Arquivo de Janeiro, 2011

Uma realidade indesmentível em que não é reconhecida a mínima importância

A maledicência na esfera da oposição tornou-se de tal forma um hábito e esta é de tal forma repercutida pela comunicação social que produz obviamente um efeito devastador do executivo em termos de opinião pública.

O governo reservou este fim de semana para reinaugurar diversos estabelecimentos de ensino que acusavam um elevado estado de degradação e isso serviu várias vezes para alunos e as suas associações manifestarem-se contra esse facto.

Uma das prioridades do governo de José Sócrates, foi exactamente o de revitalizar o parque escolar face há existência de várias décadas de estabelecimentos de ensino que já há muito acusavam não ter condições satisfatórias de funcionamento quer do ponto de vista das salas de aulas, quer das zonas onde se recreavam os alunos durante as respectivas paragens.

Foram vários os estabelecimentos de ensino que ontem os membros do governo reinauguraram e a avaliar pelas imagens e pelas afirmações de alguns alunos que frequentam esses mesmos estabelecimentos de ensino, estarem bastante satisfeitos com a melhoria significativa das instalações e a sua funcionalidade.

Pois bem, qualquer leitor mesmo que distraído ou menos atento da imprensa escrita de hoje pode facilmente desconhecer se,  ontem por qualquer motivo,  não esteve atento aos telejornais, ficado a ignorar que efectivamente se cumpriu com agrado dos destinatários, docentes e alunos, parte da remodelação do parques escolar que se encontrava bastante degradado, representando isso um enorme investimento por parte do erário público.

Não há dúvida nenhuma que a política do bota-abaixo, segue a bom ritmo.

Finalmente os árabes estão a acordar da letargia em que se encontravam

Nada disto era previsível pelos sábios a quem estão confiadas as revelações quando ao futuro político das nações. Curiosamente nenhuma daquelas sumidades nacionais e internacionais a que estamos habituados ouvir, ler ou ver nos écrans de televisão, previram a sublevação dos tunisinos, nem tão pouco a motivação dos egípcios para, utilizando a mesma forma de protesto, estarem a contribuir para os desmoronar do poder de continuidade de Hosni Mubarak um ditador que,  tal como outros que existem no Mundo Árabe e que mais tarde ou mais cedo, se vão ver confrontados com levantamentos populares semelhantes a estes, só não sendo mais cedo porque essas ditaduras assentam numa convicção religiosa absolutamente execrável a qual tem também ela os dias contados. É preciso ter em atenção que há alguns séculos atrás da religião católica com a qual se identificava os regimes monárquicos eram igualmente cometidos os mais diversos actos de barbárie contra gente do povo que pura e simplesmente abominava as praticas desse regime. Tudo isso teve a sua época, mas ainda bem que as populações fartas da exploração e despotismos das classes dominantes, acabaram com a sua existência. Estas manifestações populares quer na Tunísia quer no Egipto vão com toda a certeza motivar outros povos árabes para se libertarem das grilhetas dos outros vários governos ditatoriais, assentes em confissões religiosas absolutamente reprováveis cujos princípios são a maior negação dos direitos humanos então aí praticados.

Desiluda-se quem pensa que o governo passa deste ano

  • Desiluda-se quem pensa
  • que o governo passa deste ano
  • porque a tensão está densa
  • a mim não me engana o fulano

  • As relações institucionais
  • nunca foram as melhores
  • houve acusações informais
  • qual delas as piores

  • O governo do País
  • vai ser por isso relegado
  • sou eu mesmo que o diz
  • e não vou estar enganado

  • Intrigas e as acusações
  • utilizadas de ambos os lados
  • fazem as nossas desilusões
  • deixam-nos pois preocupados

  • Os interesses partidários
  • são por demais evidentes
  • e por isso são contrários
  • ao combate aos indigentes

  • A pobreza esse flagelo
  • que neste País está a aumentar
  • por culpa de muito camelo
  • que se anda da riqueza a apropriar

Comer gato por lebre em matéria automobilistica é o que acontece a muita gente

Farto-me de rir quando oiço alguém afirmar que adquiriu um automóvel de marca japonesa quando tal não correspondente à realidade mas sim e apenas porque mantém o logotipo, isto porque as marcas Nissan, Mazda e Mitsubishi por razões de dificuldades económicas passaram a depender das marcas de automóveis euopeias cujo capital maioritariamente lhes passou a pertencer e com vista à racionalização de custos passaram a incorporar mecânicas suas.

É vulgar ouvirmos dizer a quem compra um automóvel da marca Nissan que o seu proprietário julgue ser efectivamente assim,  mas está absolutamente enganado, para além do logotipo e carroceria diferente da marca Renault, toda a parte mecânica, motores e transmissões são as mesmas que as usadas no diversos modelos da marca francesa. O mesmo acontece com aqueles que optam por comprar um automóvel da marca Mazda, porque os seus modelos são enxertados (passe o termo) com mecânica da Ford a marca maior accionista. Com excepção das marcas Honda, Subaru e Toyota, as três únicas que efectivamente são modelos exclusivamente japoneses, as restantes marcas são uma espécie de linha branca, para reduzir custos de produção, das marcas que detém a maior participação de capital nas restantes marcas japonesas que já há muito o deixaram de ser.

Era só o que faltava o erário público continuar a ser o sustentáculo do ensino privado

Ninguém tem dúvidas que o ensino privado em Portugal também existe como uma forma de negócio. A sua expansão pelo País inicialmente visou as camadas da população com mais recursos para poderem nesses estabelecimentos de ensino por os seus filhos, suportando na altura os encargos com a respectivas mensalidades. O Ministério da Educação, quando da consagração pela Constituição do ensino gratuito para todos, chamou a si a responsabilidade de acordar com os estabelecimentos de ensino privado, sobretudo em zonas onde não existia cobertura assegurada pelo ensino oficial, assumir os encargos com  parte das mensalidades atribuídas aos estudantes que os frequentavam. A cobertura dos estabelecimentos de ensino oficial foi crescendo por todo o país, passando a deixar de se justificar a manutenção dos acordos assumidos entre o Ministério da Educação e os proprietários do estabelecimentos de ensino privado, encargo esse que representava ao longo dos anos vários milhões de euros. A ruptura deste financeiro, justificado pela existência agora nos mesmo locais de estabelecimentos de ensino oficial, têm gerado uma contestação injustificada por parte dos proprietários dos estabelecimentos de ensino privado, porque como facilmente se percebe quem a este tipo de negócio se dedica quer continuar à custa do erário público o seu rendimento. É tempo de se acabar com este oportunismo tanto mais que se calhar alguns dos encarregados de educação que se reclamam no direito de escolher os estabelecimentos de ensino que muito bem entendem, dizia alguns, fazem parte do universo de pessoas da lista extensa daqueles que estão na economia paralela, isto é possuem actividades que lhe proporcionam rendimentos que fogem ao controle do fisco.

Parece-me que esta testemunha do BPN com a revelação de falência do banco já em 2002

Vem de novo lançar, a desconfiança na honorabilidade de Cavaco Silva face ao negócio das acções, porque afinal ele ganhou imenso dinheiro quando afinal quem as comprou já sabia que o Banco estava falido, logo o favorecimento é mais do que visível. Ainda bem que a apregoada calúnia, começa a confirmar-se que não se tratou de tal e os factos vão comprová-lo.

Nem sempre estou de acordo com Pedro Tadeu mas sinceramente gostei deste seu artigo de opinião

Com o título

“Cavaco ganha eleições e zanga-se. Porquê?”

Não menos interessantes são alguns comentários que o artigo suscitou e como não podia deixar de acontecer alguns dos seus apaniguados em defesa da sua dama.


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