Convencionou-se intitular o futebol, uma industria, que como nos apercebemos está toda esta actividade mal estruturada

E o primeiro problema advém logo dos chamados agentes do futebol ou seja os intermediários que vivem à custa dos jogadores porque negoceiam os seus passes, que os tornam famosos, apesar de por vezes não corresponderem minimamente à qualidade profissional que lhes é atribuída. Isto porque por vezes jogadores no propósito de atingirem o seu estrelado se empenham suam as camisolas dos clubes que representam e brilham em determinados confrontos com equipas adversárias o que de imediato desperta o interesse dum qualquer outro clube que não aquele onde por vezes foi nele em que fizeram a formação e de imediato surgem os intermediários, ditos agentes, que os agarram através de contratos e com eles ganham dinheiro alguns deles vivendo principescamente. Ou seja, comparativamente a um chulo, que vive à copa duma prostituta que vende o seu corpo para o sustentar. Sempre assim foi a forma como a industria do futebol o dito desporto rei se desenvolveu e através do qual os clubes alinhados com este tipo negócio, vão as respectivas direcções dos clubes também delas tirando algum proveito, como de resto se observa. Constituídos os plantéis alguns deles com base nas suas academias de formação os melhores jogadores nelas formados são vendidos, uma expressão que me repugna, mas que é utilizada nas negociações da venda do seu passe, aqueles que, através das suas exibições revelam qualidade são vendidos aos clubes neles interessados, mas curiosamente as direcções dos clubes que investem nas suas academias de formação dos jovens jogadores, vendem os passes daqueles que efectivamente se revelam bom jogadores e a seguir vão normalmente ao mercado estrangeiro recorrendo aos agentes desportivos, comprar atletas cujo rendimento é francamente abaixo daqueles jogadores formados na sua academia na maioria das vezes por valores injustificados e depois uma vez esses jogadores inseridos no plantel, revelam-se um verdadeiro desastre nas competições. E é assim que tem funcionado esta industria do futebol que está,  sempre esteve,  e irá continuar a estar mal estruturada, porque isso convém ás administrações das SADs que apostam em manter este sistema de funcionamento. Ora se nada disto mudar, jamais iremos assistir ao que acontecia nos velhos tempos em que os jogadores que faziam parte do plantel do clube, suavam as camisolas e tudo faziam num confronto com os seus adversários para lhes ganhar o desafio em disputa. E porque nesta industria existe um conjunto de gente a partir das direcções e administrações da SAD que mamam à conta das receitas do clube, como é tanta gente a mamar ao que nós assistimos é ver a banca a arder com empréstimos chorudos que concede aos clubes e dos quais alguns deles não vê sequer cheta, para além da situação em termos de gestão ser praticamente deficitária.

Não tenho uma particular simpatia pela TAP porque foi uma companhia de aviação criada pelo anterior regime e cujo sustentáculo eram as ex-colónias

E por essa razão os então chamados africanistas que eram os portugueses que tinham debandado do continente para as ex-colónias em busca duma vida melhor, uns conseguiram-na com êxito, nem sempre recorrendo a boas práticas face aos autóctones mas outros que honestamente conseguiram naqueles territórios construir as suas vidas e através das suas iniciativas, não só desenvolvendo aqueles territórios sobre a administração portuguesa, como conseguindo ter uma vida que jamais poderia alcançar nas suas terras natais. A TAP como refiro no título deste post foi sempre uma companhia aérea com resultados positivos porque as ligações entre Lisboa e as ex-colónias vinham sempre com as suas aeronaves lotadas por passageiros então radicados nas ex-colónias e muitos deles já nelas nascidos. Os trabalhadores da TAP tinham então um estatuto que nenhum outro trabalhador duma qualquer outra empresa do estado detinha. Apesar de sempre se afirmar, caricatamente na realidade nunca conheci de que Angola, face ao Continente na balança de pagamentos pudesse estar em situação deficitária, nunca acreditei em tal mentira na medida em que aquele território face aos demais, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, Timor, Macau, Goa, Damão, Dão e Diu, era o que mais riqueza detinha, pois era o sétimo produtor mundial de café robusta, produzia petróleo, possuía uma exploração diamantífera, além de exportar para o Continente sementes de girassol a granel e cana de açúcar para a sua transformação em óleo alimentar e açúcar refinado e não bastando isso as madeiras exóticas da região de Cabinda e doutros locais, transportados por navios da marinha mercante, em toros, eram o sustentáculo da fabricação das mobílias exóticas que era produzidas em Portugal. Daí que nunca consegui entender porque por mais que os entendidos me quisessem explicar, apesar de um dos argumentos é que as forças armadas estacionadas no território de Angola era uma das razões do desequilíbrio da balança de pagamentos. Terminado que foi o período da colonização de Portugal, a receita da TAP caíu a pique porque deixaram de existir as condições que asseguravam a sua manutenção. E foi na altura em que se registou o período da descolonização que a única forma de quem tinha na altura as suas economias representadas pelo conhecido escudo angolano, não havia outra forma de transferir dinheiro sem ser no mercado negro a mais de 300%, comprei por duas vezes à TAP na altura cada bilhete custava doze contos, em período diferenciados dois bilhetes, uma vez que através dessa compra, poderíamos trocar com a apresentação do bilhete, cinco contos em escudos nacionais. Não tenho insisto nenhuma simpatia especial pela TAP, até porque apesar de ter comprado 2 bilhetes para viajar de Luanda para Lisboa, para poder transferir através da compra de cada bilhete cinco contos, acabei por ser evacuado a um mês de independência da Angola, pelo terminal da então Força Aérea Portuguesa, num Boeing 707 da Swissair que era uma das duas companhia incluindo a Lufthansa, que na altura e a título gratuito, assumiram a evacuação de todos aqueles que quiseram sair da Angola, face à guerra civil que entretanto se desenrolava entre o MPLA, a UNITA e a FNLA, querendo qualquer um deles assumir a governação da Angola, desrespeitando em absoluto os Acordos de Alvor então celebrados em Portugal. Para concluir. A TAP não tem qualquer viabilidade para concorrer com as empresas de aviação que praticam preços muito mais aliciantes, visto disporem duma estrutura muito menos pesada do que a TAP possui.   

Nós orgulhosamente para alguns, temos no País, um Alexandre “O Grande”

Que pela sua função de juiz as suas convicções são semelhantes a de um professor que tive em Benguela, decorria o ano de 1961, quando eclodiu a guerra colonial e chegou à cidade das acácias uma companhia de para-quedistas que ficou ali estacionada e que foi recebida pela população com muito carinho. Tanto carinho que passados nove meses passaram a nascer vários bebés cujos pais eram vários dos militares daquela unidade ali estacionada. O escândalo teve tais proporções que o jornal oposicionista então existente, no qual participava a jornalista Edite Soeiro e que se denominada “O Intransigente” que reportou esse registo de tal forma que a referida companhia acabou por seu substituída. Esta introdução é importante para poder chegar a esta narração. Na altura o meu professor do 2º. ciclo liceal comentando o referido escândalo, remata com esta afirmação. Todas as mulheres se vendem dependendo do preço ou do interesse. Não me contive porque aquele imbecil vestido como uma capa de docente, estava a pôr em causa não só a honestidade das mulheres em geral, como a da minha mãe e das minhas irmãos. E retorqui. Quer dizer com a convicção que o professor tem, face ao que acabou de afirmar, também inclui a sua mãe no conceito das mulheres infiéis. A reacção dele foi imediata. Expulsou-me da sala da aula, com a informação de que me iria anotar duma falta injustificada. Não vou referir o que depois se passou pois fui de imediato ter com o meu saudoso pai relatando-lhe o que se tinha passado para dar origem à falta injustificada. Perguntarão os meus amigos e o quê que isso tem a ver com o título do post. Claro que na minha opinião tem tudo a ver. O Alexandre o grande juiz de nome próprio Carlos, também é alguém cujas convicções, baseadas apenas em suposições, transforma-as em certezas que nem sequer admite a alguém se permita contrariá-las. Tem isto a ver com a ida a julgamento do ex-ministro da administração interna Azeredo Lopes, que desde o primeiro momento da investigação o Alexandre “O Grande” não teve dúvidas em concluir que ele cometeu os crimes de que é acusado e por essa razão tem que ser julgado e condenado, face ás suas certezas. Tal como referi o professor tinha tanta certeza de que todas as mulheres se vendiam, que contrariado com a minha pergunta relativamente à honestidade da mãe, me expulsou da sala de aula.

Contrariamente ao que se afirma, as actividades de produção agrícola não têm de se reinventar, mas sim alterar, como antes era feito o escoamento da sua produção

Todos nós sabemos como no nosso País e eventualmente noutros funciona relativamente aos produtores da linha agro-alimentar, a forma que ao longo dos anos, foi por eles escolhida para escoar os seus produtos. Os intermediários neste País, são aqueles que apesar de nada produzirem são os que ganham mais do que todos aqueles que produzem bens alimentares, quer na lavoura, ou seja produtos hortícolas e frutas quer na agro-pecuária, apesar de, neste sector o número de intermediários seja significativamente inferior aquele que se observa nos produtos agrícolas. Não é por acaso que os produtos agrícolas são mal-pagos aos produtores porque quem tem maior margem de ganho são os intermediários. E esses não se cingem apenas aqueles que possuem frotas de camiões e armazéns onde colocam os produtos adquiridos a preço que tão pouco compensam o gasto e o trabalho daqueles que se dedicam à terra, mas igualmente ás grandes superfícies comerciais que nos induzem a comprar produtos nacionais, mal pagos aos produtores e que eles têm o maior lucro. Experimentamos hoje uma solução que julgo ser aquela que nada tem a ver com a necessidade das pessoas se reinventarem mas sim olharem para a realidade que tem sido o lucro fácil proporcionados aos intermediários dos produtos agrícolas que sendo muito mal pagos a quem os produzem, chegam ao consumidor a preços absolutamente exagerados face à sua margem de lucro. E face à nossa experiência hoje com alguém que percebeu isso e neste período de pandemia optou por optar por uma melhor solução, tendo em vista a sobrevivência da actividade a que se dedica, passou a vender directamente ao consumidor em que o produto de altíssima qualidade porque não anda aos trambolhões nos armazéns dos intermediários e praticamente sai logo após a colheita para a casa do consumidor, além do ganho deste em termos de qualidade, o valor é mais acessível porque não proporciona ao intermediário a sua percentagem de lucro.  Em conclusão. Os produtores agrícolas e os fruticultores ao invés de esperarem que um intermediário vá ter consigo para lhe vender a sua produção, seja lá do que for por um preço que nem sequer lhe compensa os gastos que teve para produzir o produto, que o intermediário lhe vai buscar, não necessita de reinventar esse seu mau negócio, tem isso sim é de se organizar de forma a que o seu produto chegue ao consumidor final a um preço justo e compensador do seu gasto e algum lucro, ao invés de o continuar a proporcionar aos intermediários.

E pronto. Aconteceu o que se previa, mas por antecipação, o ministro das finanças Mário Centeno, bateu com a porta

Os ex-parceiros de apoio parlamentar do PS, na legislatura anterior, tudo fazem agora para embaraçar nesta nova legislatura a governação do PS. E fazem-no porque António Costa não cedeu sobretudo ás exigências do BE para um compromisso pré-governamental e por essa razão esta governação, navega com as limitações impostas pelos interesses que cada um dos partidos da oposição, sejam eles da direita ou esquerda, defendem. Como é sabido o já ex-ministro Centeno, no respeito pelo contrato com o Novo Banco, esse cancro financeiro herdado do governo de coligação da direita chefiado pelo Pedro Passos Coelho, foi, desde a primeira hora, a verdadeira dor de cabeça de Mário Centeno. Mas como os contratos têm de ser cumpridos, o ex-ministro das finanças, no respeito pelo mesmo avançou na altura prevista com o dinheiro que estava comprometido. Como previamente os lideres do BE e PCP souberam que se iria verificar, iniciaram uma propaganda ruidosa que acabou neste resultado, ou seja a saída antecipada de Mário Centeno da pasta que ocupava, bem como o elenco de secretários de estado por si escolhidos. Que satisfação deverão neste momento sentir Catarina Martins e Jerónimo de Sousa, apesar deste registo poder contribuir para a sua felicidade, está longe de contribuir para a subida dos partidos que lideram nas próximas sondagens. O eleitorado está atento a todas estas manobras e a sua reacção não retardará, porque do ponto de vista da opinião pública o governo perdeu o seu melhor ministro, mas igualmente o conjunto de secretários de estado que o secundavam. É um facto de que se previa a saída do ex-ministro Mário Centeno, tendo em vista o seu objectivo de assumir o cargo de administrador do Banco de Portugal. Mas os partidos que contribuíram para esta sua antecipação no seu pedido de demissão, vão ser igualmente os mesmos, que na Assembleia da República e com a ajuda dos partidos da direita, os seus fiéis apoiantes para denegrirem o PS, vão inviabilizar a ida de Mário Centeno para governador do Banco de Portugal. Sobre esta postura não tenho a mínima dúvida que será esta a posição que vai ser tomada, pelo BE e PCP, com apoio dos restantes partidos da oposição.

Quando a esquerda está no poder os apoiantes da direita queixam-se de que vivem à custa do poder económico

Pois está bem de ver que assim é. Foram cerca de três meses, para todos percebermos que quer aqueles que são cumpridores e pagam os seus impostos no nosso País e não fogem a isso para paraísos fiscais, quer todos quantos trabalham por conta de outrem e esses não têm a mínima possibilidade de fugir ao pagamentos dos seus impostos e da contribuição para a segurança social, são muitos deles unânimes em afirmar que quando a esquerda está no poder insiste em querer tudo estatizado. Mas o mais curioso ainda são aqueles que em larga escala integram as actividades paralelas e que o fisco não tem a mínima noção de qual a sua receita não facturação, porque nem sequer a passam, fazem-no o mínimo possível para terem de pagar o correspondente, e no universo de toda muita gente que fugindo aos seus compromissos fiscais, possuem segundas e terceiras casas, umas em zonas balneárias outras em zonas rurais, para além da principal na cidade onde residem, estão pelos vistos todos eles na falência ou à beira disso acontecer. Ou seja: Face a esta pandemia, a única conclusão que poderemos tirar é que a maioria dos empresários face à carência com que agora reclamam apoios do Estado, os lucros que durante anos foram acumulando das suas actividades sejam elas as que foram, apenas serviram um propósito. Foi para alargar o seu património, casas, carros de segmento superior e férias em locais paradisíacos. E agora por razões desta pandemia, não têm condições económicas para continuarem a desenvolver as suas actividades, colocado primeiramente em risco, a situação dos seus colaboradores, aqueles que afinal são o garante da sua riqueza, independentemente do número que a sua actividade envolve. E não vale a pena virem com o argumento falso que a sua facturação e o seu sistema contabilístico, não permitem fugas ao fisco nem à segurança social. Concluindo portanto o raciocínio para não ser exaustivo nesta abordagem. Quando os negócios correm bem, nunca obviamente para as receitas do Estado, mas sim para quem a eles se dedica, tudo perfeitamente apesar de surgirem sempre algumas reclamações, mas cada vez que se registam situações anómalas com esta que decorre da pandemia, todo o empresariado necessita de ajudas do Estado. Mas afinal em que ficamos. Isto não será Estado a mais?

Nada será como dantes após a pandemia sobretudo na industria automóvel, ou se converte na mobilidade eléctrica ou secumbe

Sou por razões de princípio um ambientalista, não preocupado comigo, porque já atingi uma idade que jamais estaria nos indicadores poder chegar. Estou sim preocupado com os meus e os netos dos demais compatriotas, mas também os seus depois descendentes. A industria automóvel não tem e está longe de estar corresponder à transformação da forma de locomoção dos veículos automóveis a partir do consumo de combustíveis fósseis. Mas os consumidores já interiorizaram a ideia de que não podem continuar a optar por se deslocarem em veículos movidos a combustíveis fósseis. Por essa razão já muita gente começa a fazer os seus percursos em bicicletas ou outros meios eléctricos de deslocação. Em matéria da oferta dos automóveis de funcionamento eléctrico, existem dois obstáculos que inviabilizam a expansão de vendas dos veículos eléctricos. O primeiro é o custo mas o não menos importante a autonomia dos automóveis com oferta no mercado. Segundo as notícias recentes a Renault, que possuí uma enorme participação do estado francês, corre o risco de entrar em falência. Mas curiosamente a sua associada NISSAN que foi aliás o maior erro cometido pelos japoneses, corre o mesmo risco ou encontra-se em enormes dificuldades. Os consumidores por força das confinações a que foram sujeitos em todo Mundo perceberam que o meio ambiente beneficiou significativamente e já pensando nos seus netos, perceberam que as opções de compra de automóveis de propulsão a combustíveis fósseis além de deixarem de ser desejáveis não são recomendáveis. Se a Renault falir, apesar de ter apoio financeiro do governo francês, irão igualmente falir a FIAT que também tem a participação do governo italiano e outras mais empresas da industria automóvel que continuam a insistir na produção de automóveis de propulsão a combustíveis fósseis ao invés de reconverterem as suas fábricas e passarem a produzir automóveis de funcionamento eléctrico. Não me surpreenderá que nos próximos tempos sejamos conhecedores de outros fabricantes europeus de automóveis a revelar graves dificuldades económicas face à sua fraca visão da realidade e por isso correrem igualmente o risco de falência, estou-me a lembrar da Peugeot e Citroen  que apesar de terem algumas apostas em veículos de funcionamento eléctrico, não correspondem à expectativa dos consumidores, quer pela oferta, quer pela autonomia. E para terminar à relativamente pouco tempo neste meu blog referi que seria um enorme erro de quem recentemente mudou de automóvel, continuando a apostar nos veículos a diesel, porque não decorrerá muito tempo que quando o quiserem alienar, ninguém dará nada por ele.

A DGS Graça Freitas que até tem duma maneira geral sabido gerir esta pandemia, no aspecto da realização dos jogos da 1ª. Liga de Futebol resolveu optar por complicar as realização dos jogos

Não faz sentido nenhum esta imposição da directora geral de saúde à liga de futebol da primeira liga, para a realização dos jogos que ainda faltam ter lugar para a finalização do calendário. Os jogos com é sabido vão ter lugar sem espectadores nas bancadas a aplaudir os clubes em confronto. Decisão correcta porque é a que se irá observar noutros países nomeadamente na Alemanha cujo reinício vai ter lugar hoje. Mas e porque a dra. Graça Freitas tem citado exemplos doutros países para que o nosso também os siga, deste que o resultado em termos de aumento de infectados seja o desejável, deveria igualmente nesta questão do campeonato de futebol seguir o mesmo critério. Ninguém lá fora vai realizar jogos em estádios diferentes daqueles em que a jornada o determina. Até porque com esta orientação que foi acertada com a 1ª. Liga de Futebol, se tem por objectivo diminuir riscos, face a deslocações é absolutamente disparatado. E senão vejamos. Face ao número de Estádios que foram escolhidos para que neles se realizem  os encontros que faltam realizar do calendário, alguns deles obrigam a que seja duas equipas de futebol com os respectivos apoios imprescindíveis que os acompanham que tenham de realizar essa deslocação. Ora se nos jogos que faltam cumprir no calendário, se as jornada fosse realizada no estádio em que o clube de futebol recebe o adversário visitante, obviamente que apenas e só se verificaria uma deslocação, neste caso, da equipa visitante. Esta medida da desconfinamento desportivo adoptado pela DGS, não faz qualquer sentido é disparatada porque os jogos não permitem a permanência de espectadores e como já estamos todos a perceber, esta condição imposta está a ser alvo de diversas contestações. Daí e na minha modesta opinião julgo que, a DGS, deve recuar nesta sua exigência e aceitar que os jogos da 1ª. Liga de Futebol que faltam realizar, se registem nos Estádios em que cabe a cada clube receber o seu adversário.

De acordo com a revista italiana Motori do jornal Il Messaggero, este foi o resultado dum inquérito feito aos proprietários de várias marcas de automóveis

 

O logotipo da Lexus

ROMA – A Lexus é a primeira, à frente da Porsche, Toyota e Daihatsu, Honda, Subaru e Audi: as marcas ligadas à Toyota brilham nos primeiros lugares no ranking dos fabricantes de automóveis confiáveis ​​(além da Casa das duas elipses, a marca de luxo Lexus, Daihatsu e Subaru com os quais a Toyota tem uma aliança). É o que emerge de uma pesquisa realizada pela Altroconsumo em conjunto com outras associações europeias de consumidores (França, Bélgica, Espanha e Portugal).

A pesquisa envolveu 43 mil motoristas, dos quais cerca de 13 mil italianos, para tirar uma foto de quais marcas são as mais confiáveis ​​e que dão aos proprietários mais satisfação. Os entrevistados responderam a perguntas como “O carro causa problemas? Quantas vezes você o levou ao mecânico?” e com base nas respostas, foi elaborado um ranking que coloca os carros das marcas pertencentes à multinacional japonesa Toyota em primeiro lugar: Lexus em primeiro lugar, mas também Daihatsu e Subaru (assim como a própria marca Toyota).

As marcas de luxo Porsche e Audi (ambos do grupo Volkswagen) e Honda também estão bem classificadas. Por último, mas não menos importante, as quatro rodas fabricadas na Itália: Lancia, Fiat e Alfa Romeo. O ranking elaborado pela Altroconsumo, além de fornecer uma indicação de fiabilidade, também avaliou a satisfação dos motoristas. Os resultados gerais foram positivos: variando da excelente pontuação da Porsche (94) à última posição da Fiat (77). No que diz respeito ao custo médio de manutenção do carro incorrido pelos motoristas no último ano, a Toyota voltou a ficar em primeiro lugar com 230 euros por ano, seguida pela Suzuki com 240, enquanto os últimos lugares incluem Audi com 450 euros e Land Rover com 550 euros.

Os resultados, que se referem a carros com no máximo dez anos, traçam o idêntico da situação italiana. A fiabilidade, observa Altroconsumo, é o parâmetro norteador na decisão de comprar um carro em nosso país, juntamente com as necessidades da família e o custo do carro: consumo (14%) e design aparecem abaixo. No que diz respeito ao consumo, a pesquisa mostra que muitos motoristas italianos encontram uma discrepância entre os dados de consumo de combustível relatados pelos fabricantes e os encontrados na realidade quotidiana. Nesse aspecto, os mais insatisfeitos são os proprietários da Land Rover e da Smart.

A pesquisa também mostra que metade das famílias italianas possui dois carros; o diesel (43%) supera o número de motores a gasolina (34%), mesmo que esse índice tenha revertido no ano passado, enquanto os carros híbridos permanecem em 7%, mesmo que seja um mercado em crescimento. Em um terço dos casos, os carros têm entre três e seis anos, enquanto um quarto entre oito e dez anos e por outro quarto entre um e três anos. Entre os italianos (80%), a tendência é confiar em carros novos, em vez de comprar um usado. Finalmente, no que diz respeito aos critérios de investigação, a fiabilidade dos carros foi avaliada através da referência cruzada dos dados fornecidos pelos entrevistados ou a idade do carro, o número de quilómetros percorridos e o número de avarias sofridas com pesos diferentes de acordo com a gravidade da avaria. em si.

A fiabilidade dos carros foi avaliada através do cruzamento dos dados fornecidos pelos entrevistados ou a idade do carro, o número de quilómetros percorridos e o número de avarias sofridas com pesos diferentes de acordo com a gravidade da avaria.
Entre as falhas mais frequentes estão as relacionadas à parte eléctrica, que envolveu fusíveis, faróis, lâmpadas, luzes de controle, travamento central, vidros eléctricos, limpa-vidros, etc.

As marcas nas quais foram encontradas várias falhas desse tipo acima da média são Alfa Romeo, Citroen, Fiat, Lancia, Opel, Renault, Seat e Chevrolet. Após a parte eléctrica, é o sistema de freio que quebra com mais frequência (cilindro da bomba hidráulica, circuito de fluido de freio, discos, tambores, etc …), especialmente nos carros Citroen, Fiat, Lancia, Opel e Volvo. Em terceiro lugar, estão as peças eléctricas conectadas ao motor (motor de partida, bateria, ignição electrónica, dispositivo electrónico anti-roubo, etc …). Nesse caso, Alfa Romeo, Chevrolet, Opel e Seat são as piores.

Temos uma comunicação social que ultrapassou o patamar do nojento, para o asqueroso

Lembram-se todos aqueles que me lêem no início da pandemia, nenhum país estava em condições de proporcionar sequer aos profissionais de saúde as mínimas condições de segurança e prevenção para sequer se protegerem do número de infectados que inundaram no nosso caso o SNS,  porque como todos nos lembramos o sector privado continuava vocacionado para o sentido da sua existência ou seja continuar a fazer da sua actividade um negócio. O governo numa tentativa de calar a comunicação social que todos os dias o acusava de falta de material de protecção dos profissionais de saúde, em boa hora entendeu, que a única hipótese que teria de,  com alguma brevidade , conseguir ir superando essa carência, foi produzir uma Lei que permitisse neste caso,  muito excepcional,  os departamentos de saúde poderem adquirir os materiais em falta. Quer o ministro Siza Vieira,  quer o primeiro ministro, não se escusaram enaltecer todas as empresas aos quais nem sequer estavam vocacionadas para produzirem nem ventiladores, nem máscaras, reconverteram a sua anterior produção que nada tinha a ver com esta e passaram a produzir ventiladores e máscaras, sendo que as empresas de texteis até passaram a receber encomendas volumosas de máscaras, do exterior do País.  O Governo deixou então de estar dependente da China para satisfazer as necessidades mais prementes que seria a resposta a colocar no SNS e nos seus profissionais os meios necessários de protecção para evitar que os mesmos fossem infectados. Como a comunicação social, aquela que antes, já nos metia nojo, e agora se tornou asquerosa, não tinha registado de incêndios florestais para deles se servirem para fazer propaganda contra o governo, vêem agora denunciar que o governo já fez por ajustes directos aquisições de máscaras no valor de noventa milhões de euros. Ontem os empresários detentores da comunicação social reuniram com o PR para lhes manifestar a sua preocupação pelo facto de terem tido uma enorme quebra na sua fonte principal de rendimento, a publicidade. Tenho dúvidas que a razão da perda da publicidade tenha sido só em razão das medidas de emergência uma vez que, como é sabido, cada vez são mais as empresas que recorrem à publicidade dos seus produtos nas redes sociais pois é nelas que hoje encontram o maior número de pessoas que as utilizam ao invés dos telespectadores que são cada vez em menor número. Voltando à audição por parte do PR aos patrões dos media e há invocação de que o apoio do governo embora bem-vindo ser insuficiente, face a contínua campanha em que os seus meios estão apostados, julgo que além de ter sido demasiado o apoio, nem sequer deveria ter sido nenhum. Bem melhor teria sido empregues os 15 milhões de euros em benefícios para todos aqueles que perderam o seu emprego e obviamente a sua vontade de rendimento. Mas, e para terminar, espero que o governo independentemente do curso que irá ter esta pandemia, não volte a subsidiar a comunicação social, porque hoje com os meios de que dispomos nem sequer precisamos da nossa comunicação social, para sabermos o que se passa no País e muito menos em todo o Mundo.


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