Arquivo de Junho, 2005

Uma constatação interessante

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Só nos faltava esta, aparecer um Patrick Barros a querer instalar em Portugal, uma central nuclear

E tal como cantava a Lena d’ água, nuclear não, obrigado. O Patrick Barros que leve este projecto para Singapura, Malásia, Hong-Kong, ou para o raio que o parta para não o mandar a outro sítio ainda mais desagradável.
Na sua primeira alocução face ao propósito de fazer este investimento tem este labrego a distinta lata de afirmar que as centrais nucleares não têm a mesma perigosidade das respectivas bombas.
Oh sua coisa que a sua mãe teve a infelicidade de parir. Nós temos bem presentes os efeitos do desastre da central de Chernobyl e não estamos dispostos a correr os mesmo riscos, nem qualquer outros semelhantes.
Aliás com esse tipo de energia alternativa ao petróleo, nós não estamos interessados em nada comparável.
Existem alternativas sem riscos, como a energia eólica e outras já devidamente testadas e comprovadas que além de não porem em risco as populações são limpas e não poluentes.

Uma questão de bom senso

É público que, existem sectores da função pública mais beneficiados que outros uns, através de sistemas de saúde e outros ainda de através de subsistemas. Já referi quais os Serviços não vou por isso repetir-me.
Se é certo que essas regalias não são de ontem mas de há muitos anos que alguns trabalhadores da administração pública e militares dos três ramos das forças armadas, delas beneficiam.
Obviamente que não é o facto de usufruírem de todas essas regalias que mais ninguém tem, que lhes confere o direito de legitimidade moral.
Essa diferenciação do meu ponto de vista foi, desde a data da sua institucionalização uma imoralidade face aos restantes trabalhadores da função pública.
Não se trata aqui duma perda de direitos à luz dos apregoados, pelos trabalhadores visados, direitos adquiridos. A manutenção deste privilégio face a muitos outros trabalhadores, traduz-se no prolongamento duma situação de injustiça social, face a trabalhadores da mesma entidade patronal. Julgo por isso que o governo deve ser inflexível não recuando nestas decisões.
Os trabalhadores no uso dum direito que a Constituição lhes consagra decidem-se por dias de greve. Deixam-nos fazer que os descontos que lhes são produzidos nos vencimentos não os estimularão na manutenção desta forma de luta, por muito mais tempo.

Mil pessoas se reuniram na tarde desta quinta-feira (hora local) na Porta do Sol, em Madri, para protestar contra a lei que autoriza o casamento entre homossexuais, aprovada horas antes por deputados espanhóis, e pediram a “demissão” do chefe de governo e

Os manifestantes, convocados pelo Fórum Espanhol da Família (FEF), levavam cartazes que diziam “Zapatero, demissão”, “Queremos referendo”, “Somos maioria”, “Casamento = homem + mulher”, entre bandeiras da Espanha e do Vaticano.

A hierarquia da Igreja Católica espanhola, apoiada pelo Vaticano, lançou meses atrás um apelo aos funcionários municipais para que se neguem a celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, alegando objecção de consciência.

A entidade organizadora afirmou ter colectado mais de um milhão de assinaturas contra a lei adoptada pelos deputados – que poderá entrar em vigor na próxima semana -, que além de autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, permite a elas adoptar crianças.

Esta organização qualificou como “injusta” para a sociedade a nova lei “imposta pelo governo”, que na sua opinião não é “nem necessária, nem conveniente” e além disso, “tem causado irritação na sociedade”.

O FEF organizou, em 18 de Junho passado, uma manifestação no centro de Madrid que reuniu dezenas de milhares de pessoas, que protestavam contra o casamento entre homossexuais. A ela se somaram cerca de 20 bispos espanhóis e altos dirigentes do opositor Partido Popular (PP, direita).

A entidade convocou outra manifestação para o sábado. Justo nesse dia será celebrada em Madrid a parada do Orgulho Gay.

Ministro descontente

A lei espanhola que autoriza os casamentos entre homossexuais é “contrária a Deus e à natureza” e é uma consequência nefasta da vitória da esquerda no país, afirmou nesta quinta-feira o ministro italiano das Reformas, Roberto Calderoli.

“O bom Deus criou o homem e a mulher e fazendo isto, pais a família no centro da criação; o que aconteceu hoje na Espanha, com a aprovação da lei que autoriza os casamentos entre homossexuais, é o último acto contra Deus e a natureza”, afirmou o ministro em um comunicado.

“Isto é o que acontece quando o povo vota pela esquerda e a coloca no governo, o mundo começa a ir contra a natureza”, acrescentou Calderoli, membro da Liga do Norte, o movimento populista e antieuropeu de Umberto Bossi.

“Pessoalmente, continuarei estando ao lado da natureza e do bom Deus e sempre continuarei preferindo a espanhola ao espanhol”, concluiu o ministro.

Notícia AFP

As duas candidaturas autárquicas mais mediáticas embora comprometam os candidatos são as que revelam poder ter o maior sucesso

Será que a razão dessa preferência, define os eleitores desses candidatos como potenciais corruptos se eles tivessem a oportunidade que eles tiveram, estou em crer que sim.
Ferreira Torres segundo as notícias canalizou umas chorudas verbas destinadas ao pagamento de empreitadas, para poder proporcionar aos amarantinos passearem de helicóptero à custa do erário público o que segundo as sondagens lhe poderá garantir a eleição no cargo.
Isaltino Morais sempre acabou por ser constituído arguido nos processos cuja investigação decorria.
Quer um, quer outro, continuam candidatos ás próximas eleições autárquicas o que quer dizer que amanhã não temos de nos admirar se um qualquer recluso famoso se resolver candidatar à gestão duma autarquia desde que esteja em prisão preventiva, ou seja não tenha sido julgado sendo por isso abrangido pela presunção de inocência.

Um adolescente que matou seus pais a pancadas antes de pegar seus cartões de crédito para financiar férias nos Estados Unidos com sua namorada foi condenado a prisão perpétua na quarta-feira.

Brian Blackwell, 19, que sofre de uma grave perturbação, já havia admitido ser culpado pelo crime de 2004 perante um tribunal de Liverpool. O assassinato duplo foi cometido em uma área rica de Merseyside, no oeste da Inglaterra. Os pais do assassino foram repetidamente esfaqueados e sofreram vários golpes de um martelo.

Blackwell ia bem na escola, mas iludiu-se com fantasias sobre seu sucesso e sua importância. Sua condição, diagnosticada como “distúrbio de personalidade narcisista”, é a mesma de John Hinckley Jr., que atirou no ex-presidente dos EUA Ronald Reagan em 1981.

Depois de matar seus pais, Blackwell levou a namorada em luxuosas férias para os EUA, acumulando dívidas de mais de 30.000 libras (54.660 dólares).

Ele dissera à namorada que não poderia voltar para casa enquanto seus pais estivessem de férias, mas foi preso após a descoberta dos corpos em decomposição do casal.

Notícia da Reuters

Que pretendem os Carvalhos da Silva deste País

Será que eles não conseguem enxergar que como o próprio nome indica um orçamento rectificativo se destina exactamente a corrigir todas as más previsões que foram feitas nas dotações orçamentais do OE o qual foi elaborado pelo governo de coligação e que previu um défice inferior aquele que efectivamente foi apurado. Que só para o Ministério da Saúde foi necessário um reforço de verba vultuosa para cobrir as dívidas aos fornecedores.
No Ministério da Justiça já existem tribunais que esgotaram os seus recursos financeiros para investigação de processos como foi o caso do da Boa-Hora.
Como é que se pode exigir dos actuais governantes seriedade na gestão do orçamento se os dirigentes sindicais ainda não perceberam que existe um elevado défice e que para além do risco de podermos vir a ser penalizados pela CE corremos o risco de perder a nosso autonomia económica.
Já me faz lembrar hoje um editor de economia insistir no facto de que a máquina administrativa do Estado consome 50% da riqueza produzida em Portugal,quando o mesmo se esquece que só para o sector da saúde são gastas verbas elevadíssimas com a manutenção do SNS e ao que sabemos são lá tratados todos os doentes quer da actividade pública quer da privada. Aliás se calhar até são mais os privados que os públicos a ser lá tratados uma vez que os outros, alguns até dispõem de excelentes subsistemas de saúde que lhes evita recorrer aos hospitais públicos.
Esquece-se ainda esse tal editor de economia que os enormes recursos que são gastos com os estabelecimentos de ensino oficiais,inclusive com as universidades são neles formados imensos filhos de comerciantes,industriais,profissionais liberais,que além de alguns,fugirem ao fisco,ainda se dão ao luxo dos seus filhos com seguirem bolsas de estudo não pagando sequer propinas.
Teria muito mais exemplos para calar a boca a estes cronistas de trazer por casa que insistem em transformar os trabalhadores do Estado nos bodes expiatórios da crise.


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