Arquivo de Julho, 2011

Tal como se previa eles são uma desilusão

  • Tal como se previa
  • eles são uma desilusão
  • um governo que prometia
  • mas afinal não tem solução

 

  • Para os problemas do País
  • neles acreditaram os incautos
  • que já devem torcer o nariz
  • sua expectativa está de rastos

 

  • Mas vamos ter que os suportar
  • durante toda a legislatura
  • e não nos adianta estar a culpar
  • quem quis ser cavalgadura

 

  • A responsabilidade do presidente
  • não deve ser pois ignorada
  • é que ele esteve sempre presente
  • em toda a acção que foi concertada

 

  • Para fazer cair o então governo
  • não foi nada difícil de conseguir
  • Sócrates já só estava a termo 
  • e ele nada fez para o impedir

 

  • No dia em que o povo acordar
  • pode haver uma rebelião
  • porque lhe estão a roubar
  • até ao último tostão

A Impresa, o grupo detentor dos canais de televisão SIC, registou, segundo a imprensa, no 1º. semestre um prejuízo de cerca de 33 milhões de euros

Dentro das causas apontadas, não constam alguns salários milionários que são pagos a alguns dos seus colaboradores, uma verdadeira disputa que se instalou de algum tempo a esta parte nos canais  da televisão, convencidos os seus gestores que o facto de um ou outro profissional, isto do seu ponto de vista, face à sua elevada qualidade, ser uma mais valia no contributo para o aumento da publicidade, o principal sustentáculo da receita dos canais de televisão. Nada de mais errada tal visão e o resultado está à vista. Existem demasiados canais de televisão neste país e está a ser ignorado um factor importante a concorrer para estes e outros prejuízos que num futuro se irão registar. A internet está sem dúvida a ser um poderoso concorrente em termos de publicidade, aos canais de televisão. De tal maneira e porque as redes sociais existentes, são gratuitas e isso não é por acaso, porque elas contêm nas suas páginas muita publicidade, veja-se no caso do Google a receita que esta empresa regista o que lhe confere um lugar no podium das mais ricas e poderosas do Mundo. Mas não só,  hoje qualquer empresa industrial ou comercial, possuí um site próprio o qual proporciona aos seus clientes a amostragem dos seus produtos e inclusivamente a venda por essa via. Do meu ponto de vista, fico de alguma forma surpreendido com certas notícias que surgem na comunicação social, dando conta de razões causadoras de determinados factos, neste caso da Impresa, os quais não correspondem na totalidade à realidade. De resto e embora exista uma vasto universo de pessoas que não tem acesso à internet e tão pouco sequer possuí um computador, já existe uma elevada percentagem daqueles que hoje já têm esse recurso à sua disposição e o utilizam com enorme frequência. E obviamente aquelas empresas que apostam em promover o seu negócio através do recurso a publicidade nas televisões começam a perceber que isso além de ser altamente dispendioso já poucas vantagens lhes trás em relação ao aumento das vendas e por isso acabam por optar por colocar os seus anúncios na internet e até através dos seus sites próprios conseguirem efectuar a venda dos seus produtos.

As minhas previsões relativamente a alguns apoiantes do líder do PSD confirmaram-se

Uma das que fiz, foi a escolha de Miguel Relvas para uma pasta ministerial,(coube-lhe a dos assuntos parlamentares)  o que se veio a confirmar, tal como outros interventores do partido que usavam duma maledicência feroz contra o anterior 1º.ministro. Estes maldizentes activos do PSD, viram pois compensado o seu esforço através da sua escolha para formar este governo de coligação. Foi pois coroada de êxito toda a sua maledicência que encontrou sempre eco nos meios de comunicação social. Criticar é sempre uma tarefa fácil de quem se propõe fazer, mas pelo que neste momento assistimos fazer melhor ou pelo menos igualar aqueles a quem se critica, não é tarefa fácil. Assim o demonstram os casos que já são do domínio público em relação ao recrutamento de alguns colaboradores, efectuado por estes elementos do elenco governativo.

Segundo a imprensa de hoje a GALP encerrou 17 postos de abastecimento de combustível face à crise

Isto não corresponde à verdade e isso afirmo com toda a propriedade. Fecharam muitos outros distribuidores de combustível no país por essa razão, mas do meu ponto de vista esta razão não encaixa na GALP. Eu, tal como muitas outras pessoas uso com frequência o automóvel, verifico a existência de várias filas de automóveis em postos de abastecimento doutras marcas nomeadamente na Repsol, Cepsa e BP, para além doutros distribuidores mais pequenos, porque finalmente os consumidores perceberam que devem evitar abastecer os seus automóveis em postos da GALP por ser esta a principal responsável pelo aumento abrupto dos combustíveis. Eu passo por diversos postos de abastecimento da GALP e costumo ver que estão ás moscas, isto é, vazios, sem clientes. Registo essa reacção com muito agrado porque esta empresa tem de ser severamente castigada e mais tarde ao mais cedo perceber que a sua gula pelo lucro fácil e rápido tem de ser refreado. Até porque e isso foi público no ano passado no 1º. semestre a GALP vendendo muito menos combustível que no ano anterior, duplicou os seus lucros, facto que destrói por completo o argumento de que a causa dos aumentos sucessivos dos combustíveis se deve exclusivamente ao aumento do barril de petróleo. E numa tentativa desta empresa trazer de novo aos seus postos de abastecimento os clientes que se afastaram recorreram à publicidade  em força, anunciando várias ofertas. Espero bem que quem se afastou dos postos de abastecimento da GALP não regresse na esperança de poder vir a ganhar o abastecimento gratuito por um ano.

Mudaram-se as moscas mas a “trampa” é a mesma

Isto por culpa dum eleitorado votante que não se cansa de apostar sempre no mesmo tipo de políticas, as quais favorecem uns quantos em detrimento de muito tantos. Curiosamente até alguns dos tantos que são altamente prejudicados com estas políticas de centro direita, insistem em contribuir para ascensão ao poder daqueles que outra coisa não se sabem fazer do que prejudicá-los nos seus mais elementares direitos. Obviamente que não é possível descortinar esta insistência numa escolha errada da mesma política por parte daqueles e muitos são que além de não serem beneficiados com ela são bem prejudicados. Os actuais governantes por mais que insistam em nos querer demonstrar que, a recente escolha dos novos elementos para o Conselho de Administração e o seu aumento de 7 para 11, quando até a CGD, vai privatizar o sector de seguros, um dos quais com maior projecção nacional e que envolve vários hospitais e clínicas privadas, essa escolha baseou-se exclusivamente na competência dos elementos escolhidos, obviamente que tal argumento não convence ninguém para além daqueles que fazem parte do clube político.

Paulo Macedo o salvador do défice do SNS, admite fechar algumas urgências hospitalares

Acabei de o ouvir mesmo agora num serviço noticioso da RTPN. Lembrei-me logo da notícia lida de manhã na imprensa  em que no Reino Unido, os doentes acabam por morrer ou desistir face à espera a que estão a ser submetidos para internamento, tudo isto visando os responsáveis do governo britânico, reduzir os elevados custos com a saúde. Se é assim que se avalia uma boa gestão, independentemente das consequências que possam advir desta medida, então vou ali e já venho.

É disto que os laboratórios gostam

Vacinas Gripe A: 9,7 milhões de euros para o ‘lixo’

Este é um dos títulos de hoje do DN. Mas já não é a primeira vez que tal acontece. Claro está que nesta irresponsabilidade não é alheia a Organização Mundial de Saúde, ao lançar o pânico nos diversos países, quanto à eventualidade do registo duma pandemia que tem sempre encontrado “eco” no nosso director-geral de Saúde, Francisco George, que corre logo para os estúdios de televisão para assustar toda a gente,  adquirindo irresponsavelmente lotes em excesso de vacinas que acabam por ter esta finalidade o “LIXO”

Obviamente para os défices sucessivos que o SNS registo não são alheios estes falsos alarmes que resultam em elevados prejuízos para o erário público e que serve os interesses da industria farmacêutica que produz estas vacinas cuja eficácia até foi posta em causa mas o certo é que o elevado montante foi gasto, em proveito destes negociantes. Curiosamente quando se registam situações destas ninguém é responsabilizado, daí elas voltarem a acontecer.


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