Arquivo de Julho, 2008

Segundo “El Mundo” este foi o primeiro modelo da Honda a ser entregue ao produtor cinematográfico Ron Yerxa

Este Honda modelo FCX Clarity propulsionado por hidrogénio foi o primeiro a ser entregue a um produtor de cinema e este fabricante nipónico espera poder colocar no mercado dos EUA nos próximos 3 anos 200 unidades deste modelo de funcionamento a hidrogénio que não produz CO2. Em termos ambientais face a uma tão baixa produção de veículos com esta característica não poluente, julgo que pouca importância terá no capítulo da diminuição da poluição ambiente.

Por mais que se esforce a corporação da classe em demonstrar o contrário os factos provam que efectivamente a motivação principal da classe médica é o dinheiro

Sim porque a vocação essa em relação a alguns profissionais, fica muito longe de poder ser demonstrada. Esquece-se o responsável da corporação de que qualquer outra actividade profissional não menos digna do que a da classe médica não dispõe nem dos mesmos meios nem das mesmas prerrogativas para se poder valorizar do ponto de vista profissional, através da possibilidade de chegar a rendimentos mensais que ultrapassam largamente a maioria de outros profissionais que não conseguem ver a actividade que exercem devidamente valorizada face à remuneração que conseguem obter através do seu exercício. E se existem porque temos consciência disso, profissionais que abraçaram a carreira médica pela exclusiva motivação de a exercer com vocação e vontade de ajudar o próximo diminuindo-lhe o sofrimento através da sua capacidade profissional sem qualquer objectivo de melhorar o seu conforto económico proporcionado pelo seu exercício, outros há que se limitam a cumprir com as suas obrigações profissionais mas apenas e só visando a melhoria do seu rendimento mensal e anual de forma a obter o seu enriquecimento. De resto não é difícil apurar-se que duma maneira geral, salvo honrosas excepções que confirmam a regra, os médicos de especialidade, sobretudo os ligados à medicina cirúrgica, duma maneira geral atingiram patamares económicos não alcansáveis por qualquer outra profissão tidas como liberais, por não lhes serem proporcionadas as mesmas condições de prestação de serviço nem a cobrança dos respectivos honorários.

Achei muito interessante esta abordagem do blog dos editores da BBC Brasil sob o título o cálculo da corrupção

Para muitos a corrupção é um fenômeno facilmente explicável: seria resultado da falta de caráter, da cara-de-pau, da ausência completa de vergonha na cara tanto de corruptos como de corruptores. Seria uma questão moral. Mas o economista americano Robert Klitgaard, que estuda o fenômeno há décadas e é considerado um papa do assunto, deu-se ao trabalho de criar uma fórmula para explicar a tal da corrupção: C = M + D – A.

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Explico: corrupção seria o resultado de “monopólio” (M), mais “critério próprio” (D, do inglês “discretion”), menos “responsabilização pública” (talvez a melhor forma de traduzir “accountability”, o A da fórmula). Ou seja, para Klitgaard, o clima que permite o avanço da corrupção é marcado por monopólio em alguma atividade, decisões tomadas com critérios próprios e resultados que não são alvo de responsabilização pública, não há cobrança sobre o que foi feito.

Desde que eu me conheço por gente o Brasil se depara, regularmente, com casos (ou suspeitas) de corrupção que parecem superar os recordes anteriores, em termos de número de pessoas envolvidas, montantes desviados e complexidade dos esquemas montados. A investigação da Polícia Federal que levou às breves prisões do banqueiro Daniel Dantas e do ex-prefeito paulistano Celso Pitta é a mais nova história que provoca indignação popular. Não é preciso haver culpa provada na Justiça (e a cética população brasileira tende a achar que não haverá) para que o cidadão pense mais uma vez que o país não tem jeito e que a corrupção é um problema moral sem solução.

Sem querer necessariamente assinar em baixo da fórmula de Robert Klitgaard, o interessante no exercício do economista é ele tentar buscar uma explicação lógica para o fenômeno que tantos milhões tira dos cofres públicos de nações pelo mundo afora, especialmente na América Latina, África e Ásia. Isso porque, se o Brasil quiser mesmo combater esse mal, precisa entender por que ele nasce, cresce e se reproduz como coelho. É como a chamada Lei Seca: a lei, com aplicação severa, por si só pode trazer resultados positivos inicialmente, mas é preciso entender por que os brasileiros sempre foram tão complacentes com a condenável prática de dirigir depois de beber.

O Brasil poderia também criar uma lei simples, dizendo que a corrupção está proibida, mesmo já havendo inúmeras outras que visam coibir o que muitos chamam de “praga brasileira”. Não traria muito resultado. É preciso combater os elementos que estão na equação de Klitgaard ou outros que venhamos a identificar na realidade nacional. É possível argumentar que os dois fatores que ele aponta como responsáveis pela corrupção aparecer (monopólio e critério próprio) não são necessariamente os vilões. Afinal criticar monopólio parece coisa de quem quer a privatização absoluta, diriam muitos. Mas é preciso pelo menos apoiar o elemento que Klitgaard aponta como o inimigo da corrupção: a tal “accountability”, ou responsabilização pública.

Nesse aspecto, a Justiça tem um papel central, logicamente, assim como Congresso e Executivo. Mas a mídia deve cobrar essa responsabilização e expor aqueles que escapam de um escrutínio oficial, como em grande medida já vem fazendo. Quanto maior for essa pressão por responsabilização, menor será a corrupção do outro lado da equação. Em países mais bem estruturados e historicamente mais maduros no combate a irregularidades, a imprensa e a sociedade civil organizada nem precisariam ser tão ativas para manter o pessoal nos eixos. Mas no Brasil a pressão do A da conta de Klitgaard precisa ser infinitamente maior. Inicialmente ela pode apenas fazer com que mais e mais casos fiquem conhecidos da população. Mas, no futuro, ela pode forçar o que hoje parece impossível: realmente diminuir a ocorrência e a gravidade dos casos de corrupção no Brasil.

da autoria de Rogério Simões

Comentário

Porque julgo sem margem para qualquer dúvida que este cálculo é perfeitamente aplicável ao nosso País veja-se o caso recente da derrapagem de 288% da ponte de Coimbra, não hesitei em transcrever este artigo de opinião que contrariamente ao seu autor não é um mal de que apenas enfermam os países africanos, asiáticos e latino-americanos, este problema tem uma abrangência universal pese embora se aplique esta  ou outras fórmulas de cálculo.

Este alerta parece-me que deve ser levado em linha de conta

alertas

Terminados que foram os tratamentos de quimio e radioterapia e sobretudo uma dieta rigorosa, eis que estou tentando voltar ao meu ritmo habitual de vida

Ontem uma sardinhada à séria na moradia da filha mais velha, com um tinto à acompanhar. Hoje uma viagem a Mogofores para rever os amigos do Uige-Angola e uma tentativa de reviver o passado. Saída de Oeiras às 10H30, chegada à Mealhada com paragem no Restaurante a Metinha onde já é hábito comer o tão famoso leitão à Bairrada regado com um Sarmentinho um vinho de produção exclusiva da casa. Lá consegui entusiasmar o filho e a nora em nos acompanhar o que tal como nós apreciaram o leitão servido neste restaurante. Terminado o repasto e liquidada a conta seguimos em direcção a Anadia e daí em direcção a Mogofores. E lá encontramos muitos dos nossos amigos e conhecidos do Uige no parque das merendas e que à semelhança de todos os anos e no último domingo do mês de Julho se reunem para confraternizar e reviver o passado. É sempre muito agradável rever os amigos com quem partilhamos experiências muito ricas vividas em Angola. A máquina fotográfica que tivemos o cuidado de levar acabou por ficar esquecida no automóvel estacionado no parque e como os diálogos foram-se sucedendo num enorme ritmo não nos permitiu voltar ao carro para a ir buscar e registar este agradável encontro. Mas para o ano lá estaremos de novo para rever estes ou outros amigos que se disponham aparecer porque com excepção de alguns que não falham ano nenhum este encontro dos uigenses, muitos outros há que só aparecem esporadicamente. E o organismo desabituado face à dieta rigorosa que fiz durante praticamente dois meses está a reagir bem ao repasto de ontem e de hoje o que me leva a pensar que posso voltar de novo ao meu anterior regime alimentar.

A minha solidariedade para com o blog “Jumento” face à tentativa do seu silenciamento

Cada vez que acesso ao blog “Jumento” que como já por várias vezes o referi é para mim uma referência do ponto de vista da oportuna abordagem do seu autor surge esta mensagem:

Isto porquê?

Porque deve haver muita gente que não estando de acordo com a contundência da abordagem utilizada pelo seu autor pretendem numa primeira fase dificultar o acesso ao blog e muito provavelmente numa segunda fase tentar o seu silenciamento tal como aconteceu com o blog de Aveiro.

Obviamente que, na qualidade de fiel leitor do “Jumento” acredito que o seu autor quando se sentir impedido de continuar a produzir o seu notável trabalho, escolha outra solução para ultrapassar qualquer impedimento estou ciente disso. De qualquer forma quero aqui e agora manifestar a minha solidariedade para com o autor do blog o “Jumento”

Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, sugere que homens que consomem produtos à base de soja podem ter o número de espermatozóides reduzido pela metade.

A pesquisa, publicada na revista científica Human Reproduction, analisou o sêmen de 99 homens com idade média de 36 anos e comparou a concentração de espermatozóides com a quantidade de soja consumida na dieta de cada um nos três meses anteriores à análise.

Segundo os pesquisadores, a concentração considerada “normal” de espermatozóide no sêmen fica entre 80 e 120 milhões por mililitro.

No entanto, a equipe observou que os participantes que consumiam em média uma porção de comida à base de soja em dias alternados apresentavam uma redução de 41 milhões no número de espermatozóides.

Apesar da redução, o estudo indica que o consumo de soja não afetou a mobilidade ou morfologia do esperma, nem o volume de ejaculação.

Hormônio

De acordo com Jorge Chavarro, que coordenou o estudo, uma substância química chamada isoflavona, presente em alimentos à base de soja como o tofu ou o leite, podem interferir na produção de esperma.

Ele explica que essas substâncias, também chamadas de fitoestrogênios, podem ter efeitos similares aos do estrogênio e reproduzir sua ação no organismo, o que afetaria a produção do esperma.

Chavarro observou ainda que os homens obesos que participaram da pesquisa eram ainda mais suscetíveis estes efeitos, o que poderia indicar que um nível alto de gordura no corpo também poderia aumentar a produção de estrogênio nos homens.

“Esses dados sugerem que um maior consumo de alimentos à base de soja e isoflavonas da soja está associado à redução na concentração de esperma”, afirma o estudo.

Fertilidade

Apesar dos resultados, o estudo aponta que, em algumas regiões da Ásia, o consumo de soja era consideravelmente superior ao máximo consumido pelos voluntários observados na pesquisa.

O professor de Andrologia da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, Allan Pacey, afirmou que se a soja realmente tivesse um efeito prejudicial na produção de esperma, a fertilidade em algumas regiões asiáticas também seria afetada e não há nenhuma prova de que isso esteja acontecendo.

“Muitos homens estão obviamente preocupados sobre como sua dieta ou estilo de vida poderia afetar sua fertilidade por reduzir o número de espermas. Os compostos de estrogénio na comida ou no ambiente já são motivo de preocupação há muitos anos”, disse.

“Teremos que observer a dieta adulta com mais cautela. Apesar de que o fato de várias áreas do mundo terem a soja como uma parte essencial de suas dietas e não aparentam sofrer de nenhuma alta no índice de fertilidade em relação aos países ocidentais sugere que, se há algum efeito, é muito pequeno”, afirmou Pacey.

da BBC Brasil

Conheço várias pessoas que fazem da soja a sua base na dieta alimentar. Desde o leite de soja pela manhã que custa mais do dobro de qualquer outro tipo de leite ao “tofu” etc.etc. Que dirão essas pessoas ao conhecerem esta conclusão que desmonta a ideia daqueles que apostam fortemente na convicção de que se pode fazer uma dieta alimentar essencialmente à base de soja.


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