Arquivo de Junho, 2006

já informei que não é aqui

Agora é aqui, bem sei que ainda não houve oportunidade de actualizar o link e a tendência é voltar ao local habitual, mas aqui já não há nada de novo.

Sem qualquer arrependimento

Agora que desisti
o serviço melhorou
mas não me arrependi
do sítio onde agora estou

O acesso ao meu blogue
satisfaz plenamente
gosto como agora corre
postando rápidamente

Espero não me desiludir
com este novo alojador
que não venha admitir
nada de desolador

Aviso há navegação

Pois meus amigos o congeminações migrou para aqui face aos diversos contratempos que ultimamente se foram registando na Weblog Portugal.
Como o serviço se encontra pago até ao próximo mês de Outubro, espero não ver antes disso o blog eliminado deste portal. Continuo a contar com a vossa visita no novo condomínio, onde espero não me confrontar com as adversidades aqui registadas as quais me obrigaram a tomar esta decisão. Como se pode verificar ainda me faltam realizar muitas outras operações de actualização nomeadamente linkar todos os amigos.

Escreve assim Paulo Querido

Concordo parcialmente com a sua opinião quando refere que é a blogosfera que vai buscar informação ao jornalismo e não o inverso. Melhor fora que a assim não fosse, pois o papel dos jornalistas é ir em busca de informação para isso são pagos. Todavia o Paulo esqueceu-se de referir na sua crónica que muitos bloggeres produzem os seus próprios textos sem qualquer recurso à fonte jornalística havendo mesmo aqueles que já se dedicam à pesquisa de informação e utilizando os seus próprios meios, conseguem fazer revelações em primeira mão que mais tarde vêm a ser aproveitados pelo jornalismo tradicional. Julgo por isso inoportuno menosprezar o papel da blogosfera dentro do conceito da informação.

Mais um excelente post no macroscopio

Com a assinatura do nosso amigo Rui Paula de Matos que com aquela eloquência a que já nos habituou, titulou-o de Blogosfera – Para que te quero (II), cuja leitura aconselho vivamente e com o qual estou inteiramente de acordo.

Bush admite que violência não será totalmente eliminada no Iraque

20060614-bush230.jpg
Um dia após fazer uma visita-surpresa ao Iraque, o presidente americano, George W. Bush, admitiu nesta quarta-feira que a violência no país não será totalmente eliminada.

“Isso não irá acontecer”, afirmou o líder americano em una colectiva de imprensa na Casa Branca, ao ser questionado a respeito da violência no Iraque, acrescentando que esperar o fim da violência não é “razoável”. “Obviamente, queremos que ela diminua”, afirmou.

Reuters
Presidente George W. Bush (à dir.) durante entrevista colectiva na Casa Branca hoje
Segundo Bush, as forças iraquianas e de coalizão estão intensificando suas actividades contra insurgentes e trocando informações com a inteligência. Segundo ele, a megaoperação realizada nesta quarta-feira em Bagdad, que conta com cerca de 70 mil homens, visa combater a violência.

O presidente americano se recusou a traçar um cronograma para a retirada dos 130 mil soldados americanos que actualmente se encontram no Iraque. “Se nós sairmos [do Iraque] muito rápido, não alcançaremos nossos objectivos”, afirmou Bush. “Isto transformaria o mundo em um local mais perigoso. Seria uma má política”, acrescentou.

Segundo ele, as forças americanas ficarão no Iraque atá que o novo governo “obtenha sucesso”. “Minha mensagem para o inimigo “: não pense que deixaremos [o país] antes que tenhamos sucesso”, disse.

Segurança

Bush defendeu o imenso esquema de segê iraquiano, Nouri al Maliki, soube da visita minutos antes de se reunir com Bush.

“É uma questão de segurança, porque sou um alvo de grande valor para alguns. O Iraque é um lugar perigoso”, afirmou.

Em relação ao governo iraquiano, Bush disse que há uma “diferença tangível” em relação aos governos anteriores, dizendo que a maioria dos iraquianos “trabalham para que o governo tenha sucesso”.

O presidente americano se recusou a comparar a presença americana no Iraque com a Guerra do Vietnã (1964-1975). “Eu fiz a coisa certa no Iraque”, afirmou.

Guantanamo

Em relação aos três suicídios de detentos no centro de detenção americano de Guantánamo, em Cuba, ocorridos na semana passada, Bush disse que “gostaria” de fechar a prisão.

“Eu gostaria de fechar Guantánamo, mas estamos detendo pessoas perigosas”, afirmou. “Eventualmente, eles serão levados a julgamento”.

Organizações de direitos humanos e governos de vários países pedem que os Estados Unidos fechem o centro de detenção.

da Folha Online

Que brilhante conclusão esta a de Bush, nenhum de nós seria capaz de a tirar. Aliás até temos a certeza de que foi ele o patrocinador da instalação da violência no Iraque

Começo a duvidar desta representatividade sindical e sobretudo da sua capacidade mobilizadora

Já ouvi a referência a números de participantes na contestação dos docentes absolutamente desfasados.
Primeiro um telejornal referiu 10.000, para logo a seguir outro referir 7.000, o número de participantes. É certo que o dia não esteve convidativo, mas julgo que uns aguaceiros não serão nunca motivo de desmobilização nem de desmotivação duma classe que ronda as 7 dezenas de milhar. Pelo que o número de participantes revelados, leva a pensar se, efectivamente esta força sindical que convocou a greve e respectiva manifestação, não estará a passar por alguma falta de representatividade ou incapacidade de mobilização.


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