Não pretendo ser maçador nesta minha insistência, mas cada vez tenho mais motivos para pensar que tenho razão

Este é um dos títulos de hoje na imprensa escrita.

Coca-Cola e Pepsi alteram receita para evitar alerta cancerígeno nas embalagens

Sempre que desaconselhei pessoas amigas e até conhecidos a desistirem do seu hábito de tomarem este tipo de refrigerantes fui confrontado com a resposta de que as minhas preferências também não asseguravam nenhum certeza salutar. Circulou de resto na internet uma extensa mensagem a alerta para os graves malefícios na saúde da ingestão da Coca-Cola. Curiosamente tudo quanto aliás provém da tio do tio “Sam” a nível alimentar tem muito que se lhe diga e os norte-americanos são de resto a prova viva do erro que é a cultura dos seus hábitos alimentares. Mas mesmo com todos os alertas os amantes destas bebidas nunca deixaram de as beber pese o risco que correm. 

Infelizmente para nós estes não são os únicos produtos existentes no mercado que põem em risco a saúde pública. Existe um largo universo doutros alimentos, nomeadamente os pré-cozinhados que são colocados à disposição dos clientes nas cadeias de distribuição alimentar. 

Uma das razões que me suscita um comentário em surdina, com a minha mulher sempre que nos deslocamos a um hipermercado é reparar num ou noutro carrinho de compras de clientes jovens nos quais se encontram depositados em bastante quantidade produtos alimentares pré-cozinhados os quais como é sabido para serem conservados por um largo tempo são-lhes adicionados conservantes alguns dos quais está provado cientificamente que o sua ingestão pode causar tumores do aparelho digestivo. Aliás não é por acaso que no nosso país é cada vez maior o número de doentes do foro oncológico com tumores no aparelho digestivo. 

Como a Organização Mundial de Saúde que tal como outras organizações do mesmo cariz não servem para nada a não ser consumir recursos financeiros aos Estados que as suportam, não existe nenhum processo de impedir as grandes multinacionais de produzirem alimentos que contenham produtos susceptíveis de perigarem a saúde pública, daí o facto das cadeias de distribuição alimentar comercializarem sem qualquer restrição produtos alimentares que são nocivos à saúde quando sobretudo usados em continuidade. 

O lamentável é que as pessoas sabendo do risco que correm continuam a quase encher os seus carrinhos de compras com produtos pré-cozinhados, uns como forma de facilitar o seu trabalho doméstico e outros por razões económicas, mas colocando em risco a saúde dos seus familiares para os quais se destina este tipo de alimentação.

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