Por vezes as circunstâncias da vida obrigam-nos a ser repetitivos e eu não me importo de disso ser acusado

O então brilhante 1º. ministro José Manuel Durão Barroso quando sucedeu a António Guterres teve a não menos brilhante ideia de liberalizar o preço dos combustíveis porque afirmava ele que seria uma forma de beneficiar os consumidores pelo  facto de passar a haver concorrência. Bem se viu ao longo destes anos o que aconteceu. As empresas de refinação e distribuição de combustíveis com o argumento do aumento do preço do barril de petróleo começaram a aumentar o preço dos combustíveis que atingiram tal valor que essa facto originou uma quebra significativa na venda de milhares de hectolitros que mesmo assim a GALP a principal empresa de refinação em Portugal conseguiu por metade da quantidade o combustível vendido, obter o dobro do lucro. Obviamente que esta realidade desmonta os argumentos dessa pseudo-entidade reguladora do preço dos combustíveis visto que estamos perante um verdadeiro cambão, entre os distribuidores de combustíveis. Este governo por uma imposição da União Europeia esta organização de extorsão de rendimentos de quem trabalha, para aumento do enriquecimento dos já ricos, legislou no sentido de ser liberalizado o mercado energético. Ora é sabido que, tal como aconteceu com a liberalização das telecomunicações que deu no que deu, ou seja todos os incautos que optaram por deixarem a PT e contrataram esses serviços com outras operadoras, caíndo inicialmente no engodo de melhores tarifas acabaram por se sentir enganados e hoje a maioria voltou à PT, isto porque nunca se tratou duma verdadeira concorrência uma vez serem os equipamentos quase todos pertença do PT e as novas empresas terem de lhes pagar os seus alugueres. Presentemente estamos todos a ser bombardeados concorrentes existentes em Portugal do mercado energético, que como se sabe vão também eles utilizar os equipamentos quer de produção de energia quer os de distribuição pertencentes à EDP. E estão a aliciar as pessoas com promessas que futuramente não poderão cumprir na medida em que eles têm de pagar o aluguer dos equipamentos à EDP. Se isto é concorrência, vou ali já venho. Párem de gozar connosco. 

1 Response to “Por vezes as circunstâncias da vida obrigam-nos a ser repetitivos e eu não me importo de disso ser acusado”


  1. 1 maceta Maio 2, 2012 às 9:27 pm

    já não somos simplesmente roubados somos assaltados à descarada…


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