Se isto não é terrorismo contra a classe laboral não sei o que será

Os portugueses que emigraram quer para países europeus quer para doutros continentes, são, no tocante ao cumprimento das suas obrigações como trabalhadores muito bem vistos por esses países e isso tem de resto sido salientado em diversos documentários passados pelos nossos canais de televisão. Nalguns casos até são apontados como  exemplo. A razão tem obviamente uma explicação. Os portugueses que trabalham no estrangeiro, produzem e são considerados bons trabalhadores porque são remunerados segundo as tabelas salariais  praticadas nesses países ou seja não trabalham como no seu país para sobreviverem. Por isso os mais saudosistas da sua terra, construíram as suas casas com todo o conforto nas suas terras natais para quando resolvem vir de férias nelas passarem esse período. Os não saudosistas ou já nem sequer cá vêem ou quando vêem estão cá o menos tempo possível apenas para visitar os seus familiares mais próximos e outros há e tenho exemplos na minha família que nem sequer cá mais voltaram porque efectivamente o País tem políticos com políticas que cada vez mais afastam os portugueses de Portugal. Este governo que foi democraticamente eleito por menos de metade dos eleitores inscritos está do ponto de vista da classe laborar a praticar um autêntico terrorismo para com quem trabalha. Veja-se aliás que no governo de coligação liderado pelo então José Manuel Durão Barroso, 1º. ministro de triste memória, tendo como ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, esta expoente máxima da negação económica, numa das suas manobras de engenharia financeira, esvaziou o Fundo de Reserva da Segurança Social. E este governo aproveitando esse golpe quase fatal desferido, está a querer concretizar um objectivo já antigo, ou seja acabar com a Segurança do Estado pública e entregar parte dela ao sector privado como o argumento, atente-se na enormidade da afirmação, de que é preciso garantir a sustentabilidade. De imediato e porque sou humano e este tipo de afirmações provocam-me um sentimento de revolta, lembre-me logo da afirmação doutro defensor da partilha da segurança social publica com o sector privado, banca e seguros, foi ele  Bagão Félix quando o entrevistador lhe perguntou se porventura uma seguradora como aliás já aconteceu nos EUA declarasse falência em resultado dum golpe dado por um responsável da mesmo,  como aliás ultimamente temos assistido o que aconteceria aos beneficiários que tivessem descontado para aquela seguradora falida. Resposta imediata dele. O Estado teria de assumir essa responsabilidade. Pois isto é ou não terrorismo o que se está a pretender fazer à classe laboral?

Afirmam que a Segurança Social publica, não tem sustentabilidade porque lhe esvaziaram o seu Fundo de Reserva que garantia o pagamento das pensões salvo erro até 2030, mas acham estes iluminados desgraça de Portugal que passando os trabalhadores a contribuírem com os seus descontos para o sector privado passa a haver sustentabilidade.  Este gente anda positivamente a fazer pouco de nós. 

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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
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  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
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