Acho errado que se defina um proxeneta apenas como explorador sexual

E afirmo que esta designação é demasiado sucinta porque não abrange outros intermediários, não do negócio do sexo, mas doutros negócios e que não passam disso mesmo. Comecemos então por um pomposamente designado por empresário de jogadores. Alguns nossos conhecidos a nível do nosso País, têm enriquecido, à custa do valor individual dum jogador que pela sua qualidade, mesmo estando num clube de não destaque, chega a ele um chulo, sim que para mim é a mesma coisa do individuo que se dedica à exploração sexual e que através de vários vídeos de exibição do jogador vai contactando vários clubes nacionais ou internacionais para o vender,  começa logo por esta expressão que se usa e que me constrange,  mas é usual no negócio de venda dum jogador, que nem sequer foi ele, o intermediário que nada fez para que ele denotasse a sua qualidade como jogador de futebol mas apenas e só junto dos órgãos decisores dos clubes que lhes possam garantir numa negociação de milhões de euros pelo menos dez por cento de receita para si, afinal o que é que estes ditos empresários ou seja intermediários dum negócio, justificam ganhar milhões de euros. Qual é afinal a diferença entre este dito empresário e um proxeneta que explora uma prostituta ou um prostituto.    

Infelizmente este País em termos de certas opções continua a ser muito mal governado

Já em tempos publiquei um post no qual afirmava que a opção de continuar a gastar milhares de milhões de euros em remodelação dos hospitais centenários no nosso País, era um erro absolutamente incompreensível. Uma das razões pelas quais os médicos de especialidade, continuam a abandonar os hospitais inseridos no SNS, para além obviamente da melhoria significativa do dinheiro que passam a ganhar nos hospitais e clínicas privadas, são as condições obsoletas com que antes trabalhavam nas unidades do SNS. O antigo Hospital então designado do Ultramar e que após o 25 de Abril se passou a designar de Egas Moniz é por exemplo incompreensível os remendos a que tem sido sujeito com um gasto de centenas de milhares de euros e ainda assim, não conferem a este hospital centenário condições nem de hospitalização e muito menos de operacionalidade para os profissionais de saúde. Na altura no post que publiquei, afirmei que se deveria abandonar esta solução das intervenções pontuais nestes hospitais centenários que jamais lhe conferem condições condignas para se trabalhar. A isto chama-se má gestão dos dinheiros públicos. Os hospitais centenários existente no nosso País e muito em especial na cidade de Lisboa e periferia, deveriam pura e simplesmente deixar de os submeter as obras de beneficiação e restauro que não conferem nem na altura em que as mesmas se realizam nem depois qualquer tipo de melhoria significativa. Quando será que os responsáveis governamentais deste País começarão a perceber que é um erro continuar a apostar neste tipo de solução que não passa de remendos. Imagine-se que por exemplo o hospital de universitário de Santa Maria que ocupa uns hectares significativos na zona nobre da cidade de Lisboa, se optar por uma solução mais acertada de encontrar um local na periferia de Lisboa e ser adjudicada a construção dum novo hospital com todas as condições de instalações, modernas e funcionais que o actual não possui e quando o novo hospital estivesse pronto, desactivar o actual hospital,  demoli-lo e por à venda por lotes de terreno toda aquela área, cujo valor que o Estado arrecadaria, provavelmente daria para cobrir o custo do novo hospital construído para sua substituição. Será assim tão difícil saber gerir melhor os recursos do Estado, ou iremos continuar a nível dos hospitais centenários do nosso País a assistir ás obras que não passam de remendos e esteticamente bem feios.

Nós somos um País predominantemente de gente desonesta e há quem ande relativamente a isto muito distraída

Começando logo pelo sector empresarial é vê-los quase no início da actividade e através dos seus técnicos de contas a ver aquele que consegue melhor ludibriar o fisco. Que enorme prazer têm os empresários sobretudo os do norte do País e eu que já cá ando há muitas décadas disso sei, em que enganar o fisco eram a maior aposta na qual os empresários mais se envolviam. Mas não nos desiludamos porque os chicos espertos apesar dos do norte serem muito mais apostados na missão de ludibriar o fisco, no centro e no sul o fenómeno é exactamente o mesmo. Quando por razões de, como é o caso ainda actual de pandemia o negócio sente uma redução, aqui del-rei que isto não pode continuar assim porque o Estado, ou seja os contribuintes em geral que são na sua maioria aqueles que trabalhando por conta de outrem, sendo na maioria dos casos explorados, repito, quando as coisas correm mal o Estado tem de ajudá-los, quando correm muito bem no caso do turismo os hotéis resistam frequências de quase 100% eles registam lucros avultados e alguns dos quais para diminuírem a sua contribuição fiscal, escolhem paraísos fiscais para lá colocarem os seus lucros da sua exploração não só do negócio mas da mão de obra a eles afecto e como o fisco não controla o desvio de fundos das empresas que regista elevados lucros, mas por têm meios para ocultar os seus verdadeiros lucros colocam o excedente nos paraísos fiscais que até rendem juros. E é isto o Portugal que somos em termos do empresariado em geral e de alguns muito em especial que recorrem a este expediente e curiosamente são muitos daqueles que quando se dizem aflitos reclamam

Nada de estranho neste procedimento, enquanto andei a pagar para este alojamento do wordpress.com alojamento nunca tive problemas, de algum tempo a esta parte o deixei de fazer, passei a ter problemas

E a prova está num post que acabei de publicar e pura a simplesmente o mesmo não foi publicado. Não espero explicações porque as não vou ter mas acabará por ser a forma que me motivará, quase decorridos mais de vinte anos da existência do meu blog aqui alojado, dispensar este recurso, que se revela pouco digno na sua actuação e em breve criarei o meu próprio alojamento sem estar dependente de terceiros.

O grande problema do nosso seleccionador de futebol é utilizar ainda hoje no onze os símbolos museológicos

Não posso ficar indiferente ao encontro ontem da nossa selecção de futebol com a representação espanhola que também dispõe duma excelente equipa. Antes demais, quero destacar o exemplar desempenho na nossa defesa do Pepe e o Danilo que ontem ambos estiveram soberbos no desempenho do seu papel. Aliás o Pepe apesar de não ser novo, tem comprovado que é um jogador que transpira a camisola e faz questão de ter um desempenho que cada vez mais o valoriza. O seleccionador manteve um dos símbolos no banco o qual entrou na segunda parte e nada se viu que merecesse qualquer destaque. O Fernando dos Santos já teve mais do que oportunidade para entender que os jogadores da selecção que estão contratados por diversos clubes europeus, têm a recomendação dos seus treinadores de que devem evitar tudo por tudo por ser alvo de lesões que venham no futuro a prejudicar as equipas que integram. Até sou capaz de entender isso, apesar deles estarem a representar a selecção do seu país, mas a recomendação, restringe-nos a poder fazer melhor do que fazem. E é aí que o seleccionador não entende. Ele dispõe de inúmeros jogadores de formação pelas academias dos principais clubes de futebol e que podem desempenhar muito melhor o seu papel que as vedetas que Fernando Santos dispõe. E isso ficou ontem provado. Foi com a entrada do Ricardo Horta o melhor jogador do Sporting de Braga, que várias vezes foi a chave do resultado do clube que integra que fez o golo da igualdade. Para finalizar. Os resultados da nossa selecção, continuam a depender das escolhas que Fernando Santos faz, tendo em vista os seus símbolos museológicos. 

Acredito na tese de que Rendeiro tenha posto fim à vida num propósito de manchar a justiça portuguesa pela óbvia razão de tratamento de Ricardo Salgado

Temos todos nós a noção da afirmação que sempre foi veiculada pelo fundador do BPP, João Rendeiro, de que a sua condenação traduzia o seu papel de bode expiatório dos crimes cometidos pelo presidente do BPN, José Oliveira e Costa já falecido e por Ricardo Salgado o dono do BES que sempre foi considerado o dono disto tudo. Afinal o crime do malogrado João Rendeiro na cadeia sul-africana e que se traduz em valores totais na ordem de 13 milhões de euros, ou seja uma quantia inferior a um primeiro prémio do euromilhões, não faz de qualquer contemplado, um milionário de relevo. Rendeiro afirmou sempre perante os repórteres das televisões portuguesas que acompanhavam o seu julgamento de extradição que não regressaria nunca a Portugal, porque obviamente ele iria cumprir a pena de prisão que lhe estava aplicada, enquanto o Ricardo Salgado o ex-dono disto tudo se continuava a passear mais a sua família por onde muito bem entendia, apesar do seu crime de burla financeira, envolver muitos milhões de euros, mas como ele tinha beneficiado muita gente, sobretudo ligada à política, mas nunca chegamos a saber se até à justiça, nada lhe tem acontecido para o facto de se continuar a noticiar que ele está incapacitado para através da dita incapacidade, poder ser julgado e condenado. Insisto apesar de Rendeiro se encontrar numa cela sul-africana com mais 49 reclusos, que ele próprio com ajuda ou sem ela tenha posto fim à própria vida. Este registo na minha opinião só serve entre outros anteriormente conhecidos, para colocar o nosso sistema de justiça face a situação semelhantes, num descrédito total.

Não tendo sequer a pretensão de ser um analista politico, mas apenas baseado no óbvio parece-me um disparate ouvir afirmar que a guerra da Ucrânia vai durar anos

Começo logo por citar o fracasso que foi a presença militar russa no Afeganistão que face à perda do número de militares no terreno, significativamente muito inferior aquela que já perdeu na Ucrânia, sem sequer citar o número de tanques e de variadíssimo material bélico, destruído por acção da intervenção do exército ucraniano, julgo ser mais que suficiente para que o sanguinário Vladimir Putin recorrendo a uma qualquer desculpa, acabe por desistir nos tempos mais próximos na continuidade desta guerra. Isto se entretanto através dos seus oficiais superiores que assistem à perda de altas patentes no terreno, acham que já chega de tantas baixas. Por outro lado a Ucrânia também sentirá a certa altura ser incapaz de continuar a resistir a estes ataques sucessivos e impiedosos dos rockets e mísseis, os tais de alta precisão, que como se tem provado têm-na tanta que ao invés de atingirem os alvos desejados, têm acabado por continuarem a atingir prédio de habitação, subterrando os seus moradores. Ou seja para evitar o alongar deste post face ao discurso de ontem do genocida Putin, que não correspondeu ás expectativas que foram criadas pelos diversos observadores locais e internacionais, ele festejou apenas a vitória sobre a Alemanha na segunda guerra mundial, mas não fez qualquer alusão a esta guerra, porque no próximo ano, os manifestantes russos, vão exibir imensas fotografias dos seus entes queridos que perderam a vida nesta estúpida invasão ucraniana. 

Os verdadeiros analfabéticos políticos dos jovens franceses, só se podem explicar pela sua ignorante falta de informação

Já se tornou lugar comum quando alguma reportagem televisiva saí à rua para auscultar os jovens de qualquer país seja ele qual for, que, quando instados sobre a razão ou o porquê que escolhem uma força política de extrema direita, eles não sabem explicar, isto porque segundo eles raramente vêm notícias na televisão e ouvem discussões de fóruns políticos apresentados por diversas rádios. Ou seja, em pleno século XXI, estamos perante novas gerações de jovens, que não passam de verdadeiros ignorantes políticos, face aos riscos que representam as suas opções face a partidos políticos extremistas, racistas etc. que é tudo quanto uma sociedade proveniente de seus pais e avós, a estes envergonham. Os jovens franceses, são pelas imagens televisivas a que temos assistido a prova provada, de que só por total ignorância, podem significar quase 31% daqueles eleitores franceses que apoiaram eleitoralmente dois extremistas de partidos da direita, que certamente preocuparão as gerações dos seus pais que de modo algum se identificarão com tais forças políticas. Será muito importante que Emanuel Macron o ainda presidente de França se empenhe em despir a camisola do partido que representa e consiga congregar o apoio de todas as forças políticas que, sendo seus opositores, estão dispostos a assegurar-lhe o apoio eleitoral para a segunda volta, para tentarem tudo por tudo para que a reaccionária de Merine Le Pen, admiradora do criminoso Putin, venha a ser a próxima presidente de França, que seria o descalabro do figurino europeu.

A Rússia face a esta estúpida aventura do ditador Putin, pode continuar a ser uma importante potência nuclear, mas fica arrasada economicamente

Não tenho a pretensão de ser um analista de coisa nenhuma, mas neste caso, julgo que salta à vista de qualquer um, onde me incluo, esta minha conclusão. A Rússia depois desta invasão ditada por Putin à Ucrânia, pode até continuar a ser uma importante potência nuclear capaz de impor respeito à NATO e aos EUA, mas económicamente se já não era um país considerado rico, ficará muito mais pobre que já era. Senão vejamos. Dois dos que têm sido os sustentáculos da sua economia, estes nas mãos dos oligarcas russos, que têm sido o garante da manutenção no poder de Vladimir Putin, vão no futuro deixar de o ser, na medida em que os países europeus que até agora dormiram na forma, estão a acordar para a realidade que é a necessidade de imediatamente começarem a realizar investimentos vultuosos em energias renováveis para dispensarem a Rússia do fornecimento de petróleo e de gás natural. Ou sejam os 200 milhões de euros que neste momento entra como receita nos cofres da Rússia proveniente do fornecimento de petróleo e gás à Europa, vai num médio prazo deixar de acontecer. E não será a China que irá compensar a Rússia com  a receita diária que irá perder proveniente da Europa. Entretanto apesar do ditador ter tudo feito para garantir a sua continuidade no poder, internamente acontecerá o inevitável, pura e simplesmente a sua destituição do poder. Penso, repito, apesar de não ser analista de coisa nenhuma, ser num futuro próximo o que se verificará na Rússia.

Mas que falta de inteligência esta dos EUA face ao processo de destituir os ditadores. Invadir os seus países já ficou demonstrado não ser a solução.

Confesso que cada vez mais me desilude a falta de discernimento dos presidentes do EUA face à dificuldade que têm de entender que os ditadores não se eliminam atacando os países que lideram. Os ditadores eliminam-se contratando snipers especializados para os eliminar. Mas como o risco dos mesmo é elevado, o valor a pagar-lhes deve ser muito elevado para no caso de serem muito provavelmente abatidos, os seus familiares terem assegurada uma vida condigna. Solução esse que é muito mais económica do que aquela que os EUA insistem em optar que é a de invadirem os países que são liderados por verdadeiros imitadores do louco do Hitler. O Putin não necessita de mais nenhuma prova de que é um ditador perigoso e que se os russos se deixam submeter a ele é porque o temem, sabendo que alguém que se atreva a contestá-lo vai ser encarcerado o resto da vida. E esta é a forma porque ele se mantem no poder e continuará agora com a intenção de tentar alargar as fronteiras da Rússia. É absolutamente incompreensível como assistimos a estes episódios diários de que a Rússia vai a qualquer momento invadir a Ucrânia um País democrático e que assim se quer manter, face à reacção dos responsáveis europeus que ingenuamente continuam a acreditar que as negociações por esta via vão surtir qualquer resultado. O ditador Putin está a gozar com os responsáveis ocidentais e vai continuar a fazê-lo, basta atentar no facto dos separatistas da Ucrânia, terem realizado um êxodo da população dos territórios ocupados, para através da preservação do risco do civis, poderem desencadear uma ofensiva, como de resto está a acontecer com a Ucrânia e esta respondendo porque possui um maior poder, sentindo-se em risco os independentistas, pedirem apoio à Rússia e esta entrar com o seu apoio e a partir daqui o desfecho ser a invasão plena da Ucrânia, com os líderes europeus a assistirem a isto, julgando que, com as medidas de penalização económica farão o ditador Putin recuar nas suas intenções. Isto sem dúvida que revela uma total falta de inteligência por parte dos responsáveis europeus e dos EUA, quando com a simples contratação dum sniper bem preparado para à distância e com uma boa arma, ou porque não até outro dispositivo de maioria destruição militar eliminar fisicamente o Putin e porque não alguns dos quais os protegem.


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