A sugestão da direita para precaver a sustentabilidade do fundo de pensões é “conversa para boi ouvir”

O líder do PSD quer uma discussão para obtenção dum consenso alargado sobre o futuro da Segurança Social. Ora utilizando uma expressão muito comum nos brasileiros, “isto é uma conversa para boi ouvir”. Pela simples razão da direita desde sempre ter tentado privatizar parte dos Fundos de Pensões, para como de resto é a preocupação que sempre os domina, meterem receita nas mãos dos agentes privados. Ora sabendo nós que, quer o PS quer os partidos que o apoiam no Parlamento, não aceitam de modo algum, um sistema de fundo de pensões confiados ao sector privado, nem sequer a possibilidade dos mesmos serem partilhados com sistema actual, está-se mesmo a ver que quer a discussão proposta por Rui Rio ou qualquer outro líder da direita, não tem nem nunca terá nesta intenção qualquer viabilidade de consenso. Além disso ocorre perguntar tendo por base os estudos encomendados e os resultados deles provenientes, dos senhores que sugerem a alternativa ao Estado dos fundos de pensões. Então se o estudo é feito com base no cada vez mais reduzido número de trabalhadores a descontar para a Segurança Social, por força do aumento do envelhecimento da população activa e se para o actual regime existente, ficará em risco dentro de pouco tempo a sustentabilidade dos fundos de pensões, como é que confiando aos privados parcialmente essa comparticipação depois já se consegue resolver essa falta de sustentabilidade?
Isto sem dúvida alguma que só pode ser conversa para boi ouvir, que não responde.

Só será possível acabar-se com a corrupção, no dia em que for possível acabar com os corruptores

Julgo absolutamente utópico poder-se um dia acabar com a corrupção e na minha modesta opinião isso só seria possível antes acabar-se com os corruptores, outra possibilidade que me parece igualmente impossível. Basta para tal ter em conta que por razões de dificuldades burocráticas criadas a um qualquer contribuinte no tratamento dum qualquer assunto numa repartição pública ou departamento do Estado, o mesmo perceber que, para ultrapassar essa dificuldade tem de corromper quem lhe está a criar as dificuldades, as quais por vezes até sem sustentabilidade legal, mas meramente interpretativas da parte do atendedor do serviço, ser-lhe oferecida uma qualquer compensação. Isto quer ao nível dum qualquer serviço do Estado quer duma autarquia local. Qual a empresa de Obras Públicas que num concurso público, ou limitado ou mesmo até, por convite, que não se sentiu motivada em saber quais os elementos do júri do concurso ou saber a quem a decisão cabe a sobre a adjudicação, com vista a ganhar a empreitada não promete gratificar ou compensar quem consegue que seja a mesma a vença o concurso. Quem perante a dificuldade de obtenção duma licença de construção ou obtenção dum alvará de licenciamento duma qualquer actividade comercial ou industrial, para ultrapassar tal dificuldade não se dispõem a gratificar quem lhe irá resolver o seu problema. E como a sociedade está cada vez mais consumista e quem não dispõe de recursos financeiros para possuir determinados bens e havendo quem faça questão de se exibir perante terceiros, face a uma possibilidade de ultrapassar a sua limitação de falta de recursos, acaba, perante a possibilidade de no exercício duma função que lhe permita criar dificuldades a um qualquer contribuinte com necessidade de resolver um assunto, lhe oferece, uma gratificação, para que este ultrapasse o problema por ele criado.

Esta é uma notícia do Japan Times

 

Versões remodeladas do popular SUV RAV4 da Toyota à venda novamente no Japão

JIJI

Com a série de quinta geração, a Toyota reviveu o RAV4 em sua linha de produtos para o mercado doméstico depois de pular a introdução de sua série anterior devido à fraca demanda, enquanto vendia os veículos em outros mercados no mundo sem problemas.

A Toyota, que considera a RAV4 como uma das principais marcas de utilitários desportivos, vende-as em 180 países e regiões, com vendas globais acumuladas atingindo cerca de 9 milhões de unidades desde sua estreia no mercado em 1994.

O RAV4 de quinta geração é maior que seus antecessores, principalmente porque compartilha uma plataforma do topo do gama o Camry, da Toyota, vendido nos Estados Unidos e noutros mercados estrangeiros. Em particular, o novo modelo possui um grande espaço de carga traseira, disse a Toyota

Todos os modelos da nova série apresentam como equipamento padrão o “Toyota Safety Sense”, um pacote de sistemas que inclui um para evitar colisões com pedestres e bicicletas e manter o veículo no centro da pista de direcção.

“O RAV4 é o modelo de SUV principal absoluto da Toyota”, disse Moritaka Yoshida, vice-presidente executivo da empresa. “Vamos cultivar um mercado novamente no Japão”.

A Toyota pretende vender 3.000 unidades do novo RAV4 a cada mês.

Assim não senhores deputados conseguem reverter a má impressão que deixam ao eleitorado

A partir do momento que a classe política começou a verificar um crescente desinteresse do eleitorado, na participação dos actos eleitorais, têm afirmado consecutivamente que é preciso reverter essa tendência, desfazendo a ideia que se tem quase generalizado que os políticos portugueses são oportunistas, alguns desonestos e que enveredam por esse caminho para protegerem as suas hortas. São duma maneira geral todos os deputados licenciados em direito e que possuem ligações a escritórios de advogados e se têm ao longo dos anos servido do parlamento, como uma espécie da sua horta, onde cultivam o seu alfobre, através da criação de diplomas legislativos, que transplantam depois para os respectivos escritórios, numa absoluta demonstração de conflito de interesses, os quais desde a algum têm sido motivo de diversas criticas, cujo resultado tem sido o afastamento duma percentagem significativa do eleitorado dos actos eleitorais, também por esta pratica desde há vários anos cultivada. E quando se pensava que no parlamento se iria por fim a esta promiscuidade, pois é mesmo disso que se trata, eis que afinal os interessados na manutenção desta manifesta pouca vergonha recuam na intenção e votam na manutenção da ligação dos advogados, aos escritórios para os quais trabalham. Não será desta forma que se contribuirá para a reversão da má impressão que alguma classe política tem estado através dos seus comportamentos a demonstrar, com mais esta decisão, que conseguirão alterar grande parte da opinião pública, não estranhando que nos próximos actos eleitorais o abstencionismo continue a aumentar significativamente.

No anterior regime político só existia em Portugal uma auto-estrada que ligava Lisboa ao Porto e ninguém na altura se queixava

Porque já cá ando há várias décadas, sei o que existia em relação ás redes viárias existentes em Portugal e aquelas que agora existem. Uma única auto-estrada que existia ligava o Porto a Lisboa e um troço de auto-estrada que ligava Lisboa ao Estádio Nacional. Na altura em que só os abastados tinham automóvel, as estradas que então existiam são aquelas que hoje muita gente reclama do seu estado de degradação, mas ninguém sequer se atrevia queixar-se, pois aí de quem o fizesse. Apesar do número de automóveis existentes em Portugal nem sequer corresponderem a 1/4 do número de automóveis que existem presentemente, lembro-me que para se percorrerem 200 ou 400 quilómetros, entre o sítio donde partíamos para o destino escolhido, demorávamos uma manhã ou uma tarde na viagem o que equivale a dizer várias horas e se fosse na época do Verão e o destino escolhido fosse o Algarve, não chegava uma tarde e uma noite, se a deslocação fosse no mês de Agosto. Com a adesão de Portugal à UE e face aos fundos concedidos para este tipo de infraestruturas, o País começou a investir em auto-estradas e foram várias as que se construíram. Mas os fundos provenientes da UE, não contemplaram os custos totais desses investimentos e para isso foi necessário recorrer a verbas do Estado para a sua conclusão. E os valores gastos não foram assim tão poucos como muita gente erradamente pensa. Neste momento o nosso País foi considerado a nível europeu como o segundo com melhores estradas e obviamente que o resultado deste estudo não incidiu sobre o estado das estradas nacionais que existiam no período da ditadura em que os automobilistas insistem em utilizar, porque não querem pagar as portagens que estão fixadas para a utilização das diversas categorias de veículos, porque entendem que deveriam circular nas mesmas gratuitamente, o que tal não se verifica noutros países em que esse investimento na melhoria das redes viárias foi realizado pelos respectivos governos. As auto-estradas estão desertas de tráfego e de tal forma, que por força da previsão do mesmo que anualmente é feito e face ao facto do número de viaturas nelas a circular nunca é atingido o Estado de acordo com os contratos de concessão da exploração das auto-estradas é obrigado a compensar os concessionários com elevadas verbas, isto porque os portugueses na sua maioria, preferem continuar a circular com os seus veículos nas antigas estradas nacionais, gastando mais tempo nas suas viagens e em consequência mais combustível que acaba por ser superior o seu valor do que aquele que seria o custo da portagem. E apesar da nossa posição no panorama europeu do segundo país com melhores estradas, estudo este feito com base nas auto-estradas, os automobilistas portugueses exigem que se gaste milhões de euros nas recuperações das antigas estradas nacionais que além de possuírem troços perigosos nos quais se registam acidentes graves de viação, porque insistem em não utilizar as auto-estradas que têm à disposição, porque não querem pagar as respectivas portagens.

Aqui tudo o que importa saber relativamente ao novo SUV da Lexus, na opinião dos especialistas do Autoblog

2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
2019 Lexus UX
Lexus UX 2019 é o Lexus mais pequeno e mais barato que você pode comprar, e o modelo híbrido UX 250h quase deixa de ser o combustível mais eficiente . Como uma entrada para a marca Lexus, este crossover subcompacto é geralmente um esforço impressionante, incorporando o design, a qualidade, os recursos e a experiência de condução que esperávamos – embora com cortes compreensíveis feitos para atingir seu preço mais baixo. 

No entanto, o UX enfrenta uma forte concorrência. Tem uma das cabines menores em um segmento não conhecido por seu espaço, e sua interface de tecnologia Remote Touch constantemente frustra. E enquanto a economia de combustível é excepcional para o segmento, sua aceleração é decepcionante, independentemente de você obter o UX 250h ou o UX 200 apenas a gasolina . Pior ainda, você só pode obter o último com tracção nas rodas dianteiras. Em outras palavras, este é um carro com altos e baixos distintos.

O que há de novo em 2019?

O Lexus UX é um modelo totalmente novo para 2019. Ele é mecanicamente baseado na mesma plataforma que sustenta a maioria dos novos modelos da Toyota, como o Toyota C-HR e o Toyota Corolla , bem como o sedan Lexus ES . Ele se encaixa na parte inferior da linha Lexus SUV abaixo do NX.

2019 Lexus UX2019 Lexus UX

Como é a tecnologia interior e automóvel?

Do assento do motorista confortável e de apoio, o UX parece e se sente como um Lexus adequado. O design é consistente, mas, refrescantemente, não é uma cópia de outros modelos. Há detalhes comuns, como os selectores de configuração do modo drive que brotam do painel de instrumentos e o cluster do medidor deslizante do F-Sport, enquanto o visor de 10 / 25s de informação disponível está posicionado no topo de um painel baixo e plano. Os materiais que cobrem o tablier e as portas dianteiras são adequados para este preço de luxo e são compatíveis com o modelo ES 350 , se não o preço mais elevado da Lexus. Em contrapartida, os painéis das portas de plástico rígido na traseira são decepcionantes mais consistentes num Toyota Corolla.

No entanto, o UX apresenta toques únicos (gostamos do tablier de cor contrastante e dos acabamentos das portas disponíveis) e oferece controlos diferentes dos outros modelos Lexus. O sistema climático é operado por interruptores de toggle únicos, enquanto as saídas de ar têm pequenos controladores rotativos que parecem e se sentem melhor do que aqueles em um Lexus ES. Agora, o UX foi afligido pela mesma maldição que seus vários irmãos – a interface de tecnologia do Remote Touch – e, embora seja sempre frustrante e perturbador, há alguns avanços notáveis.

Primeiro, o Apple CarPlay é padrão e com menos ícones na tela para seleccionar, o Remote Touch pode realmente funcionar melhor com a interface da Apple do que com o seu próprio. Em segundo lugar, os grupos UX controlam o volume e o ajuste, além dos atalhos de menu para rádio e mídia, no descanso de pulso na parte traseira do controle remoto do Touchpad. Isso mantém esses itens comumente usados ​​mais próximos – como o iDrive da BMW ou a interface MMI anterior da Audi – o que é uma melhoria em relação aos outros Lexus que os colocam no painel. Basicamente, sua mão e olhos estão se movendo menos, o que é bom.

2019 Lexus UX2019 Lexus UX

Quão grande é isso?

O Lexus UX é um dos menores do segmento SUV mais pequeno. Apesar de seu comprimento total ser maior do que rivais como o BMW X2 e o Volvo XC40 , sua distância entre eixos e dimensões internas são muito importantes. É consideravelmente mais curto em altura que o XC40 e o Cadillac XT4 . Basicamente, o UX é um hatchback compacto com um ligeiro aumento de distância ao solo – bem, em teoria, como a Lexus não publicou um número oficial.

Você vai notar as dimensões de beliscão do UX no banco de trás. Os pilotos mais altos precisarão deslizar seu assento para frente para que qualquer um possa se sentar atrás deles, enquanto a linha inclinada do tecto significa que as cabeças serão esmagadas – ou pelo menos estarão mais perto do tecto do que poderiam estar em cruzamentos rivais. Realmente, apenas o Mercedes GLA é menos amigável para os passageiros do banco traseiro. 

O mesmo pode ser dito da capacidade de carga. Lexus diz que o UX 200 tem 21,7 pés cúbicos de espaço atrás do banco traseiro, o que seria o mesmo que o BMW X2. No entanto, em nossos testes do mundo real (veja o vídeo abaixo), o UX não chegou perto do X2 potencial de transporte de bagagem. O UX 250h tem ainda menos capacidade devido a um piso de carga mais alto. Lexus não publicou um número de capacidade de carga máxima, mas nós estimamos que estaria no mesmo estádio que os 43.6 pés cúbicos de ABL – novamente, sobre o que você adquiriria em um hatchback compacto. O UX também tem uma altura de elevação notavelmente alta.

Qual é o desempenho e economia de combustível?

Como tudo em seu segmento, o UX 200 tem um motor de quatro cilindros de 2.0 litros. No entanto, falta um ingrediente chave: um turbocompressor. Como tal, este motor que reconhecidamente impressiona no 2020 Toyota Corolla é seriamente desarmado nesta empresa com 169 cavalos de potência e 151 libras-pés de torque. A maioria dos competidores começa nos anos 200. O UX 200 também é exclusivamente emparelhado com tracção dianteira e o novo CVT de câmbio directo da Toyota, uma transmissão automática continuamente variável que simula 10 marchas. A Lexus estima que o UX 200 irá de zero a 60 mph em 8,9 segundos, o que é glacial para o segmento.

Ao contrário de qualquer outra coisa no segmento, no entanto, o UX 250h é um híbrido que une um motor de quatro cilindros de 2,0 litros com dois motores eléctricos (tracção dianteira) ou três (tração integral). A produção total é de 181 hp, o que ajuda a reduzir alguns ticks do tempo de 0 a 60 (8,6 segundos em FWD, 8,7 segundos em AWD). 

A economia de combustível estimada pela EPA é excepcional para o segmento, independentemente do powertrain. O UX 200 alcança 29 mpg cidade, 37 mpg rodovia e 33 mpg combinados. O híbrido UX 250h recebe 43/41/42 com FWD e 41/38/39 com AWD.

2019 Lexus UX2019 Lexus UX

Como é dirigir?

O motor de quatro cilindros naturalmente aspirado de 2.0 litros e a nova e continuamente variável transmissão inteligente da Toyota é um trem de força impressionante … no novo Toyota Corolla. No UX 200, ele parece tão fraco quanto acelerado, como seria de se esperar em comparação com os concorrentes com turbocompressor. Pior ainda, o CVT pode simular engrenagens e apresenta uma primeira marcha literal para melhorar a economia de combustível e a dirigibilidade ( veja nosso Corolla Hatchback First Drive ), mas a entrega de potência resultante parece estranha. Às vezes parece um manual automatizado de dupla embraiagem, às vezes parece um CVT, mas nunca parece normal. Ou melhor, não parece suficientemente refinado para um veículo de marca de luxo.

Isto é uma vergonha, porque como outros modelos Lexus recentemente introduzidos, a UX demonstra uma condução impecavelmente equilibrada sem sacrificar a qualidade da viagem. Este é um chassi bem afinado. A direcção bem calibrada, na verdade, incentiva você a dirigir, com esforço que permanece linear e consistente, independentemente de você estar em Normal ou Esporte. O último acrescenta a quantidade certa de resistência e resposta extra quando você quer se divertir, mas o Normal não é tão loosey-goosey que automaticamente alcançamos o botão de selecção do modo de direcção depois de ligar o carro. 

Nós ainda temos que dirigir o UX 250h nos Estados Unidos, mas nosso tempo com o carro durante nosso primeiro passeio na Suécia indicaria o híbrido se comporta semelhante quando atrás da roda – embora com uma entrega de poder diferente.

Posso ler mais sobre o Lexus UX?

2019 Lexus UX 250h Primeiro Drive Review

Nosso primeiro passeio no híbrido UX 250h, onde fornecemos uma ampla visão geral do UX e nossas impressões iniciais de direção.

2019 Lexus UX 250h

Quais recursos estão disponíveis e qual é o preço?

A base 2019 Lexus UX 200 começa em $ 34.025, incluindo a taxa de destino $ 1.025. O híbrido UX 250h começa em $ 35.025. 

Seu equipamento padrão é basicamente igual, incluindo jantes de liga leve de 18 polegadas, faróis LED automáticos, entrada de proximidade e partida por botão de pressão, controle de cruzeiro adaptativo, uma variedade de tecnologia de prevenção de acidentes (consulte a secção de segurança abaixo), assentos dianteiros eléctricos, um assento traseiro dobrável de 60/40 divisões, estofamento de couro simulado “NuLuxe”, um volante revestido de couro, a interface de tecnologia Remote Touch (tela de 7 polegadas, controlador de touchpad), quatro portas USB, Apple CarPlay, Integração com o Amazon Alexa, WiFi no carro, rádio via satélite e sistema de som com seis alto-falantes.

O pacote Premium adiciona um teto solar, bancos dianteiros aquecidos e ventilados e limpadores automáticos. 
Existem dois pacotes opcionais / níveis de acabamento: Luxo e F Sport. 

O Luxury (US $ 38.225 UX 200; US $ 40.225 UX 250h) inclui os itens Premium, além de espelhos com escurecimento automático, uma porta retráctil viva-voz, aviso de ponto cego, configurações de memória do driver, navegação integrada, tela de toque remoto de 10,25 polegadas e sistema de sons de oito alto-falantes.

O F Sport ($ 35.025 UX 200; $ 37.025 UX 250h), que cria uma aparência mais orientada para o desempenho e experiência de condução. Ele adiciona rodas especiais de 18 polegadas, uma suspensão desportiva, estilo especial, bancos desportivos, shifters de volante, um painel de instrumentos digital actualizado e um sistema que faz o som do motor um pouco mais agressivo. Os itens extras do Luxury estão disponíveis no F Sport como opções. 

Outras opções incluem faróis actualizados, carregamento de smartphone sem fio, um head-up display e sensores de estacionamento.

Qual é o seu equipamento de segurança e classificações de falhas?

Além dos assistentes habituais de airbag e estabilidade, todos os UX são fornecidos com aviso de colisão frontal, travagem de emergência automática, assistência de faixa e serviços de emergência Lexus Safety Connect. O aviso de ponto cego é opcional. 

O UX não foi testado por um terceiro no momento em que este artigo foi escrito.

Como se compara a outros crossovers de luxo subcompacto?

No gráfico abaixo, comparamos as dimensões e as especificações do motor do Lexus UX com o BMW X2, o Volvo XC40, o Cadillac XT4 e o Mercedes-Benz GLA-Class. Você também pode criar sua própria comparação com o recurso Autoblog Compare Cars .

Gráfico de Comparação Lexus UX

Nada do que se está a passar agora no País relativamente a situações denunciadas pela DECO é novidade, já antes aconteceu e a culpa é da Banca

A DECO tem estado hoje a ser o centro das atenções na revelação da existência de 300 mil famílias que vivem com dificuldades algumas delas primárias, por não conseguirem satisfazer os compromissos relativos aos seus créditos. E na reportagem a que assisti a colaboradora da DECO referiu que esse número de pessoas em dificuldade são de classe média. Nada disto é novo em Portugal já em anos anteriores se verificaram situações semelhantes e dessa vez o estudo elaborado foi mais longe, porque revelou a verdadeira razão do porquê desse registo. Lembro-me que desse estudo se concluiu que a razão disso ter acontecido prendia-se com o facto de algumas famílias da classe média, ter recorrido a cartões de crédito e descontrolaram-se passando a gastar muito mais do que a possibilidade do seu rendimento familiar poderia suportar. Ora nada nos garante que não se esteja a passar o mesmo agora com parte dessas famílias, que não seja o mesmo que há uns anos atrás se registou. As pessoas animadas com as ofertas dos créditos bancários, além da compra de casa, um bem indispensável e necessário, compram carros, vão de férias para destinos que escolhem e a dada altura acordam e chegam à conclusão de que o valor dos créditos conseguidos, é muito superior ao rendimento do agregado familiar. Não quer isso significar que tal se deva à situação do País, mas sim à forma como muito gente com acesso ao crédito bancário se perde por essa facilidade. Obviamente que no contexto desse número de famílias com dificuldades em satisfazer os seus compromissos, também pode ter que ver com outras situações, nomeadamente perda de emprego, ou acometimento de doença grave ou outra qualquer situação inesperada. Mas certamente que a razão principal desta situação prende-se com a facilidade com que a banca incentiva as pessoas a recorrerem aos cartões de crédito e depois descontrolam-se com as suas contas.


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