A liberalização do mercado energético, tal como aconteceu com o da distribuição de combustíveis e das comunicações não passa dum embuste

Pessoalmente nunca me senti tentado a partir do momento em que surgiram no mercado liberalizado das telecomunicações os diversos operadores ditos concorrentes da PT, embora sistematicamente pressionado pelos respectivos comerciais que me batiam à porta ou me abordavam através do telefone das diversas empresas que surgiram no mercado a minha resposta foi sempre a mesma não estou interessado porque estou bem servido. Sempre fui cliente fidelizado da PT e do ponto de vista da qualidade do serviço pouco ou nada terei a criticar. Mas entretanto fui chamando a atenção de diversos amigos que, aliciados por preços ditos convidativos mudaram de operador de telecomunicações. Todos eles sem excepção voltaram para a PT porque chegarem à conclusão que tinham feito uma má escolha porque o benefício inicial do custo das chamadas acabou por se perder ao fim de algum tempo para além de inconvenientes na prestação do serviço. Disse-lhes eu avisei. Como todos estamos lembrados a liberalização do preço dos combustíveis contrariamente ao argumento do idiota do então primeiro ministro José Manuel Durão Barroso, não trouxe qualquer vantagem para os consumidores bem pelo contrário, os combustíveis não pararam de subir atingindo valores absolutamente proibitivos. E não vale a pena virem com o argumento das oscilações nos mercados internacionais do preço do barril do petróleo, que embora possa justificar um ligeiro aumento não justifica o brutal aumento que os combustíveis tiveram. E a provar o que afirmo está o facto de que no ano transacto no 2º. semestre a GALP vendendo apenas metade dos hectolitros de combustíveis no país pela natural quebra, lucrou o dobro em relação ao ano de 2010. Por estas razões fica provado que a liberalizou do fornecimento de bens contrariamente ao argumento dos responsáveis governativos de que a concorrência é benéfica para os consumidores isso não passa dum embuste, como aliás tem vindo a ser provado. A liberalização do mercado energético, vai exactamente produzir o mesmo efeito do que as situações anteriormente citadas. De resto ao que parece segundo a imprensa escrita a Endesa uma das empresas de distribuição de energia eléctrica, está confrontada com processos judiciais por cobrança indevida a clientes  julgo que não domésticos dado que estes têm até 2015 para fazerem as suas opções. E tal como em relação ás telecomunicações fui sempre um cliente PT, já optei pela EDP Comercial em substituição da Universal não muito preocupado com o facto de aparentemente não ter compensação em matéria de preço final, mas apenas e só pela convicção de que o mercado liberalizado não passa dum embuste.

1 Response to “A liberalização do mercado energético, tal como aconteceu com o da distribuição de combustíveis e das comunicações não passa dum embuste”


  1. 1 maceta Dezembro 30, 2012 às 6:33 pm

    Mas há uma pergunta que se impõe:- um governo que deve servir um país e uma população não deveria limitar os exageros? que outra coisa esperar de uma seita tão daninha…

    um ano 2013 com saúde

    abraço


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