Arquivo de Abril, 2012

Com testemunhos destes cada vez mais chego à conclusão de que tenho razão sobre estas matérias sobre as quais escrevo

A Causa Primária do Cancro

Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CANCRO?

Mas espera aí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura??
Vamos saber agora!

Foi este senhor:

 

Otto Heinrich Warburg (1883-1970).
Prêmio Nobel em 1931 por sua tese “A causa primária e a prevenção do cancro”

Segundo este cientista, o cancro é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.
Por que?… porque uma alimentação antifisiológica – dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ. 

ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das células!!!
Ele afirmou: “A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro.”

Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!

 

Outra afirmação interessante: “As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio.”

Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.

E ele afirmava que: “Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena.”

Ainda segundo Warburg: “Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio,  porém as células cancerosas

podem viver sem oxigênio – uma regra sem exceção.”

 

E também: “Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos.”

 

Em sua obra “O metabolismo dos tumores”, Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizam por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a  GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio… Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.

 

Resumindo:

Células sadias vivem num ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:

Células cancerosas vivem num ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:

 

IMPORTANTE:

Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais

e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come!

O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14,

sendo PH 7, um PH neutro.

É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta

e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável, o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45. Leve em

conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma próximo a morte.

Então, que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!

 

Alimentos que acidifican o organismo:

Açúcar refinado e todos os seus subprodutos – o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas,

só hidrato de carbono refinado que pressiona o pancreas. Seu PH é 2,1, ou seja, altamente acidificante
#  Carnes – todas
Leite de vaca e todos os seus derivados – queijos, requeijão, iogurtes, etc.
Sal refinado
Farinha refinada e todos os seus derivados – massas, bolos, biscoitos, etc.
Produtos de padaria – a maioria contém gordura saturada, margarina, sal, açúcar e conservantes
Margarinas
Refrigerantes
Cafeína – café, chás pretos, chocolate
Álcool
Tabaco
Remédios, antibióticos
Qualquer alimento cozido – o cozimento elimina o oxigênio e o trasforma em ácido – inclusive as verduras cozidas.
Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados

e industrializados.

Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue da metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!

O nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!

 

 

Alimentos Alcalinizantes

Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio);  cruas produzem oxigênio, cozidas não.
Frutas, igualmente as verduras, por exemplo o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos). Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok? As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.
Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.
O mel é altamente alcalinizante.
A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante(sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).
Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. “A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas”, afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.

#O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta. Não é preciso dizer mais nada, não é?
O Doutor George W. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:

“Todas as mortes mal chamadas “naturais”, não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.

 

Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida que produz o cancro.

Mencken escreveu:

“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.

O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos.”
O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):

“Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!”
O Dr. Robert O. Young disse:

“O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças.”
E a quimioterapia?

Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma imediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a grande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar

sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.

Eis a resposta do começo do email:

É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria do cancro (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia?
É necessário dizer que
 a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade?

Nota: Você se dá conta do que significa isto?

Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?)

Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: “É.… poderia acontecer com qualquer um…” Com qualquer um?

 

Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?

 

A ignorância justifica, o saber condena.

“Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento.” Hipócrates

Fontes:

http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-causa-prim%C3%A1ria-e-preven%C3%A7%C3%A3o-do-c%C3%A2ncer-por-otto-h-warburg-ganhador-do-pr%C3%AAmio-nobel
http://ydecazio.blogspot.com/2011/11/causa-primaria-e-prevencao-do-cancer.html
http://www.bibliotecapleyades.net/salud/salud_defeatcancer67.htm

 

Desiludam-se aqueles que pensam estarem os preços dos combustíveis a inverter a tendência de subida

Nas últimas semanas vai-se concretizar um decréscimo no custo do litro de gasolina na ordem dos 4 cêntimos. Logo após a primeira descida de dois cêntimos notei uma aumento significativo do tráfego automóvel o que me levou a pensar que os consumidores são facilmente influenciáveis. Obviamente que para mim isto não passa duma estratégia concertada de “marketing”, visto a queda abrupta da circulação automóvel,  este abaixamento do custo da gasolina, para mim não tem outro objectivo senão o de estimular aqueles que deixaram de utilizar carro próprio a voltar a fazê-lo. Mas imediatamente assim que o aumento do tráfego começar a ser significativo e o consumo do combustível comece a registar um acréscimo, voltarão a aumentar de novo os preços. De resto aliás, deu para perceber quando um dos responsáveis por este negócio altamente lucrativo perante as câmara de televisão afirmou no telejornal que esta descida do preço da gasolina não significa que seja para continuar e que amanhã não se venha a verificar o inverso. Vou até mais longe para comprovar este meu raciocínio. Como a descida, porque insisto,  nesta jogada de marketing, só se verificou em relação à gasolina, num dia destes ela sobe o vai descer o custo do litro do gasóleo, para igualmente estimular os incautos. Seria interessante saber-se que no lucro registado de 50 milhões de euros no 1º. trimestre deste ano pela GALP, sobre que quantidade de combustível vendido, foi o mesmo obtido. 

A industria automóvel acaba no fundo por ser muito semelhante à industria farmacêutica do ponto de vista do negócio lucrativo

Se atentarmos no desenvolvimento tecnológico registado nas últimas décadas, podemos concluir que a industria automóvel, foi aquela que do ponto de vista da evolução menos progressos registou, porquanto os seus fabricantes para além da preocupação com as linhas dos seus modelos e a implementação de electrónica, que essa sim tem tido uma evolução surpreendente, nada de pouco significativo se tem registado ao nível da propulsão dos motores. O oportunismo latente que se tem verificado com a industria petrolífera tem estado e causar enormes prejuízos ao desenvolvimento dos países que têm vindo a registar enormes dificuldades para encarar o aumento significativo do preço dos combustíveis fósseis. As tentativas realizadas pelos construtores de automóveis para em alternativa substituírem os motores de explosão por outros menos poluentes, até porque se torna cada vez mais urgente parar com a destruição do planeta em que vivemos, não têm tido qualquer impacto, junto dos consumidores e recentemente ao avançarem com o lançamento no mercado automóvel de veículos eléctricos quer pelo preço por eles pedidos quer pela sua baixa autonomia, está na razão do desinteresse pelos consumidores. Este fenómeno do meu ponto de vista também se aplica a industria farmacêutica. Os meus netos desde bebés que têm sido tratados com medicamentos iguais aqueles que usamos para tratar os seus pais, isto é os nossos filhos, ou seja existentes há mais de 4 décadas no mercado. Ora segundo os especialistas os vírus para tratar certas enfermidades sofrem mutações porque também evoluem, ora se isso acontece e cientificamente está esse facto comprovado, que sentido faz estar a tratá-las com medicamentos que já existem no mercado há mais de 40 anos. Não será isto uma fraude?

 

Argumentam os industriais farmacêuticos que o desenvolvimento duma nova droga farmacológica além de estudos muitos dispendiosos, obrigam a testes de eficácia que demoram muitos anos até a mesma ser comprovada. Confesso que este tipo de argumento me causa alguma hilariedade. E porque?

Porque não é a primeira vez, nem será a última que a entidade reguladora Mundial e a nacional, que se pronuncia sobre a eficácia de determinado medicamento, de quando em vez publica listas de drogas farmacológicas às quais lhes é retirada a eficácia no combate ás enfermidades para as quais estão indicadas. O que chamar a isto?

Daí achar muito comparável a industria automóvel em relação à sua evolução, à industria farmacêutica. Estamos perante dois negócios altamente lucrativos mas de baixo benefício para os consumidores.

Este foi o projecto anunciado em 2008 que se vai tornar uma realidade em Agosto deste ano. Que se cuidem os países produtores de petróleo, pois vão ter que acabar por o negociar a preços de saldo

Visualmente, o protótipo que dirigi no sul da França, de uma pequena empresa chamada MDI, não tem muita graça. É um monovolume com um jeitão de furgão de entregas e equipado com um pequeno motor de 800 cm3 de 25 cv. Até aí, nada de mais. Só que esse carro não é movido a gasolina, álcool, eletricidade ou hidrogênio. Seu “combustível” é o mais abundante, barato e limpo possível: ar. Isso mesmo, tudo o que movimenta suas rodas é ar comprimido, só que injetado no motor a uma pressão de 300 bars – para se ter uma idéia, um cilindro de GNV trabalha com 200 bars.

Esse conceito inovador é obra de um engenheiro francês, Guy Nègre, que trabalhou na Renault e teve uma obscura passagem pela F-1 nos anos 80 pela pequena AGS, na qual correram o brasileiro Roberto Pupo Moreno e o italiano Ivan Capelli. Aliás, sua inspiração veio daí. Como a partida do motor dos F-1 era feita com ar comprimido, ele decidiu aplicar a idéia num carro de rua. Ele se debruçou no projeto, criou a MDI e chegou ao primeiro protótipo. “Comecei a trabalhar no sistema no começo dos anos 90 e desde então houve muitos progressos”, disse ele em seu escritório, antes de partirmos para o test-drive.

Nègre explica que o reabastecimento é bem simples: basta um compressor desses usados em posto de gasolina e, após três minutos, o veículo está de tanque cheio. Depois, entro no carro e me acomodo no único banco no interior. O engenheiro da MDI que me acompanha abre uma válvula, do lado do banco. É ela que libera o ar comprimido, que acionará o motor. Depois aciono a chave na ignição. Primeiro ouço os “pfffffffffffffs” por conta da pressão sendo liberada para o motor, um chiado que lembra aquele som característico da válvula de alívio de carro turbinado, acompanhado por um ruído de motor de automóvel antigo, tipo “pop, pop, pop”, barulhento que só ele.

A troca de marchas é feita no volante, através de botões. O da direita sobe, o da esquerda reduz. Em alguns minutos, com o câmbio em quarta (e última marcha), cheguei a 60 km/h por falta de espaço, mas Nègre jura que pode atingir 110 km/h. É preciso esticar as marchas um pouco mais do que num modelo a gasolina, e a retomada é mais lenta. Lembra até o comportamento de um veículo elétrico: demora um pouco para reagir ao acelerador, mas, quando embala, ele vai embora. Desconfiado, logo após a avaliação, aproximo o nariz do escapamento em busca de vestígios de cheiro de gasolina ou gás. Não sinto nenhum odor estranho. De lá só sai ar.

Como não me deixaram andar em vias públicas, dirigi só no pátio da MDI, instalada na cidade de Carros, perto de Nice. Por isso não pude conferir seu ânimo em subidas nem a automonia estimada em 130 quilômetros com cilindros de 200 litros. Mas durante o test-drive a minivan rodou por uns 70 minutos sem perder o fôlego. Dentro era possível ver os cilindros (que nos outros carros da MDI ficam escondidos no assoalho), que são feitos de fibra de carbono, por ser mais resistente e leve que o aço. Aliás, para funcionar, o peso é o ponto crucial do projeto: são só 350 kg.

Com a baixa autonomia e o motor de 25 cv, o carro a ar não vai longe mesmo. Por isso ele foi projetado para uso urbano. Para melhorar o rendimento, Nègre criou uma versão aperfeiçoada, que funciona com ar e combustível líquido. Vale gasolina, querosene, álcool e diesel – claro que o segredo não é revelado. No motor misto, a potência sobe para 35 cv e a autonomia, para 300 quilômetros. Tudo na teoria, pois esse motor híbrido ainda não foi mostrado publicamente. Nègre conta que, como a queima do combustível ocorreria na parte mais externa do motor, o rendimento é melhor e sem fumaça. “Além de poluir bem menos, ele ainda usa óleo de cozinha para lubrificar o motor”, diz Nègre. “Mais ecologicamente correto do que isso será impossível.”

Parece maluquice, não? Mas o carro a ar já atraiu para si a atenção de gente como o milionário indiano Ratan Tata, que acaba de surpreender o mundo com o Nano, um compacto que será vendido na Índia a 2 500 dólares. Hoje Tata é o maior parceiro de Nègre, talvez como um antídoto para quem o acusa de massificar a venda de automóveis poluentes. “Discutimos durante 31 meses, entramos em acordo e agora ele detém o direito de fabricar carros com motor a ar comprimido para o mercado indiano.”

Franquia mundial
Antes que alguém desconfie das palavras de Nègre, a própria Tata confirma a informação. Segundo seu diretor-gerente, Ravi Kant, em dois anos a empresa pretende produzir um carro com a versão de motor híbrido. Na verdade, Tata foi mais que um investidor: ele salvou a MDI de falência certa com uma injeção milionária – especula-se que de 23 milhões de euros. Nègre jura que tem mais de 20 interessados firmes em replicar seu projeto, já que seu plano megalomaníaco prevê que o carro a ar será vendido globalmente num tipo de franquia, por 500 licenciados. “O anúncio do interesse de Tata bem na época em que ele venceu o sarcasmo com o Nano aumentou muito o número de interessados.”

Seu projeto prevê um modelo ultrabásico com carroceria de plástico, esculpida no monobloco. “O que queremos é dar mobilidade a quem quer pagar pouco e não faz questão de luxo.” E ainda há a vantagem do gasto quase zero ao rodar só com ar. Ele calcula que, se fosse vendido hoje na França, o carro custaria 2 800 euros (7 000 reais), isso com incentivos do governo para veículos menos poluentes. É pouco, considerando que seria o mesmo que uma moto de 125 cm3.

Como protótipo, o carro a ar mostrou que funciona. Resta saber se a idéia dará certo quando chegar à linha de montagem. Para qualquer um interessado em economizar, será bom demais para ser verdade ter um desses na garagem. Se for um sucesso, o hoje desacreditado Nègre poderá ser considerado um gênio do automóvel. Se der errado, será mais um entre os muitos aventureiros que passaram pela história em todos os tempos e acabaram quase esquecidos.

A FORÇA DO VENTO

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1. A válvula de aquecimento A regula a passagem do ar que vem dos tanques B . Aquecido, o ar se expande e ajuda a aumentar pressão, dando início ao movimento do cilindro menor .

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2. O cilindro menor desce e gira o virabrequim D , que começa a mover também o cilindro maior E . Enquanto isso, o ar vai sendo injetado nas duas câmaras.

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3. O cilindro menor começa a subir e comprime ainda mais o ar na segunda câmara, o que faz o cilindro maior continuar a descer.

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4. Quando o cilindro menor está chegando ao ponto mais alto, o maior sobe rapidamente e expulsa todo o ar pelo escape F , reiniciando o ciclo. No motor de uso híbrido (ar e combustível líquido), o sistema tem a ajuda de queima de um terceiro cilindro G , que fica no alto do cilindro de ar maior.


I LOVE NY


Para ajudar a vender a idéia do carro a ar nos Estados Unidos, a MDI preparou para o Salão de Nova York, em março, um carro-conceito, chamado OneCATs: um conversível verde com carroceria monobloco de fibra (foto). “Aparecer bem em Nova York é uma oportunidade imperdível para conquistar clientes e fazer propaganda do nosso projeto”, diz Guy Nègre.


CRIADOR DE NANICOS


Em uma das paredes a caminho do escritório de Guy Nègre, no prédio da MDI, há uma foto do Tata Nano ao lado de outra do MiniCATs (foto), um protótipo de carro urbano, com 2,63 metros de comprimento, que foi apresentado pela MDI em 2002 no Salão de Paris e ainda hoje está exposto no hall de entrada da empresa. De tão semelhantes um com o outro, parecem irmãos gêmeos. Seria apenas uma coincidência? “Não é, não”, afirma Nègre. “Eu e Ratan Tata conversamos muito nos últimos meses e, em uma de suas visitas a nossa fábrica, ele gostou muito do desenho. E somos parceiros, afinal de contas.” Nègre diz que cedeu os direitos para a Tata usar no Nano o mesmo design do OneCAT. Nada mais justo para uma empresa que investiu mais de 20 milhões de euros na MDI.


NOME NO AR

Há alguns meses a Caterpillar, que faz veículos e máquinas para construção e mineração, notificou a MDI, impedindo-a de lançar produtos com o nome CAT, que seria exclusivo da companhia americana. CAT é a abreviatura de Compressed Air Technology (tecnologia de ar comprimido).

Tem toda a razão Baptista Bastos neste seu artigo de opinião. Afinal muitos de nós estão desencantados com certas pessoas

Dobro os olhos para antigamente, há trinta e oito anos, ontem, e não me reconheço nem àqueles rostos luminosos, a esperança à solta, o mundo e a vida tinham as nossas idades. Nada nos prende àquilo; tudo nos prende àquilo. Somos nós e não o somos. “Acabou a tua festa, pá!”, cantou o Chico Buarque. Sobrou alguma coisa? Sobraram estes rostos desencantados, esta esperança cheia de ausências, este mundo velho e tonto. Mas ainda estamos aqui. Para o que der e vier.

As coisas não correram muito bem. As nossas ambições iam para lá do arco-íris. E pensávamos ter conquistado as extensões exemplares da felicidade ininterrupta. Não porque a Providência tivesse partilhado com todos o dom do sonho, mas porque assim pensávamos. A nossa exultação comprometia toda a gente? Nem toda; nós julgávamos que sim. Avaliámos mal a importância da alegria sentida, e talvez por isso o despertar e as consequências desse despertar tivessem a configuração de um pesadelo. Mas não sejas parco a pedir: tenta, sempre e sempre, atingir o inatingível.

Pessoalmente, embora magoado e ferido, nunca deixei de acreditar que a História caminha no sentido da libertação do homem, e que a esperança é capaz de ter sempre razão. A esperança não como uma questão de fé, sim como fisionomia da paixão. A esperança como uma ideologia, não como um dogma.

Há dias ouvi, rtp-1, o prof. João Lobo Antunes, num admirável diálogo com o bispo do Porto, comentar que os assassinos da esperança deveriam ser punidos. A esperança é a consciência de que as coisas estão ao nosso alcance; basta querermo-las, mas é preciso quere-las. Talvez, digo eu, esses assassinos tenham cometido o pior de todos os pecados: a degradação do eterno no que o eterno possui de mais temporal e de mais humano.

Claro que não nos reconhecemos naqueles rostos, então luminosos. Porém, a nossa alma, essa, ainda está lá, nesse vácuo e nesse resumo. E onde está a alma desta gente que nos governa e que nada a demove, desconhecedora da singularidade de cada qual, penetrada pelo mito da perenidade e pela imutabilidade das suas próprias decisões – onde está? Não perderam a grandeza: nunca a tiveram.

Porque o belo não é nunca demais exibi-lo, aqui deixo algumas imagens retiradas de sites de nudismo

Esta numa pose de medicação

Esta teve a boa lembrança de calçar as botas para não se picar nas espigas

Esta não estará eventualmente muita satisfeita com a depilação

Provavelmente a pensar viajar tal como está na bagageira do automóvel

Com algum receio do cachorro

E esta para terminar o desfile de imagens vai exibir a sua coragem

Este projecto já vinha a ser desenvolvido a algum tempo e disso tinha feito referência através dum video existente no Youtube

Só vendo é que acredito !

            BOMBA COMBUSTIVEL.jpg  ADEUS …

A notícia do século
Descrição: 475CE5DEE0F94B3DBDED6920EE93BFFF@Anotebook
Será a próxima grande coisa? Tata Motors de Índia acha que sim.
Que vão fazer as empresas petrolíferas  para o deter?
É um motor de automóvel que funciona a ar.
Dê uma olhadela.
Tata Motors da Índia tem programado o carro a ar para rodar nas ruas da Índia durante agosto de 2012.
O Air Car, desenvolvido pelo ex -engenheiro de Fórmula 1, Guy N. , para MDI com sede em Luxemburgo, utiliza ar comprimido para empurrar os pistões de seu motor e fazer que o carro avance.

O Air Car, chamado o “Mini CAT” poderia custar à volta de US$ 8,177.
O CAT Mini, que é um carro simples, urbano ligeiro, com um chassis tubular, um corpo de fibra de vidro que não está colado com costura e acionado a ar comprimido.

Utiliza-se um microprocessador para controlar todas as funções eléctricas do automóvel.
Uma pequeno rádio transmissor envia instruções às luzes, sinais e qualquer outro dispositivo elétrico no carro. Que não são muitos.
A temperatura do ar limpo expulso pelo tubo de escape está entre 0 a 15 graus abaixo de zero, o qual pode ser usado pelo sistema de ar acondicionado interior,  sem necessidade de gases nem perda de potência.
Não há chaves; só um cartão de acesso que pode ser lido pelo carro desde seu bolso.
Segundo os desenhadores, o custo é de menos de US$ 1.12 por cada 100 km, que é aproximadamente um décimo do custo de um automóvel que funciona com gás.
O alcance é quase o dobro do carro elétrico mais avançado, um factor que o faz uma opção perfeita para os automobilistas de cidade.
O carro atinge uma velocidade máxima de 105 km por hora e percorreria à volta de 300 kms entre recargas.
Recarregar o carro será levado a  cabo em estações de serviço adaptadas com compresores especiais de ar.
O abastecimento só demora 2 a 3 minutos e custa ao redor de 2.25 US$ e o carro estará pronto para mais 300 quilometros.
Este carro também pode ser reabastecido em casa com o compressor de bordo.
Levará 3 a 4 horas para encher o tanque, mas pode fazer-se  enquanto se dorme.
Como não há motor de combustão, a mudança de 1 litro de oleo vegetal só é necessário a cada 50,000 km.
Devido à sua simplicidade, é muito pouca a manutenção a realizar neste carro.
Este carro a ar parece demasiado bom para ser verdade.
Já vamos vê-lo em agosto de 2012.
Descrição: F282730EB5FC41E2A9B240529E21EFB2@Anotebook
Tata Motors of India has scheduled the Air Car to hit Indian streets by August 2012
Descrição: D74B93A1893A4C7C9AF402CA80EB6F5C@Anotebook


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