congeminações

Concordo inteiramente com a não descida do ISP

E pela simples razão de que muito antes, mas mesmo muito antes da escalada dos preços, já o Estado arrecadava cerca de 60 cêntimos de imposto por cada litro de combustível. Se agora cometesse o erro de baixar o imposto não seriam os consumidores a beneficiar dessa baixa mas sim os revendedores e distribuidores de combustíveis que de imediato passavam a comer o valor dessa descida.

Concordo isso sim que se tomem medidas no sentido de estimular e beneficiar os sectores produtivos, agricultura, pescas, transportes, por forma a serem evitados os aumentos daí resultantes.

Para tal deveriam ser estabelecidas regras legislativas no sentido de através dum apertado controle, possibilitar a estes sectores recuperarem tal como acontece com o IVA, 50% do ISP, face ao combustível gasto na sua actividade, sendo absolutamente indispensável a apresentação de documentos de despesas relativos aos abastecimentos efectuados. Julgo que desta forma o governo estaria a dar uma ajuda significativa ao sector produtivo e este deixar de ter motivos para vir contestar com efectivamente tudo aponta que irá acontecer. E uma medida destas de forma alguma representaria um recuo face à afirmação do 1º. Ministro de que efectivamente seria irresponsável fazê-lo.