Arquivo de Fevereiro, 2011

Treze anos para o nosso brilhante sistema de justiça concluir que o Afonso a última pessoa a estar com o Rui Pedro é autor do seu rapto

São estas sucessivas conclusões tal como outras não tão morosas no tempo, dos nossos brilhantes executores da justiça em Portugal, que, como aconteceu com a sentença condenatória do jornalista da SIC que incomodou Pinto da Costa, venham depois exigir ao Estado o pagamento de elevadas indemnizações, por recurso a tribunais superiores.

Sempre procurei encontrar a razão da preferência de muitos portugueses na compra de automóveis da marca Volkswagen

Finalmente consegui hoje perceber essa razão. Segundo o Correio da Manhã de hoje um casal de irlandeses que passeavam num Volkswagen Passat pela reserva natural Pilanesberg, na África do Sul, nem queria acreditar quando um enorme elefante se começou a insinuar junto ao carro. Vejam só que até os elefantes se excitam sexualmente com um Volkswagen. Pronto para mim ficou esclarecida esta minha dúvida face à preferência de muitos portugueses os possuírem. A menos que a excitação só se resuma aos elefantes.

Discussão entre Mário Crespo e Medina Carreira ditaram segundo a imprensa o fim do programa “Plano inclinado”

Confesso que tenho pena de não ter assistido ao programa que ditou o seu final e cuja discussão entre Mário Crespo o moderador e admirador deste ressabiado de nome Medina Carreira e que é excessivamente solicitado pelos diversos canais de televisão para debitar a sua maledicência sem apresentar nenhuma solução concreta e correcta para o País a não ser a redução dos salários julgo que em termos de opinião pública o desaparecimento do programa poucas saudades deverá trazer aos espectadores.

Já em tempos tinha abordado este assunto mas a possibilidade da Sonangol poder vir a adquirir 33% do capital da Galp faz-me voltar ao mesmo

Portugal para quem não saiba e são muitos os portugueses que não sabem,  inclusivamente o ditador Salazar que numa demonstração da sua ignorância relativamente à riqueza de Angola, não só não soube explorar os seus recursos naturais como ainda os proporcionou aos países seus aliados. Mas dizia Portugal colonizou durante mais de 500 anos o território africano mais rico desse continente africano,  não tendo sabido nunca através dos seus amigos do capital os Melos, Cupertinos e Champalimaud, explorar devidamente durante 5 séculos de colonização, isto é, a mais antiga e prolongada da história naquele território. A exploração diamantífera da Lunda conhecida também pelo aportuguesado nome de Henrique de Carvalho, esteve concessionada a uma empresa estrangeira denominada “DIAMANG” que realizou a exploração até ao 25 de Abril de 1974. A linha férrea Lobito- Dilolo, também conhecido pela forma aportugesada de Vila Teixeira de Sousa, com ligação ao Katanga, a sua exploração foi concedida aos Caminhos de  Ferro de Benguela uma empresa igualmente estrangeira, mais propriamente inglesa que a manteve até à guerra civil, após a descolonização. Esta exploração ferroviária concedida pelo Salazar,  a besta quadrada que governou Portugal até à sua morte, era imensamente rentável, na medida em que o minério de cobre do Katanga, que era explorado pelos Belgas, na sua ex-colónia o conhecido Congo-Belga, hoje Kinshasa que se rebeliou em 1960 e se tornou independente, era então escoado pelo CFB que transportava toneladas de lingotes de cobre que eram transportados pela via ferroviária até ao porto do Lobito e ali embarcados nos seus navios alguns dos quais paquetes que transportavam os belgas para gozo de férias. Angola foi para além de um potencial produtor de Sisal, produzia em grande escala algodão, algo que segundo as notícias de ontem se está a tornar escasso dos respectivos mercados porque obviamente Angola, deixou após a sua independência de ser um território de expressão de produção de qualquer tipo de produto agrícola o que chegou a ser o 7º. produtor mundial de café robusta no período da colonização. E se a besta que liderou o regime ditatorial e que nunca por ignorância ou desconhecimento proporcionou aos capitalistas existentes na altura e alguns dos quais ainda o são hoje, a exploração dos recursos naturais daquele território, os que se lhe seguiram conseguiram ainda a mais brilhante bestialidade ou seja de País colonizador que fomos e tendo entregue legitimamente o território aos seus autóctones, pecando apenas o acto por tardio, dizia, passamos de colonizador a colonizados. Hoje a notícia de que a Sonangol poderá assumir uma maior participação na GALP, é bem prova disso. Entregou-se Angola de mão beijada, aos novos neo-colonizadores inicialmente aos russos e cubanos, que foram os países que ajudaram o MPLA a confirmar o poder governativo, que escoaram dos armazéns de exportação de cafés as várias centenas de milhares de quilos de café que se encontravam a aguardar oportunidade para serem exportados. Hoje estão lá os chineses os amigos do José Eduardo dos Santos que estão a reconstruir aquilo que as suas tropas destruíram durante a guerra civil que manteve com a UNITA do Savimbi, este morto segundo foi apurado por mercenários portugueses aos serviço do MPLA. Em conclusão, fomos o país com mais anos de história na colonização africana e conseguimos por estupidez do regime ditatorial ser aquele que pior colonização fez, isto é não soube explorar os seus recursos, os mentores do derrube da ditadura, conseguiram realizar a pior descolonização que há memória na história.

Recebido com o pedido de divulgação o que faço com todo o gosto por concordar com as reduções de despesas.

12 de Março de 2011 – Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ”governantes” [a saber, os que se governam…] de Portugal falam em cortes de despesas – mas não dizem quais – e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc…;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias… para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes…

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES….;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder – há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS… pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder…

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a “obra” pelo preço que “entendem”…;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente “legais”, sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar “outra crise”;

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

31. Acabar com a imunidade parlamentar.

Já uma vez abordei este assunto porque sendo esta a profissão mais antiga do Mundo, porquê que não se há-de reconhecer a prostituição como tal

Quase que diariamente temos conhecimento através da comunicação social de casos que envolvem prostitutas. Ocorre um assassinato de quando em vez,  ou são descobertas  redes que as exploram, são entre outros casos aqueles que mais chegam ao nosso conhecimento. Ora isto acontece porque os responsáveis políticos deste país, incompreensivelmente, insistem em não legalizar a prostituição, empurrando assim quem a tal se dedica a recorrer ao angariamento de clientes ao longo das diversas estradas neste País, sujeitando-as por isso aos mais diversos riscos, nomeadamente serem chuladas por indivíduos sem escrúpulos que vivem exclusivamente do rendimento da prostituta. Como esta profissão mais antiga do Mundo, sim porque não deixa de ser uma profissão, pois quem a ele se dedica vende por alguns instantes o seu corpo proporcionando prazer aos seus clientes que lhe pagam o serviço prestado, pelo facto de não lhe ser reconhecida a profissão não têm direito a qualquer benefício daqueles que são concedidos aos demais trabalhadores. Por outro lado se a prostituição fosse legalizada e em vez de agora as prostitutas serem perseguidas pelas autoridades policiais e detidas através de rusgas que são de quando em vez realizadas, o Estado poderia cobrar impostos sobre esta actividade e no caso das consideradas prostitutas de luxo, a que pomposamente designam de acompanhantes, o seu rendimento é elevado e sendo declarado traduziria uma interessante receita para os cofres do Estado, uma vez que assim quando se quisessem reformar a sua actividade teria, tal como qualquer outro trabalhador uma pensão de reforma para lhe garantir a sua sobrevivência.

Será que alguns militantes do PS estão finalmente a acordar

Segundo o DN de hoje Fonseca Ferreira militante do PS vai-se candidatar à liderança do partido, pertencendo este à sua facção de esquerda. Parece-me uma boa notícia porque já é hora, pois bastaram os líderes do partido que se acomodaram ao centro e daí jamais voltaram a sair. As reformas sociais não entram nos programas eleitorais dos partidos de direita e basta do sucessivo proteccionismo ao capitalismo selvagem que se instalou no nosso país. Afinal foram as políticas de direita quer as conduzidas pelo PSD quer pelo PS, que levaram o país à situação económica em que se encontra. É preciso parar isto e acabar com o slogan de que o Estado não tem de possuir empresas públicas lucrativas, tal como aliás acontece noutros países. Os recursos naturais e não só,  não têm que ser colocados à disposição de grupos económicos ligados ao poder para procederem à exploração desenfreada dos cidadãos, nem o Estado se pode ou deve limitar ás receitas fiscais resultantes apenas e só dos impostos. Tão pouco sequer devemos manter o sistema económico que afinal sempre vigorou no nosso país e que apenas e só tem servido para favorecer os vários grupos económicos que têm enriquecido à custa da exploração salarial dos trabalhadores. Não podemos nem devemos insistir nos mesmos erros do passado e isso só poderá ser possível com gente que não deturpe o sentido do modelo socialista na acepção da palavra.


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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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