Arquivo de Janeiro, 2010

Segundo o Autoblog escritórios de advogados nos EUA vão accionar judicialmente a Toyota face aos aceleradores defeituosos

Postado em 31 Jan, 2010 por Thomas Ricker
Se o famoso caso dos tapetes com defeito  tem o seu próprio processo  nos E.UA., era de esperar que os pedais “auto-aceleradores” não eram o gancho. E assim foi. Nos E.U.A, onde este tipo de coisas acabam no próprio tribunal ou de outra, os escritórios de advocacia Parker Waichman Alonso e Becnel Law Firm uniram forças para processar a Toyota em nome de centenas de clientes afectados de uma maneira ou outra, pelos pedais defeituosos seus veículos.

Os documentos afirmam que a acção “visa beneficiar todos os moradores E.U.A que comprou um modelo Toyota 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e / ou campanhas de 2010 para o serviço”, o que certamente implica milhões de unidades … e milhões de dólares para dividir entre os advogados (ao invés dos seus clientes, que receberão as migalhas do acordo, no melhor caso).

O curioso é que a demanda Parker Waichman Alonso e Becnel Law Firm accionam a Toyota não por esconder a informação ou recusar-se a prosseguir com as reformas (que o fizeram em conformidade com a lei), mas porque os consumidores foram afectados pela ” entre outras coisas, a perda económica e stress emocional grave “não podendo utilizar os seus veículos. Além disso, a Toyota é acusada de violação e quebra de garantia.

Comentário

Claro está que isto vai sair caro à Toyota mas será bem feito para eles aprenderem a não incorporarem componentes de outros fabricantes nos seus automóveis e de preferência voltarem a produzi-los no Japão dado que foram perdendo a partir do momento que começaram a ser montados noutros países a qualidade a que nos habituaram quando eram produzido no Japão.

É caso para afirmar que bela imagem têm os humoristas do nosso País

Numa ilha maravilhosa e deserta no meio do imenso oceano, após um terrível naufrágio, encontram-se as seguintes pessoas:

– dois italianos e uma italiana;
– dois franceses e uma francesa;
– dois alemães e uma alemã;
– dois gregos e uma grega;
– dois ingleses e uma inglesa;
– dois búlgaros e uma búlgara;
– dois japoneses e uma japonesa;
– dois chineses e uma chinesa;
– dois americanos e uma americana
– dois irlandeses e uma irlandesa;
– dois portugueses e uma portuguesa.

Passado um mês, nesta ilha absolutamente paradisíaca, no meio do nada, a situação era a seguinte:

– Um dos italianos matou o outro por causa da italiana;
– Os dois franceses e a francesa vivem felizes juntos num ménage-a-trois;
– Os dois alemães marcaram um horário rigoroso de visitas alternadas à alemã;
– Os dois gregos dormem um com o outro e a grega limpa e cozinha para eles;
– Os dois ingleses aguardam que alguém os apresente à inglesa;
– Os dois búlgaros olharam longamente para o oceano, depois olharam longamente para a búlgara e começaram a nadar;
– Os dois japoneses enviaram um fax para Tóquio e aguardam instruções;
– Os dois chineses abriram uma farmácia/bar/restaurante/lavandaria e engravidaram a chinesa para lhes fornecer empregados para a loja;
– Os dois americanos estão a equacionar as vantagens do suicídio porque a americana só se queixa do seu corpo, da verdadeira natureza do feminismo, de como ela é capaz de fazer tudo o que eles fazem, da necessidade de realização, da divisão de tarefas domésticas, das palmeiras e da areia que a fazem parecer gorda, de como o seu último namorado respeitava a opinião dela e a tratava melhor do que eles, de como a sua relação com a mãe tinha melhorado e de que, pelo menos, os impostos baixaram e também não chove na ilha…
– Os dois irlandeses dividiram a ilha em Norte e Sul e abriram uma destilaria. Não se lembram se o sexo está no programa por ficar tudo um bocado embaciado depois de alguns litros de whisky de coco. Mas estão satisfeitos porque, pelo menos, os ingleses não se estão a divertir…
– Quanto aos dois portugueses e a portuguesa que também se encontram na ilha, até agora não se passou nada porque resolveram constituir uma comissão encarregada de decidir qual dos dois homens seria autorizado a requerer por escrito o estabelecimento de contactos íntimos com a mulher.  Acontece que a comissão já vai na 17ª reunião e até agora ainda nada se decidiu, até porque falta ainda aprovar as actas das 5 últimas reuniões, sem o que o processo não poderá andar para a frente. Vale ainda a pena referir que, de todas as reuniões, 3 foram dedicadas a eleger o presidente da comissão e respectivo assessor, 4 ficaram sem efeito dado ter-se chegado a conclusão que tinham sido violados alguns princípios do código de procedimento administrativo, 8 foram dedicadas a discutir e elaborar o regulamento de funcionamento da comissão e 2 foram dedicadas a aprovar esse mesmo regulamento. É ainda notável que muitas das reuniões não puderam ser realizadas ou concluídas, já que duas não continuaram por falta de quórum, uma ficou a meio em sinal de protesto pelo agravamento das condições de vida e 5 coincidiram com feriados ou dias de ponte…

Na comemoração do 31 de Janeiro de 1910, Cavaco Silva apela a uma espécie de União Nacional

Cavaco Silva hoje no Porto discursando sobre a tentativa falhada em 1891 para a implantação da República apelou a uma espécie de União Nacional. E é compreensível este seu apelo tendo em vista o anúncio da candidatura de Manuel Alegre na corrida ao seu lugar e o que para si em termos de transtornos, face à sua recandidatura ao lugar que ocupa,  poder significar se entretanto o governo socialista caísse no decurso deste ano. Estamos pois perante a manifestação duma preocupação que nada tem a ver com os problemas do país mas sim com os pessoais de alguém que aspira continuar a ser inquilino de Belém.

É costume dizer-se que no Carnaval ninguém leva a mal

Julgo ser uma expressão disparatada e vou explicar porquê. Desde muito jovem nunca apreciei as conhecidas partidas de Carnaval que aqueles que as praticam julgam ter com elas muita piada. E se quando jovem nunca achei graça nenhuma ás partidas de Carnaval hoje ainda lhes acho menos graça, sobretudo ás chamadas brincadeiras de alguns jovens de hoje que já me causaram prejuízos materiais, isto revelando uma completa falta de sentido de responsabilidade de quem se serve desta época para praticar os mais diversos actos de vandalismo. Vamos pois entrar na conhecida época do Carnaval a qual vai permitir a todos quantos se servem dela para dar azo à pratica de actos de total irresponsabilidade desde o arremesso de balões cheios de água,  alguns contendo pedras que são efectuados de locais onde não é possível detectar o seu autor, assim como outro tipo de acções sem o mínimo de piada que apenas servem para colocar em risco a integridade física de alguém sujeito a esse tipo de manifestações que de carnavalesco nada têm.

No Canadá não gastam dinheiro com câmaras nem outro tipo de investimentos vultuosos, usam a inteligência

Até onde nos ajudou o engenho e a arte!!!!!!!!!

Como é que isto funciona como controle de velocidade?

Isto sai mais barato que as câmaras, não?


Bastante eficaz, huh???? especialmente porque são mudados de sítio todos os dias.

Não é maravilhoso? Sim, mas isto é um Canadá ousado,com resultados à vista.

Henrique Monteiro no seu artigo de opinião hoje no “Expresso” sob o título “O imperioso saneamento do Estado”

Salientando uma realidade com a qual também estou de acordo, a de que é preciso acabar com os interesses partidários acima dos interesses do País, o que tem sido pratica corrente entre as forças políticas que nos têm governado nestes últimos 30 anos, esqueceu-se de apontar em relação à situação actual que o País vive o flagelo do desemprego que resulta numa maior sobrecarga da Segurança Social, as reivindicações salariais dos trabalhadores da função pública, nomeadamente a greve recente dos enfermeiros e outras que vão sendo anunciadas por outras classes profissionais, como se a situação de crise do País não tivesse nada a ver com eles e ainda as situações de catástrofes motivadas pelas fortes intempéries que se têm registado e motivado elevados prejuízos no sector agrícola, já para não falar nos golpes que foram dados na Banca nomeadamente no BPN e BPP cujas injecções de capital estão a sair dos cofres do Estado. O reconhecimento da necessidade dum saneamento do Estado julgo ser uma evidência comum a quase toda a gente com excepção daqueles que beneficiam directa ou indirectamente do reconhecimento da sua não necessidade. Mas é preciso ter em conta de que o País tem, ao nível da Administração Pública, deixar de fixar salários em função duma licenciatura, mas sim na qualidade e produtividade dos trabalhadores dos respectivos quadros técnicos, princípio que aliás é praticado por exemplo nos EUA um dos quais Portugal se serve de modelo de gestão, onde um técnico especializado, sem licenciatura ganha muito mais do que um licenciado sem especialização.

Foi-me enviado este apelo com o pedido de divulgação

Centro Hospitalar Baixo Alentejo, EPE
Hospital José Joaquim Fernandes – Beja
Rua Dr. António Fernando Covas Lima
7800-309 BEJA

‘Chamo-me Catarina Pinto, tenho um filho com 15 meses chamado Francisco.
Desde os primeiros dias de vida tem sido extremamente difícil alimenta-lo, rejeita todo o tipo de alimentação, não por reacção alérgica mas por não querer.
Tem sido sempre acompanhado pelo Hospital Fernando Fonseca onde já lhe fizeram todo o tipo de exames e não conseguem nenhum tipo de diagnostico, já foi alimentado por umas sondas mas nem por isso aumentou de peso.
Com 15 meses pesa apenas 6.900 gramas .
Peço que alguém que tenha conhecimento de algum caso igual ou semelhante que me contacte imediatamente para que eu possa saber de que maneira poderei ajudar o meu filho.
Muitíssimo Obrigada
Ana Cristina Pinto
Tel.: 962439830 ‘

Serviço SOS Criança
Instituto de Apoio à Criança
Portugal


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