Arquivo de Janeiro, 2012

Como será que se sentem os patrocinadores deste governo

  1. Como será que se sentem
  2. os patrocinadores deste governo
  3. que tem afectado muita gente
  4. inclusive quem está enfermo 
  5. São já 800 mil os desempregados
  6. e o número não pára de aumentar
  7. quando eram menos foram criticados
  8. por aqueles que se dizem a governar
  9. Nada de mais falsa tal certeza
  10. os resultados a que assistimos 
  11. são duma enorme clareza 
  12. pior que este governo nunca vimos
  13. Com a sua campanha eleitoral 
  14. mais uma vez enganaram incautos
  15. julgando que a sua escolha afinal
  16. resolvia os problemas de tantos
  17. Ficou provado não conseguiram  
  18. resolver um único problema 
  19. mais uma vez eles iludiram 
  20. os que apostam neste sistema
  21. Já era altura de abrirem os olhos
  22. tantas vezes se deixam enganar
  23. pelas aldrabices que aos molhos 
  24. nas campanhas costumam usar

 

 

 

 

Sem dúvida, num grande plano

O meu aplauso para o autor deste excelente artigo de opinião publicado no DN

No passado dia 16, a RTP transmitiu o Prós e Contras directamente de Luanda. Não vi, mas deve ter sido bonito. Comentários avulsos confirmaram as minhas suspeitas: moderados pela lendária Fátima Campos Ferreira, uma comitiva liderada pelo ministro Relvas e composta pelos pechisbeques empresariais e “culturais” da praxe tagarelou amenamente com a nomenclatura do regime angolano. Ao exercício, a RTP chamou Reencontro. Outros chamaram-lhe coisas piores: manipulação política, sujeição de meios públicos aos apetites do Governo, subserviência às criminosas elites locais, etc.

Pedro Rosa Mendes, escritor e jornalista, foi um dos críticos severos da coisa. Aos microfones da Antena 1, onde assinava uma crónica regular, sublinhou o carácter “nauseante” e “mistificador” (cito) que a coisa exibiu. Pouco depois, viu-se informado de que a sua colaboração com a RDP terminara. Para não tornar a represália ainda mais óbvia, a RDP terminou inclusive com o espaço de opinião diário em que a crónica semanal de Pedro Rosa Mendes se inseria.

O caso teve repercussões. O Bloco de Esquerda questionou Miguel Relvas sobre a matéria, lembrou a recomendação do economista João Duque, que defendeu a utilização dos media estatais sob orientação dos Negócios Estrangeiros, e sugeriu a prática de “um acto de censura inaceitável num estado democrático”. Com divertido descaramento, o PS afirmou-se empenhado em apurar se “houve alguma influência da tutela para que a Direcção de Informação ou de Programas tomasse esta posição em relação a uma opinião livre, ou se estas direcções, para fazerem algum frete ao Governo, tomaram esta decisão”. E uma senhora Raquel Freire, colega de programa de Pedro Rosa Mendes na Antena 1 e entretanto também airosamente enxotada, perguntou na crónica final: “Para que serve uma rádio pública e um serviço público?” De seguida, colocou duas possibilidades: “Para dar voz às pessoas ou para ser a voz do dono?”

Não sei o que é mais comovente, se a candura dos senhores da RDP, que atribuíram o cancelamento a decisões de gestão anteriores ao texto “angolano” de Pedro Rosa Mendes, se a inocência dos que condenam o dito cancelamento e ignoram, ou fingem ignorar, as circunstâncias que lhe estão subjacentes. A resposta a Raquel Freire é óbvia e responde a tudo o que envolve o serviço público de rádio e de televisão, que nunca tentou ser nada de diferente da obediência e da propaganda. Se tentasse, provavelmente não o conseguiria.

É triste que alguns apenas descobrissem tamanha banalidade em 2012. É trágico que uns tantos hesitem em admitir a descoberta após décadas disto. É previsível que poucos saberão tirar daqui as conclusões devidas, leia-se que a defesa da RTP e da RDP é incompatível com aspirações a uma informação isenta. Não se espera que um único dos políticos tão indignados com o Reencontro quanto ávidos de poder promover “Reencontros” similares mude de opinião. No máximo, talvez o episódio ensine os que genuinamente apreciam a liberdade a evitar futuras colaborações com o “serviço público”, que serve a voz do dono e só a voz do dono, seja o dono quem for e queira o público o que quiser.

 

Ao qual acrescento o meu comentário:

Como natural da Angola que sou e face ao catastrófico processo de descolonização que culminou com a entrega ao MPLA do poder então negociado com os três movimentos de  libertação, culpo os responsáveis portugueses quer pelas consequências dessa descolonização e ainda a forma absolutamente inaceitável de subserviência em que os governos de Portugal se têm posicionado  face ao poder angolano, cuja classificação adequada não poderá ser menor do que vergonhosa.

Anjinha não me parece que seja, mas tem um ar angelical

Nunca tive dúvidas mas agora surgiram as certezas

Já abordei por diversas vezes a ineficácia de determinados medicamentos para combater certas enfermidade e relativamente à diabetes em que os respectivos portadores só conseguem ver os valores baixarem se fizerem uma dieta rigorosa. Já tinha referido em post ter feito uma experiência com a toma de leite obtido do alpista e conseguido alguns resultados muito interessados, facto que me entusiasmou e levou a cometer disparates, sobretudo na quadra natalícia, o que originou um disparar enorme dos valores da glicémia. Resolvi tentar através de medicação passando a tomar o Metformina de 500mg. E então foi aqui que a minha certeza surgiu. Enquanto mantinha o mesmo regime alimentar, os valores mantinham-se relativamente altos, passei a fazer dieta e então baixaram não significativamente estabilizando no mesmo valor. Ora tal como afirmei nas abordagens anteriores a eficácia do medicamento é afinal quase nula uma vez que os valores só baixam se fizermos uma dieta rigorosa. Se dúvidas não tinha agora fiquei com esta certeza, os medicamentos são de eficácia duvidosa.

Isto porque cada vez mais existe gente que anda muito enganada acerca da fiabilidade dos automóveis transcrevo o resultado dum estudo publicado no autoblog

É certo que a fiabilidade dos automóveis se resume aos EUA, mas uma coisa é certa relativamente ás posições cimeiras não existem grandes diferenças face a outros estudos publicados em anos anteriores. Como se vê os automóveis da marca alemã não têm sequer lugar nas listas, com excepção da Mercedes Benz também ela não muito bem classificada. Os proprietários do Mini que reflictam bem sobre a sua posição negativa já que a Land Rover foi sempre uma marca muito mal cotada do ponto de vista de fiabilidade, lugar que vai continuando a manter.

JD Power lançou sua confiabilidade para os EUA: ganha Lincoln, Toyota e Jaguar escala permanece fortes posições

por Alberto Ballestín em 17 março de 2011


É um ano de referência inescapável. O consultor JD Power and Associates lançou seu estudo de viabilidade para o mercado dos EUA, e há poucas surpresas na frente, o que não significa uma repetição das posições anteriores. Desta vez foi Lincoln  a empresa mais confiável, a marca o mais recente prêmio de propriedade da Ford uma posição com relação a 2010 , seguido na lista por Lexus y. .. aguarde …Jaguar ! Cat Coventry, mais acostumados a andar na parte inferior da tabela, fica na terceira posição, deixando clara a modernização de seu catálogo.

 

 

JD Power obtidos consultando a lista de 43.700 proprietários de veículos em primeira-mão modelo 2008, e registando o número de problemas relatados por 100 veículos, dos quais levou os chamados “pontos PP100.” O veículo com um menor número de falhas é o Porsche 911 , com apenas 68 PP100, e Toyota , apesar da revisão campanhas , está varrendo a lista de modelos, com nada menos que sete prêmios em 20 categorias agrupadas. Estávamos com o desejo de saber quais foram os modelos mais baixa nominal, mas se você quiser as marcas, Land Rover , Jeep e MINI estão no menor Bajun da lista. Não o tipo de marca que vai querer refletir em seus folhetos. De acordo com a JD Power, o relatório deste ano mostra o menor número de incidentes por veículo nos 21 anos que ele vem fazendo este estudo, em grande parte devido à maturidade dos sistemas de equipamentos eletrônicos. A média da indústria foi de 151 PP100.Você pode encontrar todos os resultados em nossa galeria.

Já previa isto e ainda ontem comentei no Facebook, que pelo facto de não ter havido conferência de imprensa após a maratona negocial entre o 1º. ministro e Jardim

Hoje os partidos de oposição e o parceiro de coligação do governo, também admitiram o mesmo. Nada de estranhar estas posturas dos que foram líderes do PSD, nem do actual,  porquanto sempre recearam Alberto João Jardim cedendo em todos os seus desaires governativos, vá se lá saber porquê. Eu sinceramente tenho uma desconfiança, que não deverá estar muito longe da realidade porque não é possível entender esta continua cedência aos caprichos do presidente do governo regional da Madeira. E por isso vão continuar os contribuintes do Continente a quem ele volta meia volta se permite ofender a suportar  esta continuidade no despesismo madeirense. Curiosamente não sendo novidade este repetitivo procedimento de Jardim, os madeirenses porque lhes interessa continuam a mantê-lo no poder, isto porque nenhum líder do partido a que ele pertence jamais teve a coragem de o meter na ordem.


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