Religião
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Windows tem utilitários para melhorar performance da máquina
da Folha de S.Paulo
EMERSON KIMURA
Colaboração para a Folha de S.Paulo
O Windows já vem com ferramentas que ajudam a otimizar o desempenho. Dê uma olhada nas Ferramentas do sistema (Iniciar, Programas, Acessórios) e no Painel de controle (Iniciar, Configurações). Abaixo, alguns destaques:
Limpeza de disco - Remova arquivos desnecessários para liberar espaço. Em Ferramentas do sistema, selecione Limpeza de disco. Escolha a unidade de disco. Selecione os itens que deseja apagar e dê OK. Na aba Mais opções, você pode desinstalar programas e componentes do Windows e apagar pontos de restauração. Basta clicar em Limpar… e seguir as instruções. Atenção: para remover um componente do Windows, você deve deixar sua caixa de seleção em branco.
Desfragmentação - A fragmentação ocorre quando dados relacionados são divididos e gravados em diferentes partes do disco rígido, em vez de serem armazenados de forma contínua. Desfragmentadores servem para reorganizar esses dados em blocos seqüenciais, o que geralmente aumenta a velocidade do sistema. Abra o Desfragmentador de disco (em Ferramentas do sistema), escolha o disco e clique em Analisar. Caso necessário, clique em Desfragmentar.
Erros no disco - Analise o disco rígido e corrija erros. Abra o Meu computador, clique com o botão direito na unidade, Propriedades, aba Ferramentas, Verificar agora…. Selecione as opções e clique em Iniciar.
Visual - Pressione Windows+Pause/Break ou abra o item Sistema no Painel de controle. (No Vista, clique no link Configurações avançadas do sistema.) Clique na aba Avançado. Sob Desempenho, clique em Configurações. Quanto mais efeitos visuais você desabilitar, mais rápido o sistema tende a ficar.
Relatório de erros - Ao desativá-los, você deixa de enviar os erros à Microsoft. No XP, pressione Windows+Pause/Break ou abra o item Sistema no Painel de controle. Na aba Avançado, clique em Relatório de erros e selecione Desativar relatório de erros. No Vista, siga Painel de controle, Relatório de Problemas e Soluções, Alterar configurações, Configurações avançadas e Desativado.
da Folha Online
São dicas sempre úteis para tentar-mos melhorar a performance do nosso PC ainda que em relação aos virus embora tenhamos a máquina protegida a eficácia nem é a 100% porque novos virus estão sempre a aparecer os quais por vezes passam pelo sistema de protecção.
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Em breve estará nos stands a ser comercializado, em quatro versões a gasolina e três a diesel e num futuro próximo surgirão versões mais musculadas. Sem dúvida que é um automóvel esteticamente muito interessante que nada tem a ver com o modelo que vai substituir. E no seu segmento é a seguir ao Ford Mondeo o automóvel com maior comprimento o que à partida assegurará um bom habitáculo aos passageiros e bagagem face aos seus 4,83 mts de comprimento.
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Este é o mês que normalmente muitas empresas resolvem fechar para dar férias aos seus colaboradores. E aquelas que não encerram e ficam aparentemente a funcionar com 50% do seu pessoal a assegurar os serviços mínimos, acabam por praticamente por não conseguir funcionar. Sou de opinião não de agora mas de há vários anos a esta parte que o País em Agosto, deveria fechar para férias, independentemente da disponibilidade financeira daqueles e são muitos milhares que neste mês resolvem tirar as suas férias. E a comprovar a minha afirmação está o facto de que, não havendo por parte das televisões, para além de alguns apontamentos sobre a realização dos Jogos Olímpicos de Pequim, outras questões de interesse para tratar nos seus telejornais, foram em busca de automobilistas que debandaram em diversas direcções, com vista a saberem onde iriam passar as suas férias, o que não deixa de ser um registo com uma enorme relevância, sobretudo aqueles que fazem questão de afirmar que vão em direcção às praias do Algarve para onde habitualmente rumam quando existem dias feriados com pontes pelo meio. E nestas alturas a crise resume-se apenas aqueles que não tendo qualquer possibilidade para além de continuarem a fazer praia na Costa da Caparica, na linha de Estoril e nas praias da linha de Sintra, não têm direito a ser abordados pela reportagem de televisão para poderem afirmar que também fazem praia todos os dias, ou deslocando-se em automóvel próprio, ou servindo-se dos transportes públicos. O País vai a banhos e a crise fica em banho maria até meados do mês de Setembro altura em que irá lentamente retomando o seu ritmo de trabalho.
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A comunicação ao País hoje feita pelo Presidente da República não foi nem ingénua nem despropositada
Não votei neste Presidente e jamais o teria feito porque estes trinta e quatro anos de democracia têm-me permitido conhecer muito bem os políticos de carreira em exercício neste nosso País. E por isso insisto jamais votaria Cavaco Silva face ao seu percurso político e ao seu desempenho como 1º. ministro de Portugal. Contrariamente ao que pensam a maioria dos eleitores abstencionistas neste País que a solução é manterem essa postura, eu continuo a pensar que o voto é uma arma que é preciso sabê-la usar e eu tenho pelosmenos tentado isso razão porque insisto jamais votaria Cavaco Silva. Até porque ele nesta tão anunciada comunicação denunciou que as acções de graças para com José Sócrates terminaram. Como a sua amiga Ferreira Leite não está a conseguir impor-se face ao eleitorado, ele convencido que a maioria dos portugueses mesmo aqueles e foram muitos que não votaram nele estão muito satisfeitos com o seu desempenho, resolveu não ingenuamente fazer este comunicado. Que se desengane porque hoje toda a gente entendeu pela sua não despropositada comunicação ao País que iniciou o seu apoio à actual líder do PSD e isso foi tão flagrante que logo a seguir apareceu ela a dar-lhe razão nas suas preocupações.Já comecei a felicitar aqueles que conheço e que contribuiram para a eleição do actual Presidente para a excelente escolha que fizeram e não se esqueçam de voltar a contribuir para a sua reeleição.
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Este Honda modelo FCX Clarity propulsionado por hidrogénio foi o primeiro a ser entregue a um produtor de cinema e este fabricante nipónico espera poder colocar no mercado dos EUA nos próximos 3 anos 200 unidades deste modelo de funcionamento a hidrogénio que não produz CO2. Em termos ambientais face a uma tão baixa produção de veículos com esta característica não poluente, julgo que pouca importância terá no capítulo da diminuição da poluição ambiente.
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Sim porque a vocação essa em relação a alguns profissionais, fica muito longe de poder ser demonstrada. Esquece-se o responsável da corporação de que qualquer outra actividade profissional não menos digna do que a da classe médica não dispõe nem dos mesmos meios nem das mesmas prerrogativas para se poder valorizar do ponto de vista profissional, através da possibilidade de chegar a rendimentos mensais que ultrapassam largamente a maioria de outros profissionais que não conseguem ver a actividade que exercem devidamente valorizada face à remuneração que conseguem obter através do seu exercício. E se existem porque temos consciência disso, profissionais que abraçaram a carreira médica pela exclusiva motivação de a exercer com vocação e vontade de ajudar o próximo diminuindo-lhe o sofrimento através da sua capacidade profissional sem qualquer objectivo de melhorar o seu conforto económico proporcionado pelo seu exercício, outros há que se limitam a cumprir com as suas obrigações profissionais mas apenas e só visando a melhoria do seu rendimento mensal e anual de forma a obter o seu enriquecimento. De resto não é difícil apurar-se que duma maneira geral, salvo honrosas excepções que confirmam a regra, os médicos de especialidade, sobretudo os ligados à medicina cirúrgica, duma maneira geral atingiram patamares económicos não alcansáveis por qualquer outra profissão tidas como liberais, por não lhes serem proporcionadas as mesmas condições de prestação de serviço nem a cobrança dos respectivos honorários.
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Para muitos a corrupção é um fenômeno facilmente explicável: seria resultado da falta de caráter, da cara-de-pau, da ausência completa de vergonha na cara tanto de corruptos como de corruptores. Seria uma questão moral. Mas o economista americano Robert Klitgaard, que estuda o fenômeno há décadas e é considerado um papa do assunto, deu-se ao trabalho de criar uma fórmula para explicar a tal da corrupção: C = M + D - A.

Explico: corrupção seria o resultado de “monopólio” (M), mais “critério próprio” (D, do inglês “discretion”), menos “responsabilização pública” (talvez a melhor forma de traduzir “accountability”, o A da fórmula). Ou seja, para Klitgaard, o clima que permite o avanço da corrupção é marcado por monopólio em alguma atividade, decisões tomadas com critérios próprios e resultados que não são alvo de responsabilização pública, não há cobrança sobre o que foi feito.
Desde que eu me conheço por gente o Brasil se depara, regularmente, com casos (ou suspeitas) de corrupção que parecem superar os recordes anteriores, em termos de número de pessoas envolvidas, montantes desviados e complexidade dos esquemas montados. A investigação da Polícia Federal que levou às breves prisões do banqueiro Daniel Dantas e do ex-prefeito paulistano Celso Pitta é a mais nova história que provoca indignação popular. Não é preciso haver culpa provada na Justiça (e a cética população brasileira tende a achar que não haverá) para que o cidadão pense mais uma vez que o país não tem jeito e que a corrupção é um problema moral sem solução.
Sem querer necessariamente assinar em baixo da fórmula de Robert Klitgaard, o interessante no exercício do economista é ele tentar buscar uma explicação lógica para o fenômeno que tantos milhões tira dos cofres públicos de nações pelo mundo afora, especialmente na América Latina, África e Ásia. Isso porque, se o Brasil quiser mesmo combater esse mal, precisa entender por que ele nasce, cresce e se reproduz como coelho. É como a chamada Lei Seca: a lei, com aplicação severa, por si só pode trazer resultados positivos inicialmente, mas é preciso entender por que os brasileiros sempre foram tão complacentes com a condenável prática de dirigir depois de beber.
O Brasil poderia também criar uma lei simples, dizendo que a corrupção está proibida, mesmo já havendo inúmeras outras que visam coibir o que muitos chamam de “praga brasileira”. Não traria muito resultado. É preciso combater os elementos que estão na equação de Klitgaard ou outros que venhamos a identificar na realidade nacional. É possível argumentar que os dois fatores que ele aponta como responsáveis pela corrupção aparecer (monopólio e critério próprio) não são necessariamente os vilões. Afinal criticar monopólio parece coisa de quem quer a privatização absoluta, diriam muitos. Mas é preciso pelo menos apoiar o elemento que Klitgaard aponta como o inimigo da corrupção: a tal “accountability”, ou responsabilização pública.
Nesse aspecto, a Justiça tem um papel central, logicamente, assim como Congresso e Executivo. Mas a mídia deve cobrar essa responsabilização e expor aqueles que escapam de um escrutínio oficial, como em grande medida já vem fazendo. Quanto maior for essa pressão por responsabilização, menor será a corrupção do outro lado da equação. Em países mais bem estruturados e historicamente mais maduros no combate a irregularidades, a imprensa e a sociedade civil organizada nem precisariam ser tão ativas para manter o pessoal nos eixos. Mas no Brasil a pressão do A da conta de Klitgaard precisa ser infinitamente maior. Inicialmente ela pode apenas fazer com que mais e mais casos fiquem conhecidos da população. Mas, no futuro, ela pode forçar o que hoje parece impossível: realmente diminuir a ocorrência e a gravidade dos casos de corrupção no Brasil.
da autoria de Rogério Simões
Comentário
Porque julgo sem margem para qualquer dúvida que este cálculo é perfeitamente aplicável ao nosso País veja-se o caso recente da derrapagem de 288% da ponte de Coimbra, não hesitei em transcrever este artigo de opinião que contrariamente ao seu autor não é um mal de que apenas enfermam os países africanos, asiáticos e latino-americanos, este problema tem uma abrangência universal pese embora se aplique esta ou outras fórmulas de cálculo.
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