Acabei há pouco de ouvir o antigo titular da pasta do ambiente Carlos Pimenta referir a necessidade de se encontrarem soluções alternativas de energia

Oh senhor engenheiro, elas já existem no mercado só que as condicionantes impostas pelos governos desmotivam os consumidores nelas optarem. A solução do GPL já existe no nosso mercado há vários anos. Em nenhum país da Europa existem restrições aos automóveis que funcionam a GPL. Mas no nosso e porque todos os governos que têm passado por Portugal, têm sempre a preocupação de proteger a GALP a empresa que tem sido o refúgio económico para muitos de ex-membros do governo, nomeadamente e com maior peso para militantes do PSD. Esta é a realidade senhor engenheiro Carlos Pimenta. E porque não interessa pese embora no governo de Sócrates quisesse num absoluto faz de conta parecer ter como intenção de estimular energias alternativas, alterou o IA o famigerado Imposto Automóvel, pelo ISV, Imposto Sobre Veículos, deixando o dito incidir sobre a cilindrada dos automóveis e passando a incidir sobre o CO2. Obviamente que esta medida beneficiou sobremaneira os veículos com funcionamento a GPL pois este combustível é menos poluente que o gasóleo e gasolina. Só que o governo de Sócrates nem sequer este e já passou do ano de exercício mexeram nas limitações impostas aos automobilistas que usam nos seus automóveis o GPL. Neste país em que nas grandes urbes a dificuldade em parquear ao ar livre é por demais evidente em certas zonas, para quem possui um automóvel que funcione a GPL o parqueamento fechado não é, continua a não ser uma alternativa porque lhe está vedado através da legislação esse acesso. Mas não só. Aliás ainda há dias abordei esta questão. Nós somos um país de grande produção de vinho, o álcool que dele resulta, para além daquele que é aproveitado para uso doméstico e outra parte para produção de aguardentes e brandis, a maior parte do álcool resultante da produção vinícola é queimado. No Brasil com é sabido o álcool garante, tal como foi recentemente revelado, quase 80% do consumo de combustível dos automóveis que por lá circulam e como temos conhecimento o Brasil é um produtor já com expressão de petróleo. Lembro-me que há uns anos atrás foi feito um ensaio na zona do Alentejo para a produção de beterraba em larga escola com vista a obtenção de álcool o qual se destinava a ser utilizado como energia alternativa ao petróleo que importamos. A experiência resultou mas não passou disso, porque o objectivo é continuar a engordar a GALP e a quadrilha a ela ligada, num manifesto prejuízo dos consumidores. Portanto senhor engenheiro Carlos Pimenta não venham com sugestões cujas soluções já existem só que não interessa nem convém aos beneficiários da exploração dos produtos petrolíferos.

0 Responses to “Acabei há pouco de ouvir o antigo titular da pasta do ambiente Carlos Pimenta referir a necessidade de se encontrarem soluções alternativas de energia”



  1. Deixe um Comentário

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s




Arquivos

Central Blogs

congeminações

Central Blogs

Categorias

congeminações

  • 694,141 hits

4shared

Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa
Listed on BlogShares
Powered by BannerFans.com
Twingly BlogRank

twitter

congeminacoes

Follow me on Twitter


%d bloggers like this: