Arquivo de Julho, 2010

Não suporto Nicolas Sarkozy nem com molho de tomate

Ascendeu à Presidência de França na sequência dos diversos desacatos provocados pelos emigrantes de origem africana pelas medidas adoptadas  na qualidade de então ministro do interior tomou para combater a onda de violência instalada em França, com o incendiar de automóveis até à destruição doutros bens privados. Os franceses reconhecidos a Sarkozy pela repressão à onda de violência, contemplaram-no com a sua ascensão à presidência do País. Nicolas Sarkozy do meu ponto de vista simboliza aquilo que demais reaccionário existe no plano político e faço questão de sublinhar isso para que não seja mal interpretado. Mas em relação ao procedimento dos emigrantes de origem africana e não só doutros países concordo que se permitem a assumir atitudes de contestação em França que nos seus próprios países tais veleidades não lhes eram minimamente permitidas. Direi mesmo que no caso dos africanos que nos seus países de origem assumissem as atitudes que vão tendo em França eram pura e simplesmente linchados. Mas o mesmo está a acontecer um pouco por toda a Europa, inclusivamente no nosso País em que a classe política revelando continuar afectada por  um sentimento de culpa, absolutamente injustificável, continuam a andar ao colo com as populações oriundas de África.

Curiosamente a comunicação social tem por hábito quando se refere a algum rico que morre vitima de câncro, afirmar a consequência como sendo doença prolongada

Aconteceu recentemente com o empresário Horário Roque o qual, falecido este ano, quando tal aconteceu,  as televisões noticiaram a sua morte como resultante de doença prolongada. Porque será que os “media” entendem  que devem fazer esta distinção?

Para convencerem os menos abastados de que os ricos não morrem de cancro.

Hoje foi a enterrar o encenador e actor António Feio, que,  como toda a gente sabia e ele próprio nunca escondeu, foi vítima dum cancro no pâncreas. Obviamente que António Feio sendo uma figura pública de relevo na área  da representação nunca ocultou a sua doença tal qual outros o não fizeram na medida em que uma doença prolongada pode fazer parte dum lista vasta, daquelas que todos nós conhecemos uma com maior gravidade outras com menor mas todas elas normalmente com o mesmo desfecho “a morte”.

Este diferenciação destacada pela comunicação social, não tem qualquer justificação e parece-me no mínimo caricata até porque normalmente quando se referem a alguém pertencente á área económica e numa situação de desfrutar de riqueza pessoal, se sabe que quando se referem há morte desse alguém resultante de doença prolongada a tendência é de imediato relacionarem-na com a existência dum tumor maligno. Mas existem outras doenças prolongadas e com a mesma consequência, nomeadamente o HIV e a tuberculose, entre outras que também levam à morte.

Seria pois aconselhável que os “media” se deixassem destas fantasias para esconder a real causa de morte dos ricos que passassem em vez de anunciá-la como resultante de doença prolongada se referissem em concreto á enfermidade, pois evitavam assim de cair no rídiculo.

As declarações em video que desmontam a desculpa da falta de tempo por parte dos procuradores do MP ouvirem José Sócrates

Convém os jornalistas atentarem bem nas afirmações desta advogada que estas sim correspondem à realidade dos factos.

Aqui há um tempo atrás questionei o porquê que a marca Subaru não vende em Portugal

Mas hoje encontrei a resposta. A marca Subaru não vende em Portugal porque está mal representada. Em finais de Agosto de 2007 adquiri uma carrinha Subaru Legacy BI-Fuel no stand do Entreposto Comercial Veículos e Máquinas SA – na Praça José Queirós nº. 15 em Lisboa. O primeiro problema que tive logo nas semanas iniciais ao seu levantamento no stand foi a avaria do sistema electrónico de gestão de combustível dado que a mesma é feita automaticamente quando a funcionar a gasolina ou a GPL. O accionamento da garantia motivou a imobilização do automóvel durante vários dias nas oficinas do Entreposto, com os inconvenientes e contratempos resultantes da mesma. Superado o problema na 1ª. revisão aconselhada, obviamente que recorri a uma oficina reconhecida pela Anecra na área da minha residência pois não fazia sentido e até porque a UE acabou com a exclusividade das revisões e manutenções dos automóveis serem exclusivamente feitas pelos representantes das marcas sem com isso afectar a respeitabilidade que os mesmos têm de observar a garantia em caso de avaria, desde que essas oficinas respeitem as indicações do fabricante, ou seja o uso de óleos e lubrificantes aconselhados, bem como os componentes de desgaste que terão de ser da própria marca. De algum tempo a este parte e até porque a Subaru é conhecida por possuir uma caixa de velocidades demasiado rija e ser necessário utilizar uma pressão muito forte no pedal de embraiagem, fui notando alguma dificuldade em sobretudo engrenar a marcha a trás. Recorri à oficina onde havia feito a revisão e o mecânico após ter experimentado a condução constatou não ser normal a forma de funcionamento da caixa. Numa primeira abordagem pareceu-lhe ser uma das bombas dado que os fabricantes optando por novas tecnologias nem sempre a opção mais acertada substituíram o antigo sistema que era accionado por um cabo de aço pelo sistema hidráulico. Fui então aconselhado a deslocar-me ao representante do Subaru para solicitar a sua verificação e a sua reposição do seu funcionamento normal no âmbito da garantia que cobre situações deste tipo dado que o automóvel apenas possui 28.000 quilómetros e tão pouco sequer é usada em percursos de elevado tráfego usando o para arranca a que as filas de automóveis obrigam. Fui informado pelos responsáveis da oficina do Entreposto que o accionamento da garantia para reposição do normal funcionamento da embraiagem obriga a procedimentos absolutamente incompreensíveis e são manifestamente um atentado aos direitos do consumidor. Fiquei portanto hoje com uma convicção que antes não a percebia. A marca de automóveis Subaru não vende em Portugal porque está mal representada e como provavelmente a Divisão Automóvel da Fuji Heavy Industries, não tem conhecimento dos motivos eu nesta data vou informá-la dos motivos porque a marca não vende em Portugal. No entanto, não tanto porque esta marca de automóveis não tenha efectivamente qualidade, isso é inquestionável mas apenas e só pelas razões anteriormente indicadas não aconselho ninguém a optar pela sua compra, porque perante uma deficiência do automóvel ainda que no prazo de garantia são lhe levantados obstáculos para o incumprimento dos termos da garantia do veículo a que esta obrigado o respectivo fabricante.

Já estava à espera que o encerramento do caso Freeport, não seria razão suficiente para desmotivar os reaccionários dos diversos sectores da nossa vida pública

Mas sinceramente os magistrados judiciais do ministério público sujeitarem-se a este ridículo, isto é invocarem como desculpa a falta de tempo para ouvirem José Sócrates na qualidade de ex-ministro do ambiente, brada aos céus, face ao número de anos que a investigação decorre. E depois destas atitudes absolutamente ridicularizantes da justiça ainda têm os juízes e magistrados do ministério público a desfaçatez de afirmarem que a culpa de tudo quando eles não conseguem resolverem, antes pelo contrário são parte responsável pela sua não resolução, dizia, acusarem o poder político de que a justiça está pelas ruas da amargura por eles, os agentes ditos da agentes, não serem chamados a participar na elaboração da leis penais. É caso para perguntar de que partido serão simpatizantes estes procuradores do ministério público, do CDS ou do PSD?

Um êxito pelo menos conseguiram obter o afastamento de Gomes da Mota o procurador tido como próximo do PS ao interpretarem o  aconselhamento, de “vejam lá se andam com isso” referindo-se à investigação, como uma forma de pressão. Mas a desculpa agora apresentada só serve para os envergonhar e a prová-lo estão as declarações do ex e actual bastonário da Ordem dos Advogados que não conseguem compreender como ser possível apresentar esta desculpa face a todo o tempo do Mundo que dispuseram para realizar as investigações e esclarecerem as ditas dúvidas que lhes ocorreram. Não será que com atitudes destas alguma vez a justiça consiga atingir a credibilidade que deveria fazer questão de obter.

Então e agora o que deveria acontecer aos detractores e caluniadores de José Sócrates

A começar pelo casal Moniz cuja indemnização recebida pelo seu despedimento da TVI, num estado de direito a sério não chegaria nem pouco mais ou menos para pagar a indemnização devida a José Sócrates pelas sucessivas calúnias da sua inteira responsabilidade. Mas como vivemos num País em que os profissionais da comunicação social podem actuar desta forma sem serem responsabilizados porque a justiça é conivente porque enferma da mesma aversão política vamos ouvir já a seguir que o Ministério Público, não conduziu devidamente esta investigação a qual acabou por ser inconclusiva. Ou seja não será este desfecho nem muito menos a declaração de José Sócrates em resultado do mesmo que convencerão as Manuelas Mouras Guedes deste país e muito menos os seus fiéis seguidores, mas que noutro país seriam todos responsabilizados não tenho a menor dúvida.

Ex-administradores do BCP vão ser julgados

Este é um dos títulos dos jornais de hoje, mas julgo que outra coisa não se esperaria depois do que fizeram. A minha dúvida é se eles irão ser condenados.

Sim,  porque à semelhança de outros procedimentos, temo que o não sejam, o que também não será de estranhar.


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