“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.

“A Máfia Médica” é o título do livro que  custou à  doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.  Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à  autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

– Porquê essa decepção?
=Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.

Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.

-E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?
=Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso.

– E quem designa esse comité científico?

= Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controlo é absoluto.

– E isso foi clarificador para si…?
=E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo.

– O poder económico?
= Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes…. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

UM SISTEMA DE ENFERMIDADE
-Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”
= Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.

– Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!
= Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.

– E que papel desempenha o médico nessa máfia?
=O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

-O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.
=A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

– É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
= Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.

-Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas
= São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.

-E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, mediáticas e económicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?
= Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.

– E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.
= Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.

A MAFIA MÉDICA
-Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?
= Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a industria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.

– Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?
= Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.

– Em que consiste essa declaração?

=Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.

– Uma acção que não se questiona
= Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder económico!

– Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controlo?
= Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.

– Uma máfia sumamente poderosa!
= Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

AS AUTORIDADES MENTEM
-O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ´”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.
= Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.

– Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém.

Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas
= Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.

Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se
destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.

– A quais se refere?
= Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.

– E até que ponto podem ser também perigosas?
= As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.

– Agradeceria que mencionasse algumas
= Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a industria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “sida silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência
médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no património genético hereditário de quem se queira.

-Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.
= Eu afirmo que a teoria de que o único causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos casos de vírus VIH, sem sida (seropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado.

– Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório
= Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.

-Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida
= Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imuno-depressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.

-Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério
=O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anómala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.

– E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”
= Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia). Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.

A MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
– No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?
= Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem agua e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da agua desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.

– Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado
= Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como isto.

– E em que ponto crê que estamos?
= Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.
– E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?
= O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.

– E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?

= Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.

Laura Jimeno Muñoz
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13-01-2010              1

35 Responses to ““A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina.”


  1. 1 Diogo Janeiro 19, 2010 às 11:38 pm

    Eis um livro que terei muito prazer el ler. Bom post!

  2. 3 cristinalopes Janeiro 22, 2010 às 11:45 pm

    Um livro a ler sem duvida. A ligação entre a Medicina e os seus barões e a grande industria farmaceutica penso q já nem seuqre pode ser contestada. Temos recentemente mais uma pandemia artificialmente criada, apadrinhada pela OMS e que encheu de lucro as gds industrias faramaceuticas e os poderosos laboratórios.
    A prevenção da malária e outras nãolhes dá lucro, por isso não têm feito nada.
    A simples auscultação q tão bem dava a conhecer ao medico o paciente é hoje desusada porque não é um meio de diagnostico apadrinhado pelo lucro e assim por diante.

  3. 4 salete Junho 8, 2010 às 8:44 pm

    Hoje a madicina moderna mata mais que cura, porque eles tratam a doença nao o paciente e o tratamento dado por eles tu busca na farmacia indicado pelo laboratorio que e favoravel a eles.

    • 5 Adelaide kniss Julho 14, 2010 às 11:47 pm

      Já dizia meus pais In memorian, Os erros medicos a terra cobre. Para mim é desumano procurar um tratamento médico e morrer ou quase morrer. Como também desumano é frequentar uma escola e sair analfabeto. E o pior, tu frequentar uma religião e acabar no inferno. É bem como diz um certo livro que leio muito o seu autor diz: O nosso povo está morrendo por falta de conhecimento.
      Só resta pedir MISERICORDIA SENHOR.

      • 6 Teodomiro Marinho Fevereiro 7, 2012 às 9:11 pm

        Oséias 4.6, diz que o povo perece por falta de conhecimento por omissão do pastor.
        Os pastores evangélicos, em particular os adventistas, são doutrinados para defender a ciência médica e proteger a profissão do médico incluindo os chamados “cartéis de medicamentos”. Os ministros saem das escolas de teologia falando a mesma linguagem do médico comum. Nas escolas de teologia eles são treinados para defender o diploma de médico, o corporativismo e a reserva de mercado, ao tempo em que se declaram contra as terapias naturais e a homeopatia, além da acupuntura e a iridologia, dizendo serem métodos de tratamento que não merecem crédito por não terem “embasamento científico”.
        Isto acontece porque a instituição religiosa está comprometida com a Medicina oriunda da Mesopotâmia que se desenvolveu no Egito. Através da Universidade de Loma Linda, situada ao sul da Califórnia (EUA), a igreja adventista representa o quarto maior centro de formação de médicos alopatas do mundo.

  4. 7 Fernando Julho 1, 2010 às 10:36 pm

    com total certeza este é um limbro para degustar… muito boa a entrevista, com perguntas interessantes e respostas espetaculares… eis um tema para procurar mais
    valeu
    Fernando

  5. 8 clotilde bassetto Julho 10, 2010 às 5:04 pm

    Parabéns, verdadeira doutora.
    Trabalho dentro da área alternativa já há uns bons 20 anos. Atendo pessoas que já passaram por toda via crucis da medicina e não encontraram nem alivio nem solução. Os relatos são indescritíveis: abrangem desde a prepotência dos que se julgam e agem como semideuses até erros absurdos, desumanidade, e situações irremediáveis; sempre acobertados pelo próprio sistema. Quanto efeito colateral de vacinas em crianças!Quanta medicação errada! Quanta intoxicação ignorada….. Quanto erro médico que não é denunciado! Trabalhei durante 7 anos com portadores den HIV e familiares dentro de um trabalho voluntário. Os relatos sobre a desumanidade são de doer o coração. Não há para quem reclamar. Pelo menos eu desconheço aqui no Brasil. Existe realmente uma caça às bruxas, uma inquisição com outra cara, tão perversa quanto a inquisiçaõ que a história nos relata; só que agora o poder é globalizado.
    Nosso corpo é sábio e tem seus mecanismos de auto-organização. recuperação

    • 9 Teodomiro Marinho Fevereiro 7, 2012 às 9:17 pm

      Como eu era muito doente e sofria por isto, um dia resolvi mudar e procurei conhecimento para ser terapeuta holístico, nas especialidades de iridologia nutrição natural, sucos e ervas medicinais e o resto veio com o tempo, sou ministrante do curso básico para formação de terapeuta nutricional iridologista, autorização 0020/02, do CRTH-BA. JÁ SÃO 2O QUE ATENDO COM O EXAME DA ÍRIS E 23 ANOS ENSINANDO COMO TER UMA SAÚDE REGULAR. ESTE LIVRO APENAS CONFIRMA A FALTA DE HONESTIDADE E OS ATOS CRIMINOSOS DE CERTAS CORPORAÇÕES QUE USAM A IGNORANCIA DOS USUÁRIOS.

  6. 10 Vívian Julho 31, 2010 às 2:21 pm

    Um ato que demonstra liberdade no agir, no sentir e no pensar. Esta obra será um guia para os buscadores da cura de uma forma golbal. Que seja sempre iluminada neste salto quãntico. Amor e Luz, Vívian Cruz

  7. 11 Hipólito Merino Alves Novembro 1, 2010 às 2:17 pm

    Essa mulher mostra a realidade da humilhação à qual é submetida a população brasileira.Sou aposentado, paguei INPS durante mais de trinta anos e hoje tenho que mendigar uma consulta pelo SUS. Demora 120 dias para ser atendido por um cardiologista .. 60 ou 90 dias para um Pneumo. O mesmo prazo para Ortopedista. Inventaram a tal de UPA que não funciona, tendo sido mais uma atitude eleitoreira do que uma solução para atendimentos médico para a população . A medicina no Brasil está na UTI. Infelizmente a saúde em Teresópolis esta uma calamidade.

  8. 12 denise martins moreno Novembro 8, 2010 às 8:08 pm

    Também, na condição de médica, apoio totalmente a Dra. Ghislaine Lancot.
    Como ela, procuro, fazendo um trabalho de “formiguinha” conscientizar as pessoas que a medicina perfeita é a da alma. SEMPRE!!!
    Estou incrivelmente emocionada com esta entrevista e vou providenciar a leitura do livro o mais rápido possível.
    PARABÉNS

  9. 14 angelo lanser Fevereiro 16, 2011 às 12:02 am

    me interess MUITO o asasunto. MEU irmao morreu de aids sem ninguem saber de que. TOMOU religiosamnte os coqueteis,de repente entrou em coma e vegetou por cinco anos. A carga viral quAse zero. Tinha sessenta anos. De repente se apagou.

  10. 16 Rosane Março 18, 2011 às 8:09 pm

    Sempre fui a favor da medicina alternativa e do equilíbrio na alimentação para que o resultado seja uma saúde prefeita. Trabalho na área da medicina preventiva, sou profissional de educação física, e acredito que a mudança de alguns hábitos tem que ocorrer com brevidade.
    Muita coragem e ousadia da doutora…mais pessoas deveriam seguir seu exemplo.

  11. 17 Orlando Ferrarezi Setembro 17, 2011 às 11:01 pm

    Olá a quem de direito!
    Devo parabenizar a Dra Ghislaine Lanctot pela coragem em denunciar a”máfia médica “,comandada pela OMC.Eu,com minha família,temos provas de que essa denúncia é muito procedente.E,para quem tem um pouco de informação e bom senso ,não há necessidade de entrar em detalhes.Como já ensinavam os Lamas do Tibet(antes da invasão dos bárbaros chineses) : -“Este mundo é de ilusão”.Cabe a cada um , de nós, buscar no seu interior as respostas para o seu próprio caminho….
    Muito obrigado Dra Ghislaine ,por existir !.
    Um grande abraço.

  12. 18 Lair Alves Nogueira Setembro 20, 2011 às 2:36 pm

    JÁ Faz um tempão que percebo, somos manipulados a pensar como o sistema quer que pensemos, mas a mídia de rádio e tv colabora bastante para isso. As próprias programações de tv causam um emburrecimento em massa. Acorda gente!!!

  13. 19 Maria Helena Monteiro Janeiro 27, 2012 às 5:58 pm

    Tem uma coisa que eu nao entendo;quanto mais as pessoas sao adivertidas a nao comer acucar,mais Diabeticos aparecem quanto mais adivertem de como previnir contra o Cancer,tanto mais cancerosos aparecem.Quanto mais adivertencias sao feitas a cerca da Saude e do bem viver mais gente doente aparecem.Queria saber se isto faz sentido pra mais alguem ou e’ uma paranoia!

    • 20 jaqueli Outubro 10, 2012 às 12:24 am

      Ola! Diria que ate mesmo a medicina alternativa se nao for equilibrada, permetindo que o corpo tenha um ph alcalino diariamente tambem nao e 100% segura. Demais habitos alimentares praticados trazem doenças acometendo os orgao internos em efeito domino!!! Nao adianta se privar de doces se os demais alimentos sao idem acidificantes. Saude e um conjunto de habitos naturais em equelibrio. Lembrando que ate mesmo a agua filtrada ou da torneira sao acidas pois e retirada seus minerais em sua totalidade a qual acaba sendo inutil ao corpo humano, uma vez que desidrata e acidifica o corpo num todo. O capitalismo e realmente traiçoeiro!!!

  14. 21 Jalavou Janeiro 28, 2012 às 3:02 pm

    …para quaisquer enfermidades, informem-se sobre a “Auto Hemo Terapia” e verifiquem seus resultados!!! Tbm a “acumpuntura” tem mto bons resultados!!! Aconselhe-se, SEMPRE com um profissional!…

  15. 23 Teodomiro Marinho Fevereiro 7, 2012 às 9:33 pm

    Quantas pessoas estão morrendo por dia, por causa de medicamentos e uso contínuo? Onde já se viu drogas serem usadas como alimentos?

  16. 24 Mackson Araújo Fevereiro 7, 2012 às 10:23 pm

    Não, não é pra criticar, mas sim pra refletir! refletir, depois sim criticar…

  17. 25 luiz alberto Março 31, 2012 às 1:17 pm

    O SITIO http://WWW.RESISTENCIABR.ORG MOSTRA OUTRAS MAFIA QUE DOMINAM O MUNDO E OS SEUS CELEBROS VALE A PENA DIVULGAR O SITIO PARA O BEM DA HUMANIDADE

  18. 26 Marco Aurélio Cozzi Maio 4, 2012 às 2:39 pm

    MÁFIA MÉDICA ALOPÁTICA E MÁFIA MÉDICA ALQUÍMICO-VITALISTA?
    E agora o que dizer da “máfia da recém criada acupuntura médica-científica neurogênica ou acupuntura contemporânea” que substitui a verdadeira Acupuntura/MTC (Med. Trad. Chinesa incluindo a MTIndiana, a Marmapunture ou Acupuntura Ayurveda) ocorrência que se testemunha com as praticadas no SUS, em convênios quando se omite, negligencia e age-se com imperícias no exercício dessas medicinas sino-orientais (e não só práticas, disciplinas)? E o que se poderia evitar de lesões de toda a sorte, poluições, gastos e mais gastos, absenteísmos e mesmo invalidez e óbito sobre os pacientes que só tem direito à medicina alopática, invasiva, acadêmico-científica, uma vez que deveriam ter, também, direito às medicinas vitalistas como a Acupuntura/MTC/MTI e afins, a alquímica Homeopatia nos hospitais, maternidades, salas de exames invasivos, pronto-socorro, UTIs, CTIs, etc.

  19. 27 José Fernando da Silva Julho 1, 2012 às 10:31 pm

    Amigos, gostaria de comprar o livro. Fiz uma pesquisa nas livrarias e não encontrei; também nos sebos. Alguém tem uma exemplar para copiar?

  20. 29 Marcia Agosto 13, 2013 às 8:09 pm

    Tb quero esse livro se alguém souber me avise por favor.
    Parabéns doutora pela sua coragem.

  21. 31 TELMO RODRIGUES Janeiro 5, 2014 às 9:51 pm

    PARABENS DRA. PELA SUA CORAGEM, QUE DE PRONTO VOLTE A CLINICAR. POIS ESTA MAFIA NÃO VAI DURAR PARA SEMPRE.

  22. 32 Francisco Maio 18, 2014 às 4:49 am

    Bem era tudo que eu precisava saber. Tenho notado a indiferença que os médicos tem dado aos pacientes em não dar as informações cabíveis com relação às curas que obviamente são necessárias, pois os mesmos não estão interessados em dá-las. Parece que eles pensam que tem outros para atender e assim vão passando. Isso é horrível! Quando chego ao consultório sinto uma vontade de dar algumas aulas de ética profissional para eles. Mas não são todos, Eu diria que eles tem outros interesses por trás de tudo isso.

  23. 33 κατασκευη ιστοσελιδας Março 17, 2015 às 3:12 am

    Also, since Americans are English-speaking people, communication is never a
    problem. Non-verbal and verbal communications are two major types of communications.
    If the company has more positive feedbacks and had worked with renowned clients then, surely the
    company is worth trusting.


  1. 1 Entrevista com Ghislaine Lanctot médica punida por dizer a verdade sobre a própria medicina « Portal Verde Trackback em Julho 15, 2010 às 5:35 pm
  2. 2 » “A Máfia Médica” Trackback em Março 10, 2015 às 11:31 am

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  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
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