Neste nosso País relativamente aos hospitais centenários que fazem parte do SNS continua a ser muito mal gerido, a opção por remendar

É uma pena as obras de beneficiação e remodelação a que assistimos nos hospitais mais antigos na área da grande Lisboa, que apesar de ser uma forma de desperdício de dinheiro, as ditas obras não lhes conferem melhor funcionalidade. A começar pelas instalações que pela sua antiguidade as canalizações estão à vista, as instalações eléctricas igualmente e como é sabido a necessidade de renovar a rede de esgotos das instalações hospitalares conferem-lhes o mesmo aspecto da zona de barracas dos bairros clandestinos. Isto não é culpa de nenhum governo em particular mas de todos, insisto de todos quantos têm estado no poder durante o 25 de Abril de 1974. Os remendos a que têm sido sujeitos o hospital universitário de Santa Maria, Capuchos, Santa Marta etc. etc., não passam de verdadeiros desperdícios de dinheiro, porque além de não lhes conferirem melhor funcionalidade, em termos de aspecto, as suas instalações são deploráveis, porque alguns dos hospitais quando submetidos a obras de remodelação e beneficiação ainda recorrem enquanto as mesmas decorrem a instalações de contentores em substituição das áreas que são submetidas a essas obras. Esta opção é errada, porque não confere ás instalações dos hospitais obsoletos melhores condições nem capacidade de resposta para além de absorver muitos milhares de euros nesse tipo de obras. Como todos sabemos a extensa área onde antes se realizava a Feira Popular, que é propriedade da CML, ainda não tem definido qualquer projecto para ali ser implementado. Seria esse um dos locais onde deveria ser construído um novo hospital no âmbito do SNS, para substituir o hospital dos Capuchos e o de Santa Marta, que um quer outro absolutamente incapazes de responder ás exigência dum hospital moderno e com condições de funcionalidade quer para os seus doentes, quer para o conjunto de profissionais de saúde que ali presta serviço. Mas também se impõe substituir o hospital universitário da Santa Maria que pela sua antiguidade, o seu uso e inoperacionalidade, porque as obras de remodelação e ampliação que não passam de meros remendos, não alteram tudo quanto proporcionam quer aos utentes, quer aos profissionais de saúde. Não será altura de, duma vez por todas os responsáveis governativos e da área da saúde pensarem em renovar o nosso parques hospital, substituindo os hospitais obsoletos com muitos décadas por hospitais modernos quer em instalações quer em equipamentos em vez de continuarem a desperdiçar dinheiro a remendar as instalações de hospitais antiquados. Quando é que neste País inteligentemente se pensam que desistir de fazer remendos em instalações é preferível investir totalmente numas novas instalações.

Afinal o PR foi incorrecto para com o governo relativamente a um problema criado pelo oficial que faz parte da sua Casa Civil

E apesar desse seu criticável procedimento que deu origem a um ataque feroz de toda a comunicação social e críticas dos partidos da oposição, ficou-se agora a saber que o ministro da defesa não deveria  ir ao parlamento apresentar as justificações que o PSD exige e quem deveria ir, isso sim,  era o oficial da Casa Civil do PR que deu origem a que fosse criada esta situação. Fica muito mal ao PR o consentimento duma situação destas criada por alguém que escolheu para fazer parte da sua Casa Cível e que ajudou a comprometer o governo sem qualquer culpa, porque não houve da parte nem do ministro da defesa nem do primeiro ministro nenhuma tentativa de subverter os poderes que estão confiados ao PR. Desagradavelmente pelos vistos esta questão dos três equívocos não está explicada apesar de se ter deles conhecimento por portas e travessas.

Estamos cada vez mais longe da comunicação social tradicional continuar a ser um sector de credibilidade informativa

Já não é de hoje, mas sim uma constatação que vamos dando conta ao longo de várias décadas. Apesar da comunicação social tradicional se considerar a fonte informativa credível, na realidade tal não corresponde à realidade. Já há vários anos que este é um instrumento manipulador de quem faz parte dos respectivos órgãos da comunicação social e duma maneira geral os jornalistas que não se prestam a alinhar com as respectivas direcções de informação, acabam despedidos, porque todos nós temos a noção de que as empresas que se dedicam aos instrumentos comunicacionais têm afinidades com partidos da direita. Não é por acaso que o dono do Douro Azul a empresa que explora pela via fluvial as viagens turísticas entre o Porto e Trás-os-Montes é agora também ele um importante accionista da empresa que detém a TVI. Pois este empresário é como já em devido tempo ficamos a saber um dos apoiantes do partido Chega. Como a SIC sempre foi um instrumento manipulador de Francisco Pinto Balsemão, obviamente que dela nunca seria expectável que deixasse de estar ao serviço do PSD, sendo ele um dos fundadores do partido. Mas estas empresas para além de serem detentoras de canais de televisão possuem outros órgãos de informações escrita e obviamente através das mesmas se dedicam ao mesmo tipo de propaganda em torno daquilo que representam tendo em vista os objectivos que movem os seus patrões. Mas o mais grave deste registo em termos de credibilidade informativa é que a televisão pública, que exactamente por ser um órgão de comunicação, não ao serviço dum qualquer patrão de filiação em partidos de direita, face aos profissionais que dela fazem parte, também eles utilizam os meios que a todos nós pertence e para a qual contribuímos involuntariamente para a sua receita, têm um comportamento em termos de alinhamento semelhante e até por vezes conseguem do ponto de vista da propaganda de direita, ir mais além do que os canais de televisão privada, detidos por empresas com afinidades com partidos da direita e até mesmo de extrema direita. Foi anunciado para a RTP um novo provedor do telespectador que substitui o anterior que desempenhou um péssimo papel, uma vez que cada vez que intervinha, se limitava a elogiar a grelha de programação. Espero e desejo que esta mudança se revele modificadora do que tem sido a programação em termos de informação isenta a televisão pública para a qual contruímos sem nenhum prazer de o fazer.

O líder do Chega, antes militante do PSD, achou pelo facto de criar um partido de declarada tendência da extrema-direita, pode no futuro reverter o futuro progressista do País

Tem sido,  como somos disso testemunhas, André Ventura um dos lideres mais críticos das medidas governativas no âmbito da prevenção e do combate à pandemia, do governo socialista, mas demonstra ser o campeão que desrespeita no fundamental os conceitos de democracia que são fiscalizados pelo Tribunal Constitucional que, é o órgão, logo no início da fundação do Chega que observou e detectou várias irregularidades com as assinaturas de todos aqueles que contribuíram para a sua legalização. Foram necessários vários meses para que, uma vez notificado o partido da extrema-direita denominado Chega, corrigisse as irregularidades então detectadas pelo TC. Estamos todos lembrados dos problemas que tal partido tem vindo a registar, mas este que ocorreu num congresso do Algarve, face ao seu desfecho, porque o André Ventura ignorou que os estatutos da criação do partido, os quais tinham sido previamente aprovados pelo Tribunal Constitucional e nesse congresso realizado no Algarve, tinham-se registado violações graves dos estatutos então aprovados pelo TC e como tal a insistência de André Ventura, ao ter forçado a sua continuidade na liderança, não tinha qualquer legitimidade. Naturalmente que este tipo de procedimentos de alguém que não respeita nada nem coisa nenhuma, se esqueceu que o TC estaria atento à forma como não tinham sido observados os preceitos estatutários por ele aprovados e por essa razão não iria consentir a legitimidade de André Ventura em plena violação dos estatutos o qual até tem a adesão de gente nascida nas ex-colónias os quais continuam estupidamente a pensar que se não tivesse havido o derrube do regime do então Marcelo Caetano, dado que o Salazar já estava a fazer tijolo, ainda por lá estariam, vão alimentando o não menos estúpido pensamento de líderes como Ventura, que algum dia virão a ter a oportunidade de inverter todo o curso progressista em que os eleitores portugueses apostaram, para este nosso País.

Não é sério o que os fabricantes de automóveis europeus estão a fazer, face à continuidade de produção de automóveis de locomoção a combustíveis fósseis

Este foi um dos temos de conversa neste domingo cá em casa com o meu filho, que ambos partilhamos o gosto por automóveis. Há cinco anos já atrasadamente com a necessidade de optarmos por veículos automóveis, menos poluentes,  troquei o meu a diesel por um híbrido. Não foi a solução ideal mas foi aquela que o orçamento familiar permitiu. Parece-me não ser sério que os fabricantes de automóveis a combustíveis fósseis continuem a colocar nos mercado, versões a diesel e a gasolina e quase que envergonhadamente versões híbridas e a locomoção eléctrica. Nos próximos anos e não serão necessários que decorram muitos, aqueles que hoje optam por adquirir automóveis a diesel, correm o risco de se confrontarem apesar de circularem numa autoestrada, ou via rápida, serem confrontados à entrada duma cidade ou até duma localidade sem esse estatuto, serem abordados por uma entidade policial, informados que o seu veículo está proibido de ali circular, face à emissão do CO2. E há medida que os anos forem passados nem sequer em circunstância alguma lhes será permitido circular. Até entendo que a Renault, através da produção da sua marca de preços módicos, a Dacia, continue a apostar em novos ,modelos, porque os seus custos económicos, são aliciantes para quem os adquire e quando deixarem de ser autorizados a circular nas localidades a perda é diminuta porque o seu valor inicial é imbatível, face a qualquer outra marca ou modelo de automóvel. Mas quem hoje, resolve comprar um automóvel novo em substituição do que possui e volta a adquirir um a diesel ou mesmo a gasolina está a cometer um erro enorme que se irá arrepender no futuro e não será muito longínquo. Insisto que não é honesto por parte dos fabricantes de automóveis europeus, dado que são em maior número os que circulam no nosso país, continuarem a produzir automóveis de locomoção a combustíveis fósseis sabendo que nos próximos anos, os proprietários desses automóveis vão ser impedidos de circular com eles em determinadas zonas. 

Felizmente que a nossa história não se repete em relação aos 48 anos de ditadura de Salazar e Caetano

Apesar de hoje em dia assistirmos a eventuais crescimentos dos novos partidos emergidos das cisões de forças políticas da direita, nomeadamente o Chega e o Iniciativa Liberal que é no fundo a mesma coisa só que este, menos apreciador do nazismo político. A explicação é simples,  desde que criei e já lá vão vários anos, direi mesmo muitos anos, antes até de existirem estas redes sociais, que acabaram por nos desmotivar dos nossos conhecidos blogs. Muitos dos jovens que optaram por alinhar nos recém partidos formados o Chega e o Iniciativa Liberal, não conheceram verdadeiramente o abjecto regime anterior de Salazar e Caetano, que durante 48 anos governaram o nosso País, com a chancela em relação ao resto do Mundo, dum atraso de 40 anos civilizacional. E o ditador Salazar que se vangloriava por estarmos orgulhosamente sós, serve de estímulo aos partidos seus seguidores os recém formados já nossos conhecidos, cuja realidade é fazer-nos recuar ao passado. Os seus apoiantes, uns meros ignorantes do regime anterior que conseguiu que Portugal fosse mais atrasados que os demais países, querem tentar trazer o País a essa época. Porque uns acham que o pouco que desse regime sabem não é suficientemente revelador e têm dúvidas que tudo quanto a história demonstra corresponda à verdade. Outros há e essa é uma realidade com a qual temos vivido, trata-se dos progenitores que no anterior regime se sentiam confortáveis porque dele beneficiavam e era muitos e incutiram nos seus filhos esse sentimento, que era, nós estamos bem, temos que continuar a apostar em continuar a estar bem, nada nos faltando e de preferência com ostentação, porque essa coisa do socialismo é quase o mesmo que comunismo e essa gente gosta de viver à custa daqueles que têm dinheiro e pagam os impostos. Só que verdadeiramente quem paga os impostos sem terem a oportunidade de fugir com os lucros para paraísos fiscais são todos aqueles que trabalhando para empresas, para as quais contribuem para o aumento da sua riqueza, são obrigados a pagar impostos sobre todo o seu rendimento, sem direito a protestar. 

Naturalmente que haverá gente ligada aos negócios em Lisboa que vai votar no Iniciativa Liberal, apesar de antes ter admitido a hipótese da opção Chega

Temos de ser realistas em relação à nossa sociedade sobretudo a toda aquela gente que se dedica a negócios. Sim, porque empresários com a estatura e o pensamento de Rui Nabeiro, contam-se pelos dedos das mãos e nem sequer necessitamos de utilizá-los todos. As preocupações que constam dos programas socialistas, para além de não esquecer quem se dedica aos negócios os quais são o garanta da empregabilidade,  embora nem sempre esta seja pelo respeito dos seus trabalhadores, sempre que se registam situações anómalas, como aquela que agora temos de quase há dois anos a esta parte estado a viver, reclamam junto do governo socialista apoios por perdas de lucros e rendimentos das actividades a que se dedicam. Apesar de serem apoiados com verbas a fundo perdido, queixam-se que os apoios recebidos nunca são suficientes. Entre muitos deles e quando a sua actividade negocial é favorável em termos de lucros, além dos seus proprietários não abdicarem da ostentação, tentam sempre desviar parte dos mesmos para paraísos fiscais, fugindo assim à sua obrigação no cumprimento do dever fiscal. Todos os anos são conhecidos dados em que vários empresários, fogem com os seus resultados nos lucros obtidos para paraísos fiscais ou zonas francas como por exemplo a Região Autónoma da Madeira, nos quais escondem parte do seu lucro, limitando-se a pagar à autoridade tributária do nossa País uma fatia pequena daquilo a que correspondeu o seu verdadeiro lucro. São esses empresários que normalmente apoiam os partidos da direita, PSD, CDS, Iniciativa Liberal e outros, mas que quando o PS está no poder não se cansam de se lamentar da falta de apoios. E também são esses empresários que enchem a boca na crítica de que os governantes socialistas são uns corruptos apesar de saberem que nessa matéria os partidos da sua simpatia e do seu apoio dão largamente cartas por tudo quanto tem acontecido no nosso País. Não foi o PS que criou um banco, para o roubar,  sim o BPN,  serviu para enriquecer diversos barões do PSD, mas acabou por falir, lesando um vasto número de clientes que lhe confiaram as suas poupanças. Não há um único que tenha sido ainda condenado e esteja a cumprir pena. Mas o número de beneficiados pelos partidos da direita de actos absolutamente lesivos de milhares de milhões de euros do erário público não se cinge ao BPN, porque afinal a maioria do empresariado que os apoiam são da mesma estirpe, igualmente muito sérios, como se tem vindo a comprovar.

Foi hoje a reabertura da estação do Metro de Arroios depois de ter sido submetida a obras que foram interrompidas pela falência do empreiteiro

Acho muito curiosa a facilidade como se cataloga os políticos em funções governativa ou no poder local, serem todos, ou quase todos titulados de corruptos. Vejamos então o caso da razão porque a estação do Metro de Arroios demorou tanto tempo a ser concluída. E note-se isto não é nem nunca será um acontecimento único. Como todos sabemos as adjudicações de obras públicas pelo governo ou pela autarquias, são decididas por um júri previamente constituído para o efeito. Estupidamente porque é uma regra que está estabelecida há vários anos, um dos principais critérios na opção da adjudicação é o preço mais acessível das propostas concorrentes pois é disso que o Tribunal de Contas faz questão de observar na razão de preferência da adjudicação. Obviamente insisto nesta estúpida regra de preferência, pois nenhuma obra pública, submetida a concurso, prevê os chamados trabalhos a mais ou seja a necessidade de realizar outros que não foram previamente previstos pelo responsável do projecto e por isso não constam do caderno de encargos e obviamente que o empreiteiro a quem a obra foi adjudicada não se furta à sua realização desde que à posteriori sejam aprovados os trabalhos a mais com os respectivos custos associados. O empreiteiro a quem foi confiada a obra de restauro da estação de Arroios abriu falência e pisgou-se para o Brasil. Importa aqui chamar a atenção para os ignorantes que gostam de acusar o Estado de mau pagador, que numa empreitada, quando adjudicada, ficam logo definidos os pagamentos da mesma. Ou seja. Logo no início da adjudicação o chamado dono da obra, fica obrigado, assim que o estaleiro começa a ser montado, adiantar o valor previamente definido, que pode até chegar aos 30 ou 35% do valor da adjudicação.  E há medida que a obra vai avançando e no cumprimento do contrato da obra, o dono da mesma vai sempre adiantando o dinheiro porque o empreiteiro assim o exige de acordo com o definido no contrato. Daí o tal empreiteiro da obra da estação do Metro de Arroios pôs-se a milhas com o dinheiro recebido, sem respeitar o compromisso assumido. Em conclusão na opinião pública, os corruptos e trafulhas só existem na política, na sociedade civil é tudo gente muito séria.

Os julgamentos em termos de opinião pública estimulados pela comunicação social, são semelhantes há época da inquisição

Façamos então uma retrospetiva do que representou a falência do BPN o banco formado por diversos barões do PSD com a liderança do José Oliveira e Costa, aquele que foi um membro do governo do então ex-primeiro ministro Aníbal Cavaco Silva. Ficamos todos a saber que, foi a forma desses vários barões do PSD enriquecerem lesando o País e o resultado já vai em mais de nove mil milhões de euros. Ouve centenas de depositantes prejudicados por terem confiado as suas poupanças ao dito banco e que pelo resultado da falência ficaram sem eles. Note-se que o referido banco ainda nem sequer foi encerrado e apesar do prejuízo causado ao País ainda há quem dele vá beneficiando de remunerações que lhes são pagas. Incompreensível mas é o País que temos. Quanto a culpados, ninguém na cadeia. Mas muito mais simples que no plano dos vigaristas e corruptos foi mais fácil condenar publicamente José Sócrates, que apesar de não ter sido o causador de milhares de milhões de euros de falência de nenhuma banco, foi pela direita apoiado pelos seus instrumentos de propaganda toda a comunicação social, o corrupto eleito. Que se saiba e isso já foi demonstrado. José Sócrates enquanto primeiro ministro nunca presidiu a nenhum júri de concursos públicos para escolha do vencedor. É acusado de detentor de milhões de euros que apesar da acusação não ter conseguido demonstrar que os tais milhões de que beneficiou pelas diversas obras realizadas enquanto foi primeiro ministro e que tão pouco foi ele que as adjudicou, no entendimento da acusação os dinheiros que o seu amigo Carlos Silva detinha nos bancos, apesar de ser ele o titular, não era verdade, segundo a brilhante conclusão do MP. O detentor desses milhões era o ex-primeiro ministro José Sócrates. A armadilha montada pela direita teve como sabemos repercussões de tal forma insistentes na comunicação social, que hoje ainda sempre que qualquer notícia que se oiça sobre José Sócrates nos trás a sua, deles, certeza que foi o titular de cargo público mais corrupto que alguma vez o País teve, apesar de sabermos que ainda não nos demonstraram os investigadores do processo Marquês, qual é o montante reunido pelo ex-primeiro ministro dos milhões de que é acusado, apesar de nenhum desses milhões ter sido ainda detectado em qualquer conta bancária em seu nome. Quando a todos aqueles que se aproveitaram da falência do BPN o tal banco criado por alguns barões do PSD e que se sabe o prejuízo para os contribuintes já ter atingido a cifra de mais de nove mil milhões de euros, alguns do que enriqueceram à conta do golpe, nem sequer chegaram a ser constituídos arguidos.

São cada vez mais visíveis os erros na interpretação da falta dos valores, porque estes só podem ser transmitidos pelos progenitores

Com o falecimento do ex-presidente da república, Jorge Sampaio, foi notório por parte dos amigos mais chegados e até não só, o destaque por todos quantos sobre a pessoa do ex-presidente, se notabilizou. Um homem de princípios e de valores, estes colhidos no seio familiar, através dos quais se destacou,  com enorme relevância e a outra parte essa sim que é adquirida logo, no início do ensino básico, do secundário e do universitário, que apenas e só consiste na preparação do futuro profissional de qualquer cidadão. Infelizmente existem muitos pais pensarem que os valores mais fundamentais podem ser transmitidos aos seus filhos, através da escola até à sua formação académica. Absolutamente errado tal pensamento por isso ser notório tal erro ao concluírem que, por não terem tempo, por questões profissionais, educarem convenientemente os seus filhos, sobre os tais valores que devem ser transmitidos sempre a partir de casa e nunca a partir dum estabelecimento de ensino. Daí que aqueles mais abastados optam por colocarem os seu filhos em estabelecimentos de ensino privados, os ditos colégios afamados, com aqueles falsos registos de aproveitamento escolar e na continuidade do mesmo erro a seguir os colocam em universidades privadas. Mas não é só nos filhos de alguns abastados que se observam a existência de falta valores, eles também se observam, nas classes médias e sobretudo nas camadas sociais à beira da indigência ou mesmo já dentro dela. E é nesse campo onde surgem os apoios aos partidos fascistas e reaccionários, em que não foram cultivados os valores educacionais duma família dita com princípios em que as suas crianças logo à nascença se habituaram a ouvir os seus progenitores a insultarem-se com impropérios em momentos de discussão entre o casal, habituando-se logo de tenra idade a este tipo do vocábulo.  


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