congeminações

A partir de amanhã o País praticamente pára

São diversas as firmas que encerram as suas portas para férias do seu pessoal, os serviços públicos neste mês de Agosto ficam com os seus serviços assegurados por menos de metade dos seus efectivos, os políticos também vão para férias e os magistrados judiciais têm nesta altura as chamadas férias judiciais. Ou seja isto repete-se todos os anos, o País quase deixa de funcionar porque o sector privado e público entra em férias. Os poucos colaboradores que ficam a assegurar os serviços que se mantêm em funcionamento como não são suficientes para as necessidades de atendimento do público é impensável alguém julgar ou pretender no mês de Agosto conseguir resolver algum problema que se lhe depare. Não está em causa discutir um direito que eu próprio também usufruo, mas atendendo aos três meses de Verão de que todos nós dispomos, parece-me no mínimo absurdo o facto de se determinar que o mês de eleição para a maioria das pessoas tenha necessariamente de ser Agosto para o gozo das férias a que têm direito.