Arquivo de Agosto, 2013

Este artigo de opinião de Viriato Soromenho Marques publicado no DN demonstra a realidade dos nossos dias

VIRIATO SOROMENHO MARQUES

Futuro hipotecado

por VIRIATO SOROMENHO MARQUESHoje

 

Thomas Jefferson, o pai da Declaração de Independência dos EUA, manteve até ao fim da sua vida uma hostilidade incondicional para com a especulação bancária. Ele sabia, pela sua experiência de empresário agrícola, que o crédito se tornava facilmente o veículo de uma escravatura perpétua. Por isso, Jefferson, como estadista, formulou o saudável princípio de que uma dívida pública não deve ser prolongada para além de 19 anos, sob pena de uma geração esmagar a geração seguinte com os custos das suas dívidas. Ficámos a saber que entre 1999 e 2013 as empresas públicas contrataram 1777 swaps com a banca de investimento, sobretudo internacional (onde se encontrava até o Lehman Brothers…). Esses contratos, muitos deles especulativos, atingem o valor astronómico de 335 mil milhões de euros (mais do que quatro resgates da troika). Desde 1992, os governos já tinham alienado uma parte da riqueza nacional futura às grandes famílias económicas que controlam os cordelinhos das parcerias público-privadas (implicando dezenas de milhares de milhões de euros dos contribuintes para as próximas décadas). Agora, através das swaps, constatamos que algumas dezenas de gestores públicos, através de atos que só podem ser considerados como venais ou incompetentes, amarraram os portugueses a uma dívida potencialmente infinita. Sem controlo político nem supervisão técnica. Portugal terá de escolher entre voltar a ser um Estado ou aceitar ser um ativo tóxico da banca especulativa instalada na praça de Londres. É por essa decisão que passa a “reforma do Estado”. E não pelo confisco de mais alguns milhões de euros aos que menos têm, como se prepara para acontecer no Orçamento que os regedores de São Bento preparam para 2014

Neste país nada se planifica relativamente à prevenção aos incêndios florestais

E não se planifica, primeiro porque existem demasiados interesses em que não haja planos de prevenção aos incêndios porque há vários negócios a eles ligados.  Por essa razão na época estival os telejornais são praticamente preenchidos com relatos de incêndios, as populações onde os mesmos se registam, que,  em pânico pelo risco que isso representa para os seus bens e além de elevados prejuízos que se registam por vezes ocorrem vítimas mortais normalmente em bombeiros. E continuamos a assistir aos meios a aéreos de combate a incêndios que não combatem coisa nenhuma porque a dispersão da água lançada dum balde numa labareda de enormes proporções pura e simplesmente não extingue o incêndio e ao que vamos dando conta é que este só se apaga quando chega junto a uma estrada asfaltada ou a um caminho limpo. Ao invés destes iluminados governantes continuarem a manter contrato com empresas de combate aéreo aos incêndios deveriam isso sim acabar com eles e contratarem com empreiteiros de obras públicos e nas zonas devidamente cadastradas em que o perímetro florestal é de uma área enorme sem que existam guarda fogos, se essa mesma área florestal pertencer ao Estado, serem construídos verdadeiras estradas de protecção à progressão de fogos permitindo essas mesmas estradas o acesso aos meios de combate terrestres. Relativamente aos perímetros florestais pertencentes a privados obrigá-los igualmente a delimitá-los com estradas da mesma forma que seriam criadas as condições de protecção e combate ás zonas florestais propriedade do Estado. Como nada disso hoje existe o combate terrestre através das corporações de bombeiros é quase impossível em áreas sem acesso a viaturas de combate pelo que estas apenas e só se limitam a permanecer onde o seu acesso é possível, deixando essa tarefa aos meios aéreos que como se vê a eficácia é francamente irrelevante. Gasta-se dinheiro e o resultado ou melhor dizendo a vantagem na utilização destes meios de combate é quase nula. E assim vamos continuando a assistir à destruição da floresta, de bens das pessoas e à morte de algumas vítimas colhidas a quando do combate a incêndios, sem que este tipo de soluções que sempre são usadas não produzem a eficácia desejada. Tudo isto porque os governantes deste País não têm capacidade para planificar uma adequada prevenção de incêndios florestais.

Já se encontra nos stands da Toyota o seu novo modelo Auris Sports Touring

Curiosamente ao vivo pareceu-me lateralmente menos interessante que através das imagens anteriormente vistas aquando do seu lançamento. A traseira é algo semelhante a igual produto da Toyota o Lexus CT. A enorme área de chapa lisa da carroceria justificava do meu ponto de vista um friso ao longo da mesma o qual além de lhe melhorar a estética protegia as portas, Aqui ficam algumas imagens surripiada ao site Km.77, onde podem ser colhidas as informações necessárias a este novo lançamento no mercado automóvel deste produto da Toyota, que como já nos habituou prima desde há vários anos automóveis de qualidade e sobretudo de comprovada fiabilidade

5 (3)5 (1).5 (2)5 (6)5 (4)5 (5)

Sem dúvida que este título está bem escolhido, mas a carapuça só serve a quem a enfiar

O corte das reformas explicado aos tansos

por FERREIRA FERNANDES Ontem

Os cortes são, portanto, para todos os reformados do Estado. Todos? Isso, todos. Mas mesmo todos, todinhos? Todinhos, com exceção de juízes, magistrados do Ministério Público, militares e diplomatas, claro. Claro porquê? Claro porque as reformas desses estão indexadas ao salário dos trabalhadores no ativo. E isso quer dizer o quê? O que está lá escrito, preto no branco: as reformas desses estão indexadas ao salário dos trabalhadores no ativo. As palavras já ouvi, mas que querem dizer? Eu traduzo: Muzyk yn de brede sin fan it wurd. OK, OK, mas porquê beneficiar exatamente militares? Porque são das Forças Armadas. E…?! Parecem-me duas boas razões. Que duas? O forças e o armadas. E os juízes e os magistrados, também são forças armadas? Não, esses é por estarem vivos. Mas todos os funcionários que recebem reforma estão vivos, ou não? Sim, respiram, estrebucham, mas não há razões para os privilegiarmos por isso. E então os juízes e os magistrados que vida especial têm? Uma vida que faz prova de vida, a prova de vida deles. Prova de vida deles?! É, há sempre um Tribunal Constitucional que declara isto inconstitucional aqui, um Ministério Público que abre inquérito acolá, eles estão vivos e estão sempre a dizê-lo. Então? Então, nós reconhecemo-los. Reconhecem como? Com pensões especiais para que não estejam tão vivos. Última pergunta, e os diplomatas? Esses é mais por uma questão estética, ficam sempre bem num grupo.

Mais um aplauso para este artigo de opinião de Baptista Bastos publicado no DN

A embrulhada dos “swaps”

 

Estávamos habituados aos rituais das palavras comuns, eis senão quando se introduziu uma outra, levemente rastejante como um verme, que sobressaltou a rotina dos nossos dias: swap. Não é um acrónimo, como pode parecer: é uma expressão inglesa que possui um significado ameno mas, pelos vistos, com resultados inquietantes. Permuta, troca, aqui está o que quer dizer a palavra. Permuta entre bancos, para exprimir o exacto sentido de swap. E começa agora a turbulência do que está em causa. Quando mete bancos as pessoas vulgares estremecem de receios, densas vezes bem justificados. O mundo dessas organizações, é mais secreto do que parece, e tudo o que respeita a dinheiro pode conduzir a tudo o que respeita ao que de pior se oculta entre os homens. Depois, o processo bancário é o grande pilar do sistema, no qual os enredos chegam a ser charadas impenetráveis.

A polémica portuguesa actual sobre os swaps resulta do grande imbróglio financeiro e, diga-se de passagem, é uma componente dos modos capitalistas usuais. Ao que chegámos a entender, foram criados esses “produtos” como salvaguarda de aldrabices e embustes, que alguns bancos propuseram aos Governos, a fim de estes viciarem as contas públicas e os orçamentos gerais do Estado. José Sócrates recusou a proposta, diga-se de passagem. A rede é imensa e complexa. Até agora, apenas meia dúzia de indicados, sem haver muitos acusados, a não ser alguns bancos e agentes secundários. Por portas travessas, alguns treparam a postos governamentais, lugares privilegiados para a negociata.

Porque de negociata se trata. A natureza dos swaps traduz-se em riscos imponderáveis, e nada indica que os bancos sejam, em primeira ou última instância, os prejudicados. Quando, longinquamente, o são, os contribuintes pagam a vazada, através de tributações e impostos violentíssimos. Como se tem visto.

A cultura do capitalismo passou a ser a cultura do não interdito. Quase tudo é permitido, porque a inconsistência da autoridade e a cada vez mais acentuada crise de valores estimulam o vandalismo da alma que nos empurra para este tipo de sociedade. A ganância, o lucro pelo lucro sem limites nem peias morais, tornaram-se cartas-de-alforria de uma época que se esvaziou de sentido.

Os partidos são cada vez mais semelhantes, e o caso do PS, conluiado ideologicamente com o PSD, não é original português: faz parte da crise geral da Esquerda que atravessa a Europa. Nos swaps, a responsabilidade política terá de ser dividida entre aqueles dois partidos. Nenhum deles sai impune da embrulhada, assim como nenhum deles é capaz de no-la explicar com seriedade. Somos os excluídos das grandes questões que nos afectam directamente. O poder financeiro favelou-nos, uniformizando o empobrecimento como doutrina, para que uma classe dirigente reduzida adquira um poder quase patogénico.

 

A evidência dos factos vai cada vez mais consolidando a minha convicção

A industria farmacêutica é uma fraude porque os produtos que fabrica não só não curam como ainda contribuem para piorar o estado de saúde dum doente. Hoje falando com um amigo que dalguma forma comunga da minha opinião e que já não o via a algum tempo notei que estava comparativamente com a última vez que o tinha visto, muito em baixo. Isto porque este amigo esteve para ser operado à próstata e a sua cirurgia acabou por ser anulada após a sua toma por uma largo período de xarope de Aloé Vera. Mas este amigo de quem a equipa médica que estava para o operar se riu quando ele lhes contou que o segredo da sua cura do tumor da próstata havia sido obtido pela toma por largo período de Aloé Vera achou por bem consultar o urologista que o acompanhava e manifestou o seu desagrado por estar 3 anos sem lhe aparecer, o que quanto a mim é compreensível porque foram menos umas consultas. E então este urologista sem que o meu amigo tivesse realizado qualquer tipo de exame prévio para se inteirar do estado da próstata, medicou-o com um novo remédio aconselhado pela industria farmacêutica, como sendo de excelente resultado para a prevenção de cancro da próstata. Pois é. E o meu amigo pôs-se a ler as contra-indicações do medicamento e ficou assustado pelo facto de o mesmo além de aumentar a glicémia e sendo ele um diabético preocupou-se com esse facto, mas não só poderia causar lesões no fígado e outro tipo de perturbações no organismo que ele me referiu e sinceramente já nem sequer me lembro. Claro está que face à reacção que o referido fármaco lhe provocou, de imediato suspendeu a sua toma e com espanto seu ouviu hoje num qualquer canal de televisão falarem sobre o tal novo medicamento que para já nem sequer está a sua eficácia reconhecida pelo INFARMED e como se vê o dito medicamento já está a ser prescrito pelos especialistas sem tão pouco estar provada a sua eficácia. Dum facto o meu amigo teve uma certeza pela reacção. Com a toma apenas e só dum comprimido, teve uma reacção que o deixou absolutamente prostrado. Claro que após a sua narração manifestei a minha surpresa pela aceitação do ensaio e mais grave ainda com uma droga recentemente lançada no mercado que nem sequer é reconhecida a sua eficácia. Tudo isto porque a influência dos delegados de propaganda médica junta dos especialistas é efectivamente muito forte e o meu amigo que há uns largos dias atrás que vinha duma intervenção cirúrgica oftalmológica que havia corrido muito bem e que estava animado com o resultado está presentemente desanimado com a reacção que apenas uma toma dum medicamento lhe provocou.  Afinal tenho ou não tenho razão de que o negócio das multinacionais de produtos farmacêuticos é ou não é uma fraude. Pensem o que quiserem, mas não me conseguem demonstrar o contrário.

 

Desde que a Lexus lançou o seu novo modelo IS, fiz questão de o experimentar porque achei-o muito interessante

Essa possibilidade foi-me proporcionada hoje e tal como esperava a experiência superou toda a minha expectativa porque se trata dum automóvel em termos de exterior esteticamente agradável e com um interior de alto requinte porque se tratou do modelo Sport full extras. Não resisti e embora existam várias imagens proporcionadas pelo site da Lexus fiz questão de fotografar as partes que melhor me agradaram.  Há quem continue a preferir as carripanas produzidas no país da senhora Merkel mas a mim particularmente seduz-me muito mais a tecnologia nipónica e sobretudo  a qualidade de construção e fiabilidade nada comparável aos automóveis de marca alemã que segundo os índices de satisfação dos consumidores,publicados em revistas da especialidade, internacionais,  ficam uns largos pontos abaixo.

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  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

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