Mais um resultado de inquérito à população que demonstra a sua total falta de fiabilidade face ao número de participantes

Parem lá com isto senhores da universidade católica que se prestam a fornecer dados que num universo de pouco mais de mil e duzentos inquéritos nos quais apenas 34% dos inquiridos se dispuseram a responder ao mesmo e têm a lata de nos impingir estes dados da vossa pesquisa como representando 95% de dados confiáveis. Vão lá gozar com quem vos encomenda estas pesquisas. Mas hoje no telejornal da RTP fiquei ciente da razão da estimulação deste meu post. O responsável pelo inquérito em face do baixo número dos inqueridos que se dispuseram em responder ao mesmo, concluiu estarmos perante uma desmotivação da população. Essa é a leitura dele, porque lhe convém continuar a fazer inquéritos destes para que a universidade católica vá acumulando mais uma receita através desta via. Mas que se desengane ele e todos os órgãos da comunicação social que se propõem pactuar com estes filmes. Isto não traduz nada que seja confiável. Senão vejamos. Os que se dispuseram responder ao inquérito são de opinião de que entre a remodelação que pasme-se com o arrojo da percentagem, mais de 80% dos 34% dos que se propuseram responder, eles são de opinião de que da remodelação governamental que na opinião deles se impõe, entre outros a ministra da saúde deve ser remodelável, mas depois aparece este mesmo ministra como sendo aquela que tem melhor percentagem como a melhor titular da pasta. Tendo em vista esta universidade que se presta a este lamentável resultado de inquérito, tenham vergonha, não voltem a prestar-se a tão ridículo papel.

As edificações próximas de linhas de água face ao que se vê, têm os dias contados, pelo risco que tal representa

Por incúria de governos centrais ou locais, desde sempre que foram consentidas construções próximas de linhas de água sejam elas oceânicas ou de rios. Como vamos percebendo face ás agressões a que todos temos sujeitado o meio ambiente, a natureza também se sabe defender. E ultimamente temos assistido a enormes tragédia no norte da Europa nomeadamente na Alemanha e na Bélgica com o elevado número de mortes e desaparecidos que podem muito bem vir a aumentar esse número. Ontem num apontamento de reportagem uma jovem instada sobre o que lhe tinha acontecido e assistido, afirmou que jamais continuaria ali e nunca mais quereria viver junto a uma linha de água. Todos nós temos a consciência de como reagem todas aquelas pessoas que apostaram em viver junto de linhas de água por lhes permitir o luxo de afirmar, eu só preciso de calçar os chinelos pegar na toalha de praia, atravessar a estrada e estou na praia, esta ou fluvial ou oceânica. E todos aqueles como eu nunca tivemos possibilidades para tal escolha, respondemos sorte a sua. Mas por tudo quanto temos vindo a assistir daqui a algum tempo podemos mudar de opinião e a essas ou outras pessoas que por razões do que temos vindos a assistir, ter de lhes lembrar que foi bom enquanto durou mas agora não lhes resta alternativa que não seja mudarem-se de sítio porque o que agora está a acontecer vai-se manter e todos quantos sentem a felicidade de ter apenas de atravessar a estrada para se irem banhar numa praia fluvial ou oceânica, quando forem sujeitos a uma catástrofe idêntica aquela que se registou no norte da Alemanha e na Bélgica, depressa se arrependeram do quanto foi bom o tempo que por ali passaram, mas que acabaram por tudo perder. Obviamente que não me regozijo com este registo, bem pelo contrário deixou-me consternado, quer em relação a todos quantos perderam os seus bens, quer aos que para além disso perderam os seus familiares, que quem continua a achar um privilégio seu possuir uma residência junto duma linha de água, hoje pode ser muito importante pela comodidade que isso representam mas no futuro, pode significar não só o risco da sua vida e dos seus familiares, como a perda total do seu património. Essa é a realidade que no futuro podem ter como mais certa.

Nunca confiei os meus parcos rendimentos aos bancos privados e pelo que vou dando conta tinha razão para o não fazer

Os exemplos dos lesados pelos bancos privados são inúmeros e a carga que o prejuízo representa para os contribuintes é assinalável. Começou logo pela criação do BPN por um grupo de barões da fundação do PSD que fizeram deste banco a sua fonte de negócios, uns enriqueceram sem sequer chegarem a ser arguidos neste crime que não há memória na nossa história. A seguir foi mais requintadamente criado o Banco Português Privado, que então estimulado pela criação do BPN, resolveu apostar num banco para os abastados, mas como se viu, a finalidade foi a mesma, ou seja lesar aqueles que confiaram as suas poupanças no banco e acabaram por ficar sem elas. Como se viu os autores destes golpes saíram-se bem deles porque além de não estarem a cumprir penas de prisão pelos crimes cometidos, o responsável do BPP, apesar da pena lhe ter sido aumentada de 6 para 10 anos continua a usar da sua liberdade, aconteceu que outros bancos privados resolveram deitar mão ás mesmas praticas e no somatório já são bastantes os bancos com os mesmo resultados. Falência por má gestão, mas não só por razões de falcatruas, as quais estão a ser suportadas pelos contribuintes em geral. Mas isto não se fica por aqui porque tal como aconteceu com os lesados do BES os gestores de clientes levaram-nos a que perdem-se o seu dinheiro, porque fizeram dele as aplicações que muito bem entenderam sem o conhecimento dos seus clientes, ficando estes prejudicados em milhares de euros, com as suas contas a zero, pelos vistos um gestor de clientes do BCP tendo em vista a leitura da cartilha do então na altura seu fundador o engenheiro Jardim Gonçalves que se dava ao luxo de se deslocar de helicóptero à conta dos depositantes no seu banco, segundo parece também resolveu utilizar o mesmo esquema lesando vários clientes que não só não o incumbiram da utilização do seu dinheiro em aplicações, como também deu o golpe. Daí apesar de ter,  já lá vão muito anos, efectuado a abertura de contas diferenciadamente, ao longo de anos em dois bancos privados, decorrido pouco tempo, resolvi pela desconfiança que me mereceram por comportamentos dúbios, cancelar as contas. Fui desde sempre cliente do banco público, porque apesar de sabermos todos que também no mesmo se observaram acções dignas de responsabilidade criminal ao nível de concessão de chorudos créditos que levaram o banco a ter prejuízos de milhões de euros por incumprimento de devedores desses créditos, uma certeza temos nunca tivemos conhecimento de nenhum cliente queixar-me que o seu gestor de conta utilizou o seu dinheiro para aplicações sem que para tal estivesse autorizado. E é por tudo isto que não confio na banca privada, que já nos deu suficientes exemplos da desgraça de tanta gente que neles confia as suas poupanças.  

Tive a felicidade tal como as minhas irmãs de nascer em África esse continente encantador

Mas importa antes de mais sublinhar que o meu saudoso pai não foi nem um comerciante, nem um industrial, nem muito menos um agricultor. Foi sim um dos muitos instrumentos da máquina exploração do regime de Salazar. Estou por isso perfeitamente à vontade para afirmar que desde o meu nascimento naquele inesquecível território os meus amigos eram essencialmente africanos. Isto porque o meu saudoso pai foi-lhe na altura confiada a tarefa de ir chefiar estações do CTT em zonas inóspitas onde normalmente os anteriores colegas pelas más praticas, acabavam na prisão. Corremos tudo quanto foi fronteira com os então territórios colonizados nomeadamente no Cuangar era então separado pelo rio Cuando-Cubando que tínhamos de o atravessar de jangada para lá chegarmos e fazia na altura fronteira com a Rodésia. Lembro-me da minha tenra idade da vez em que um caçador matando um hipopótamo de grande porte, e porque na altura as condições de existência de veículos eram diminutos que foram necessárias várias juntas de bois para remover o hipopótamo abatido do rio. Dirão quem me irá ler. Mas isso devia ser proibido. Não, não era e até era estimulado. E sabem porquê. Porque em 1955 o número de hipopótamos existentes no rio Cuando-Cubango, tal como o de crocodilos quase faziam uma capa no rio face à sua quantidade. Tive por isso a felicidade de assistir ao vivo e a cores a toda a actividade dos animais selvagens em Angola, nomeadamente à caça das leoas numa perseguição a pacaças, a veados a gnus enfim tudo quanto a maioria das pessoas hoje só o conseguem vislumbrar ou em documentários ou em cinema o que não é a mesma coisa. Outra fronteira que em 1956 até 1959 tivemos oportunidade de conhecer foi na altura denominada Vila Teixeira da Sousa, que após independência se passou a designar por Luau e fazia fronteira com Dilolo, território na altura sob a administração colonial da Bélgica e no sítio que visitávamos todas as semanas se praticava um ódio rácico absolutamente reprovável. Devo esclarecer que os habitantes de Dilolo eram todos judeus, isto para que fique bem patente o que eles representam. Lembro-me que num jogo de futebol em que a equipa do Clube Recreativo e Desportivo de Teixeira de Sousa, que foi realizar com a equipa de Dilolo, no regresso da nossa caravana de automóveis, porque a distância por estrada que separava Teixeira de Sousa do Dilolo eram doze quilómetros, quando após o jogo regressávamos, no alojamento dos trabalhadores das minas do Katanga, fomos surpreendidos por um enorme apedrejamento pelos residentes o que levou a que o último carro da caravana fizesse inversão de marcha para ir denunciar ao intendente da polícia belga do que se estava a passar. De imediato chegou ele mais um reforço de polícia e armados de metralhadores, depois de efectuarem rajadas para o ar, fizeram com que os moradores se recolhessem nas suas casas. Foi para mim apesar de ser ainda muito novinho o indicador do que depois se veio a registar no Congo Kinshasa, com a rebelião do Moisés Lumunba que desencadeou uma chacina de judeus belgas e violações das suas mulheres. 

O continuo registo de incêndios no nosso País nem tem nada a ver com as justificações que nos são impingidas

Todos os anos tenho tido o cuidado desta abordagem porque estou farto das tretas que nos impingem os especialistas em incêndios de que o registo continuo de incêndios que se observam no nosso País, resultam das elevadas temperaturas, da falta de limpeza das matas e por aí fora, um rol de justificações absolutamente pífias. Anualmente e por altura da Tour de France a maior prova de ciclismo que julgo do Mundo,  com um enorme interesse para as populações de França que assistem com um enorme entusiasmo nos sítios escolhidos pela organização onde se desenrola esta prova de enorme esforço dos participantes que apesar dos valores que ganham aqueles que registam vitórias nada têm que ver com o chamado desporto rei, mas quem por lá anda,  de tal não desiste. Raramente perco uma etapa e sempre atento ás imagens, aéreas que nos proporciona a realização deste evento, verifico que em nenhum momento se assiste a qualquer imagem em que se tenha verificado um incêndio, ou seja, a desolação, que assistimos sempre que resolvemos deslocarmo-nos pelo interior do País. Em França ou vemos terrenos cultivados, ou zonas de floresta intensa com autênticos matagais onde se verifica o capinzal até ás margem da estrada no circuito onde as provas se realizam. Em momento algum constatei a existência duma zona ardida fruto dum incêndio florestal nela ocorrido. E que saibamos em França também se registam temperaturas elevadas como as que por cá se observam e por lá a comunicação social não anuncia época dos incêndios. Eles existem por cá porque há interesses das celuloses na utilização dos troncos do pinheiros ardidos que servem para a excelente pasta de papel, interessa aos madeireiros, para fornecerem aos fabricantes de derivados de madeira e servem igualmente para os incendiários darem azo à sua actividade, encomendada ou não. Aconselho por isso aos responsáveis e sobretudo à comunicação social que impinge ser a razão dos incêndios as altas temperaturas, que essa não é, nunca foi nem nunca será a principal causa, a razão são os interesses, que são vários e os interessados.

O estimulador da existência dos grandes burlões é a prescrição dos crimes económicos

Uma verdadeira aberração legislativa esta criada pela Lei neste nosso País, onde se pretende criar mecanismos de combate à corrupção e a todos os crimes de natureza económica e os legisladores que criaram a lei protectora dos burlões ao prever a prescrição dos crimes económicos. Essa deveria ser a primeira prioridade a ser discutida no Parlamento da nova legislação para combater a corrupção e outros crimes de natureza económica abolir de imediato o instrumento de prescrição, uma verdadeira vergonha que, face à morosidade da justiça na conclusão dos processos, proporciona aos criminosos verem o seu crime prescrito, um absurdo legislativo que importa banir imediatamente para que duma vez por todas não continuemos a assistir a desfechos como aqueles a que temos vindo a assistir dos criminosos ficarem ilibados do cometimento dum crime económico por o mesmo ter prescrito.

Chega e já basta com justificações gratuitas porque ferem a nossa inteligência

Um cliente esfomeado que num supermercado furta um ou mais produtos para se poder alimentar, face á existência das câmaras de vigilância é imediatamente interceptado pelo segurança de serviço encaminhado para o gestor daquela superfície comercial que convoca a PSP ou GNR de acordo com quem naquela área exerce as funções policiais e imediatamente assim que a autoridade chega e é exibido o vídeo em que o autor do furto é identificado, a autoridade imediatamente o encaminha para a esquadra onde é elaborado o auto de notícia, com o testemunho existente, ou seja o vídeo em que se demonstra o furto, é presente a um juiz que quase na hora o condena. Mas com um burlão engravatado, ou que usa um sobretudo de pele de camelo, já não é isso que as coisas funcionam, apesar de o dito ladrão do supermercado roubar algo para comer, mas o burlão dá o golpe para enriquecer. E não me venha cá o ME desculpar-se com a falta de meios, face a estes processos dito complexos, porque isso ofende a nossa inteligência. Senão vejamos. Um burlão possui determinados bens e com base nessa existência, cria uma empresa fantasma que apesar de não possuir nada que garanta à instituição bancária à qual recorre para obter um financiamento, o burlão dá como garantia de reembolso do empréstimo esses bens que entretanto já foram noutro banco também dados para a mesma garantia. Obviamente que aqui entra um importante elemento que é o conhecimento pessoal do director financeiro do banco que também beneficia na facilidade de concessão do empréstimo e que curiosamente só agora o ME se lembrou desta descoberta algo que, modéstia aparte venho à imenso tempo a denunciar que isto acontece porque existe esta conivência no golpe. Mas curiosamente nunca tivemos conhecimento de que algum director financeiro dum banco tenha sido constituído arguido por ser responsável na concessão dum crédito de elevado montante, sem que tenha salvaguardado o direito do reembolso, como de resto acontece com qualquer cidadão comum, ou seja a banca está sempre pronta a accionar uma penhora sobre um bem mesmo que este represente uma mais valia do que o valor de que alguém deve. E depois quando isto chega a ser investigado chegamos aquela parte também perceptível por qualquer um de nós. Os magistrados judiciais, que seguem a carreira de procuradores e outros de juízes, tiram todos o curso de direito, com outros colegas que preferem seguir a advocacia, tratando-se obviamente por tu porque a amizade não se esgota com facto da escolha. É aqui que me lembrei-me logo dos tais conhecidos escritórios dos grandes advogados em que estão sempre presentes na defesa de clientes dos chamados processos complexos, expressão do ME, em que surgem os burlões de milhões e que não conseguem metê-los nas prisões. Lamentável sem dúvida mas é a cultura que se instituí neste País. O ladrão de galinhas é condenado num ápice, os burlões continuam a estimular a existência de outros, porque são poupados face ao argumento da complexidade do golpe.

No combate político os partidos da direita, não olham a meios para atingir os seus fins

Mas se ainda não entenderam que essa estratégia não serve os seus objectivos, tendo em vista todos os resultados dos institutos de sondagens que nos têm sido revelados, só demonstra falta de inteligência na insistência da estratégia. É certo que a manutenção da mesma, ainda bem, tem vindo a beneficiar o PS, que continua nos resultados publicados um crescimento que lhe garante à partida e num qualquer cenário de eleições ainda que antecipadas, ganhá-las até com uma percentagem superior aquela que foi alcançada nas eleições anteriores que deram lugar a este mandato governativo. E o mais caricato ainda na falta de entendimento dos partidos da direita, em continuarem a não olhar a meios para atingir os fins, ou seja recorrer à chamada política porca é que o governo confrontado como tem sido com esta pandemia a qual tem gerado criticas quer dos sectores económicos, quer dos sectores sociais e dos profissionais de saúde ligados ao SNS, nem sequer o eleitorado tem visto nisso razões para deixar de continuar a apostar na escolha do PS para se manter na governação. Isto por uma razão muito simples. Não encontra o eleitorado nos partidos da direita melhor resposta para substituir o PS no governo pois não vislumbra qualquer competência para um melhor desempenho do que aquele que tem sido observado.

O crescimento do Chega e do Iniciativa Liberal terminará logo que deixe de haver descontentes do PSD e CDS, que para eles se mudem.

Existe um razão plausível para acreditarmos que o crescimento do Chega e porque não, até o Iniciativa Liberal, se limitará no tempo apenas e tão só ao arrumar dos descontentes que militam no PSD e CDS e por aí ficará o número atingido. E a explicação é fácil de demonstrar. Tal como eu todos aqueles que conheceram e bem o que foi o regime da ditadura protagonizado por Salazar, tivemos sempre a preocupação de passar com todos os pormenores o que foi viver nesse tempo. Daí ter sido fácil aos filhos e netos, estes apesar de adolescentes, entenderem o errado que seria alguma vez o seu entendimento político encontrar resposta num qualquer partido da direita, por isso entenderem a razão das escolhas dos avós e dos seus pais o que os leva a não admitir cometer erros. Direi que custou e muito podermos chegar à formulação deste raciocínio, mas devemos ter em linha de conta, que a criação dos blogues e dos quais fiz parte, não foi suficientemente importante para chamar à realidade várias pessoas que a desconheciam. E em boa hora surgiram as redes sociais, as quais permitem para além da partilha de opiniões, debater e discutir temas de elevada importância. Que elas desde sempre têm vindo a preocupar os jornalistas que através dos seus artigos de opinião mantinham grande parte eleitorado manipulado, manobra que deixou ter o êxito que antes das redes sociais, foi conseguindo.

A convenção do Movimento Europeu da Liberdade, face aos participantes, representa tudo menos a liberdade.

O Tozé Seguro, foi entre muitos outros,  ditos militantes socialistas, que tal como ele fizeram questão da sua participação nesta convenção, porque sempre tivemos a noção de pertencerem à ala da direita que o PS, sempre teve. E como não poderia deixar de acontecer, esteve presente Pedro Passos Coelho, que reviu o seu amigo Tozé e como não poderia deixar de acontecer André Ventura, que como sempre o demonstrou e vai continuar a demonstrar, tem um conceito de liberdade que se insere na doutrina da extrema direita e sobre isso nem sequer vale a pena perder muito tempo com o assunto por não ser nenhuma novidade. Ou seja, este MEL, face ao conjunto de participantes, dificilmente nos consegue fazer entender que tal movimento trará algo de novo ao nosso quadro político, tão pouco sequer será um contributo para a melhoria do regime democrático, bem pelo contrário serve apenas para aumentar a nossa preocupação no sentido da evolução em matéria política, porque como se percebeu neste movimento cabe lá tudo, ou seja a direita e a extrema direita, como tudo aquilo que representa. O representante do IL está muito animado com o seu crescimento, fez disso referência, daí ter deixado um recado ao Rui Rio, em termos de ameaça, face a possíveis entendimentos com o PS. Ora como todos nós temos noção o PS nem antes, nem agora, nunca pediu qualquer apoio em matéria de legislativa ao PSD, este apenas e tão só tem decidido votar favorável o que no seu entendimento o deve fazer. Quanto ao crescimento que o Cotrim Figueiredo, encheu a boca, esse acabará no dia em que já não houver um militante do PSD ou CDS, que nele se resolve acomodar.  


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