Pelos vistos em Portugal existem cargos dirigentes vitalícios

O Banco Alimentar Contra a Fome, criado em 23 de Janeiro de 1991, tendo como fundador o padre José Vaz Pinto, cuja sede em Lisboa, em instalações cedidas pela CP, mais propriamente armazéns desta empresa, em Alcântara. Este banco alimentar é presidido por Isabel Jonet desde 2002 ou seja há vinte anos e claro tal como acontece com qualquer ser humano ela já está mais choné do que outra coisa. Mas a questão não é essa. O facto do fundador ter sido um pastor da igreja católica, não significa que devamos continuar com esta restrição de submeter os cidadãos portugueses doutras confissões religiosas a serem abordados nas campanhas para doarem bens alimentares ou quais quer outros que estejam ligados a outras pessoas doutras confissões, que só por essa razão, não comparticipam. Está na altura, parece-me de acabar com este exclusivo da manutenção do Banco Alimentar Contra a Fome, na posse da religião católica, pois não faz sentido nenhuma que se limite esta solidariedade para com aqueles que necessitam a uma confissão religiosa e por isso achar que deveriam ser todas aquelas que existem em Portugal chamadas a participar fazendo parte da sua estrutura dirigente, todas as confissões religiosas no Banco Alimentar Contra à Fome e não a limitar apenas à religião católica. E nem sequer me parece minimamente significativo o resultado desta campanha promovido pelo Banco Alimentar que apenas reuniu pouco mais de duas mil toneladas de produtos, que são, sem a menor dúvida insignificantes para ocorrer à necessidade de quatrocentas mil famílias que por ele são apoiadas. Não já chega. Reformem a Choné e o grupo que ela lidera e constitua-se uma organização onde tenham presença todas as confissões religiosas deste País, dêem-lhe corpo estatutário de forma a ser constituída uma administração sem remuneração dos seus participantes e não tenho dúvidas nenhumas que, quando isso acontecer, que não acredito que aconteça, porque os apoiantes da religião católica não abdicam disto, mas se tal acontecesse tenho a certeza que a partir dessa altura as campanhas promovidas pelo Banco Alimentar seriam coroadas de êxito face à recolha de alimentos para minimizarem as dificuldades das famílias que as enfrentam.

O Trumpismo, o Bolsonarismo, Le Penismo, o Putinismo, o Cheguismo, entre outros semelhantes não passam dum perigosismo das sociedades

O Donald Trump, como todos sabemos ascendeu ao poder através do mesmo esquema de que dispôs o Vladimir Putin que institucionalizou na Rússia o Putinismo que não passa dum verdadeiro nazismos que ele faz questão de acusar que é o regime que se pratica na Ucrânia. O regime ucraniano nunca foi à Rússia matar os seus cidadãos da forma como estão a ser dizimados os ucranianos. O Putin é um terrorista capaz até de matar até os cidadãos russos que se escusem em ser mobilizados para ir combater na Ucrânia. O Donald Trump não é diferente de Putin, pois quando viu que tinha perdido a eleição em que concorreu, porque a vigarice das suas anteriores vitórias as tinha ficado a dever ao assassino Putin resolveu através dos seus apoiantes que não passam da mesmo tipo de gente de que se serve o Bolsonaro para querer continuar no poder, não aceitando as regras democráticas dum regime, porque eles próprios são na sua essência uns anti-regime, levou a que tivesse havido bloqueio de camionistas nos principais acessos rodoviários ás diversas cidades do Brasil, onde nem sequer foram respeitadas aquelas situações que se traduziam em por em risco a saúde pública. Claro que no caso do Brasil esteve por detrás a confissão religiosa dos evangélicos que não passa duma verdadeira fraude para extorquir aos seus ditos fiéis apoios financeiros com os quais os ditos pastores destes rabanhos de gente estúpida que se gosta de enganar por em credo que não os ajuda, nem tem como os ajudar e insistem em segui-lo como uns verdadeiros carneiros. Mas esta cegueira religiosa, aplica-se também aquele patriarca ortodoxo Cirilo do credo religioso da Rússia que também cegamente a maioria dos russos professam o têm como um pastor que os irá também levar ao paraíso. E como não poderia deixar de acontecer por cá, por voltar duns trezentos mil eleitores, apostaram no apostolado do racismo, xenofobia, e nas contestações dos mais elementares defesa dos principais democráticos, o líder do Cheguismo que, imagina-se, antes até de se saber quais serão as condições que irão ser aceites pelo governo do PS, face à privatização da TAP, anunciou essa coisa abjecta deste partido nazi do nosso País, interpor uma acção judicial contra o governo relativamente a algo que além de nem sequer ter acontecido, não se conhecer nada sobre o processo de privatização.

Terminou o congresso do PCP chinês que consagrou o Xi Jipingas nos cargos de decisão, tal como tem acontecido na Rússia

Na Rússia o sucessivo prolongamento do genocida Putin no cargo, tem sido muito semelhante aquele que se observa no regime chinês em que o Xi Jipingas obriga os compatriotas que asseguram a riqueza do País e pingar para o presidente e para aqueles centenas de milhares dos membros que fazem parte da sua cadeia política e que comem todos à custa dos empresários que asseguram a riqueza do País mas que são obrigados a contribuir para sustentar toda aquela gente parasitária. Tal como o que se passa com o rebanho das ovelhas das diversas confissões religiosas que através do dízimo ou dos sacos das esmolas vão sustentando a opulência dos seus credos religiosos. Ontem aconteceu um incidente que rapidamente foi justificado, como uma disposição do antigo presidente da China que estava junto ao Xi Jipingas que percebeu bem o que afinal representa este regime. E quer neste quer no da Rússia não existem corruptos é tudo gente muito honesta e curiosamente até temos no nosso País quem os apoia e acha que são regimes que merecem respeito pelas atrocidades que cometem até contra o seu próprio povo. 

Calem-se vocês com cursos de jornalismo de que os licenciados e possuidores de mestrado são os mais afectados pelo desemprego

Graças as universidades privadas que nasceram como cogumelos sob o patrocínio da múmia de Boliqueime, que encontrou nesta solução a forma de tornar os filhos dos ricos licenciados em cursos de letras que não servem para nada nem para coisa nenhuma no universo da empregabilidade existente e que acabam por comprar um mestrado, sim porque isso também se compra e que nada acrescenta o dito à qualificação dum profissional que mandando o currículo a uma qualquer empresa refere possuir uma licenciatura em jornalismo, psicologia, ou fotografia, ou ainda, artes cénicas e um nunca acabar de inutilidades de cursos ministrados pelas universidades privadas em que os paisinhos que não vendo outra saída para os seus filhos que são maus alunos e por isso porque têm dinheiro fazem questão mais tarde de exibir o filho licenciado ou com o mestrado e que está no desemprego e imediatamente o aconselham a filiar-se no Chega porque é o partido que poderá assegurar no futuro um emprego para o seu filho, porque o socialismo é pernicioso para tudo quanto representa uma sociedade que aposta no enriquecimento dos ricos o cada vez maior empobrecimento dos pobres. Enquanto as universidades e politécnicos públicos formam gente para encontrar quase no imediato resposta para um emprego. As universidades privadas, formam licenciados e detentores de mestrados para continuarem desempregados, porque não possuem habilitação capaz de lhes assegurar um emprego condigno. Portanto vocês jornalistas, que nem sequer são bons no vosso desempenho, que possuem um emprego que corresponde aos interesses de quem vos dirige, calem-se com a treta dos desempregados jovens, porque eles são os próprios culpados do seu desemprego, porque sendo maus alunos, optaram por tirar cursos que pouco ou nada servem em termos de empregabilidade.

A publicidade enganosa no nosso País é uma constante com resultados palpáveis porque as pessoas adoram ser enganadas

Este fenómeno do, engana-me que eu gosto, é uma constante na nossa população, logo a partir dos partidos políticos. Como sabemos os órgãos de comunicação social com mais influência propagandística são as televisões por isso o minuto dum anúncio televisivo custa uma pequena fortuna. E é com isto que os donos dos canais através dos contratos que fazem com as empresas anunciantes, se permitem a pagar chorudos ordenados a alguns colaboradores que além de não o justificarem nem sequer aumento a audição do canal. Mas o mais grave são as empresas que contratam anúncios e que bem analisados os resultados, nem sequer são compensados dos avultados custos que gastam em publicidade e nalguns casos os super e hipermercados que frequentamos, não registam por isso, maior aumento de clientes a realizarem as suas compras. Estúpido recurso esse das empresas que julgam que o marketing ao qual recorre lhes trás qualquer benefício. E claro que não trás porque os clientes sabem que esses custos publicitários não são assumidos pela empresa, são reflectidos nos custos dos produtos que comercializam. Isto porque estupidamente esquecem-se que não há melhor publicidade que é aquela dita do boca a boca. Ou seja estas empresas que gastam autenticas fortunas em publicidade e ultimamente com a agravante de contratarem para realizar o anúncio gente da música ou do teatro, como se porventura isso fosse o incentivo para quem compra ir aos sítios publicitados comprar é francamente duma estupidez de quem pensou que isso seria possível. Faz-me lembrar quando a Nestlé resolveu colocar no mercado as máquinas de café de cápsulas com grandes actores internacionais a publicitar tal embuste, sim porque as pessoas que gostam efectivamente de café e sabem apreciá-lo, não bebem café de cápsulas porque aqueles ditos sabores que as pessoas fazem questão de quando vão a uma casa de amigos preferirem com sabor a isto ou aquilo, estão a ser enganados porque aquilo é tudo menos o verdadeiro café. As cápsulas contêm uma percentagem mínima de café e o resto são os aditivos que lhe conferem o sabor e facilmente para desmontar esta fraude temos o caso dos café que são servidos, nos restaurantes e nos ditos cafés, que as máquinas onde os mesmos são extraídos só tiram o verdadeiro café porque é só a isso que sabe. Mas as sociedades de consumo, fazem questão de ser enganadas através da publicidade insistente que lhes entra pela casa. 

Nós não dependemos minimamente de fornecimentos essenciais nem da Rússia nem da Ucrânia, mas os comerciantes utilizam o argumento para nos explorar

Chega e já basta desta lamúria que as televisões estupidamente nos proporcionam para justificar a inflação de que estamos a ser alvo com o argumento de que tudo isto se deve à guerra que o terrorista Putin impôs à Ucrânia. Não isto é verdade e andamos a ser enganados pelos comerciantes que aproveitando o argumento da guerra nos sujeitam a um custo de vida que não tem qualquer justificação. Não somos dependentes da Rússia nem do fornecimento do petróleo, nem sequer do gás. Em matéria de energia eléctrica somos praticamente auto-suficientes,, quer por força dos investimentos em energia eólica, quer pela adopção dos painéis solares e fotovoltaícos. Relativamente ao fornecimento de cereais também não somos dependentes da Ucrânia porque são países latino-americanos que nos fornecem os produtos. Temos assistido a um aumento significativo do capaz de produtos alimentares, que apesar de algumas informações que vamos colhendo no sector dos produtos agro-alimentares que, alguns apesar do elemento dos custos energéticos o reflexo nos produtos a que se dedicam não tem uma expressão significativa para justificar o aumento que se regista nas cadeias de fornecimento de produtos alimentares, vulgo super e mini mercados que se permitem alterar os preços diáriamente. Temos um departamento estatal para fiscalizar as margens de lucro das cadeias de distribuição de produtos alimentares, que se saiba não servem para nada nem coisa nenhuma. Será assim tão difícil a este País de inspectores disto daquilo e que mais sobram, exigir a um supermercado ou melhor ao departamento de compras que lhes seja exibido o preço com que foi comprado determinado produto e depois constar o preço a que ele chega ao consumidor. Não isso dá muito trabalho e além disso a desculpa ou é porque não têm meios para se deslocarem ou porque o número de inspectores é insuficiente. E estas desculpas permanentes vão permitindo ás cadeias de distribuição de produtos alimentares o registo dum lucro semelhante ao dum roubo. E assim vamos continuar a assistir à existência destes departamentos estatais, com atribuições de fiscalização não só a de encerrar pequenos e médios restaurantes por razões de determinados pormenores e deixarem estas grandes empresas de distribuição roubarem descaradamente quem a elas recorre para adquirir os seus bens alimentares.

Os patrões lusos e os seus empregados com tendência de vassalagem

Quando assistimos a reuniões governamentais com as entidades patronais deste nosso País, pelo comportamento das mesmas, ficamos todos com a ideia de que eles patrões é que são os geradores da riqueza. Ponha-se então um desses patrões, sem recorrer a empregados a gerar riqueza. Claro que não consegue porque usa, sempre usou e continuará a usar o argumento que são as entidades patronais que geram riqueza no país, os seus vassalos mal remunerados mensalmente com os trabalhos que prestam quer no sector de serviços quer no da produção, mais propriamente a fabricar o que quer que seja, são eles que, com o seu trabalho, produzem a riqueza do patrão que continua a não ter disposição para melhorar o salário dos seus vassalos, sim que é desta forma que os consideram porque até no pormenor de tratamento raramente um patrão trata o seu empregado por você ou sendo este muito mais velho, por senhor. É tu, tu lá e se isso não for num momento de irritação acompanhado dum qualquer impropério. E quanto à riqueza produzida pelos empregados que laboram na sua empresa, os lucros da mesma são sempre para melhorar a sua própria condição de vida, com a mudança de automóveis topo de gama, que exibem vaidosamente aos vassalos quando vão para o escritório das suas empresas, férias em destinos paradisíacos e um infindável exibicionismos a que se prestam. É pois esta a imagem da maioria dos empresários que se recusam a pagar condignamente aos seu empregados porque continuam a vê-los como uns seus vassalos.

A maioria dos bacanos que têm por hábito considerar os políticos como uns corruptos, por vezes não são bem aquilo que estão a parecer

Esta reportagem televisiva agora ouvida num telejornal, relembra-me um episódio, há mais de três décadas, que uma colega de trabalho por ter sido deslocada do interior, não tendo disponibilidade financeira para alugar um apartamento, limitou-se à sua disponibilidade de alugou um quarto, veja-se o anúncio do jornal era o aluguer dum quarto, quando surpresa dela, foi ficar num quarto sim, mas com mais três e a dormir num beliche. Isto porque as casas antigas em Lisboa, em determinados locais da cidade, possuíam vários quartos e os arrendatários antigos faziam duma propriedade que não era sua o seu ganha pão. No caso dessa colega, o casal, nem ela nem ele faziam nada na vida a pesar de terem um rendimento que no fundo lhes era indevidamente proporcionado, porque pagavam na altura aqueles baixas rendas que então eram praticadas e eles tinham uma vida de lordes. Na altura lembro-me muito bem que já nessa altura o marido da senhora que alugava os beliches, tinha um BMW topo de gama, luxo que era usual em gente rica. Portanto não me admira que nesta reportagem de hoje tenha aparecido uma denúncia de jovens que tendo necessidade de alugar quartos para frequentarem as universidades para as quais estão matriculados, que continua a existir o que afinal sempre existiu em Lisboa, ou seja quem tem casas para as rentabilizar em termos de aluguer de quartos esmifram os arrendatários mas com a condição de se furtarem a pagar os impostos que lhe seria devidos. E muito dessa gente enche a boca a criticar os políticos de corrupção. Pois está claro que eles são todos muitos sérios e honestos. 

A comunicação social em geral sabendo que a maior força eleitoral do PS está na comunidade reformada, agora está apostada na campanha para o reverter

Os anunciados apoios do governo para minimizarem os efeitos da inflação, no tocante ás pensões de reforma, face à solução encontrada, serviu de mote à comunicação social apoiante acérrima da direita, em tentar através desta campanha agora criada, manipular os reformados no sentido de que os agora previstos 7,1 a 8%, incidente sobre o valor das suas reformas, vai-lhes ser penalizador e imagine-se que até o Expresso de um dos fundadores do PSD, insinua que a partir de 2024, os reformados vão perder no seu rendimento por volta dos 600 euros. Se isto fosse verdade até poderíamos admitir que não era admissível acontecer. Mas não isso não vai acontecer porque em 2024, já existirão outras regras determinadoras quer da inflação quer da compensação ou não que na altura for necessário definir. Não é crível que em 2024 ainda se mantenha a guerra na Ucrânia porque nem ela como país invadido, nem a Rússia como invasor, conseguirão suportar os custos económicos e as perdas de vida que tal tem originado. E isto será suficientemente determinante para que estas projecções utilizadas nesta campanha pela comunicação social se concretizem e através da mesma consigam os seus objectivos de reverter o apoio que a comunidade reformada, dispense ao PS e passe a fazê-lo ao PSD. Desenganem-se os detractores da comunicação social que a tarefa em que nela apostam venha a ser coroada de êxito.

Os gostos são discutíveis e as convicções também

Nasci em 1944 e vivi muitos bons momentos da minha vida das quais não me arrependo. Não me considero um “bota de elástico” porque a minha vivência, permite-me aceitar as opções sexuais de quem quer que seja e nem sequer alguma vez as cometei. Aprecio sobremaneira o aparecimento das novas tecnologias e faço questão de nelas me actualizar. De resto daqui a um ano mais própriamente em Novembro de 2023 um dos meus blogues titulado de “congeminações” comemora 20 anos de existência. Na altura optei por alojar este blog, numa plataforma criada pelo jornalista Paulo Querido, cujo alojamento era pago, mas que não hesitei em fazê-lo porque a minha intenção era na altura expressar os meus sentimentos políticos em contraste por exemplo com outros blogs que na altura já, politicamente se definiam, estou-me a lembrar por exemplo do blog do José Pacheco Pereira, que o visitava e do blog na altura então criado pelo Ricardo Araújo Pereira, com outros mais. Depois havia o blog designado Chupa Cabras um dos muito visitados,  que a única coisa que exibia eram imagens de mulheres nuas e nada mais que isso. Nessa altura tornaram-se importantes umas raparigas que optaram por apresentar opções diferentes e que até se tornaram famosas por isso, face aos resultados financeiros obtidos. Na medida que foram saindo da clandestinidade as opções sexuais de cada um,  nada disso me afectou nem alguma vez foi motivo de crítica. E continuei a não me sentir um bota de elástico. Relativamente à evolução dos automóveis, dos quais nunca fui um apreciador especial dos antigos, bem pelo contrário gostei sempre da evolução que sobre a industria automóvel se tem observado, daí possuir um de funcionamento eléctrico. Mas no tocante á evolução musical, muito sinceramente gostei do que ouvi há dias ao Emanuel, um músico, que escreve as suas canções, também consegue musicá-las, produzi-las ect., apesar de não me considerar um seu apreciador, mas concordo plenamente com ele quando afirmou que quer no plano musical do nosso País quer até a nível internacional, a qualidade decresceu significativamente, quer pelos interpretes, quer pela qualidade da musica e dos versos que a compõem, enfim algo que em tempos referi, daqui a umas décadas ninguém se recordará do que agora se produz em matéria de discografia, o que não acontece ainda hoje com as bandas dos anos 60, 70 e 80, que apesar de já bastantes velhos os seus interpretes, quando eles actuam para centenas de milhares de apreciadores são ovacionados freneticamente.  


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