Faço parte do universo de gente que optou pela blogosfera em 2003 e apesar de ter criado este e outro do qual desisti nunca deles me aproveitei para melhorar a minha condição económica

Hoje as redes sociais acabaram por diminuir o interesse que, antes das mesmas existirem, a blogosfera era o meio de partilha na internet de que dispunha-mos e através do qual expunha-mos os nossos pontos de vista e em face dos mesmos recebíamos comentários uns favoráveis e outros não, até mesmo alguns de conteúdo ofensivo. Nessa altura fui um dos leitores assíduo do blog do José Pacheco Pereira, que na altura registava o maior índice de visitantes. Inicialmente o alojamento do meu blog foi numa plataforma criada pelo Paulo Querido que mais tarde foi adquirida pela Sapo. Todos os blogs independentemente do sítio onde estavam alojados, dispunham dum dispositivo que registava as visitas que cada um deles tinha diariamente e o Abrupto do Pacheco Pereira era sem dúvida aquele que mais visitas registava diariamente, mais de um milhão. Nesse universo também existiam blogs e este denominado “Os Gatos Fedorentos do qual fazia parte o Ricardo Araújo Pereira, entre outros, que não se conseguiram destacar na ribalta da comunicação social e outro blog do qual já não me recordo do título em que participavam o João Miguel Tavares e o Pedro Mexia, estas duas celebridades contratadas pela TVI para o programa Governo Sombra e que sempre se destacaram por serem uns refinados apoiantes da direita, e no qual também participa o Ricardo Araújo Pereira. Estas foram as celebridades que se catapultaram para o universo da comunicação social e se tornaram famosos na opinião daqueles que lhes acham piada. Na altura a seguir ao blog Abrupto do Pacheco Pereira o blog com outro registo importante de visitas era o denominada Chupa Cabras, que nada mais possuía nos seus postes que não fossem mulheres nuas nas mais variadas posições. Esteve sempre muito bem posicionado no ranking das visitas mas não sei se o seu autor se tornou famoso por isso. Depois também houve uma possuidora dum blog que através das suas receitas de culinária muito apreciadas e também muito visitada que acabou por editar um livro que na altura vendeu muito bem e até chegou a ser motivo de destaque na comunicação social. A blogosfera com o surgimento das redes sociais decaiu significativamente e hoje em dia a maior parte daqueles que se dedicavam a ela, perderam o interesse e estão mais participativos nas redes sociais, cujas funcionalidades permitem algo de diferente que na blogosfera não é possível ou seja consegue-se uma participação muito mais activa. Do blog “Os gatos fedorentos” o único que dele se serviu para atingir a ribalta em que se tornou famoso foi Ricardo Araújo Pereira, que sempre foi considerado alguém de tendência de extrema esquerda, apesar de acompanhar as refeições com champanhe, que depois de comentador de jornais, participante no programas Governo Sombra, escritor de livros tem agora uma participação na TVI onde ele próprio referiu que foi contratado com o propósito de dizer mal do governo.  O programa que se intitula “gente que não sabe estar”, que só hoje me dispus a assistir a uma pequena parte, fiquei com um certeza. Afinal por dinheiro apesar de haver quem bata palmas e se ria quando ele tenta gracejar politicamente, porque como sabemos são pagos para isso, mas dizia, por dinheiro os ditos de extrema esquerda também se vende. Não consegui achar-lhe piada nenhuma, mas se calhar por defeito meu, pois pelos vistos os responsáveis da TVI estão satisfeitos com o resultado desta contratação.

 

Mais um resultado que não surpreende relativamente aos indicadores de aproveitamento escolar do ensino privado, face ao público

Estes rankings sobre a qualidade do ensino, mereceram sempre a contestação dos sindicatos dos docentes do Estado, porque quase nunca, assistimos a que os docentes do ensino privado contestem a sua situação salarial. Ao longo dos anos temos assistido continuamente que os melhores estabelecimentos de ensino melhor posicionados no ranking do aproveitamento escolar, alunos com melhor notas obtidas, durante o ano escolar, são sempre, nunca tal foi diferente, alguns colégios privados e os estabelecimentos de ensino público, surge sempre abaixo da tabela. Dizem os senhores dos sindicatos que aprovam as greves para revisão das grelhas salariais dos docentes do ensino público, que este resultado que todos os anos nos é divulgado, é muito discutível, tendo em vista os critérios utilizados para essa avaliação. É verdade que o número de alunos do ensino privado não tem, nem de perto mas de longe comparável com aqueles que frequentam o ensino público. Também é verdade que os alunos que frequentam o ensino privado têm obrigatoriamente, porque os encarregados de educação pagam e não é tão pouco como isso, uma mensalidade aos colégios, exigindo por isso que os seus filhos tenham um aproveitamento escolar, que justifique o investimento que os seus progenitores estão a fazer. Não me espanta por isso que os responsáveis dos colégios se sintam na obrigação de exigir dos docentes, um cuidado para com aqueles alunos menos atentos ao seu aproveitamento escolar. Obviamente que no ensino público, isso está longe de acontecer porque nenhum docente é responsabilizado por isso. E é aqui que reside a diferença. O docente do ensino público apenas e só se preocupa com um factor. A sua situação de progressão na carreira e porque dispõe de instrumentos para a reclamar, sempre que os seus lideres sindicais se envolvem nessa exigência, estão presentes. E obviamente que os índices de insucesso escolar não se registam nos estabelecimentos de ensino privado, mas sim no público, pelas óbvias motivações.

Afinal das escutas da operação Marquês, foi possível descobrir a manobra do negócio do genro de Cavaco Silva na compra do Pavilhão Atlântico

Esse verdadeiro ícone da arquitectura na Expo que custou ao erário público mais de 60 milhões de euros, acabou nas mãos do genro de Cavaco Silva, através de manobras de bastidores protagonizados por Montez, em colaboração com Ricardo Salgado e Zeinal Bava. Começo por manifestar a minha enorme surpresa nesta investigação a que se dispôs a jornalista da TVI Ana Leal, sobre os contornos que envolveram o negócio ruinoso que foi a venda pelo Estado, neste caso com a participação da actual líder do CDS, que teve o desplante de afirmar ter sido absolutamente transparente e em absoluta observância da Lei, que através dum manobra de bastidores como se comprova da denuncia constante da reportagem, teve o fim que se pretendia apesar doutros concorrentes, o de entregar duma forma absolutamente viciada, a titularidade do dito Pavilhão Atlântico por uma modesta quantia de 1/3 do seu custo inicial ou seja 21 milhões de euros. O problema é que como este valor como é sabido foi substancialmente suportado por um financiamento do BES e este foi à falência, muito provavelmente o Estado neste negócio estará a arder duas vezes. Devo confessar a minha enorme surpresa por ter sido a TVI a denunciar mais esta vergonha que foi um negócio patrocinado pela direita, absolutamente ruinoso para o erário público e que deve ser investigado até ás últimas consequências. Como é que foi possível por em venda um património estatal deste enorme volume de custo, por uma negociação particular, ao invés de se ter recorrido a um concurso público, com divulgação internacional em que muito provavelmente teríamos algum investidor estrangeiro com posses a quem poderia ser adjudicado desta jóia da coroa por um valor muito próximo daquele que custou à Parque Expo. Mas não foi isso que aconteceu apesar de Assunção Cristas, então responsável pela pasta ministerial, afirmar que tudo foi feito na maior transparência e legalidade. Esta mesma líder que vai levar à Assembleia da República uma moção de censura ao governo, na expectativa do mesmo sucesso que teve em proporcionar ao genro do Cavaco Silva este negócio ruinoso para o Estado.   

Este diferendo entre as empresas detentoras do sector da saúde e a ADSE obviamente que se vai resolver, não tenho a menor dúvida

Só quem não está atento aquele que foi o crescendo no sector privado da saúde, não entende que ele nuns casos depende de 18 a 20% das receitas arrecadadas provenientes da ADSE e noutros casos excede esta percentagem atingindo os 25%. Significa pois, que os seguros de saúde, não são nunca foram nem serão o total sustentáculo da existência deste sector privado de saúde. Continua muita gente., por ignorância, falta de informação ou nalguns casos de má fé, a afirmar que a ADSE é um subsistema de saúde criado pelo Estado, neste aspecto está correcto, mas subsidiado também pelo Estado, o que não é verdade nem nunca o foi. O agora instituto que gere a ADSE continua a ser autónomo em termos de apoios estatais e o seu orçamento é baseado nos descontos que todos os funcionários públicos que a este subsistema aderiram, sendo que esses descontos, tanto se observam na folha de vencimentos dos funcionários no activo, como daqueles que se encontram na situação de reformados. E quer uns quer outros o desconto incide sobre o rendimento do vencimento ou da reforma no valor bruto e na percentagem de 3,5%. E obviamente que a ADSE para continuar a existir como uma subsistema tem, tal como as empresas proprietárias do sector de saúde privado, chegar a um acordo, porque quer um quer outro não vive sem o outro se não chegarem a qualquer a um acordo para que a assistência aos beneficiários da ADSE, se continue a processar. Por uma razão muito simples. A ideia do regime passar a ser o beneficiário pagar o valor total de cada consulta e depois remeter a factura e o recibo à ADSE para ser reembolsado do valor que seja atribuído pelo subsistema, obviamente que ninguém está disposto a aceitar este tipo de regime. E se porventura fosse tal acordado, a ADSE desaparecia porque os beneficiários deixariam de aceitar e optariam por fazer um seguro de saúde. Portanto é bom que quer as empresas detentoras do serviço privado de saúde quer o instituto que gere o subsistema de saúde dos funcionários públicos acordem nos novos moldes de prestação de actos de saúde, porque se tal não acontecer, o desfecho seria funesto para um e outro lado. E os argumentos do BE que é preciso apoiar mais o SNS, não colhe, porque os trabalhadores e reformados do regime geral, já entopem e de maneira o SNS se o subsistema de saúde dos funcionários públicos, que volto a lembrar é suportado pelos descontos feitos em cada um deles, deixasse de existir o que iríamos assistir no SNS era o seu colapso total, por falta de capacidade de resposta.  

Porque me considero um indivíduo racional com uma vivência que me permite melhor saber avaliar a vida, chateia-me assistir a tanta estupidez dita natural

Já cá ando há mais de sete dezenas de anos e tenho uma experiência e vivência da vida que me permite aquilatar da vasta estupidez de gente, que apesar de se julgarem muito entendidos por possuírem uma formação académica ao nível duma licenciatura, mestrado ou mesmo até de doutoramento acharem-se numa posição melhor para poderem avaliar com superior propriedade relativamente a quem nada desse currículo académico seja possuidor, sequer emitir uma opinião. É-me absolutamente indiferente que alguém ou mesmo direi, todos aqueles que julgam pelo facto de ser detentores dum currículo académico superior, se sinta no direito de serem superiores a todos aqueles que não o possuindo, não sejam capazes de terem uma capacidade de raciocínio superior há sua, apenas e só pela experiência e o conhecimento que a vida lhes proporcionou. Conheço o continente africano, onde nasci no País com maior potencial de riqueza de África, apesar de haver quem muito erradamente pense ou ache que é a África do Sul. E conheço muito bem Portugal do Minho ao Algarve, porque faço parte daquele número de portugueses que fazem questão de conhecer e bem o seu País e não dos que andam deambulando pelos países estrangeiros, exibindo um conhecimento relativo, mas quando perguntados sobre o seu país pouco sabem, ou nada sabem. Mas a razão deste post não reside, nesta questão de escolha que cada um faz das suas preferências em adquirir o conhecimento das várias regiões globais. Esta abordagem prende-se com o facto de muitos daqueles que, pelo facto de possuírem uma habilitação académica superior, uma licenciatura, um mestrado ou um doutoramento, acharem-se com condições superiores de interpretarem a vida e as questões que com ela se relacionam, face aqueles que apesar de não serem detentores de qualquer uma dessas habilitações académicas, terem face à sua vivência e experiência da vida adquirido um conhecimento da realidade, que, os ditos académicos, jamais a possuem, apesar de erradamente estarem convencidos, que o seu conhecimento académico, lhes confere, esse conhecimento. Quando disso me apercebo, a reacção é imediata. Olha mais um convencido estúpido que julga ter adquirido o conhecimento da vida através do curso que obteve na faculdade que frequentou.

O Autoblog sempre em actualização de novas versões dos modelos do mundo automóvel

2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada
2019 Toyota RAV4 TRD fora de estrada Crossovers são rei, e, nos últimos anos, o best-seller non-pickup no mercado tem sido o Toyota RAV4 . O RAV4 foi completamente revisto para 2019 , substituindo um modelo antigo que era um dos veículos mais antigos da classe. O novo modelo adquire estilo muito mais agressivo por dentro e por fora, pegando algumas dicas do Toyota Tacoma (veja o Taco atualizado aqui ). No Salão do Automóvel de Chicago de 2019 , a Toyota parece estar dobrando o tema do crossover robusto com o novo RAV4 TRD Off-Road.
O RAV4 nunca foi realmente um tipo SUV off-road. Isso é o que o Toyota 4RunnerLand Cruiser foram para. Mesmo os primeiros modelos RAV4, por mais espartanos que fossem, foram projetados com dinâmicas on-road primeiro. Ainda assim, com um pouco de trabalho, a Toyota mostrou a sua entrada no Rally America de que o RAV4 tem os ossos para ser bastante capaz na terra. O RAV4 TRD Off-Road, embora não seja exatamente derivado do carro de rally de Ryan Millen , é pelo menos inspirado por ele. A Toyota diz que não se destina a engatinhar, mas se destaca em corridas de trilha de maior velocidade e overlanding.

A suspensão no RAV4 TRD Off-Road foi aprimorada com molas helicoidais exclusivas e amortecedores gêmeo-válvulas re-valvulados. Novas batidas de impacto devem ajudar a melhorar o curso das rodas, embora a distância ao solo de 8,6 polegadas não seja alterada em relação ao interno RAV4 Adventure. O modelo usa rodas TRD pretas foscas de 18×7 polegadas com pneus para todos os terrenos Falken Wildpeak A / T Trail. Não há placas antiderrapantes ou proteção extra para a parte inferior da carroçaria. 

A potência ainda vem do motor de 203 litros com quatro cilindros em linha, emparelhado com uma transmissão automática de oito marchas. Até 50% da potência pode ser enviada para as rodas traseiras, e o sistema de vetorização de torque do RAV4 TRD Off-Road desloca a energia para as rodas esquerda e direita, conforme necessário.

Visualmente, até a Toyota admite que não é tão distante da Aventura RAV4. O par compartilha trilhos de teto, defensas e pára-choques. A forma da grade e da luz de neblina também são as mesmas, embora a própria inserção da grade seja diferente. É bonito, mas não tão distante do que já vimos. No interior, o TRD Off-Road recebe costuras vermelhas nos bancos, bem como acabamentos vermelhos nas portas e na consola central. Os tapetes e apoios de cabeça têm o logótipo TRD. 

O novo modelo deve ser vendido em algum momento ainda este ano. 

Os observadores internacionais analisam a situação da Venezuela pelo lado que lhes convém

Acho imensa piada aos discursos dos observadores internacionais sobre a situação explosiva na Venezuela, que não é mais nem menos do que se passou no Líbia, no derrube do Kadafi e na tentativa do derrube do líder da Síria. Aconteceu tudo o que sabemos e que quer num quer noutro País, com a interferência dos USA, neste momento além da destruição a que se assiste das cidades e das suas infra-estruturas, a morte dos seus residentes, é ás centenas de milhares, para além doutros tantos feridos. Como sabemos normalmente os USA, nos países produtores de petróleo, como é o caso de todos quantos nos países referidos, incluindo o Iraque, nunca mais houve estabilidade e sobretudo segurança, porque o terrorismo está lá instalado. O embarco dos USA à Venezuela e o seu estrangulamento tem sido a causa da situação em que este País se encontra, pela simples razão que a administração norte-americana não quer nem vê com bons olhos o regime que ali está instalado e é apoiado pela China e Rússia, entre outros. E tudo têm feito para fazer cair o regime na Venezuela, pese embora nos últimos actos eleitorais e em consequência de toda a pressão a que tem sido sujeito o regime, os venezuelanos que antes apoiavam o regime deixaram de o apoiar e nos últimos resultados eleitorais ouve viciação dos mesmos, o que não garantiam a continuidade no poder de Nicolás Maduro. Tal como anteriormente referi no post que publiquei, a situação na Venezuela, pode resultar numa semelhante aquela que se passa na Síria ou na Líbia, por uma simples razão. As altas patentes militares venezuelanas, são as detentoras dum poder económico que jamais quererão abdicar dele e daí continuarem a apoiar Nicolás Maduro. Qualquer tentativa de alteração desta situação degenerará numa guerra civil em que Maduro continuará a ser apoiado pela Rússia e China e da parte opositora o apoio será prestado pelos USA e a Venezuela não voltará mais a ser como dantes.


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