Arquivo de Abril, 2009

A unânimidade parlamentar pelos vistos só acontece quando a matéria em discussão é de alto interesse para os partidos

Foi o que curiosamente aconteceu hoje na votação da nova Lei de financiamento dos partidos em que foi aprovada por unânimidade, com a única excepção do deputado José Seguro do PS que não concordou continuar a Estado mesmo em altura de crise a dispender os mesmos apoios financeiros aos partidos. Mas o mais curioso ainda foi que o PS  e PSD através dos seus representantes instados pela televisão referiram que a aprovação desta Lei deveu-se à preocupação de acabar com a dificuldade que a anterior Lei causava aos apoios que eram dados à Festa do Avante. Ou seja embora no fundo todos estivessem interessados em aumentar substancialmente os apoios financeiros do seu partido, como não tinham argumentos para tal serviram-se do problema que estava a ser criado pela anterior Lei ao PCP, para aproveitando a boleia, resolverem também os seus próprios problemas. E isto não significa que o processo de financiamento dos partidos passe, face à nova Lei, a ser mais transparente, bem pelo contrário. Tal como Sandanha Sanches referiu as malas, maletas e baús cheias de dinheiro vão passar a ser uma constante, mas as contrapartidas vêem depois. Em conclusão esta atitude colectiva provocou em mim uma verdadeira desilusão, porque afinal quando se trata de se confortarem económicamente a unânimidade é uma constante entre os partidos com assento parlamentar.

Segundo noticia o “El Mundo” um condutor mata na Holanda 4 pessoas por atropelamento, numa acção deliberada

ACCIDENTE | El atropello fue ‘una acción deliberada’

Un conductor mata a cuatro personas en Holanda durante el desfile de la Reina Beatriz

Estado en el que quedó el vehículo tras arrollar a varias personas en Holanda. | Efe
  • Cinco personas sufren heridas graves y ocho leves
  • El conductor sobrevivió y está detenido en un hospital
  • Tras el atropello, la reina Beatriz ha cancelado las celebraciones

Cuatro personas han muerto tras ser atropelladas por un coche mientras presenciaban en la localidad holandesa de Apeldoorn, a 90 kilómetros de Amsterdam, el desfile del Día de la Reina, en el que participaba la Familia Real holandesa.

El atropello fue “una acción deliberada”, informó un portavoz de Justicia en una conferencia de prensa, aunque se desconoce el motivo que llevó al hombre a llevar a cabo el ataque. No se encontraron explosivos en el coche, un Suzuki Swift negro.

Cinco personas sufren heridas graves y ocho leves. El conductor del vehículo, de 38 años, está entre los que se encuentran en estado grave. Fue detenido y trasladado a un hospital, donde fue operado y más tarde volverá a ser interrogado por la policía. No tiene antecedentes ni hay datos de que sufriera problemas psíquicos, según las autoridades.

El hombre atravesó con su coche las vallas de protección en un cruce de calles en el momento en que pasaba la familia real en un autobús sin techo. Se llevó por delante a personas que seguían los actos del Día de la Reina, el festivo nacional más importante de Holanda, y acabó estrellándose contra un monumento.

Comentário

Este monstro deveria e certamente que o vai ser, castigado exemplarmente

Uma das minhas preferidas deste grupo

Abriu a caça ao voto

Não se deixem enganar

pelas falsas promessas

pois na hora de votar

não se deve ir em conversas


Em período de eleições

como já é habitual

aparecem os galifões

que enganam Portugal


Oferecem tudo e a todos

como se tal fosse possível

os que se vestem de tolos

acreditam no incrível


A esquerda está a ganhar

eleições noutros países

vamos por isso experimentar

se com eles mudam as directrizes


Que tornem a sociedade

mais justa do que agora está

um  governo com seriedade

é o que nos faz falta por cá


Não votemos em mais do mesmo

cometendo o mesmo erro

já nos basta o que sofremos

não os queremos voltar a vê-los


A prejudicar este País

duma forma flagrante

gente deste cariz

não merece atenuante

A comunicação social tem dado um enorme relevo às descidas pouco significativas que se estão a registar no mercado imobiliário

E afirmo com convicção de que são insignificantes as descidas que até ao momento se têm registado no mercado imobiliário que tanto relevo tem merecido da comunicação social. Este fenómeno registou-se noutros países, onde também existia especulação no mercado imobiliário e onde hoje se compra habitação a menos 30% do que anteriormente ou seja quando se praticavam preços especulativos e estes decréscimos nos preços das casas não têm qualquer impacto para animar a procura que pura e simplesmente se está a resumir ao mercados dos usados. Hoje em dia muita gente está a optar pela compra de habitação usada porque é francamente mais barata além de quem vende acaba por tirar valores significativos ao preços inicialmente pretendidos. Não há ninguém que consiga vender um apartamento ou moradia usada pelo preço pretendido. Já por diversas vezes abordei este tema e julgo que o el-dorado do mercado imobiliário está com os dias contados. Haverá muitas imobiliárias que vão acabar por encerrar porque os negócios não acontecem. Nesta altura é visível a quantidade de placards de agências anunciado a venda de apartamentos e moradias, são em número nunca visto. A Banca está cheia de casas que, por força do incumprimento contratual de quem a ela recorreu para a compra de casa e não consegue cumprir os seus compromissos acaba por perder a casa através do accionamento da penhora.  Tenho a convicção de que tal como noutros países dentro em breve o preço das casas novas que estão colocadas no mercado imobiliário irão sofrer uma baixa de 30% ou até mais sobre o custo actualmente pedido pelas empresas de construção civil, sob pena dos prédios começarem a degradar-se porque não existem potenciais compradores, quer por razões da situação económica do país e sobretudo pelo índice elevado de desemprego que está em crescendo.

O pretencioso Santana Lopes candidato à presidência da edilidade lisboeta apresentou um programa para ser executado em dois mandatos

Afirmo em título que Santana Lopes é um pretencioso candidato à presidência da edilidade lisboeta, porque não tendo sequer garantida a eleição para cumprir o primeiro mandato, elaborou um programa que só pode ser cumprido em dois mandatos. Mas como julgo que a maioria dos munícipes de Lisboa não lhe reconhece qualquer mérito nem competência para voltar a gerir os destinos da sua autarquia, nem sequer um mandato ele terá oportunidade de cumprir e muito menos o seu programa eleitoral, do qual decerto não farão parte os automóveis topo de gama, tendo em vista o procedimento anterior que o mesmo se proporia adquirir para se fazer passear à pála do erário público. Lá o vamos de novo ouvi-lo, depois do seu novo desaire eleitoral, sim porque não acredito que ele se contente com apenas um lugar de vereador, dizer que vai andar por aí. E porque ele é reincidente em desaires eleitorais vai após aquele que vai sofrer a líder do seu partido, candidatar-se a presidente do partido para realizar outras tentativas de exercer elevado cargo político.

Segundo as últimas sondagens a abstenção continua com tendência para subir

Sempre o escrevi que achava um erro crasso da parte do eleitorado que se abstem pensar que essa atitude contribui para inverter o curso das p0líticas adoptadas pelos governos ou uma forma de penalizarem os partidos. E mais disparatada me parece essa atitude na medida em que não é por os eleitores se absterem de votar que os partidos que normalmente disputam o poder o PSD e o PS são penalizados ou sequer por essa razão deixam de continuar com as suas políticas centralizadoras. Isto porque embora existam outras forças políticas que nunca foram governo, os eleitores são incapazes de neles votarem porque, com excepção do CDS, se assumem como forças de esquerda e pelos vistos para a maioria dos eleitores que se abstêem os 48 anos de ditadura de direita não foram suficientemente dissuasores da sua tendência jamais pender para partidos da esquerda.  Não entendo muito bem esse seu medo e ainda mais sabendo-se que é na esquerda que se centram as preocupações dos seus líderes no sentido de serem melhoradas as condições sociais dos mais desfavorecidos nomeamente nas condições básicas de acesso à saúde e ensino. Apesar dos apelos que os dirigentes políticos fazem ao eleitorado abstencionista este interpreta a sua atitude como uma forma de castigar os partidos, quando tal interpretação não passa dum enorme erro.


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  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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