Arquivo de Outubro, 2011

Foi sem dúvida para mim muito interessante o documentário passado na SIC sobre o problema oncológico da criança de nome Safira

Gostei particularmente desta reportagem, porquanto ficou desmontada a prova de que os tratamentos oncológicos só têm a via convencional, a quimioterapia e radioterapia que quer um quer outro quer os dois em simultâneo não curam ninguém, isto é,  não eliminam a doença. Achei curiosa a reacção da médica do IPO ao considerar de fundamentalistas todos aqueles onde me incluo que acham que existem alternativas e muito mais benéficas do que a medicina convencional e com excelentes resultados. Afinal pelo que ficou demonstrado a Safira acabou por resolver o seu grave problema de saúde não se sujeitando ao tratamento a que os médicos queriam obrigá-la, mas sim recorrendo a um tratamento alternativo e com resultados visíveis. E cada vez que assisto a discussões nesta área lembro-me logo do livro da doutora Ghislaine Lanctot, sob o título “Máfia Médica” que lhe valeu a expulsão do colégio de médicos, exactamente por denunciar certas praticadas que estão devidamente convencionadas, logo consideradas legais.

A TVI24 proporcionou após a hora do almoço um documentário sobre o excelente trabalho realizado pelo juíz espanhol Baltasar Gárzon

Um percurso muito interessante nada semelhante ao de qualquer juíz do nosso país. Mas a sua verticalidade acabou por o trair. Começou por aceitar no governo do PSOE liderado por Filipe Gonzales filiar-se no partido algo que quase de imediato se arrependeu e desistiu, não impedindo esse facto de mandar para a cadeia dois ministros desse governo por corrupção. Entretanto Baltasar Gárzon interviu noutros países nomeadamente no Chile no apuramento de responsabilidade de Pinochet o que aliás conseguiu em representação dos familiares vítimas do ditador, que este fosse julgado e condenado. Mas porque a direita em matéria de poder e manipulação tem muita força, este juíz que deveria servir de exemplo aos nossos que exercem em Portugal as mesma funções, ao descobrir igualmente que membros do governo da direita espanhola, estavam envolvidos em corrupção, ao tentar igualmente encarcerá-los, viu-se entretanto perseguido de tal forma que o poder de direita conseguiram suspendê-lo de funções de juíz pelo facto de ter exorbitado as suas funções nas averiguações das acções do ditador Franco. Segundo os depoimentos de advogados e juizes espanhóis Baltasar Gárzon não tem no seu currículo nada que o comprometa. Este documentário muito interessante leva-me a pensar que os juizes em Portugal não condenam os políticos envolvidos em corrupção porque têm medo das consequências e pelos vistos o que aconteceu com Baltasar Gárzon é demonstrativo que a força do poder político é tão grande que consegue destruir ou melhor destituir dos cargos juizes que combatem ferozmente todo o tipo de criminalidade inclusive a corrupção dos políticos.

As explicações patéticas de Miguel Relvas merecem dó

O super-ministro Miguel Relvas, para tentar justificar o injustificável, afirmou que em vários países europeus não são pagos nem o 13º. nem o 14 º. mês, esquecendo-se que os trabalhadores portugueses estão suficientemente esclarecidos quanto ás grelhas salariais que se praticam nesses países. E se ele fosse cauteloso antes destas explicações patéticas, deveriam ter em linha de conta que quando foi atribuído o pagamento do 13º. e 14º. mês em Portugal, o objectivo foi exactamente para diminuir o diferencial existente entre as tabelas salariais praticadas noutros países europeus, face aos salários processados em Portugal. Foi tão uma forma de compensação que os trabalhadores tiveram. Ora se essa compensação desaparece, obviamente que se repercute na baixa dos salários dos trabalhadores e outra leitura que não esta pode ser feita, a não ser pelos promotores desta inadmissível medida. Mas desenganem-se os trabalhadores da função pública que voltam a recuperar os subsídios que vão agora perder pese embora o 1º. ministro afirme que esta suspensão é temporária. A tentativa do governo em alargar esta medida ao sector privado é natural que também venha a ser coroada de êxito porquanto a suspensão dos dois subsídios aos trabalhadores da administração pública vai servir de argumento para a entidades patronais mais oportunistas de assim também reduzirem os seus custos. Em conclusão. Esta absurda medida governamental que tão pouco sequer vai resolver os problemas económicos do país, servirá apenas para, dificultar a vida a quem trabalha que vê o seu ordenado reduzido ao fim do mês através dos subsídios compensatórios das baixas tabelas salariais praticadas em Portugal.

Lá se vão prejudicar aqueles que diziam rumar a congressos para destinos paradisiacos proporcionados pelas grandes multinacionais de produtos farmacêuticos

Acabei de ouvir o bastonário da ordem dos médicos pronunciar-se contra a opção facultada ao doente através do pedido ao farmacêutico para lhe trocar um medicamento de marca por um genérico. Afirma este representante desta corporação de profissionais que esta troca pode ser lesiva para o tratamento da enfermidade do doente, dado que o genérico pode não garantir a eficácia que o medicamento de marca proporciona. Bem relativamente a isso e porque quem me visita sabe que sou um descrente nato do resultado dos medicamentos no tratamento de qualquer enfermidade, volto a afirmar que nem um nem outro, ou seja nem o medicamento de marca nem o genérico resolvem o problema de quem esteja doente, bem pelo contrário os efeitos secundários que causa, ainda acabam por afectar mais a situação de quem já está doente. Mas isto é a minha opinião porque ninguém me consegue provar que alguém acometido duma determinada doença, se tenha curado com a toma de medicamentos prescritos por um médico. A preocupação do bastonário tem a ver isso sim com o facto de, a partir do momento em que se começar a praticar o direito de opção do doente por um medicamento genérico em troca dum receitado mas de marca, os profissionais de saúde, mais propriamente os médicos deixarem de ir para congressos em locais paradisíacos a expensas das multinacionais de produtos farmacêuticos. Esta é a razão da preocupação do bastonário dos médicos, porque possuindo o medicamento genérico o mesmo princípio activo do medicamento de marca, a diferença situa-se apenas na filosofia na promoção da venda do medicamento, ou seja a multinacional tem delegados de propaganda médica a aliciar os médicos a prescrever aqueles medicamento e os laboratórios produtores dos medicamentos genéricos não precisam de delegados de propaganda médica porque o custo do medicamento é o melhor promotor da sua venda.

Mais dois inquéritos que vão dar em coisa nenhuma em termos de resultados

Foram anunciados dois inquéritos aos estragos causados pela intempérie registada na aerogare em Faro e que danificou significativamente quer a estrutura metálica quer serve de suporte à cobertura e que tem obrigado os passageiros em transito a aguardar o embarque no exterior da mesma. Na altura em que se registou este acontecimento abordei a questão da má planificação quer da estrutura de suporte quer das chapas que constituem a cobertura da aerogare. A violência da intempérie não foi de tal dimensão que justificasse este acontecimento, pelo que não sendo este tipo de obras públicas realizadas a um custo baixo impunha-se a responsabilização quer de quem aprovou o projecto quer de quem o fiscalizou e ainda do empreiteiro que o executou. Só por acaso não houve registo de acidentes pessoais, mas está na altura de se exigirem responsabilidades. Mas estou convicto que destes dois inquéritos que estão a correr nem vão ser apuradas responsabilidades e por essa razão não haverá qualquer tipo de consequências,  porque não vão ser identificados os responsáveis.

Face ao que vamos conhecendo de vários procedimentos ilícitos praticados por membros do PSD

Quase podemos concluir que além de ser um partido político, alguns dos seus barões deveriam fundar um clube de malfeitores, face aos diversos ilícitos praticados quer no exercício de funções públicas quer em privadas que também elas representam um elevado encargo para o erário público como é o caso do maior golpe da historia da banca registado em Portugal, cuja nacionalização o seu autor ainda se permite afirmar não estar arrependido de o ter feito. Ou seja mesmo depois de comprovada a asneira insiste em não a reconhecer.

Sempre achei que as opiniões em algumas revistas de automóveis relativamente a algumas marcas são tendenciosas

E a razão dessa tendência prende-se com o facto dos concessionários das marcas proporcionarem aos responsáveis pelas revistas de automóveis, os seus modelos a seu belo prazer e por um largo tempo, facto que os compromete em qualquer critica negativa à qualidade do modelo emprestado. Ou seja ouve-se em programas televisivos, onde são testados os modelos, ou nas chamadas revistas da especialidade verdadeiros absurdos relativamente a marcas de automóveis cujo fiabilidade nunca foi comprovada por qualquer índice de satisfação automóvel. Chamo a isso uma opinião comprada. Recentemente li que a Volkswagen está prestes a conquistar a liderança à Toyota no ranking de construção automóvel, o que me parece um perfeito absurdo e inclusivamente duma total impossibilidade, mesmo com o resultado da quebra de produção do nº. 1 do fabrico de automóveis mundial a Toyota face à catástrofe registada no Japão com o tsunami. De resto basta atentar no facto dos países africanos optarem maioritariamente pela compra de automóveis de fabrico japonês, os asiáticos, os do médio oriente, os americanos etc. etc.. Quem maioritariamente adquire automóveis de marca europeia são os países europeus e um ou outro país da América Latina. Portanto dificilmente a Volkswagen conseguirá ultrapassar em vendas o número de automóveis a menos que os produza mas fique com eles nos respectivos parques à espera dessa oportunidade.


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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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