, da qual fazem parte alguns jornalistas que sem escrúpulos, apenas baseados em cartas anónimas, se apressam a queimar na praça pública políticos do PS o que têm conseguido com algum êxito, face a uma impunidade judicial sob o patrocínio de magistrados judiciais também eles adversos a dirigentes que militam no partido socialista.Se nos situarmos por exemplo do processo da “Casa Pia” que foi muito mais mediático do que o chamado caso “Freeport” podemos concluir que na altura o objectivo para além de atingir o PS em pré campanha eleitoral era necessário atingir o então secretário-geral Ferro Rodrigues o que foi conseguido e não vale a pena vir com o argumento de que na altura o PS perdeu as eleições por culpa da desistência de António Guterres em continuar a governar, porque o mesmo não colhe. E a diferença de actuação duma e outra é bem visível. Enquanto a coligação PSD CDS/PP, caíu por ter um 1º. Ministro sem qualquer perfil credível para dirigir um governo os eleitores não precisaram de mais nada, isto é de campanhas eleitorais para dar maioria absoluta ao PS, pese embora tenha nessa altura sida lançada a primeira campanha de descrédito a José Sócrates com a insinuação do seu envolvimento no caso “Freeport”. Mas como se diz na gíria água mole e pedra dura tanto dá até que fura. E os promotores da campanha não desistiram e mantiveram latente a suspeição lançada sobre José Sócrates a qual, contrariamente a qualquer mérito do PSD reconhecido aos seus dirigentes mais propriamente à sua líder que até continuar a registar a mais baixa taxa de popularidade, está a dar os seus frutos, como aliás e verificou pelo resultado nas eleições europeias. O número de descontentes atingidos pelas medidas do governo está longe de traduzir o diferencial e votos que o PSD obteve face ao seu rival PS. Faltam pouco mais de dois meses para as eleições legislativas e a comunicação social continua a insinuar pese embora não exista nenhum indicador nesse sentido de que José Sócrates também está implicado. Mas ainda que tal como parece, nada tenha a ver com o assunto a opinião pública, pelo menos os mais influenciáveis estão crentes face à certeza quase afirmada de Manuela Moura Guedes e de outros pseudo-jornalistas que não observam as regras mais elementares do seu Código Deontológico como aliás o afirmou o Bastonário da Ordem dos Advogados Marinho Pinto, continuam a julgar na praça pública dirigentes do PS sem que sejam por isso responsabilizados criminalmente e muito menos profissionalmente como seria desejável, pois autores de  actuações destas deveriam pura e simplesmente perder as suas carteiras para o exercício da profissão de jornalista.

“Os políticos estão a minar o Estado de Direito”

Este é um dos títulos de hoje do CM.

António Martins, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, diz que os cidadãos não acreditam na Justiça devido à acção dos governos nestes anos de Democracia.

Não é essa a visão que os portugueses têm dos magistrados judiciais e do ministério público, os responsáveis, conjuntamente com outros agentes, nomeadamente funcionários judiciais, relativamente ao mau funcionamento da justiça. De resto começa logo porque nenhum português é de opinião ou que faça qualquer sentido a existência de sindicatos dos magistrados judiciais e do ministério público, face ao seu poder independente do poder político. Toda a gente tem a noção de que não é verdade a causa que agora e antes já havia sido denunciada pelos dirigentes sindicais dos magistrados judiciais porque eles sempre se quiseram imiscuir na feitura das Leis respectivamente os Códigos Penais e Civis, bem como os respectivos Códigos de Processo criados pelo poder político e nunca toleraram o facto de não serem auscultados sobre estas matérias uma vez que depois serão os executores na sua aplicação. Esta repetida afirmação não passa duma desculpa daqueles que são os exclusivos responsáveis pelo estado a que chegou a justiça no nosso País. Este sistemático braço de ferro em que os magistrados judiciais e do ministério público, sempre na procura de protagonismo, face à sua tentativa  sempre falhada de demonstrarem que o caos na justiça no nosso país é da responsabilidade do poder político o que nenhum português minimamente atento, nisso acredita.

Notícias do caso Daniel Luis: os mais recentes desenvolvimentos

“O Conselho Científico do Instituto de Educação e Psicologia (IEP) vai analisar, dentro de duas semanas, a recusa de prolongamento do contrato que liga Daniel Luís, autor do blogue Dissidências, e a Universidade do Minho (UM).
O docente – que há um ano e meio encerrou o blogue humorístico Dissidências por alegadas pressões da direcção do departamento a que está ligado – viu ser-lhe recusado o pedido para a renovação por mais um biénio do vínculo que o ligava à universidade. A decisão foi tomada numa reunião do Conselho do Departamento de Sociologia da Educação e Administração no dia 17 de Junho, mas ainda não é definitiva.
De acordo com Carlos Estêvão, que preside ao departamento associado ao IEP, o Conselho Científico do instituto terá agora que ratificar a decisão. O assunto consta da ordem de trabalhos da próxima reunião daquele órgão, que está marcada para o dia 15 de Julho.”

(excerto de Notícia Público datada de hoje, intitulada “Universidade do Minho reavalia caso do docente autor de blogue”)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

Publicada por J. Cadima Ribeiro em 11:25 PM

A não renovação do contrato do docente Daniel Luís autor do blog “Dissidências”, tal como refere o “Público” vai ser apreciada, de molde a ser evitado o cometimento duma injustiça no âmbito do exercício da liberdade de expressão consagrada pela nossa Constituição, que se pretendeu coartar ao referido docente. Espero como todos aqueles que continuam a defender um direito que nos está consagrado, quer seja através deste Conselho, ou de qualquer outro encarregado de avaliar as razões que levaram há não renovação do contrato de trabalho do docente visado, repondo-se assim a legitimidade democrática no exercício da liberdade de expressão.

Pois muito bem. Que vá para onde a aceitem seja nas condições que for mas que nos deixe de chatear com a sua tentativa de querer ser mais uma que quer mamar à conta do Estado. Já existem tantos a mamar que já não há lugar para mais uma.

E isso parece levá-los a concluir que Ferreira Leite vai ser a próxima 1ª. Ministra,  ignorando pura e simplesmente o facto de que o actual governo nestes poucos mais de dois meses,  tem a faca e o queijo na mão para canalizar para si os votos, bastando para isso que aprove medidas sociais de apoio aos desempregados e reformados de forma a que estes transformem o seu sentimento de raiva, num complacente apoio eleitoral ao PS, atitude que pode perfeitamente ser assumida pelos descontentes, os quais podem ver nas medidas que o partido do governo venha ainda a tomar uma tentativa para minorar os efeitos da perda do seu rendimento.

Durante esta legislatura foi notório que vários deputados da oposição assumiram perante o governo no debate quinzenal no parlamento,  que foi uma inovação proporcionada por José Sócrates, a função do caruncho. Ao invés de apresentarem propostas alternativas ás do governo, limitaram-se durante estes quatro anos a corroê-lo. Nesta função não foi alheia a comunicação social, em especial as televisões,  que exploraram até à exaustão as intervenções irritantes dos tais deputados que na Assembleia da República desempenharam o papel do caruncho. São de salientar sobretudo as intervenções de Paulo Rangel que parecendo um abade em oratória, nunca contribuiu para a elevação do debate apenas e só conseguindo como aliás é seu timbre irritar os membros do governo. O Nuno Melo do CDS/PP que tal como Rangel foram eleitos parlamentares europeus, vão pregar para outra freguesia e tão cedo não nos irão incomodar com as suas irritantes intervenções.  Jerónimo de Sousa, o líder escolhido já algum tempo atrás pelos militantes do PCP, não tendo estofo não sequer sendo um brilhante orador, incumbe essa tarefa ao seu irreverente camarada Bernardino Soares que nas suas várias intervenções tem de quando em vez contribuído para levar ao rubro o semblante dos membros do governo presentes no hemiciclo. E foi aliás ele, que,  no último debate desta legislatura e sem qualquer base ou fundamento na acusação levou a que o então Ministro da Economia, Manuel Pinho perde-se as estribeiras e lhe cravasse um par de bandarilhas o que motivou dos presentes um veemente protesto porque na óptica dos mesmos,  não se deve tourear um bezerro numa praça.

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