Arquivo de Fevereiro, 2012

Uma particularidade curiosa que venho notando neste meu blog

Tenho sido um crítico acérrimo da industria farmacêutica e sobretudo dos medicamentos que produz cuja eficácia insisto são de efeito duvidoso. Pessoalmente qualquer prescrição que me seja feita por um clínico o resultado com a sua toma é sempre absolutamente adverso ao objectivo do tratamento o que me leva quase de imediato a desistir de tomar o medicamento receitado pelo médico. E isto já aconteceu tantas vezes que os médicos que me seguem na minha vigilância oncológica nem sequer se atrevem a medicar-me, por saberem desta minha aversão e convicção aos resultados das drogas farmacológicas. Curiosamente neste meu blog que regista uma frequência média diária superior a 15o visitantes por vezes ultrapassando os 200, chegando quase aos 300, os posts mais lidos são exactamente aqueles onde eu repetidamente refiro que a eficácia dos medicamentos é uma fraude protagonizada pela industria farmacêutica.  Este registo leva-me a pensar pese embora quem leia estas abordagens não deixe sobre o assunto qualquer comentário que afinal muita gente estará de acordo comigo, pois caso contrário e se tivessem motivos para discordar isso motivava-os a comentar afirmando que eu estaria errado na minha convicção na medida em que quando enfermos e tratados com este ou aquele medicamento se sentiam curados.

Mais um excelente artigo de opinião a que nos habituou Baptista Bastos no DN

Estamos enfraquecidos e aterrorizados. O pior ainda não chegou, avisa-nos o Governo, que já desempregou não só milhares de portugueses, como a própria generosidade. A banalidade das advertências quase deixou de nos comover. Aceitamos as coisas com a resignação de quem entende que valores mais poderosos se levantam. Como há tempos me disse o meu amigo João Lopes, deixámos de alimentar a compaixão, sem a qual nem sequer sobrevivemos: vegetamos. Mas vale a pena insistir na notícia desta desgraça? Creio que sim; de contrário estaríamos a ressuscitar a fantasia de que, se tudo não está bem, vai melhorar. Não vai. Pedro Passos Coelho pressagiou o nosso em-pobrecimento; agora, pede-nos energia. Anda, notoriamente, desorientado. E não sabe a quem se dirige, por desconhecimento de quem somos. Mas não somos matéria vaga.

Leio em Montesquieu: “Não há desgosto que uma hora de leitura não desvaneça.” Faço-o, há muitos anos. Claro que o desgosto não se desvanece. Mas a leitura reconforta-nos. E permite-nos estabelecer comparações. É o que devia fazer o Governo: ler. Há, nele, uma encantadora ausência de livros, sobretudo de História. Os discursos chãos, vazios de sentido, escassos de virtude quanto cheios de ignorância, fornecem-nos a dimensão cultural e moral destes senhores. Não se pode governar estranhando a natureza de quem é governado.

Um volume recente, o terceiro da História de Portugal, de António Borges Coelho, ergue-nos o ânimo e alivia-nos dos pesares. Recomendo a Passos, que parece tão desviado de nós, a leitura de Largada das Naus, que nos sacode a sonolência de espírito e nos convoca a inteligência e a coragem. É um texto extraordinário pela beleza da prosa, pelo rigor da pesquisa, pela grandeza da proposta. Como nos dois tomos anteriores, Donde Viemos e Portugal Medievo, o grande historiador não oculta a paixão pelo povo, a contribuição inapagável e sem preço de uma gente fervorosa, amante e entusiasta, violenta e terna, que troca “gestos, cerimónias, roupas, vocábulos” e que experimenta “as armas e os corpos”. Nós.

Como poucos, António Borges Coelho fornece-nos a dimensão de um tempo e a espessura de uma população que construiu o país com a rudeza de uma vontade quase inexplicável. Como é possível desconhecer esta gente?, que criou um leito de nações, enquanto consolidava a sua própria, com o génio e o montante, a poesia e o sangue.

Não se deve falar connosco na linguagem da displicência. É imoral. Afinal pertencemos a uma estirpe que, para citar o etnólogo brasileiro Luís da Câmara Cascudo, outro maior, “levou nas naus o coração batente e a pedra de Pêro Pinheiro, mas, também, a língua e a força da aprendizagem”. Essa força transformadora que, na repressão, no opróbrio e na desdita não foi nunca dominada.

O meu comentário

Mas ele não lê, não ouve, nem vê, porque julga não necessitar. Ele e os restantes membros do governo julgam-se os salvadores da Pátria.

Parece finalmente fazer-se luz no líder do governo dos iluminados

Ainda não ouvimos o académico Gaspar afirmar se está de acordo ou não com a opinião do chefe de que a receita do IRC vai ficar abaixo do previsto. É certo que esta previsão fica muito aquém de outras receitas que também elas não irão atingir  os objectivos pretendidos. Dificilmente quem toma medidas erradas mais tarde ou mais cedo, tem a coragem ou melhor a modéstia de o reconhecer, sobretudo quando se trata de pessoas que estão convencidas que são os supra-sumos do que quer que seja e a sua visão é a única correcta, os outros ou são vesgos ou pior ainda fazem parte daqueles cegos,  que só o são,  porque não querem ver. Daí falharem quer as previsões acerca da recessão quer ainda e mais grave porque vai obrigar a implementar novas medidas, a receita proveniente do aumento dos impostos ficar substancialmente comprometida em resultado do excessivo agravamento dos impostos. Se isto é um governo de académicos, então que venha outro de analfabetos pode ser que consigam melhores resultados.

Oiça lá senhor 1º. ministro não é só a receita do IRC que vai ficar abaixo das expectativas

Há muito mais. Eu vou enumerá-las.

1ª. Como é sabido o Imposto Automóvel que se passou a designar por Imposto Sobre Veículos por ter alterado as regras que definem a sua incidência, tendo em vista a melhoria do meio ambiente, isto é passaram a ser penalizados pela emissão do CO2, era uma espécie dos ovos de ouro da galinha que o Estado possuía em termos de receita.  Ora segundo foi recentemente divulgado a quebra nas vendas de automóveis ultrapassou os 40% e estamos a falar de automóveis novos porque são apenas esses que produzem receita de ISV e IVA para o Estado. Donde se pode concluir senhor 1º. ministro que a receita do ISV prevista no orçamento para 2012 vai ficar muito aquém do previsto.  Ouviu senhor ministro Gaspar, este alerta também é para si.  Por outro lado e ainda com base na receita de impostos sobre os automóveis posso acrescentar que a receita sobre os produtos petrolíferos face à significativa quebra na venda de combustíveis vai igualmente ela ficar aquém da receita prevista no Orçamento do Estado, tal como aliás se está a reflectir nos concessionários das auto-estradas, cujas receitas estão a diminuir.  Ou seja só do sector automóvel a receita fiscal vai ficar muito aquém do previsto.

2ª. Nos transportes embora o inteligente ministro da economia tenha pensado e posto em pratica que o seu aumento brutal iria compensar os prejuízos das Empresas Públicas de Transportes, pelo que já se conhece, o resultado vai corresponder a um falhanço das expectativas por ele criadas, ou seja o Estado vai continuar a ter de suportar os prejuízos pela respectiva actividade.

3ª. A introdução de portagens nas ex-SCUTs, também elas vão significar a necessidade de saída dos cofres do Estado de verbas avultadas para compensar os concessionários, face ás receitas que estes não arrecadarão pela sua introdução, dada a quebra significativa de tráfego automóvel. Se tivessem sido menos gulosos provavelmente quem as utilizava continuava a utilizar, mas porque os valores são incomportáveis o resultado vai traduzir-se num fiasco.

4ª. Nas alterações do IVA sobre produtos essenciais, também não pense senhor 1º. ministro que vai encher os cofres do estado, porque embora a receita suba pois o aumento foi brutal, as previsões orçamentais vão também elas ficar aquém do pretendido.

Em conclusão. Preparem as vossas cabeças para as enterrar na areia face o resultado nada animador que irão ter com a receita proveniente dos impostos directos e indirectos.

As preocupações de Cavaco Silva recentemente reveladas podem não ter o impacto desejado

Cavaco Silva, sempre que a sua popularidade baixa, por culpa própria, uma vez que eu pessoalmente não consiga entender como é que um político que fez tanto mal ao país possa ter, ao invés de conquistar impopularidade, ser popular. Mas nada de estranhar em termos de comportamento de alguns portugueses, sim, porque não são assim tantos pese embora ele refira que as eleições que ganhou foram sempre como uma percentagem de 50% ou superior, esquecendo-se de referir que cerca de 50% de eleitores não votam ou votam em branco. Mas dizia nada de estranhar neste comportamento de alguns portugueses porquanto os 48 anos de ditadura, deixaram resquícios nos saudosistas do passado, os quais são o sustentáculo no poder de Cavaco Silva e do partido a que pertence. As recentes preocupações manifestadas por Cavaco Silva já só convencem os seus apoiantes, ou seja os tais 50%  dos seus votantes e talvez mesmo no seio dalguns desses haja quem finalmente tenha aberto os olhos e que já não o ache popular. Por isso um vasto universo de portugueses já não se comovem com as suas preocupações, nem tão pouco sequer as tenham em consideração. E quando ele, tal como ontem referiu perante as câmaras de televisão, pretende achar-se um político com relevância do ponto de vista do exercício do poder, acaba por inclusivamente provocar em quem o ouve, criticá-lo por isso face ao mal que tem feito ao país ao longo dos anos de exercício, com a tal experiência que se julga destacável.

Dentro de algum tempo a Primavera vai chegar e com ela a possibilidade de também assim estar

Por me parecer muito interessante a abordagem deste site, faço a sua transcrição, felicitando a sua autora pela sua pesquisa e aconselhamento

O poder de cura do Limão – Parte 1

:: Conceição Trucom ::

Nenhuma fruta tem valor medicinal igual ao do limão, e, suas propriedades merecem estar sendo compartilhadas com todos, porque meu objetivo é trazer à luz todo este potencial.

Este é o primeiro texto de uma série que pretendo estar divulgando através deste site, todos extraídos do livro O poder de cura do limão, de minha autoria.

Na elaboração deste livro, tive a preocupação de juntar um conteúdo o mais sério e completo possível sobre as propriedades terapêuticas do limão.

Todas as informações foram pesquisadas em livros, artigos, sites e publicações científicas, escritos por médicos e estudiosos das diferentes ciências. Existem fontes extremamente antigas, como as da medicina Ayurvédica, estudos científicos mais recentes como os com o óleo essencial contido na casca do limão, como também estudos empíricos da Aromaterapia, dos Florais e da Cromoterapia. Mas não faltam aquelas indicações e receitas da cultura popular mundial, trazidas pelos índios, xamãs e nossas avós.
Entretanto, recomendo às pessoas que têm problemas graves de saúde, só fazerem uso do limão após conversarem com seus médicos e estudarem mais sobre o assunto.

O consumo diário e regular do limão, é profilático e um verdadeiro elixir da longa vida.
Com indicações e emprego em moléstias diversas, com possibilidades de numerosas formas de aplicações internas e externas, o limão nem sempre é valorizado devidamente pelos profissionais contemporâneos.

Particularmente no Brasil, cuja média de consumo per capta ainda é bastante baixa (2,4 kg/pessoa/ano), sua intensiva utilização pode contribuir decisivamente para o incremento da saúde de nossa população.
Geralmente conhecido pela sabedoria popular, que segue tradições e ensino que vêm de nossas avós, o limão aguarda, tranqüilo e sereno, o julgamento da posteridade por uma humanidade mais esclarecida, para desprender-se das “facilidades” do modernismo tecnológico.

A leitura deste tema nos motiva procurar, no seio das forças naturais e vivas, a terapêutica e o tratamento salutar, que previne e cura sem fazer mal, sem arriscar a padecer da própria cura com os fatais efeitos colaterais.

O processo do metabolismo catabólico (quebra dos alimentos até suas unidades básicas de nutrição e posterior eliminação dos excretos) da alimentação repetidamente inadequada é responsável por muitas enfermidades e suas manifestações, entre elas, a acidez sangüínea e o artritismo.

O homem moderno, com sua vida estressante e sedentária, extremamente intoxicado, padece com as enfermidades orgânicas ou funcionais típicas do século. Para impedir ou prevenir que o organismo chegue à doença, necessita alcalinizar seu sangue com sais alcalinos, transformando os restos ou resíduos do metabolismo, e poder finalmente e mais facilmente expeli-los.
Quando isso não acontece, estes resíduos tóxicos e ácidos permanecem no organismo, ocasionando milhares de agravos patológicos, pelos quais têm que pagar caro os seres humanos chamados civilizados.

O limão, com seus ácidos facilmente transformados em elementos alcalinizantes e com suas bases, fermentos, vitaminas, fibras e monoterpenos, contribui poderosamente para eliminar resíduos que, como agora sabemos, são os responsáveis diretos e indiretos pelas doenças. Estes resíduos tóxicos funcionam como verdadeiros escudos, dificultando o sucesso dos tratamentos de cura e das terapias alternativas.

Assim, através de estudos prolongados, constatou-se que o uso do limão estimula a produção de carbonatos e bicarbonatos salinos no organismo, promovendo a neutralização da acidez dos líquidos corporais.
Efetivamente, apesar de no estado livre ter como princípio ativo o poderoso ácido cítrico, este, em contato com o meio celular no interior do nosso organismo, é oxidado e complexado durante a digestão e comporta-se como um alcalinizante suave, ou seja, um neutralizante da acidez interna.

Em síntese: os seus diversos sais convertem-se em carbonatos e bicarbonatos de cálcio, potássio, etc., elementos que concorrem para acentuar positivamente a adequada alcalinidade do sangue.
Perceba como este alimento é mágico: ao mesmo tempo em que contribui eficazmente para o funcionamento normal do metabolismo de eliminação (mobilização = depuração = purificação), também é fundamental no processo assimilativo de todos os órgãos do corpo, como por exemplo, na fixação do cálcio e do ferro. Enfim, com uma sábia orientação terapêutica e o consumo diário do limão, podemos amenizar e até, possivelmente, curar doenças classificadas como incuráveis.

A Terapia Intensiva
No livro O poder de cura do limão, enumero muitos das desarmonias de saúde que se beneficiam com o consumo regular do limão. No entanto, o uso intensivo é especialmente indicado nos reumatismos e doenças afins, na asma, no enfisema, nas doenças agudas e no fortalecimento do sistema imunológico.

Para este tratamento, deve ser usado fruto pequeno/médio e suculento, macio e perfeitamente maduro, da variedade que mais convier, preferentemente orgânico ou isento de agrotóxicos.
O tratamento está baseado no consumo do suco puro e fresco dos limões, sendo totalmente incompatível a presença do açúcar que, é um alimento que acidifica e intoxica o sangue. Veja este link.

O tratamento mais conhecido e divulgado na literatura sobre o limão é a Terapia Intensiva de 19 dias, que começa pela ingestão do suco de um limão no primeiro dia e vai aumentando-se a dose diária com 1 limão, ao longo de dez dias sucessivos, até perfazer o total de 10 limões no décimo dia.

No décimo primeiro dia decrescem as doses em igual proporção, reduzindo 1 limão a cada dia, até que no décimo nono dia a ingestão é o suco de apenas 1 limão.
Observe na tabela o esquema dia-a-dia de como deve ser praticado este tratamento.
Naqueles dias quando são muitos os limões, e o volume de suco é elevado, a ingestão pode ser feita em apenas uma toma em jejum, ou, mais factivelmente, em 2-3 tomas distribuídas ao longo do dia:

Primeira toma em jejum, 20 minutos antes do desjejum;
Uma ou duas tomas 10-20 minutos antes das refeições principais.

Dias – Limões
Primeiro 1
Segundo 2
Terceiro 3
Quarto 4
Quinto 5
Sexto 6
Sétimo 7
Oitavo 8
Nono 9
Décimo 10
Décimo primeiro 9
Décimo segundo 8
Décimo terceiro 7
Décimo quarto 6
Décimo quinto 5
Décimo sexto 4
Décimo sétimo 3
Décimo oitavo 2
Décimo nono 1
Vigésimo Fim

Um exemplo: No décimo dia serão 10 limões. Assim, tomar o suco de 4 limões, em jejum, cerca de 20 minutos antes do desjejum; de mais 3 limões, 10-20 minutos antes do almoço; e dos últimos 3 limões, igualmente antes do jantar.

Não pense que este tratamento deve ser praticado igualmente por todas as pessoas. Ao contrário, existe a possibilidade de serem feitas adaptações, conforme as condições e sensações corporais de cada um. Existem pessoas que estão por demais, ou por muito tempo, intoxicadas e o processo de limpeza pode ser difícil e possivelmente doloroso.
Observar que podem ocorrer as situações a seguir descritas.

A pessoa está por demais intoxicada e logo no começo do tratamento sente muito mal-estar, como acidez, náuseas, dor de cabeça, diarréia ou indisposição geral. Neste caso, o indicado é respeitar o corpo; e repetir a quantidade de limões do dia anterior e observar. Caso os sintomas aliviem um pouco, seguir em frente na seqüência prescrita pela Terapia Intensiva. Caso permaneçam os fortes sintomas, repetir por mais 1 dia a mesma dosagem de limões e observar as reações do corpo.

Se ainda assim permanecer uma sintomatologia de elevado incomodo, interromper o tratamento e recomeçar na semana seguinte do ponto zero, ou seja, com 1 limão.
Aproveitar esta semana de intervalo para alimentar-se de forma mais leve e natural, ingerindo mais frutas, brotos, folhas, sementes e cereais integrais.

A Terapia Leve
Indico este procedimento para as pessoas que nunca praticaram a Terapia Intensiva do Limão e têm medo de não conseguir levá-la até o final.
Trata-se de uma terapia de adaptação ao tratamento intensivo, que pode também ser planejada sempre que necessária uma limpeza mais rápida e superficial do organismo.
Esta Terapia Leve pode ser de 3, 5 (como no exemplo a seguir), 7, 9 ou 11 dias.
Um exemplo – Terapia Leve de 5 dias: Iniciar com o consumo de 1 limão, no segundo dia são 2 limões, e no terceiro dia são 3 limões. No quarto dia reduzir para 2 limões e, finalmente, 1 limão no quinto dia.

Posso diluir o suco? 
O correto e indicado é o suco puro e fresco do limão. Entretanto, pode acontecer da pessoa não aceitar o suco puro de jeito algum. Neste caso, há que respeitar a sua genética e usar este mesmo recurso através de um outro alimento desintoxicante e alcalinizante como a uva ou a laranja.

Outra opção é o consumo diário de 1-2 limões diluídos com frutas e folhas verdes, que são os chamados sucos desintoxicantes, fartamente receitados no meu livro Alimentação Desintoxicante – Para ativar o sistema imunológico.
Diferente do tratamento intensivo, o uso diário dos sucos desintoxicantes em jejum é uma dinâmica mais sutil e suave, porém de elevado poder terapêutico e preventivo.

Com que freqüência praticar a Terapia Intensiva do Limão? 

Isso é muito relativo, porque depende de que doença(s) a pessoa está querendo combater, da sua receptividade ao tratamento ou se é um trabalho de prevenção e fortalecimento da saúde.
De qualquer forma, quando falamos da Terapia Intensiva de 19 dias, considero prudente um intervalo de 2 meses no mínimo.
Mas recomendo que neste intervalo, torne-se um hábito o consumo diário de 1-2 limões no preparo dos sucos desintoxicantes, seja ele somente em jejum, ou em várias tomas diárias.

Como preparar o suco fresco do limão? 

Dificilmente recomendo o preparo do suco dos limões num espremedor manual.
Isto porque o preparo na centrífuga ou no liquidificador apresenta 2 vantagens:
– O suco irá conter pectina, que é aquela parte branca presente na sua entrecasca, uma fibra de excelência para a saúde.
– O primeiro limão sempre passará inteiro, ou seja, com a sua casca para o suco conter traços do OE de limão, rico em d-limoneno, substância já descrita como de elevado valor terapêutico.

Na centrífuga o suco já sai filtrado, enquanto no preparo com o liquidificador será necessário o uso da peneira para coar o suco.
Finalizado o preparo, ele deve ser ingerido imediatamente. Jamais consumir um suco com mais de 5 minutos de preparo. Ele terá sabor, porém reduzido valor terapêutico.

Cuidados importantes

Existem casos de enfermos, por longo tempo artríticos, cheios de resíduos protéicos, portanto, com poucas reservas alcalinizantes. A quebra destes resíduos protéicos gera muitas substâncias ácidas e, conseqüente falta de bases, carência esta que vai acumulando-se até provocarem sérias acidoses ou acidemias protéicas. Em tais casos, a Terapia Intensiva do limão pode ser contra-indicada.

Todavia, em tais circunstâncias especiais, experimentamos aplicar limão juntamente com um caldo alcalinizante, acrescentando ao suco do limão elementos basificantes… O caldo basificante pode preparar-se mediante a decocção de aipo, cebola, alface, etc., sendo que o uso de várias hortaliças juntas dá ainda melhores resultados. Toda vez que se toma esse caldo quente, adiciona-se suco de limão na quantidade que o caso requeira e a tolerância orgânica permita, tendo-se em mente que, ao aumentar a dose de limão, deve-se aumentar também a quantidade e concentração deste caldo. Desse modo, não há sobrecarga de acidose no sangue.
Dr. José Castro

Ao manusear o limão ou qualquer fruta cítrica, deve-se lavar muito bem as mãos e o local onde foi realizado o uso externo, antes de expor-se ao sol. O suco e casca destas frutas cítricas contém substâncias foto-sensíveis, ou seja, a presença de resíduos do limão na pele em contato com raios solares irão provocar manchas escuras na pele, e até mesmo queimaduras mais sérias. E, mesmo com a pele muito bem lavada, evitar tomar sol diretamente. Não esquecer do filtro solar.

Convém, em seguida a cada ingestão do suco puro, bochechar a boca com água, pois a acidez ativa do limão poderá atacar o esmalte dos dentes. Uma dica – ingerir o suco com canudo para evitar o contato com os dentes e também o sabor acentuado que permaneceria na boca.

Este texto faz parte do livro O poder de cura do limão – Um guia de medicina caseira – Conceição Trucom – Editora Alaúde. Neste livro você vai encontrar muitas indicações de como usar o limão para prevenir e tratar doenças.

Atenção: Não se auto medique. Este texto é para esclarecer. Entretanto, as dosagens, quantidades, horário, freqüência e demais explicações do correto uso do OE de limão é que darão a possibilidade de sucesso nos tratamentos de prevenção e cura. Como qualquer medicamento, o poder de cura do limão não está num uso esporádico e inadequado, mas no seu uso correto e freqüente. Que bom seria que todos pudessem conhecer de forma completa “O poder de cura do Limão”.

 


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