Arquivo de Outubro, 2010

Na sequência da minha abordagem sobre a eficácia e preferência de produtos naturais para tratar algumas enfermidades aqui transcrevo parte dum estudo realizado

RESUMO

A atividade antimicrobiana de plantas medicinais tem sido pesquisada em diversas espécies, tanto no Brasil quanto em outros países. O objetivo deste trabalho foi o de avaliar a existência de efeito antibacteriano de extrato hidro-alcoólico a 10% (m/v) de folhas de jambolão. Utilizaram-se 17 isolados bacterianos, Gram positivos e Gram negativos. A ação antibacteriana foi avaliada através da inoculação de placas de ágar Mueller Hinton, com um inóculo bacteriano de 1×106 ufc mL-1, onde se colocaram quatro discos de papel; o primeiro de antimicrobiano comercial e os demais embebidos em 25mL do extrato, de solução salina ou de etanol. As placas foram incubadas a 37°C por 24 horas, sendo posteriormente realizada a leitura do diâmetro dos halos de inibição. O extrato inibiu o crescimento de 100% das bactérias testadas e os isolados Gram positivos apresentaram um halo médio de 19,5mm, enquanto o dos Gram negativos foi de 18,8mm. Não houve inibição significativa de crescimento nos tratamentos com salina e etanol. Conforme os resultados deste estudo, o extrato testado apresenta atividade antibacteriana frente às amostras testadas, sem diferença de sensibilidade entre microrganismos Gram positivos e Gram negativos.

Palavras-chave: planta medicinal, antimicrobiano, jambolão.




INTRODUÇÃO

Desde 1977, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem incentivado o estudo de plantas tradicionalmente conhecidas como medicinais, com o objetivo de avaliar cientificamente os benefícios da utilização de medicamentos fitoterápicos e de conhecer, ao mesmo tempo, os riscos de seu uso indevido. Muitos centros de pesquisa, em todo o mundo, vêm desenvolvendo estudos sobre as propriedades farmacológicas das plantas medicinais. No entanto, faltam ainda evidências laboratoriais e clínicas sobre a eficácia e a segurança de seu emprego, tanto em animais como em seres humanos. Os supostos méritos terapêuticos que possuem devem-se, principalmente, a informações empíricas e subjetivas da medicina folclórica (YUNES & CECHINEL FILHO, 2001).

Apesar das indústrias farmacêuticas produzirem um expressivo número de novos antibióticos nas últimas três décadas, a resistência microbiana a essas drogas também aumentou. Em geral, as bactérias têm a habilidade genética de adquirir e de transmitir resistência às drogas utilizadas como agentes terapêuticos (COHEN, 1992). O problema da resistência microbiana é crescente e a perspectiva futura do uso de drogas antimicrobianas, incerta. Torna-se urgente adotar, portanto, medidas de enfrentar o problema, entre elas a do controle no uso de antibióticos, a do desenvolvimento de pesquisas para uma melhor compreensão dos mecanismos genéticos da resistência microbiana e a da continuação dos estudos acerca de novas drogas, sintéticas e naturais (NASCIMENTO et al., 2000).

O uso de extratos vegetais e fitoquímicos de conhecida atividade antimicrobiana podem adquirir significado nos tratamentos terapêuticos. Desenvolvem-se inúmeros estudos, em diferentes países, para comprovar-lhes a eficácia (NUNAN et al., 1985; LOCHER et al., 1995; ANNAPURNA et al., 1999; DJIPA et al., 2000; FERESIN et al., 2001; KHAN et al., 2001; RAMESH et al., 2002). Muitas espécies vegetais têm sido usadas, pelas características antimicrobianas, através de compostos sintetizados pelo metabolismo secundário da planta. Estes produtos são reconhecidos por suas substâncias ativas, como é o caso dos compostos fenólicos, que fazem parte dos óleos essenciais e dos taninos (NASCIMENTO et al., 2000).

No Brasil, também se realizam importantes pesquisas sobre a atividade antimicrobiana de vegetais. A ação inibitória de Vatairea macrocarpa sobre Klebsiella sp. e Staphylococcus aureus sp foi observada (MATOS et al., 1988). Um estudo detalhado dos componentes antimicrobianos avaliou extratos de 120 espécies de plantas de 28 famílias botânicas diferentes. Oitenta e um desses extratos, obtidos de 58 plantas, revelaram-se ativos contra S. aureus sp, enquanto cinco extratos, de quatro plantas, inibiram o crescimento de Pseudomonas aeruginosa (SANTOS-FILHO et al., 1990). Outra pesquisa detectou atividade antibacteriana e antifúngica em óleos essenciais obtidos das folhas de Croton triangularis e identificou ação antifúngica nos extratos de Lippia gracilis e de Xylopia sericea (LEMOS et al., 1992). A investigação da atividade antimicrobiana e da citotoxicidade nos extratos de 30 plantas, contra cinco espécies bacterianas e duas fúngicas, foi realizada por NASCIMENTO et al. (1990). Os autores concluíram que o extrato etanólico de 70% das plantas era citotóxico e que somente uma das espécies, Combretum duarteanum, evidenciou atividade antimicrobiana. A ação antimicrobiana de Mikania triangularis, conhecido como guacho-da-folha-fina, foi testada contra cinco diferentes gêneros bacterianos e três gêneros de fungos, sendo comprovada atividade contra Bacillus cereus, Escherichia coli, P. aeruginosa, S. aureus sp e S. epidermidis (CRUZ et al., 1996). Os efeitos de compostos fitoquímicos avaliados por JANSEN et al. (1987) e IZZO et al. (1995) mostraram a atividade antimicrobiana do ácido anacárdico sobre S. aureus sp, Brevibacterium ammoniagenis, Streptococcus mutans e Propionibacterium acnes.

O jambolão (Syzygium cumini (L.) Skeels) é uma planta da família Mirtaceae, oriunda da Índia oriental, de acordo com MORTON (1987) e bastante conhecida na medicina popular indiana e paquistanesa por seus efeitos hipoglicemiantes (PRINCE et al., 1998). Tem como sinonímia os nomes de Eugenia jambolana (Lam.), Myrtus cumini L., Syzygium jambolanum (Lam.) DC e Eugenia cumini Druce (MARCHIORI & SOBRAL, 1997). Vem sendo cultivada no Brasil como planta ornamental e o chá de suas folhas é normalmente utilizado por pacientes diabéticos (SILVA NETO, 1987; TEIXEIRA et al., 1990; SOARES et al., 2000). As folhas são ricas em taninos e saponinas. Tanto a casca como as folhas e as sementes são bastante adstringentes. O suco dos frutos é utilizado como adstringente, diurético, antidiabético e estomáquico. As propriedades adstringentes da casca são utilizadas contra diarréias crônicas, disenteria e menorragia. A decocção da casca é um eficaz enxagüante bucal no tratamento de aftas, estomatites, afecções da garganta e outras doenças das vias orais (KAPOOR, 1990).

O termo “tanino” é um nome genérico descritivo para um grupo de substâncias poliméricas fenólicas capazes de curtir couro ou precipitar gelatina em solução, propriedade conhecida como adstringência. São encontradas na maioria dos órgãos vegetais, como casca, caule, folhas, frutos e raízes. Muitas atividades fisiológicas humanas, como a estimulação das células fagocíticas e a ação tumoral mediada por hospedeiro, além de uma larga faixa de atividades antiinfectivas, têm sido atribuídas aos taninos. Uma de suas ações moleculares é a de formar complexos com proteínas através de forças denominadas “não-específicas”, como pontes de hidrogênio e ligações hidrofóbicas, assim como pela formação de ligações covalentes (COWAN, 1999).

O mecanismo de ação antimicrobiana dos taninos explica-se por três hipóteses. A primeira pressupõe os taninos inibindo enzimas bacterianas e fúngicas e/ou se complexando com os substratos dessas enzimas; a segunda inclui a ação dos taninos sobre as membranas celulares dos microrganismos, modificando seu metabolismo, e a terceira fundamenta-se na complexação dos taninos com íons metálicos, diminuindo a disponibilidade de íons essenciais para o metabolismo microbiano (SCALBERT, 1991).

De acordo com os costumes regionais, dentre os inúmeros usos de espécies de Syzygium destaca-se o de seu efeito anti-hiperglicêmico (TEIXEIRA et al., 2000), antiinflamatório (CHAUDHURI et al., 1990) e antimicrobiano (CHATTOPADHYAY et al., 1998; MUKHERJEE et al., 1998; DJIPA et al., 2000; DORMAN & DEANS, 2000; SHAFI et al., 2002). A forma de administração dos chás e extratos também é bastante variável, de acordo com os princípios etnobotânicos. Os relatos científicos supracitados consideraram, na quase totalidade, o preparo e a administração do extrato ou chá de acordo com o modo tradicional de cada etnia. Assim, a literatura relata extratos aquosos, hidro-alcoólicos e alcoólicos em diversas proporções, feitos a partir de folhas verdes ou secas, de casca, de frutos, de sementes e, até mesmo, de botões florais. O uso de solventes hidro-alcoólicos, obtidos a partir de diferentes proporções de água e etanol, é eficiente para a extração bruta de taninos e saponinas (FALKENBERG et al., 2002). O objetivo deste estudo foi o de avaliar a existência de efeito antibacteriano do extrato hidro-alcoólico a 10% (m/v) de folhas de jambolão.

MATERIAL E MÉTODOS

As folhas foram obtidas a partir de árvores de jambolão (Syzygium cumini (L.) Skeels – Myrtaceae), cultivadas no Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), coletadas em agosto e setembro de 2001, sempre nas primeiras horas da manhã. Seco o material, uma amostra de cada exsicata foi enviada ao Setor de Botânica Sistemática do Departamento de Biologia da UFSM para identificação botânica e registro do exemplar voucher. A secagem do material vegetal foi inicialmente realizada à temperatura ambiente, para perda inicial da umidade e, complementada em estufa, a 50°C até obter-se um teor-padrão de umidade de 20%. As folhas foram moídas em moinho de grão e misturou-se o pó resultante com solução hidro-alcoólica (etanol 70%), na proporção de 10% (m v-1). Estocou-se essa solução à temperatura ambiente, protegida da luz, por um período de 25 dias, quando se procedeu à filtragem do material. A partir da solução filtrada, produziu-se o extrato, através de extração a 50°C e com auxílio de roto-evaporador, a fim de retirar-se todo o solvente. O evaporado restante recebeu o nome de “extrato hidro-alcoólico de jambolão a 10%” e foi testado.

Selecionaram-se 17 isolados bacterianos, Gram positivos e Gram negativos, de importância patogênica para animais e humanos. Tais isolados integram a bacterioteca do Laboratório de Bacteriologia do

Departamento de Medicina Veterinária Preventiva (DMVP) da UFSM, onde se mantêm liofilizados e congelados a -20°C. As bactérias foram cultivadas em ágar BHI (Brain Heart Infusion Agar), a 37°C, durante um período de 24 a 48 horas, dependendo do gênero bacteriano . Os cultivos foram suspensos em solução salina estéril até ajuste da turvação à escala 1 de McFarland (3,0 x 108 unidades formadoras de colônias/ mL). O teste de sensibilidade a antimicrobianos foi realizado de acordo com o método de Kirby-Bauer modificado (CARTER &CHENGAPPA, 1991). Em resumo, o inóculo bacteriano foi semeado em ágar Mueller Hinton e colocando quatro discos de papel estéril, com os respectivos tratamentos; tratamento 1 – disco saturado com 25mL de extrato (28,25mg); tratamento 2 – disco saturado com 25mL de solução salina estéril; tratamento 3 – disco saturado com 25mL de etanol 96°GL, e tratamento 4 – disco de antimicrobiano comercial variável de acordo com a espécie. Após 24 horas de cultivo a 37°C, foi feita a leitura dos halos de inibição de crescimento. A concentração de extrato utilizado correspondeu à Concentração Inibitória Mínima (CIM) desse extrato, previamente determinada em outro experimento. Foram utilizadas três repetições por tratamento.

Só os que são 4×4 é que podem brincar na neve os outros ficam enterrados

Nem por vezes com o auxílio de correntes se safam. Ou seja uns têm outros não e os que não têm gostavam de ter com esta qualidade comprovada.

Sou fã incondicional dos produtos naturais e isso não é novidade para ninguém

Mas esta minha convicção advém da minha própria experiência e não do simples facto de ouvir contar histórias. Há anos atrás tinha o meu fígado posso afirma-lo num mísero estado, num avançado estado de inflamação e inclusivamente com dores provocadas exactamente por estar doente. Os medicamentos que me eram receitados para o seu tratamento não sortiam qualquer efeito e isso fez com que na altura e numa derradeira tentativa de curar o meu fígado comprasse tudo quanto em matéria de literatura havia de produtos naturais aconselháveis ao tratamento de algumas enfermidades. E foi através dum deles que consegui descobrir dois produtos naturais que usei de acordo com o aconselhamento da sua toma durante 3 anos consecutivos. E sem que fosse necessário fazer qualquer dieta alimentar nem tão pouco excluir bebidas alcoólicas, recuperei completamente o meu fígado, deixando este de estar inflamado e de quando em vez doer-me. Para além disso e na altura, possuindo valores de colesterol elevado assim como os triglicéridos, passei depois do tratamento intensivo a valores absolutamente normais isto é o colesterol entre os 157 e 168 e os triglicéridos sempre em valores inferiores a 80. Esse facto fez-me concluir que efectivamente os produtos naturais que utilizei para tornar o meu fígado saudável tinham sem dúvida sido a melhor opção que tinha feito. Mais recentemente e porque segundo opinião da minha oncologista o aparecimento de sintomas de glicémia poderia ter sido causado pelos tratamentos de quimioterapia, tenho andado muito preocupado com isso e envidado esforços no sentido de encontrar um produto natural que me proporcione baixar os respectivos níveis que tenho vindo a registar com uma máquina de testes que possuo. Conversando com um amigo também ele crente na eficácia de produtos naturais até porque o seu pai a quem tinha sido diagnosticado cancro na próstata e já com intervenção cirúrgica marcada, foram-lhe antes, requisitadas sessões de quimio e radioterapia, o qual complementou com a toma intensiva de xarope de Aloé Vera que ele próprio preparou. Concluídas que foram as sessões de quimioterapia e radioterapia o seu médico mandou-lhe fazer exames para avaliação e foi com surpresa que a sua equipa constatou ter ficado curado do cancro da próstata, face aos resultados dos exames efectuados. Ora como a própria equipa médica sabe que os tratamentos de quimioterapia e radioterapia por si só não curam ninguém convocaram o pai deste meu amigo e perguntaram-lhe o que tinha feito para além dos tratamentos requisitados. A sua resposta foi a de que tinha complementado os tratamentos com a toma intensa de xarope de Aloé Vera que ele próprio tinha preparado.A reacção dos médicos da equipa foi sorrir e perante isso o pai do meu amigo respondeu-lhes então que teria sido milagre e acabou por não ter necessidade de ser operado à próstata tendo a intervenção cirúrgica sido anulada. Mas dizia eu que esse meu amigo me dissera que uma árvore de fruto existente no quintal designada “jamelão” originária da Índia mas com grande produção no Brasil tinha efeito redutores na glicémia e que eu fosse à internet pesquisar. Assim fiz e após ter colhido alguns frutos maduros no 1º. dia da sua ingestão bebi um cálice de whisky e no dia seguinte em jejum medi a glicémia e para espanto meu o valor apresentado era de 122. Obviamente que fiquei satisfeito porque de algum tempo a esta parte os valores são sempre superiores a 130 o que me vinha causando preocupação, embora não faça dieta nem me queira privar de comer o que me apetece. No dia a seguir voltei a comer mais uns frutos do jamelão mas não tomei o cálice de whisky e no dia seguinte medi a glicémia e tinha 144. De imediato fui de novo pesquisar na internet e encontrei então a explicação. O princípio activo que faz parte do fruto do jamelão só é activado através do álcool e isso comprovei-o hoje. Ontem comi o resto dos frutos sobrantes do dia anterior e antes de me deitar bebi um cálice de whisky, hoje medi a glicémia e o valor registado pela máquina foi de 119. Concluí então que a informação de que a substância redutora da glicémia que contém o jamelão tem de ser activada com uma bebida alcoólica de teor elevado, para que surjam os resultados. Como os caroços do fruto podem ser secos e depois reduzidos a pó para ser tomado com vista à redução da glicémia espero a partir de agora ter mais que certo passar a registar valores mais baixos do que aqueles que tenho tido até agora.

Encenação perfeita esta do orçamento do estado

  • Encenação perfeita
  • esta do orçamento do estado
  • foi toda muita bem feita
  • Cavaco Silva está confortado

  • Não houve desentendimento
  • entre os partidos negociantes
  • foi uma questão do momento
  • para confirmar os tratantes

  • Foi tudo bem planeado
  • para nos querer demonstrar
  • que o PSD ficou chateado
  • pelo PS não querer colaborar

  • Não passou dum faz de conta
  • não houve desentendimentos
  • porque ao fim destes encontros
  • foi decidido este o momento

  • Ficam pois todos a julgar
  • que foi preciso o Presidente
  • o Conselho de Estado convocar
  • para que o desfecho fosse diferente

  • A reeleição está confirmada
  • mas para ela contribuiu
  • o PS que está da abalada
  • e que isto tudo consentiu

Mas que grande novidade nos dá este conselheiro

Tal como eu,  já muita gente previu a queda do governo no próximo ano tão depressa se regista a reeleição de Cavaco Silva. E este conselheiro que deve ser um dos aspirantes a ministro de Pedro Passos Coelho faz este aviso.

Não vale a pena salvar o Governo a partir de Março

Obviamente quem conhecendo muito bem os objectivos do líder do PSD, não pode acreditar que as dificuldades porque estamos a passar encontrem soluções num governo deste partido. Mas quanto a isso também sabemos que eles desculpar-se-ão que vão ter de governar com um orçamento do PS portanto que não será seu, daí desresponsabilizarem-se pelas medidas de agravamento social contidas no orçamento, mas que terão de ser aplicadas.

Muito interessante esta acabada de receber

EU LEVO OU DÊXO???…

– Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa,  ouviu
um barulho estranho vindo do seu quintal.
Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar
seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:

– Oh, bucéfalo anácrono!!!…Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, todo confuso:
Dotô, rezumino…eu levo ou dêxo os pato???…

Afinal não houve acordo para a aprovação do orçamento

  • Afinal não houve acordo
  • na negociação do orçamento
  • foi apenas para iludir o povo
  • neste preciso momento
  • Dos partidos beligerantes
  • na disputa do poder
  • volta tudo como dantes
  • na intenção dum vencer
  • Os interesses partidários
  • são por demais evidentes
  • o povo não é solidário
  • para correr com esta gente
  • Não se quis comprometer
  • o maior partido da oposição
  • na negociação do orçamento
  • por isso optou pela negação
  • A aprovação do orçamento
  • não vai assim comprometer
  • o PSD que no parlamento
  • vai pois acabar por se abster
  • Não ficando comprometido
  • perante o eleitorado
  • o orçamento será consentido
  • o país não será encurralado
  • E assim vencerão as eleições
  • que serão pois antecipadas
  • vão distribuir muitos milhões
  • de novo ás suas coutadas
  • E se nesta altura estamos mal
  • vamos de certeza ficar pior
  • porque a preocupação social
  • não faz parte do seu ideal

 


Arquivos

Central Blogs

congeminações

Central Blogs

Categorias

congeminações

  • 692,702 hits

4shared

Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa
Listed on BlogShares
Powered by BannerFans.com
Twingly BlogRank

twitter

congeminacoes

  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

Follow me on Twitter