Arquivo de Maio, 2006

O deputado Pires de Lima exigiu explicões ao Ministro da Economia pelo facto de não terem sido concretizados os investimentos do Patrick Monteiro

Provavelmente se a coligação de que fez parte o seu partido existisse ainda, é natural que os investimentos que o empresário Patrick Monteiro pretendia levar a cabo, fossem consumados, independentemente dos riscos que os mesmos pudessem representar para as populações onde se iriam localizar esses mesmos investimentos, uma Central Nuclear e uma refinaria, qualquer um deles representando altos riscos para a saúde pública. Ora é sabido que o Governo não aceitou a proposta deste empresário que consistia no Estado suportar os custos elevados com os equipamentos para preservação do ambiente e fez muito bem porquanto não fazia qualquer sentido aceitar uma tal proposta. O ridículo assenta no facto de estando o CDS/PP com uma baixa representação parlamentar arrogar-se ao direito de exigir explicações do responsável pela pasta quando as razões são mais que conhecidas.
Nunca mais esta gente começa a ter a noção do ridículo.

Não resisti em reproduzir este post publicado pelo InApto

Os loucos são cómodos
Quaisquer que sejam as razões, Marques Mendes, é um místico e o seu inimigo, o actual primeiro-ministro, um fanático. Tão grande quanto o misticismo de Mendes, com a diferença entre ambos que Sócrates leva a sua loucura até ao fim enquanto que o líder do PSD não passa de um mero e pequeno tabelião pronunciando sentenças de um inquisidor.

A verdade constrange e raramente lidamos bem com ela. Contornando-a, age-se com prudência do político, sublinhando-a com a hipocrisia é outro item necessário ao desempenho desta função é e em jeito de rodapé usando a habilidade inata desta classe.

Marques Mendes anseia com o Poder enquanto Sócrates deseja executá-lo em nome de causas que não conhecemos; a resposta mais próxima encontra-se algures no “Grupo de Macau”, com um projecto bem estruturado e definido ao pormenor para governar Portugal. Certamente que este projecto nada tem de bom para a maioria dos portugueses, que completamente alheios se divertem a adivinhar resultados futebolísticos e a colocar a malfadada bandeira em tudo o que é sítio, num clamor geral de patriotismo exacerbado pela infâmia da omissão.

O restante do post pode ser lido aqui

No passado fim-de-semana a presença invulgar de insectos nas praias causou o pânico a muita gente

Fui para a praia de S. Julião no sábado passado e quando lá cheguei verifiquei que algumas pessoas abandonavam-na porque segundo nos informaram a praia estava infestada de insectos. Isso não nos demoveu e prosseguimos até ao areal próximo da arrebentação. De facto os insectos de vários tamanhos poisavam no nosso corpo mas nada que nos incomodasse e não fosse suportável para permanecermos na praia. Obviamente que quem se incomodou ou assustou com este aparecimento de insectos em grandes quantidades, não suportaria permanecer num qualquer país africano, face a este tipo de ocorrências e com a agravante de poderem ser picados por mosquitos infectados e contraírem paludismo, no caso de não estarem devidamente protegidos com a ingestão de anti palustres.

Presidente declara emergência e assume segurança no Timor Leste

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O presidente do Timor Leste, Xanana Gusmão, declarou hoje estado de emergência nacional no país e assumiu poderes especiais que lhe concedem o controle sobre o Exército e a polícia.

Segundo Gusmão, a medida –adoptada após dois dias de sessões do Conselho de Estado para buscar uma saída para a situação de violência e instabilidade que assola o país– foi tomada em conjunto com o primeiro-ministro do país, Mari Alkatiri.

“As medidas de emergência anunciadas não impedirão que o presidente da República de declarar [futuramente] estado de sítio, de acordo com as normas constitucionais”, disse Gusmão, que leu um comunicado e não respondeu a perguntas.

O estado de emergência nacional durará 30 dias. Gusmão voltou hoje a apelar aos grupos armados que entreguem as armas para permitir o restabelecimento da normalidade.

Desde a semana passada, ao menos 20 pessoas morreram, dezenas de casas e comércios foram queimados e milhares ficaram desabrigados na onda de violência no país.

Caos

Os distúrbios são os mais sérios desde que o Timor Leste se tornou independente da Indonésia, em 1999, em uma onda de violência que só teve fim com a chegada de uma missão de paz internacional liderada pela Austrália.

Após o fim dos 24 anos de ocupação indonésia, a ONU administrou o país pelos três anos seguintes. Em 2002, o Timor Leste tornou-se um Estado soberano.

Os mais recentes confrontos tiveram início em Março último, quando cerca de 600 soldados –que representam 40% das forças armadas do país– foram demitidos após entrarem em greve para protestar por melhores condições nas forças armadas.

Parte dos soldados deixou a capital e se estabeleceu nas montanhas da região, ameaçando iniciar uma guerrilha caso não fossem readmitidos no Exército. O caos que se instalou no Timor Leste fez com que o governo pedisse o auxílio de outros países.

Na semana passada, o Timor Leste pediu que o envio de tropas estrangeiras para ajudar a restabelecer a ordem, após vários dias de violência. Forças australianas, malaias, neozelandesas e portuguesas chegaram à capital na quinta-feira (25) para dar fim à violência.

Policiamento

Nas ruas de Dili, a polícia e o Exército se esforça para manter o controle. “Estamos patrulhando cada região da cidade”, afirmou o tenente Mick Mumford. “Não podemos colocar um soldado em cada rua (…) mas podemos garantir que há homens nas ruas.”

Segundo a Cruz Vermelha, mais de 40 mil pessoas foram desalojadas devido à violência e muitos já sofrem com a falta de alimentos.

“Não temos nada para comer há dois dias, senão frutas de árvores”, afirmou Maria D’almeida, que mora em Dili e esperava pelos filhos. “Podemos comprar comida, mas onde?”, questionou.

da Folha Online

Se é certo que os australianos estão a proteger os seus interesses, também não é menos certo que são eles que têm evitado o aumento de um maior número de vitimas entre os timorenses e por mais que os julgados entendidos nesta matéria afirmem que, este é um problema político, embora também o seja, mas é essencialmente étnico, face a tanta violência.

Os sub-21 foram eliminados e agora segue-se o 31 do Mundial no qual não espero melhor desempenho por parte da selecção A

Passamos a vida a deixar iludir-nos com hipóteses que não têm a mínima viabilidade de sucesso. E isso ficou demonstrado no Campeonato Europeu sub-21 cuja organização não merece reparos e em que o público portou-se à altura puxando pela equipa que como se viu nem contando com a vitória da França conseguiu passar. Interessante foram os comentários dos relatores desportivos ao afirmarem fomos eliminados mas os miúdos têm futuro. Claro que sim nem que seja o de apanha bolas num qualquer campo de futebol.Como não tenciono assistir a nenhum jogo da equipa das quinas no Mundial, limitar-me-ei a depois conhecer os resultados dos quais muito sinceramente não espero surpresas diferentes das que vieram do nosso desempenho no Campeonato Europeu. Acho é extremamente ridículo este nacionalismo em redor do futebol através da colocação de bandeiras nos automóveis nas varandas ou noutros locais quaisquer como se isso fosse revelador dum sentimento patriótico superior ao daqueles que não alinham neste tipo de manifestações populares.

A galinha dos ovos de oiro dos sucessivos governos, não os tem motivado a apoiar investimentos em energias renovóveis

Todos nós somos unânimes em reconhecer que o nosso País é aquele que mais atrasado está na corrida aos investimentos em energias renováveis. Mas isso obriga a reflectirmos nas razões do porquê desse desinteresse. Há muito que se vem afirmando que as jazidas de petróleo estão a diminuir significativamente face à exploração continuada de que têm sido alvo, durante várias décadas, o que traduz o seu previsível esgotamento. Por isso outros países têm vindo a investir noutros recursos que são cada vez mais vistos como uma alternativa ás fontes de energia provenientes da exploração petrolífera. Portugal que possui uma empresa pública denominada EDP que para além do investimento que fez em barragens hidroeléctricas, nada mais investiu para além de centrais de fuel óleo. Mas, como a EDP dispõe ainda praticamente do exclusivo da exploração da energia eléctrica, tem averbado ultimamente avultados lucros. Para além disso é sabido que os diversos governos através do ISP, arrecadam avultadas receitas que se existissem energias renováveis que não provenientes do petróleo, talvez não tivesse a oportunidade de conseguir um tal resultado.Por essa razão e exclusivamente só essa, este e os anteriores governos portugueses nunca se manifestaram muito interessados em apoiar iniciativas energéticas que fossem uma alternativa a esta que depende exclusivamente do petróleo que importamos

Nunca será demais chamar a atenção para este flagelo

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Ativistas da organização Greenpeace ‘revestiram’ neste domingo (28/05) cerca de duas mil árvores à beira do rio Meno, em Frankfurt, com cartazes que imitam chamas. Sob o slogan ‘A Amazónia queima para nossa comida’, o protesto serviu para chamar a atenção para o desmatamento da Floresta Amazónica para a produção de soja.

da Deutsche Welle

A Greenpace sempre muito oportuna chama mais uma vez a atenção para o crime ambiental que está a ser cometido na Amazónia com a conivência do respectivo Governo brasileiro, que não consegue fazer parar esta destruição da maior mancha florestal do Mundo.


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