Na minha ignorância nesta área sempre me interroguei do porquê que os fabricantes japoneses de automóveis não põem muita potência nos modelos que produzem mesmo com cilindrada elevadas

Os fabricantes de automóveis alemães nomeadamente a BMW, o Grupo VAG,que inclui a Audi, Volkswagen, Skoda e Seat, a Mercedes Benz, têm por hábito nos seus modelos a diesel de 2.000 cm3 de cilindrada, por-lhes potências que vão desde os 170 cavalos a 180, isto derivado a dotação de turbos de geometria variável que os mesmos modelos possuem. Ora são conhecidos as constantes avarias dos modelos do grupo VAG que com enorme frequência partem os seus turbos o que leva os seus proprietários a gastarem avultadas quantias nas suas reparações. As transmissões dos modelos destes automóveis também não são muito famosas. Mas eu sempre me interroguei do porquê que, sendo os japoneses os construtores da automóveis que há 50 atrás destronaram os fabricantes de automóveis mundiais com modelos de elevada quantidade, estou-me a lembrar do Datsun 1.200 a gasolina, do Toyota Corolla 1.200 e até pasme-se do Mazda 1.000 que foram automóveis que fizeram história. Ainda me recordo do automóveis produzidos pela Audi que eram duma má qualidade comprovada e da BMW que de quando em vez ardiam os seus modelos por curto-circuitos na sua cablagem . Em competição nos ralis a Dtasun SSS , 1.600 e o Subaru 1.300 deram cartas competindo com automóveis europeus de maior cilindrada. Na altura ainda os automóveis ainda não vinham dotados de turbos. Os italianos da FIAT apareceram então com os seus modelos de baixa cilindrada mas com enorme potência. E o resultado era quer os modelos da marca FIAT, quer os Alfa Romeu, quer ainda os Lancia, que saíam da mesma linha de fabrico mas com marcas diferentes, os possuidores desses automóveis andavam permanentemente nas oficinas a reparar avarias mecânicas algumas das quais bastante grave e de elevado valor e a FIAT que chegou no nosso país a dominar o mercado porque possuía modelos de elevada potência, foi-se desacreditando face à má qualidade dos seus automóveis. A marca Mercedes Benz que nos anos 60 foi sem dúvida quem produzia os automóveis de elevada qualidade embora com pouco potência e elevada cilindrada, conquistaram o mercado dos chamados carros de praça alguns dos quais chegavam a fazer mais de um milhão de quilómetros com baixos custos de manutenção. Nessa altura surgiu o Nissan Bluebird que destronou a Mercedes Benz e passou a ser a preferência dos proprietários de carros de praça vulgo (táxis). A partir da altura em que os alemães passaram a introduzir nos seus modelos a diesel, o sistema de turbo de geometria variável, optaram por reduzir a cilindrada dos seus modelos, aumentando-lhes a potência através do turbo. Ora é sabido que é impossível conseguir-se obter durabilidade mecânica num automóvel de relativa baixa cilindrada, mas com elevada potência, sendo esta obtida através dum turbo. O veículo na alta rotação que atinge e numa utilização sem até ser muito excessiva os seus componentes são sujeitados a um desgaste que inevitavelmente causam ao motor e nos seus componentes diversas avarias e quem as tem de suportar são os proprietários dos veículos. De resto não é por acaso que os automóveis das ditas reputadas marcas alemãs proporcionam apenas a quem os adquire uma garantia mecânica de 2 anos. Tal não acontece com os automóveis europeus como de resto é de conhecimento geral. E isto pela simples razão que o fabricante tem a noção que o produto que coloca no mercado não tem a devida qualidade para lhe ser assegurada uma garantia superior a esses 2 anos, porque tal representaria um risco que os obrigaria a custos muito elevados dado que existem modelos de automóveis europeus que logo após terminar os 2 anos de garantia neles surgem avarias mecânicas algumas de elevado custo. É por esta constatação que, na minha ignorância sobre esta matéria que me parece fazer sentido que os japoneses que continuam a dominar em termos de qualidade e fiabilidade o mercados mundial com os seus modelos embora possuam veículos com elevada cilindrada, não os dotam com turbos que lhe conferem elevada potência exactamente para que os seus modelos durem mais tempo sem avarias mecânicas de relevo ou seja de elevado custo.

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