Arquivo de Julho, 2012

Tenho cada vez mais motivos para reforçar as minhas convicções quanto à falta de soluções da medicina convencional para determinados problemas de saúde

Já fez um ano e curiosamente foi no início das minhas férias que fui acometido duma dor ciática que me remeteu para uma consulta particular de ortopedia e que face aos sintomas, embora tenham sido requisitados exames para a sua confirmação, não houve dúvidas por parte do clínico de que dela se tratava. E começou logo a correr mal através da toma dos medicamentos receitados para a diminuição da dor e da respectiva inflamação. Não me vou repetir porque nessa altura fiz referência aos efeitos secundários para esquecer e abandonada que foi a tentativa de solução pela medicina convencional, recorri à acupunctura através da qual e a partir do quarto tratamento me vi libertado das fortes dores incapacitantes e imobilizantes que a ciática provoca. Pois hoje quando me preparava para tomar o meu duche surgiu o primeiro sinal da repetição da dor ciática. Não perdi tempo logo após as 9 horas liguei para o centro onde o ano passado resolvi este meu problema que me estragou as férias e consegui com alguma sorte através duma desistência marcar consulta e fazer logo a seguir o 1º. tratamento. Uma certeza tenho, faltam-me quinze dias para iniciar férias e espero nessa altura estar libertado do incómodo que são as dores incapacitantes provocadas pela ciática. Daí o facto de ser cada vez mais adepto das medicinas alternativas e muito menos crente na medicina convencional.

Muito sinceramente nem dos pequenos nem dos médios investidores do BPN tenho qualquer sentimento de pena

E pela simples razão que, como ficamos a saber pelo historial relatado deste banco privado, os gulosos que se sentiram motivados a nele investir as suas poupanças quiseram e alguns deles como aliás houve testemunhos recolhidos usufruíram de juros bancários que mais nenhuma instituição análoga, com excepção do BPP que foi outra fraude criada através do mesmo engodo, caíram no mesmo logro. E a foi a ganância que os estás a fazer sofrer mas a mim não me causa qualquer sentimento de pena. Hoje segundo uma reportagem televisiva alguns dos pequenos investidores tentaram mas não conseguiram saber qual será efectivamente o destino das suas poupanças. Os que conseguiram entrar trouxeram umas promessas que não vão passar disso mesmo. O melhor que eles têm a fazer e isso seria a atitude mais correcta era procurarem o Manuel Dias Loureiro, esse elemento da quadrilha que levou a que o banco falisse a pedirem-lhe contas, sim porque afinal o património que ele ainda detém e ao que se saiba não está minimamente comprometido, existe graças a toda a desgraço que provocou nos investidores.

Sempre que encontro alguém com o mesmo pensamento que eu acerca da industria farmacológica dou logo disso conhecimento para que não me considerem um ignorante qualquer

Teresa Forcades i Vila

Médico, teóloga y monja benedictina (aunque no sé cuál de estos términos debería tener preferencia sobre los demás)

Nacida en 1966 en Barcelona
Estudió medicina en la Universitat de Barcelona

En 1992 se trasladó a los EEUU donde completó la residencia en medicina en los hospitales de la Universidad de Nueva York (SUNY at Buffalo) y consiguió el título de especialista en Medicina Interna (1995).

Tras obtener una beca de la Universidad de Harvardse trasladó a Cambridge donde se graduó como Master Divinitas en 1997.

Ingresó en el Monasterio de S. Benet en septiembre de 1997, y haciendo honor a la máxima benedictina de Ora et Labora, desde su ingreso en la orden ha compaginado sus tareas como religiosa con el estudio de la medicina y la teología.

En 2004 se doctoró en Salud Pública por la Universitat de Barcelona.

En 2005 obtuvo la licenciatura en teología, y en 2009 recibió el doctorado por la Facultad de Teología de Catalunya

Ha escrito tres libros:

O meu aplauso para este artigo publicado no DN por ser coincidente com a minha opinião

Nasceu em Barcelona em 1966. É doutorada em Medicina e em Teologia. Muito conhecida pelas suas posições feministas e pelas críticas às multinacionais farmacêuticas, Teresa Forcades é uma monja beneditina do Mosteiro de Sant Benet de Monserrat.

Conheci-a em Julho de 2011, em Santander, num Congresso de Teologia e Ética, e a impressão que me ficou foi a de uma mulher séria e agradável, descontraidamente inteligente e interventiva.

Foi recentemente convidada para a conferência inaugural de um encontro de empresários, talvez o mais importante da Catalunha, com a presença de umas seiscentas pessoas.

Ela é absolutamente favorável ao empreendedorismo. Quereria que isso fosse uma possibilidade para todos, pois isso significa realizar possibilidades e ter iniciativas próprias. Mas põe em causa o empresariado baseado numa relação contratual num quadro capitalista sem ética. Por três motivos.

É uma mentira o mercado que se diz livre. De facto, ao longo da história, o mercado nunca foi livre. “Foi sempre regulado a favor de certos interesses: da realeza, interesses proteccionistas, da classe dominante, do parente dos governantes de turno.” Mercado livre é “uma hipocrisia, uma falácia”.

Depois, a lógica do capitalismo, no quadro do mercado global, quer “o máximo lucro”. Ora, é aberrante, do ponto de vista antropológico e humano, pensar que a melhor maneira de incentivar as pessoas, a sua criatividade, a actividade económica e, em última análise, o crescimento, seja o lucro máximo. Satisfeitas as necessidades básicas, “o que me estimula não é o dinheiro”, mas a curiosidade intelectual, o desafio de descobrir potencialidades e encontrar quem ajude a realizá-las, o apreço dos colegas, a valorização do trabalho que faço, ver que o trabalho das pessoas transforma de modo positivo as suas vidas. Porque não criar uma sociedade fundada no que verdadeiramente nos dá gosto e nos realiza? E o direito à alimentação, à educação, à saúde, à reforma tem de estar acima do mercado e do lucro.

Portanto, o capitalismo não lhe parece ético. E assume a crítica marxista da mais-valia, dando um exemplo: no mosteiro, temos uma pequena empresa de cerâmica e há uma pessoa de fora que lá trabalha; se lhe pagarmos um euro e ganharmos mil, o capitalismo dirá: que bem! “Mas isto é indigno, pois vai contra a dignidade do trabalho.” Há diferenças aberrantes: num contrato, “talvez esteja bem que eu ganhe um e tu ganhes quatro ou até dez, mas mil não pode ser de modo nenhum”.

É, pois, claríssimo que temos de pensar e organizar uma alternativa. “Quem nos ensinou a não confiar que não nos podemos organizar melhor, ao constatarmos, como constatamos, que o modo actual é tão claramente contrário aos interesses da maioria?” O bloqueio da imaginação é um sinal de alarme. É como se se tornasse não possível para mim, que sou monja e prefiro esta vida, imaginar para mim própria uma vida fora do mosteiro. “Se já nem sequer posso imaginar uma alternativa, creio que isso é um sinal de alienação mental.”

O que é e aonde leva a especulação? Eu compro todo o trigo e guardo-o. As pessoas vão morrendo, mas, quando os preços subirem, vendo pelo dobro. “Isto aconteceu, e estes senhores do Goldman Sachs sentam-se nas primeiras filas dos convénios e recebem prémios, mas deviam estar na cadeia.” São responsáveis por mortes. Jean Ziegler, das Nações Unidas, diz que isto é assassínio organizado. Presentemente, produzem-se alimentos para 12 mil milhões de pessoas, mas há mil milhões com fome. Cada dia morrem 26 mil crianças de fome.

A conversão fundamental é, na nossa visão do mundo, a da passagem da relação sujeito-objecto para uma relação sujeito-sujeito, substituindo assim uma relação de dominação por uma relação de jogo de subjectividades, no qual entram dignidades.

Se continuarmos nesta “alienação mental”, neste bloqueio da renovação social, porque os políticos só pensam nas próximas eleições, sem capacidade para criar uma alternativa, a nossa situação pode piorar e podemos assistir a um fascismo social e político e até a uma guerra.

Artigo Parcial

Se quiserem ler o resto comprem o jornal como eu o fiz.

Passos Coelho afirmou ontem que se lixem as eleições porque não está a trabalhar para elas

E esta é a única verdade em que acredito. Pois claro que não está. E não está porque ele está empenhado e de que forma, todos nós já percebemos para garantir o seu futuro e da quadrilha que lidera. Pessoalmente acredito que ele está-se pouco ralando para que no final do mandato não consiga a sua renovação. Obviamente que ele e aqueles que escolheu não estão lá para resolverem os problemas do país, estão isso sim para resolverem os problemas deles. E como o pacote de privatizações de empresas públicas tanto envolve aquelas que são altamente lucrativas como é o caso da Ana, da REN  e outras, qualquer um dos que fazem parte desta quadrilha quando elas forem entregues a amigos de longa data ou mesmo até conhecidos recentes, um lugar têm assegurado, fazerem parte do seu conselho de administração. Por isso a não dificuldade na utilização da expressão de que se lixem as eleições porque eles estão lá como aliás outros já lá estiveram para tratarem da sua vidinha. 

Oiçam lá seus estúpidos responsáveis pelas fixações de preços das portagens

Quando foram implementadas as portagens nas antigas SCUTs, afirmei que era uma verdadeiro roubo aquele que estavam a tentar cometer e que isso teria como consequência a fuga dos automobilistas na utilização dessas vias então estupidamente portajadas. Mas a estupidez não se confina ás antigas SCUTs, também se aplica ás portagens das auto-estradas que sempre foram praticadas. Ora se esta cambada de estúpidos responsáveis pela fixação das portagens tivessem em linha de conta que o aumento exorbitante do preço dos combustíveis obriga os que usam o automóvel a economizar, fatalmente o desfecho na utilização de viaturas nas SCTUs e até mesmo nas auto-estradas seria obviamente este e a Brisa o 1º. concessionário neste País já fez notar as suas enormes perdas em matéria de portagens. Antigamente as bestas frequentavam estábulos mas de algum tempo a esta parte usam gabinetes climatizados e até são os drs. que o António Aleixo retrata num dos seus versos.  Passou há pouco uma reportagem televisiva dando conta da deserção de veículos nas auto-estradas do Algarve e a animação das estradas nacionais, com um notável aproveitamento dos antigos cafés e restaurantes nas suas margens que vêem assim o seu negócio de novo animado. Só espero é que destas negociações com os concessionários das auto-estradas e ex-SCUTs, não venha o erário público a ter de compensar as perdas significativas de tráfego, retirando do Estado verbas avultadas para cobrir os pseudo-prejuízos resultantes da estupidez daqueles que fixam as tabelas de portagens e cuja exorbitância das mesmas afugenta os habituais utilizadores.

Por me parecer muito útil este alerta que acabei de receber, divulgo

RECEBEMOS O PRESENTE ALERTA O QUAL REPUTAMOS DO MAIOR INTERESSE PELO QUE APELAMOS À SUA AMPLA DIVULGAÇÃO

Ler tudo

Junto anexo informação, enviada pela net, para vosso conhecimento sobre uma espécie de aranha que existe em Portugal. Eu fui picado em Monte Gordo.
Estas aranhas não andam por aí às centenas, mas ultimamente têm acontecido alguns casos e é bom saber como agir na eventualidade remota de tal acontecer.

É necessário, mesmo, ir logo ao médico e exigir um antibiótico para infecção de pele.
A aranha armadeira é uma espécie bastante agressiva. São aranhas que medem cerca de 3,5cm de comprimento com pernas que podem medir até 5cm.

A sua actividade é maior ao entardecer e à noite. Esta espécie não tece teia e é encontrada nas árvores, principalmente nas folhagens.
É comum ser encontrada no interior das residências. A picada resulta numa dor violenta no local, que se irradia pela região atingida.
A vítima apresenta tonturas, queda de pressão, vómito, sua muito e pode ter espasmos.
Caso ocorra picada por esta espécie de aranha, a vítima deve procurar um  hospital para aplicação de soro antiaracnídico e aplicação de anestésico em volta da picada.
Julga-se que possa ter entrado no país juntamente com a importação de bananas, uma vez que esta aranha habita e coloca ovos nas bananeiras.

Nesta época do ano, este tipo de aranha é muito comum aparecer em sua casa, empresas, etc..
Conhecida como aranha armadeira, é venenosa e, a sua picada causa muita dor, luxação, e, se não tratar rapidamente, pode causar lesões sérias na região afectada, podendo até perder o membro afectado.
Ela gosta de ambientes quentes e secos. Quando se sente ameaçada ataca a vítima, chega a pular até 1 m de distância.
Portanto caso veja uma destas aranhas, CUIDADO, não se trata apenas de uma aranha de jardim.
Em caso de acidente, imobilize o membro afectado dirija-se ao hospital o mais rápido e, se possível, capture a aranha (morta ou viva), e leve-a consigo.


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