Já a algum tempo que a nossa justiça se vem queixando relativamente ás fraudes que se têm registado na Banca de que não têm meios técnicos para que os processos sejam concluídos com sucesso

Ninguém tenha dúvidas que o processo de averiguações do BPN foi mal conduzido porque, face aos beneficiados pelas fraudes que se verificaram nas empresas ligadas a este banco que o levaram à falência, os seus responsáveis nomeadamente Manuel Dias Loureiro, Duarte Lima e outros teriam sido também constituídos arguidos no processo, mas que gozam de plena liberdade apesar do seu envolvimento face ao que na altura veio a público na comunicação social, este excelente veículo de investigação de que as autoridades judiciais também se servem. De resto já uma juíza no caso concreto deste processo se havia queixado da falta de meios para este tipo de investigação que obviamente carece de técnicos à altura porque não se trata dum crime vulgar. Como se assiste apesar da lamentação desta magistrada judicial, não foram criados por nenhum governo mecanismos convenientes de pessoal habilitado para conduzirem uma investigação séria e conveniente por forma a reunir elementos de prova, através dos quais fosse possível punir exemplarmente os respectivos autores. Já passaram vários anos e o que deverá acontecer e não nos surpreende é que o processo vai prescrever o que também não foi criado nenhum mecanismo judicial que evite que um crime deste natureza prescreva e os responsáveis não sejam punidos. Como se o que se passou com o BPN não fosse, pela gravidade do montante da falência a razão bastante para de imediato o governo em funções criasse junto da PJ um departamento específico para com técnicos com formação necessária para escrutinar fraudes bancárias fosse possível através duma investigação cuidada apurar os responsáveis e condená-los exemplarmente. E como isso não foi feito outros bancos se lhe seguiram com idêntico desfecho trágico para todos aqueles seus clientes que perderam o dinheiro das suas aplicações algumas das quais nem sequer feitas com o consentimento dos clientes. Foram eles o BES, o Banif e agora a CGD e não serão os únicos como tudo faz indicar que calha existem outros. Ou seja contrariamente ao que se passa em qualquer outro país europeu como por exemplo na Islândia os bancos vão mesmo à falência e não há o medo do contágio ou o tal efeito bola de neve como referiu na altura o medíocre ministro das finanças de Sócrates, Teixeira dos Santos ao nacionalizar o BPN, cujo prejuízo já aponta para mais de no mil milhões de euros. Na Islândia os bancos que foram à falência desapareceram do mercado e os responsáveis por isso estão comodamente a cumprir pena de prisão pelo crime cometido. Por aqui nada acontece porque nenhum governo acha necessário que se confiram condições à justiça com técnicos devidamente abalizados para fazerem uma investigação capaz, célere e através da qual se consiga punir os culpados pela falência dos Bancos.

As seguradoras limitam-se apenas e só a zelar pelos seus interesses em detrimento dos interesses do segurado que é quem lhes dá o lucro

No meu anterior post referi que no início do mês de Agosto a minha filha quando circulava com o automóvel próximo da estação da Santa Apolónia, na faixa da esquerda de repente um condutor que circulava na faixa da direita com um Smart, sem respeitar a distância para mudança de direcção, não têm pouco ter feito sinal de pisca-pisca para essa manobra, a minha filha apesar de circular a uma velocidade moderada teve de travar abruptamente ainda assim não conseguindo evitar bater na traseira lateral do lado direito do Smart, provocando-lhe o amolgamento do respectivo guarda-lamas. Ficando o veículo que a minha filha conduzia com a ponteira do para-choques amolgada, a óptica, direita riscada e o guarda-lamas da frente também ligieramente amolgado. O causador do acidente, apesar da sua manobra irresponsável não se quis dar como culpado e chamou a política de trânsito. Esta chegada ao local entendeu que efectivamente as circunstâncias da ocorrência eram da responsabilidade do condutor do Smart pois os próprios estragos das duas viaturas assim o demonstravam. A seguradora onde há 5 anos mantenho o automóvel seguro, contra todos os riscos, incluindo danos próprios, cujos prémios até então pagos excedem mais de 3.500 euros, sem nunca ter feito qualquer participação à dita seguradora por danos próprios ou causados a terceiros, com surpresa minha recebo a informação do sector de sinistros de que a resolução desta situação, tinha sido a imputação de 50% a cada uma dos intervenientes. Não concordando com tal decisão poderia recorrer para a arbitragem. Ora não o quis fazer porquanto todas as entidades sob-contratadas pelas seguradoras para resolverem conflitos obviamente que saem sempre em defesa de quem lhes paga ou seja das seguradoras. Resolvi por isso enviar uma comunicação à Mapfre informando de que pela forma como foi resolvida a questão do acidente, não me interessa manter o contrato de seguro automóvel, pelo que solicitei o seu cancelamento. Com estupefacção minha recebo agora uma email no qual só informado de que o seguro foi celebrado por anuidade e como tal a Mapfre se arroga no direito de me obrigar a continuar segurado até ao final deste anos. Como já cancelei o pagamento por débito em conta e vai ser efectuado um novo seguro, quero ver onde é que eles vão receber o próximo trimestre uma vez que a falta de pagamento à luz do que a lei consagra determina o cancelamento do seguro. Mas não deixa de ser extraordinário que o seguro automóvel é obrigatório, com o qual concordo inteiramente, mas o assumir de responsabilidades por parte das seguradoras não é porque têm sempre em atenção a salvaguarda dos seus interesses.

O seguro automóvel é obrigatório como todos sabemos mas quando toca a seguradora assumir responsabilidades fica a demonstração da falta de seriedade no tratamento da ocorrência

Sempre tive muito má impressão relativamente ás seguradoras no que toca ao ramo automóvel aquele a que sou obrigado a possuir como qualquer outro detentor dum automóvel. Obviamente que não contesto essa obrigatoriedade por força da Lei para salvaguarda de prejuízos a terceiros no caso de verificação dum acidente com apenas danos materiais, sobretudo quando uma das partes ou seja o causador do acidente por falta de civismo não se dá como culpado. Quando isso acontece os iluminados dos peritos na avaliação das circunstâncias do acidente apenas com danos pessoais limitam-se a dividir a culpabilidade. Eu faço parte há mais de 30 anos dos ingénuos que quando adquirem um carro novo fazem um seguros contra todos os riscos nomeadamente danos próprios. E há mais de 3 décadas que nunca dei um prejuízo a qualquer seguradora onde contrato o seguro por valores cuja totalidade já representaria seguramente o valor dum carro médio novo. Ou seja faço parte dos segurados que contribuem para os lucros das seguradoras uma vez que nunca lhes participei qualquer acidente de viação em que fosse culpado. Mas muito sinceramente estou farto e a mensagem que hoje recebi quanto à conclusão da peritagem do acidente de viação em que a minha filha se viu envolvida de inteira responsabilidade de alguém que resolveu sem sinalizar a mudança da direcção passar da faixa da direita para a esquerda onde ela circulava e que se viu forçada pela manobra perigosa travar mas sem conseguir evitar o embate. Apesar de ter havido a intervenção da PSP que se dirigiu ao local e verificou as circunstâncias do sinistro, os iluminados da seguradora resolveram pura e simplesmente atribuir 50% de culpabilidade aos intervenientes. A seguradora MAPFRE que durante cinco anos beneficiou do pagamento do meu prémio de seguro superior a 3.500 euros informa-me que tenho 5 dias para reclamar para a comissão de arbitragem. Ora como é sabido a comissão de arbitragem nunca por nunca toma partido a favor dum segurado porque comem todos da mesma gamela. E sou impelido pelo procedimento em afirmar comem todos da mesma gamela. Obviamente que com este companhia de seguros apesar de ter a consciência de que as outras são exactamente iguais jamais farei um seguro seja de que tipo for e este será próximamente concelado, porque não vou apesar de me sentir lesado neste procedimento recorrer a nenhuma comissão de arbitragem de conflitos porque para além das pardas de tempo que me causaria tal o resultado não se alteraria. E depois vêm estas empresas do saque protegidos pela legislação afirmarem que o ramo automóvel dá prejuízo. Eu insisto durante mais de 3 décadas que mantive sempre seguro automóvel contra todos os riscos nunca participei um acidente de viação em que tenha sido culpado pelo que o meu investimento das seguradoras é semelhante aquele que os lesados dos BPN, do BES e do BANIF, fizeram ou seja não tiveram qualquer contrapartida no investimento.

Senhor primeiro ministro António Costa, absolutamente reprovável a aceitação dos seus três secretários de Estado da oferta duma empresa com a qual o Estado tem um contencioso

Mas ainda que não existisse esse contencioso com a GALP a qual se nega  a liquidar um imposto que lhe foi imputado de 100 milhões de euros que corre os seus trâmites em tribunal, a aceitação de um qualquer membro do governo dum favor duma empresa é sem qualquer dúvida comprometedor. António Costa não pode nem deve ficar indiferente a este procedimento que não tenho dúvidas nenhumas está já a manchar a reputação do seu governo. De resto António Costa por uma razão muito menos comprometedora, sugeriu a João Soares que apresentasse a sua demissão pelo facto de ter prometido, repetido ter apenas ameaçado um jornalista duns sopapos. Não tenho a menor dúvida de que se António Costa não substituir imediatamente os três secretários de estado que aceitaram a oferta da GALP que, na próxima sondagem sobre as intenções de voto, o PS que tem estado a distanciar-se do PSD, venha face a este lamentável e condenável registo a sofrer um retrocesso nas intenções de voto. É certo que o lançamento de pedras por parte da direita a estes telhados de vidro do PS são absolutamente ridículos face a tudo quanto os seus membros enquanto representantes governamentais nos revelarem em matéria de procedimentos condenáveis a todos os títulos. Mas apesar disso este agora registo dos três secretários de estado do PS na aceitação de favores da GALP apesar do infeliz anúncio do ministro Santos Silva de que irão ressarcir esta empresa dos valores gastos, isso mesmo que aconteça, não limpa nada nem coisa nenhuma a reputação dos três membros do governo que aceitaram e foram beneficiados na sua deslocação a França para assistir ao encontro de futebol no âmbito da disputa do campeonato que ali teve lugar. Senhor primeiro ministro António Costa, faça com estes três membros do governo o mesmo que fez com João Soares, ou seja aconselhe os mesmos a apresentar a demissão e aceite porque isto entrou na ordem do dia e não vai favorecer o PS, mesmo com explicações infelizes como a que hoje fez o ministro dos negócios estrangeiros Santos Silva.

Acho uma enorme estupidez a ideia que muitos pais de hoje fazem, relativamente ao papel dos avós de seus filhos na sua educação

Uma das razões que normalmente invocam é que o avós são demasiado benévolos para com os seus filhos, estragando-os com mimos e consequentemente não os sabendo educar. Esta ideia que muitos pais de hoje fazem é absolutamente estúpida e vou explicar porquê. Fui pela primeira vez pai aos 23 anos e contrariamente ao que nos dias de hoje acontece com a maioria daqueles que são pais, os que o são com a mesma idade, estão normalmente ainda dependentes financeiramente dos seus progenitores apesar e se casarem ou apenas se juntarem com quem escolhem para viver. Apesar de hoje a grande parte dos novos pais o serem com idades normalmente superiores a 30 anos isso não lhes confere a habilitação necessária para saber lidar devidamente com os seus filhos. Contrariamente ao seu papel de pais os avós de hoje pela experiência porque passaram na educação dos seus filhos, apesar de também não ter sido nalguns casos nenhum modelo a seguir, essa experiência permite-lhes quando surgem os netos uma habilitação conveniente para os educarem porque lhes permite corrigir os erros que cometeram quando educaram os pais dos seus netos. E não vale a pena virem com as teorias que julgam ter apreendido com a leitura de livros que hoje em dia se publicam e existem para ensinar a educar filhos deste o seu nascimento porque a faculdade da vida já demonstrou diversas vezes que num vasto número de regras que a sociedade dita, ultrapassa largamente, a aprendizagem que advém dos livros e dos compêndios cujos autores julgam através deles poderem formatar as pessoas. Não tenho dúvidas nenhumas em poder afirmar que os avós nos dias de hoje são uma enorme mais valia no crescimento e acompanhamento dos seus netos e apesar de os mimarem também os sabem educar, contrariamente à estupidez do julgamento de alguns pais, que afirmam serem os culpados por os e3stragarem na dita educação.

Para os tontinhos do pokemon Go aqui fica o alerta

Pokemon, o jogo que traz espiões para dentro de casa

por Sergey Kolyasnikov (@Zergulio)

'.Pode falar-me do “Pokemon Go”?

Já dei três entrevistas sobre isso, de modo que agora tenho de me aprofundar nas fontes primárias.

  • Programador do jogo: Niantic Labs. É uma start-up da Google. Os laços da Google com o Big Brother são bem conhecidos, mas irei um pouco mais fundo.

  • A Niantic foi fundada por John Hanke, o qual fundou a Keyhole, Inc. – um projecto de mapeamento de superfícies cujos direitos foram comprados pela mesma Google e utilizados para criar o Google-Maps, o Google-Earth e o Google Streets.

  • E agora, atenção, observe as mãos! A Keyhole, Inc. foi patrocinada por uma empresa de capital de risco chamada In-Q-Tel , que é uma fundação oficialmente da CIA estabelecida em 1999.

As aplicações mencionadas acima resolvem desafios importantes:

  • Actualização do mapeamento da superfície do planeta, incluindo estradas, bases [militares] e assim por diante. Outrora tais mapas eram considerados estratégicos e confidenciais. Os mapas civis continham erros propositais.

  • Robots nos veículos da Google Streets olhavam tudo por toda a parte, mapeando nossas cidades, carros, caras…

Mas havia um problema. Como espiar dentro dos nossos lares, porões, avenidas com árvores, quartéis, gabinetes do governo e assim por diante?

Como resolver isso? O mesmo estabelecimento, Niantic Labs, divulgou um brinquedo genial que se propagou como um vírus, com a mais recente tecnologia da realidade virtual.

Uma vez descarregada a aplicação e dadas as permissões adequadas (para acessar a câmara, microfone, giroscópio, GPS, dispositivos conectados, incluindo USB, etc) o seu telefone vibra de imediato, informando acerca da presença dos três primeiros pokemons! (Os três primeiros aparecem sempre de imediato e nas proximidades).

O jogo exige que você dispare para todos os lados, atribuindo-lhe prémios pelo êxito e ao mesmo tempo obtendo uma foto da sala onde está localizado, incluindo as coordenadas e o ângulo do telefone.

Parabéns! Acaba de registar imagens do seu apartamento! Preciso explicar mais?

A propósito: ao instalar o jogo você concorda com os termos do mesmo. E não é coisa pouca. A Niantic adverte-o oficialmente:   “Nós cooperamos com agências do governo e companhias privadas. Podemos revelar qualquer informação a seu respeito ou dos seus filhos…”. Mas quem é que lê isso?

E há o parágrafo 6:   “Nosso programa não permite a opção “Do not track” (“Não me espie”) do seu navegador”. Por outras palavras – eles o espiam e o espiarão.

Assim, além do mapeamento alegre e voluntário de tudo, outras oportunidades divertidas se apresentam.

Por exemplo: se alguém quiser saber o que está a ser feito no edifício, digamos, do Parlamento? Telefones de dúzias de deputados, pessoal da limpeza, jornalistas vibram: “Pikachu está próximo!!!” E cidadãos felizes agarrarão seus smartphones, activarão câmaras, microfones, GPS, giroscópios… circulando no lugar, fitando o écran e enviando o vídeo através de ondas online…

Bingo! O mundo mudou outra vez, o mundo está diferente.

Bem vindo a uma nova era.

18/Julho/2016


Ver também

 

Já passaram mais duma vintena de anos que deixei de adquirir revistas ditas da especialidade automóvel, por achar pouco credível a opinião dos seus especialistas

Quem me visita, ou quem mais diretamente priva comigo, sabe que sou um apreciador exigente do automóvel. E a experiência ao longo da minha existência permitiu-me conhecer por os ter conseguido possuir várias dezenas de marcas e modelos de automóveis, que apesar de na altura ser um fiel leitor de revistas da dita especialidade automóvel nunca comprei nenhum por influencia dos pareceres dos tais especialistas. De toda a vivência em matéria de automóveis na sua maioria e até atingir a meia centena da minha existência, as condições económicas nunca me permitiram ir além do chamado segmento utilitário, que mesmo nesse segmento foi-me possível construir uma opinião acerca do que melhor me satisfez e formular opiniões absolutamente contrárias ao aconselhamento por parte dos meus amigos de determinadas escolhas que pretendem fazer. A partir do meu meio século de existência começou a ser possível chegar aos automóveis do segmento médio e tive algumas experiências com marcas e modelos europeus muito bem cotados na opinião dos especialistas das revistas de automóveis mas que foram para mim uma desilusão relativamente à sua fiabilidade e não só. Nestes últimos doze anos optei por marcas de confiança e inspiradoras de satisfação em termos de desempenho. Tive uma carrinha Subaru Legacy motor de 2 litros de tração integral permanente, que pelo facto de estar mal representada em Portugal, por razões de 2 situações de somenos importância fez com que me desfizesse dela ao fim de 3 anos, apesar de ter sido um automóvel que me satisfez em termos de desempenho. E pela primeira vez,  ao longo da minha existência e o meu gosto pelos automóveis, repeti na escolha da mesma marca e modelo, ou seja o segmento primium da Toyota, por sem duvida nenhuma não ter nada a ver com a concorrência. A Lexus confrontada como os outros construtores de automóveis, com a exigência estúpida do normativo da UE que obriga os automóveis novos de propulsão a diesel serem dotados dum filtro de partículas, para quem possua um automóvel com a observância desse exigência e não faça estrada para efeitos de regeneração do filtro de particulas é confrontado com inúmeros problemas que podem até afetar gravemente o motor. E os japoneses da Toyota pura e simplesmente se marimbaram para esta exigência e deixaram de fabricar Lexus a gasóleo comercializados na Europa, optando por motores a gasolina mas sendo o seus modelos todos híbridos ou seja na condução citadina circulam praticamente em modo elétrico a uma baixa velocidade e o motor de explosão só entra em funcionamento acelerando. Ou seja a marca priminum da Toyota ultrapassou assim essa exigência oferecendo automóveis mais amigos do meio ambiente face ao CO2, ultrapassando significativamente as marcas tão apreciadas pelos especialistas de automóveis expressas nas revistas da especialidade e que em termos dos construtores europeus não têm qualquer comparação nem semelhança.


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  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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