Arquivo de Outubro, 2005

As autarquias como sempre não cuidam da limpeza das sarjetas e depois o resultado é aquele que todos conhecemos

O início do Outono, foi uns dias antes precedido de alguma chuva, não muito forte mas que contribuiu para o arrastamento de detritos, nomeadamente folhas de árvores e outros lixos para as sarjetas.
As autarquias como sempre não ligam nenhuma e a sua limpeza não é feita. Aliás onde habito, ou na zona onde trabalho, nunca assisti a uma operação de limpeza das sarjetas existindo duas junto ao serviço cujas respectivas grelhas já nem sequer se vêm por se encontrar de tal forma entupidas com entulho.
Justifica-se esta abordagem porque esta falta de planeamento pode contribuir para um dia destes se registarem consequências imprevisíveis e que serão do meu ponto de vista da exclusiva responsabilidade da autarquia.
Hoje por volta do meio dia, no local onde trabalho, registou-se um aguaceiro com uma intensidade num período de 15 minutos em que se chegou mesmo a formar por cima do tapete asfáltico da respectiva faixa de rodagem um lençol de água tal o número de litros descarregados.
De tal forma que os esgotos domésticos chegaram mesmo a correr na rua dado o enchimento dos respectivos colectores e o levantamento das suas tampas.
Se continuar a chover assim sobretudo como hoje não tenho duvidas que se irão registar prejuízos de grande
monta para os munícipes, os quais serão da exclusiva responsabilidade dos municípios que não cuidam convenientemente da limpeza das sarjetas para estas escoarem devidamente as águas pluviais.

Divulgação

A pedido do amigo Fernando Gonçalves aqui fica a seguinte divulgação:

Dia 4 de Novembro é o dia do inventor. Será lançado on-line o museu de inventores portugueses.
http://www.galeriadeinventores.web.pt

Que o invento, caro amigo, tenha um enorme êxito, são os meus votos.

O independente à força

Cavaco Silva considera-se um candidato independente por se ter desvinculado do partido a que pertence. Obviamente que esse acto só por si não só não o desvincula do PSD como ainda o compromete eleitoralmente com o CDS/PP que já lhe manifestou o seu apoio. Podemos concluir que o único candidato sem apoio oficial de qualquer partido é Manuel Alegre, uma vez o PS ter escolhido o candidato Mário Soares.
Esta sua independência forçada, do meu ponto de vista, favorece-o pois, não só irá buscar votos aos militantes que não apoiam Mário Soares e até são muitos, como todos aqueles que estando zangados com o partido socialista face ás medidas governativas interpretam a atitude assumida pela direcção do PS face à candidatura de Manuel Alegre como uma oportunidade de penalizarem o partido pelo seu apoio a Mário Soares.

Arqueólogos chineses descobrem observatório mais antigo do mundo

da Efe, em Pequim

Arqueólogos chineses descobriram recentemente na província de Shanxi as ruínas do que, segundo eles, é o observatório astronómico mais antigo do mundo. Segundo a imprensa oficial, o local tem 4.100 anos.

He Nu, da Academia Chinesa de Ciências Sociais, afirmou que o lugar é 2.000 anos mais antigo do que o observatório até agora considerado o mais antigo do mundo, construído pelos maias na América Central.

O local, situado na localidade de Taosi, apresenta duas enormes plataformas semicirculares contidas uma dentro da outra (a maior de 60 metros de diâmetro, a menor de 40), rodeadas por 13 pilares de pedra de quatro metros de altura.

Entre os 13 pilares há 12 buracos, comparáveis aos 12 meses do ano e á passagem das estações. Com este sistema, os antigos chineses anotavam os diferentes lugares do observatório pelos quais o sol nascia e se punha ao longo do ano.

Segundo He, o observatório não era usado somente para contemplar os astros, mas também como lugar para rituais de sacrifício.

As ruínas foram encontradas há um tempo, mas só se afirmou que se tratava de um observatório depois que os arqueólogos passaram um ano e meio anotando os movimentos solares através dos buracos formados pelas colunas.

Para surpresa dos pesquisadores, as anotações eram quase idênticas às dos astrónomos antigos que inventaram o calendário chinês, diferente do ocidental, já que é regido pelos ciclos lunares (o ano chinês é mais curto que o ocidental, mas a cada dois ou três anos se acrescenta um 13º mês para compensar).

Acredita-se que nas ruínas de Taosi, situadas no distrito de Linfen, viveram civilizações pré-históricas entre os séculos 26 a.C e 16 a.C, o que os chineses conhecem como dinastia Xia (embora os primeiros imperadores chineses de que se têm testemunhos históricos sejam de 1.400 anos após esta data).

Documentos históricos posteriores asseguram que já em 2.400 a.C. existiam oficiais reais encarregados da observatório dos astros, algo que ficou confirmado com a descoberta de Taosi.

A astronomia chinesa na antiguidade era mais avançada que a ocidental, e os cientistas dessa civilização foram os primeiros humanos a descobrir fenómenos como as supernovas.

Da Folha Online

Redução de 35 biliões de euros em gastos públicos vira prova de fogo para partidos que querem compor futuro governo da Alemanha. Cortes na área social e aumento de impostos são cada vez mais prováveis.

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“A situação do orçamento federal é altamente problemática, pode-se até dizer dramática”. A avaliação é do ex-governador da Renonia do Norte-Vestfália, Peer Steinbrack (SPD), designado para assumir o Ministério das Finanças num eventual governo de grande coligação em Berlim. Em entrevista à revista Focus, ele disse que medidas impopulares serão inevitáveis para sanear as contas públicas.

Uma estratégia para equilibrar as finanças e reactivar a economia alemã será discutida nesta segunda-feira (31/10), em reunião de cúpula das lideranças dos partidos que devem compor o novo governo alemão (CDU/CSU e SPD).

Na semana passada, a provável sucessora de Gerhard Schrôder na Chancelaria Federal, Angela Merkel (CDU), anunciou que o governo alemão precisa economizar 35 biliões de euros, nos próximos 14 meses.

“Estado falido”

Com a redução de 15% das despesas federais, a coligação em formação quer fazer com que a Alemanha volte a cumprir, em 2007, o Pacto de Estabilidade do euro, que permite um déficit público de, no máximo, 3% do PIB. O país tem ultrapassado esse limite nos últimos anos.

O governador da Saxónia, Georg Milbradt (CDU), calcula que, em médio prazo, será necessário economizar 50 biliões de euros do orçamento, incluindo cortes na área social. “O Estado está falido”, afirmou.

“Os cortes que vêm aí são de fazer arrepiar o país”, advertiu o governador de Hessen, Roland Koch (CDU), encarregado de Merkel para negociar o pacote económico com Steinbrôck. Atualmente, um batalhão de 190 “negociadores” dos três partidos, divididos em 19 grupos de trabalho, elabora o programa de governo da grande coligação.

Divergências

Há consenso absoluto quanto à necessidade de tapar o furo de caixa, mas os partidos ainda divergem quanto ao melhor meio para fazê-lo. Para o próximo ano, o SPD aposta em receitas adicionais de cerca 15 biliões de euros, principalmente através de privatizações.

Enquanto isso, Rolando Koch calcula que a redução de subsídios poderia representar uma economia de até dois biliões de euros por ano. Steinbrôck disse não acreditar que o corte de subsídios e benefícios fiscais seja suficiente para economizar os 35 biliões de euros.

Ele não descartou a hipótese de um aumento de impostos, conforme a CDU havia proposto na campanha eleitoral. Segundo informações divulgadas pelo jornal Bild, está em discussão um aumento gradativo do Imposto sobre Valor Agregado, de 16% para 18%, numa primeira etapa, e depois para 20%.

O presidente do SPD, Franz Mntefering, designado para ser vice-chanceler e ministro do Trabalho, disse ao jornal Bild am Sonntag, que “todo aumento de imposto põe em risco a recuperação da economia. No dia 11 de novembro, ao final das negociações sobre a grande coligação, veremos se é possível evitar um aumento de impostos”. Ele também rejeitou categoricamente um corte nas aposentadorias.

“Economizar, reformar e investir”

Stoiber acha que o modelo bávaro serve para a Alemanha Segundo informações da revista Der Spiegel, o presidente da CSU e futuro ministro da Economia e Novas Tecnologias, Edmund Stoiber, defende uma alternativa para equilibrar as finanças sem cortes radicais.

O governador da Baviera disse que “a Alemanha encontra-se diante do maior saneamento financeiro de sua história”. Ele sugere à futura equipe de governo o modelo que vem adotando em seu Estado, com base no trip “economizar, reformar e investir”. A receita de Stoiber inclui um programa de fomento a jovens empresários, combate à burocracia, melhores condições de investimentos na indústria e redução da carga tributária das empresas.

O presidente da Confederação dos Sindicatos Alemães (DGB), Michael Sommer, advertiu a CDU/CSU e o SPD contra medidas precipitadas na política tributária. “Os partidos deveriam se preocupar, primeiro, em reativar a economia, e não apelar logo para o aumento de impostos. Na actual situação da economia alemã, isso é extremamente contraproducente”, disse à rádio Deutschlandfunk.

Da Deutsche Welle

E ainda há quem se admire por cá que se tenham de tomar o mesmo tipo de medidas para tentar resolver idêntico problema.

Vejam só se alguns americanos não se divertem com este gajo

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Roubei estas imagens a hexacontium que segundo ela:If you are anti-bush…
This is similar to the Mr. Bean one. Except it is on Bush. Quite obviously the creator is anti-bush.

No.. not me. the creator.

I am a politics idiot.

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Para Polinésia, França esconde consequências de testes nucleares

da France Presse

Níveis inesperados de contaminação por radioactividade são registrados na Polinésia francesa quase uma década depois que a França terminou seus testes nucleares no atol de Mururoa, denunciou neste sábado o presidente do território, Oscar Temaru.

A cada dia, mais de cinco pessoas são enviadas a hospitais particulares na Nova Zelândia para diagnóstico e tratamento de doenças possivelmente ligadas à radioactividade. Por isso, Temaru acusou a França de esconder as consequências sanitárias e ambientais desses procedimentos, informou a agência Christchurch Press.

“Temos muitos problemas de saúde”, completou após participar do Fórum do Pacífico, em Papua Nova Guiné.

A França fez 41 testes nucleares atmosféricos sobre os atóis de Mururoa e Fangataufa entre 1966 e 1974, seguidos de 134 testes subterrâneos nos mesmos locais entre 1975 e 1991. Outros oito foram realizados entre 1995 e 1996.

Uma comissão instalada por Temaru para investigar as consequências dos testes nucleares divulgará seu relatório no próximo mês. Segundo o presidente Temaru, o Ministério da Defesa francês se recusa a cooperar e mantém documentos secretos em Paris.

Publicado na Folha Online

Mais um procedimento criticável a todos os títulos por a França ignorar as consequências das radiações provocadas pela suas contínuas experiências nucleares. Curiosamente não se ouve qualquer alarido nem por parte da comunicação social nem sequer das associações ambientalistas.


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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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