Arquivo de Março, 2012

Venderam o BPN ao desbarato mas o comprador tem na sua gestão um influente militante do PSD

Ou seja José Oliveira e Costa que geriu o maior golpe bancário que há memória em Portugal, deverá ver com bom grado a nova administração do banco agora com outra designação mas gerida por um correligionário. Razão tem Francisco Louçã, isto não é uma coincidência isto é uma evidência esta transferência de propriedade dum banco que vai continuar a custar aos contribuintes portugueses muito dinheiro. E Mira Amaral ainda tem a desfaçatez de afirmar que se fosse agora realizado o negócio nem sequer os 40 milhões de euros seriam oferecidos. Sempre achei que Teixeira dos Santos e José Sócrates que aprovou a nacionalização tinham cometido um enorme erro e disso dei conta. Afirmaram ambos que era preciso salvaguardar os interesses dos clientes do banco. Que se saiba ninguém escolhe um banco coagido. Pessoalmente nenhum banco privado alguma vez me mereceu qualquer confiança, fui sempre cliente da CGD embora não me move nenhum sentimento de simpatia por esta instituição do Estado que trata os seus clientes da mesma forma ou ainda pior que os outros bancos. Daí achar que Teixeira dos Santos e José Sócrates não tinham nada a preocupar-se com o facto do banco estar falido e invocarem a preocupação da salvaguarda dos clientes e sobretudo dos depositantes, até porque os restantes portugueses não clientes do BPN não tinham que ser sacrificados com os encargos resultantes desta nacionalização. Foi efectivamente um erro enorme o cometido pelo governo do PS, mas porque a nacionalização foi sua culpa, o actual executivo aproveitou a oportunidade para entregar o Banco a preço de saldo a mais um gestor da sua cor. Tudo isto graças a um eleitorado que, ingenuamente e por mais uma vez se deixou ludibriar por um partido político que possuí na sua militância a expressão máxima da máfia lusa. 

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol pelos vistos está preocupado com a ofensa lançada sobre as virgens do apito

É público e notório que a arbitragem em Portugal tem influenciado de que maneira certos resultados em jogos de futebol. Obviamente que os responsáveis pelas equipas lesadas por más arbitragens têm reagido contra os seus autores, tendo em vista o princípio de quem não se sente não é filho de boa gente. Ora exageraram em  certos lances em que são marcadas faltas que não se justificam e outras que deveriam ser e não são marcadas, em alguns encontros de futebol, pelo que se pode inferir estarmos perante uma intenção deliberada de favorecer determinada equipa em detrimento doutra. Os ditos juízes de campo resolveram assumir o papel de virgens ofendidas e ameaçaram parar durante duas semanas com as arbitragens caso não parassem os ataques de que estão merecidamente a ser alvo. Ontem o presidente da Federação Portuguesa de Futebol veio em defesa destas pseudo-virgens, afirmando que está a ser posta em causa a sua honorabilidade e honra o que não pode continuar aconselhando os responsáveis dos clubes a conterem-se. Admito que o aconselhamento ontem feito, possa ser acatado pelos dirigentes dos clubes que se sentem prejudicados pelas últimasx arbitragens, mas o que não pode ser impedido por estas virgens do apito, ofendidas com a opinião pública que se generalizou, por culpa própria, de que possam continuar a julgá-los pelo mau serviço prestado nas suas arbitragens, não vai ser conseguido.

Os fabricantes japoneses de automóveis acabam por cometer erros que jamais os conseguem corrigir

É do conhecimento geral que a industria automóvel japonesa nos anos 60 conseguiu conquistar os mercados internacionais e destronar quer o domínio nesta área das marcas norte americanas quer das europeias. Lembrar-se-ão os jovens da minha idade do sucesso que foi o Datsun 1.2 que surgiu nos anos 60, bem como o Toyota Corolla de igual cilindrada. Faziam milhares de quilómetros sem problemas mecânicos e recordo-me muito bem disso nas estradas de África. O Volkswagen carocha foi então ultrapassado tal como o Renaul 4L o Mini, Citroen etc. que quem os possuía passava a vida a caminho da oficina. Depois a DKW e o NSU de fabrico alemão eram automóveis com muito fraca fiabilidade. Surgiram posteriormente outras marcas japonesas que embora não tenham tido em termos de elevada qualidade de fabrico o mesmo êxito da Datsun e da Toyota, a Honda inicialmente com o N360 e N600 carrinhos muito pequenos com motores de arrefecimento a ar mas que era muito resistentes. A Mazda apareceu com o seu modelo 1.0 que foi um automóvel utilitário inigualável, suportando dezenas de milhares de quilómetros em estradas em África sem qualquer tipo de avarias mecânicas. Mas os fabricantes japoneses que pela sua elevada qualidade dos automóveis produzidos sempre proporcionaram aos seus clientes períodos de garantia mais alargados que os demais fabricantes, por razões gestão ao longo dos anos algumas das suas marcas acabaram por ser absorvidas por outros fabricantes que não produzindo automóveis com a mesma qualidade acabaram por desacreditar essas marcas. Foi o que aconteceu com a Mazda que a partir do momento que a Ford a adquiriu e passou a incorporar nos seus modelos motores da Ford desacreditou a marca. O mesmo aconteceu com a Datsun que a dada altura mudou de designação, passando a Nissan que foi adquirida pela Renault e este fabricante passou a incorporar nos seus modelos motores da Renault. A Mitsubishi também ela passando por dificuldades passou a incorporar nalguns dos seus modelos motores da PSA e da Mercedes o que também acabou por desacreditar a qualidade dos seus automóveis. Neste altura as únicas marcas japonesas que ainda resistem à sua origem são a Honda, a Toyota e a Subaru. Mas recentemente foi anunciado que a Toyota fez um acordo com a BMW para incorporar no seu modelo Avensis o motor diesel 2.0. Ora que saibamos a BMW apenas dá 2 anos de garantia mecânica aos seus modelos independentemente destes serem da gama média, média alta ou mesmo da gama alta. Não é pois compreensível que a Toyota um fabricante que dá de garantia aos seus clientes para os modelos de automóveis que produz 5 anos, como é que irá fazer a partir do momento em que passe a incorporar no seu modelo de gama média o Avensis, motores da BMW, se esta marca só dá de garantia apenas 2 anos. Será que a Toyota está apostada em cometer o mesmo erro que outras marcas japonesas cometeram e por isso acabaram por perder quotas de mercado?

O Chevrolet Volt não passa dum embuste da General Motors

Quando este fabricante norte-americano afirma que este seu modelo automóvel é eléctrico, tal não corresponde à verdade na medida em que o Chevrolet Volt dispõe dum motor de combustão a gasolina que tal, como qualquer automóvel híbrido produzido pelos fabricantes japoneses, a Toyota e a Honda, vem fazendo. A única diferença do modelo da Chevrolet é que o Volt tem uma autonomia de funcionamento eléctrico maior que automóveis japoneses, pois permite percorrer até 60 kms. Apenas e só esta a diferença. O fabricante norte americano insiste em considerar o seu modelo um automóvel eléctrico mas não é efectivamente, pelo que estamos na presença dum embuste e a confirmá-lo está o facto de, nas características descritas, o automóvel produz 27 de CO2, o que desmente a afirmação produzida na medida em que um automóvel eléctrico não emite CO2.

E pronto, estragaram tudo, com a referência ao abscesso deste fim de semana

Decorria o telejornal, sem qualquer tipo de referência ao congresso do PSD, o que me animou de certa forma, depois de estar dois dias, sábado e domingo sem o ver, convencido que conseguiria chegar ao final das notícias, sem que a referencia ao abscesso do congresso parecesse. Engano o meu. Aconteceu e até numa referência à intervenção de Filipe de Menezes pai, tal como o seu filho denotam uma manifesta falta de chá durante a sua criação. Obviamente que o clique não só aconteceu como ainda ciente de,  em termos de notícias,  já não conseguir ouvir mais nenhuma, terminou para mim a audição do telejornal. E depois admiração estas estações de televisão que as audiências decresçam. Mas o que mais me irrita solenemente é que sendo um cliente do sinal por cabo, os senhores responsáveis pela direcções dos programas das televisões deveriam ter mais respeito pelos telespectadores seus clientes, porque afinal são eles os sustentáculo da sua sobrevivência. Sim porque ninguém acredita e para mais com o mercado publicitário a cair que os canais de televisão conseguem sobreviver só com a publicidade.

Porque o tempo está propício para nos despirmos de preconceitos e mais alguma coisa aqui fica a prova

Ainda faltam 4 anos para as eleições presidenciais e a comunicação social já aventa candidatos

Em representação do PSD avançam com Marcelo Rebelo de Sousa e mais recentemente com Durão Barroso. Isto porque na sua muito douta opinião os jornalistas acham que pelo facto de Marcelo Rebelo de Sousa ter alguma popularidade entre os telespectadores da TVI que ao domingo o ouvem debitar as suas teorias e previsões, estas talvez influenciadas por alguma amiga sua que se dedica à actividade do “tarot”, facto que lhe poderá conferir uma preferência do eleitorado afecto ao PSD na sua eleição para presidente, como se porventura o número de simpatizantes deste partido fossem suficientemente representativos para eleger um presidente. Mais recentemente avançam com a possibilidade de José Manuel Durão Barroso ser outro eventual candidato. E esta candidatura se é que efectivamente vai acontecer, configura a passagem dum atestado de estupidez aos portugueses que o elegessem, tendo em vista o seu procedimento ao abandonar o cargo que então exercício de 1º. ministro, para ir ocupar o de presidente da comissão europeia, muito melhor remunerado, pondo assim os seus interesses pessoais acima dos interesses do País. É certo que não perdemos nada com essa troca, bem pelo contrário, ganhou ele, mas também ganhou o país que dele se viu livre. Vamos continuar a assistir ao anúncio de outras candidaturas, as quais, algumas delas motivadas por este aventar jornalístico acabam por se concretizar e então passaremos a ter uma corrida semelhante aquela que recentemente tem acontecido nos países de expressão portuguesa, ou seja quase que, uma espécie de representantes étnicos. 


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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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