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As nossas crianças, desaparecidas não por culpa dos seus progenitores mas porque vinham da escola para casa ou brincavam num qualquer jardim e jamais voltaram a ser encontradas, nunca mereceram a atenção nem o destaque da nossa comunicação social. E o desaparecimento de Madeleine esse sim por exclusiva culpa dos pais que se divertiam com os amigos num jantar, tem permanentemente ocupado páginas inteiras de jornais, largos minutos de antena nos telejornais, como se a vida de todos nós se resumisse às preocupações do casal MacCann que, mais preocupados em limparem a sua imagem face à opinião pública insistem em provar que eles são inocentes e não tiveram qualquer culpa no desaparecimento de sua filha. Obviamente que me ocorre logo a imagem transmitida pela televisão duma cidadã residente na cidade do casal MacCann que sem rodeios referiu se tal tivesse acontecido na Inglaterra e com ela a entrevistada muito provavelmente teria sido presa por não ter tido o cuidado devido com a guarda de sua filha. Estas foram entre muitas outras as declarações de cidadãos ingleses que pronunciando-se sobre as circunstâncias em que a Madeleine desapareceu na praia da Luz não tiveram qualquer dúvida em culpabilizar os seus pais. No entanto a nossa comunicação social por falta de imaginação ou manifesto desinteresse na busca de notícias e tantas existem que deveriam ter um tratamento noticioso, são pura e simplesmente ignoradas porque são estas que na sua opinião vendem.

Não há memória de nos lembrarmos de que tivesse havido outra época tão propícia e favorável ao enriquecimento acentuado dos banqueiros. Como todos se lembrarão qualquer Banco há uns anos atrás começava por aliciar os seus clientes através dum simples depósito à ordem pagando-lhes se porventura o saldo médio mensal fosse interessante juros no final do ano. Para continuarem a cativar o cliente os pagamentos inter-bancários não eram sujeitos à cobrança de qualquer taxa de serviço. Isso levava a que alguns clientes que conseguiam fazer algumas poupanças se dirigiam ao seu Banco e ali efectuavam as aplicações aconselhadas pelo respectivo balcão. Mas hoje em dia por inércia do Banco de Portugal a entidade fiscalizadora e reguladora da actividade bancária, esses benefícios que a Banca então concedia aos seus clientes deixaram pura e simplesmente de se praticarem. Independentemente do saldo médio à ordem, ainda que interessante possa ter o cliente no final do ano o seu Banco pura e simplesmente não lhe credita qualquer valor de juros e com a agravante se porventura o saldo mínimo for inferior ao valor estipulado são-lhe debitadas despesas de manutenção. Ou seja o Banco de Portugal consente que a Banca tenha deixado de pagar juros por depósitos à ordem mas em contrapartida permite-lhes que cobrem ao cliente despesas no caso do saldo for inferior ao mínimo exigido. Mas o despautério não se fica por aqui, além da Banca cobrar pelas operações interbancárias que eventualmente o cliente realize, também já cobra pelas operações feitas no seio do próprio banco, ou seja se o cliente fizer uma operação bancária dentro do mesmo banco também lhe são debitadas despesas. Estamos perante um verdadeiro escândalo consentido pelas entidades fiscalizadoras da actividade bancária que nos vai levar a reflectir se valerá a pena recorrermos a estas instituições quer para lhes confiar a guarda do nosso dinheiro quer ainda para através delas efectuarmos qualquer tipo de pagamento de serviços ou compra de bens.Pessoalmente a vontade que cada vez mais tenho é a de voltar aos tempos da minha infância em que não existia actividade bancária e os pagamentos dos serviços eram efectuados através dos correios e da compra de bens a dinheiro vivo.

Total Signatures:
é preciso ultrapassar o 1.000.000 !!!!
Levantamentos nas caixas ATM vai custar 1,50€
Os bancos preparam-se para nos cobrarem 1,50 Eur por cada levantamento nas caixas ATM.
Isto é, de cada vez que levantar o seu dinheiro com o seu cartão, o banco vai almoçar à sua conta. Este ‘imposto’ (é mesmo uma imposição, e unilateral) aumenta exponencialmente os lucros dos bancos, que continuam a subir na razão directa da perda de poder de compra dos Portugueses.

Este é um assunto que interessa a todos os que não são banqueiros e não têm pais ricos.

Quem não estiver de acordo e quiser protestar, assine a petição e reencaminhe a mensagem para o maior número de pessoas conhecidas.

vamos evitar o saque

DIVULGUEM ESTE EMAIL, P.F.JÁ CHEGA DE SERMOS ROUBADOS PELA BANCA AO COBRO DA LEI.
JÁ SÓ FALTA UMA PETIÇÃO PARA MUDAR A LEI.

Ao abrigo dessa Lei os proprietários dos veículos ficam pois sujeitos a essas inspecções. Se forem inspecções resultantes da idade do automóvel, a oferta é variada em termos de Centros de Inspecção, mas se porventura os veículos tenham de ser submetidos a inspecções especiais o número de Centros é muito reduzido e em consequência disso sempre que por razões de inoperacionalidade dos equipamentos para a realização dessas inspecções os proprietários dos veículos que tenham de ser sujeitos a uma inspecção especial ficam dependentes da resolução do problema por parte dos Centros até que estes de novo voltem a ter condições para inspeccionar os veículos. Isto só num País do 3º. Mundo como o nosso é que acontece.
O veículo não pode circular porque tem de ser inspeccionado, mas como o Centro no qual foi feita a marcação para a sua realização não está em condições operacionais, a inspecção fica adiada até que
haja operacionalidade. Entretanto os custos resultantes da imobilização do veículo são suportados pelo proprietário do mesmo que embora não tenha qualquer responsabilidade nisso tem de se sujeitar
a que os Centros de Inspecção Automóvel (especiais) estejam operacionais para a efectuarem.

Os sindicatos da polícia numa acção concertada de reforço das suas reivindicações junto do Ministro da Administração Interna resolveram e com a conivência das televisões fazer-nos crer que as esquadras e postos de polícia estão desguarnecidos de efectivos, porque estes andam nas ruas a fazer o giro e já são 4 os incidentes registados para comprovarem que efectivamente eles têm razão. Em vez de andarem no giro devem continuar nas esquadras e postos de polícia para assim garantirem a sua protecção já que nem sequer conseguem proteger os cidadãos.

Uma instituição particular de solidariedade social do Concelho de Cascais de apoio à 3ª. idade no dia 3 de Março, viu-se privada da sua carrinha de 9 lugares através da qual assegurava o transporte dos idosos das suas residências para o seu Centro de Dia e ao fim da tarde o regresso a casa. Isto porque a viatura havia embatido num poste de sinalização de trânsito, tendo ficado com a barra da direcção afectada. A viatura seguiu pelos seus próprios meios até à oficina onde se encontra reparada há mais dum mês. Só que entretanto perto do mesmo local ocorreu posteriormente um embate em várias viaturas e o seu autor pôs-se em fuga, deixando três viaturas danificadas. Alguém irresponsavelmente resolveu comunicar à polícia que entretanto apareceu no local de que a autoria desse procedimento havia sido do motorista que conduz habitualmente a carrinha de 9 lugares dessa Instituição, facto que não correspondeu à verdade, mas que motivou um procedimento por parte dos agentes da PSP na busca do motorista como se de um criminoso se tratasse. Mas como havia testemunhas de que o referido motorista não tinha sido o causador dos estragos nas três viaturas cujo autor se tinha posto em fuga sem ser identificado, os agentes acabaram por constatar que a informação de que dispunham inicialmente não correspondia à verdade. E num assomo de excesso de zelo, já com a carrinha recolhida na oficina para ser reparada, lavram um auto de apreensão dos documentos da mesma, por esta não se encontrar em condições de circulação. Obviamente que por essa mesma razão é que ela se encontrava na oficina para reparar. Os documentos que segundo os agentes deveriam chegar à DGV nos 15 dias seguintes à apreensão, chegaram apenas 40 dias depois. E como a viatura tem de ser submetida a uma inspecção especial o que não pode ocorrer num qualquer Centro de Inspecções de Automóveis, foi feita a marcação para um Centro da Terrugem, o que em princípio deveria ocorrer no dia 18 de Abril. Nesse próprio dia a oficina onde ocorreu a reparação da carrinha, foi alertada pelo engenheiro responsável de que a inspecção à mesma não se poderia realizar dado que lhes estavam com problemas técnicos o que lhes inviabilizava proceder à sua realização. Ou seja o excesso de zelo da Brigada de Trânsito da PSP de Cascais, que entendeu apreender documentos duma carrinha duma instituição de apoio a idosos que se encontrava já na oficina para efeitos de reparação, deu origem a que esta mesma Instituição se veja penalizada com o pagamento do aluguer, pelo 2º. mês consecutivo duma carrinha de substituição da sua viatura que se encontra há um mês reparada mas porque se encontra com os documentos apreendidos e por isso não podendo circular está dependente da realização duma inspecção especial que deveria ter ocorrido no dia 18 de Abril e que por impossibilidade do Centro de Inspecções Especiais da Terrugem, por se encontrar inoperativo determinado equipamento de teste, não pode ser realizada neste local essa inspecção, pelo que teve de ser efectuada nova marcação noutro Centro. Resumindo e concluindo.
Se o agente da PSP não fosse imbuído pelo excesso de zelo e não tivesse procedido à apreensão dos documentos da carrinha do Centro e esta que se encontra reparada há mais dum mês, poderia estar já a assegurar o transporte dos idosos das suas moradas para o Centro de Dia e deste para as suas moradas, mas graças a esse excesso de zelo, está a Instituição que vive da solidariedade social a ser penalizada com o pagamento do aluguer duma carrinha que está a assegurar esse transporte.

Porque andei por outras paragens onde só existem serras, vales e montanhas. Mas pelas notícias veiculadas pelos canais de televisão as praias encheram-se de gente para se refrescarem do calor registado este fim de semana. E a disputa do espaço deve ter levado a que banhistas não tivessem outra alternativa que não fosse a de se deitarem em cima de cascalho para desfrutarem o seu banho de sol.

Recebi este desafio deste amigo e
porque não só me importo como me indigno:

Claro que me importo
com tanta pobreza
por isso me revolto
com toda a franqueza

A miséria que grassa
neste nosso País
é uma grande desgraça
de muito infeliz

São marginalizados
pela sociedade
e estigmatizados
sem qualquer piedade

Quanto mais tempo
vamos nós assistir
a quem dorme ao relento
continuar a pedir

Esmola a quem passa
para poderem comer
a pobreza que grassa
e que não podem vencer

Asilos para pobres
não é uma solução
alguns deles são nobres
haja consideração

Só agora me foi possível dar continuidade à passagem de testemunho porque estive ausente desde 6ªfeira. E para darem continuidade a este grito de revolta escolho
o amigo Luis e
o amigo Diogo

Jardim fez marcha atrás

Jardim fez marcha atrás
com a sua candidatura
ele sabia não ser capaz
dum lugar dessa envergadura

Mas apoia a do Santana
que é outro para queimar
na candidatura que não ganha
mas que vai dar muito que falar

Vai ser o bombo da festa
tal como anteriormente
para líder ele não presta
porque é um inconsciente

Perdeu as últimas legislativas
mas não aprendeu a lição
foi mandado às urtigas
porque não tinha condição

De voltar a ser 1º. Ministro
na próxima legislatura
mas disso estou convicto
por falta de envergadura

Mas não será Ferreira Leite
a candidata da geriatria
que irá ficar satisfeita
com a sua galhardia

Não acredito que Alberto João Jardim seja ingénuo ao ponto de aceitar candidatar-se à liderança do partido, tal como não acredito que a maioria dos militantes do Continente o elejam. Seria depois do maior desaire eleitoral verificado com a liderança de Pedro Santa Lopes, a maior hecatombe eleitoral que este partido registaria após a sua existência no quadro parlamentar. E tal como tenho a certeza absoluta nesta afirmação, também tenho a de que com este líder o PS voltaria a conquistar a 2ª. maioria absoluta.
E isto pela simples razão de que muitos eleitores no quais me incluo cientes do perigo que seria o PSD liderado por Alberto João Jardim ganhar as eleições, embora não tendo nem agora nem nas legislativas anteriores ajudado a proporcionar esta maioria, nestas circunstâncias, em votar no PS para assim ajudar a evitar que o soba da Madeira ascende-se a regedor do Continente, o que corresponderia a uma vergonha nacional.

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