Arquivo de Maio, 2014

Os interesses económicos continuam a sobrepor-se ao interesse das populações

Contaram-me que a última sessão da Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Cascais, decorreu num clima de grande crispação só faltando haver distribuição de sopapos entre os que tinham os ânimos exaltados e os representantes da edilidade. Mas desengane-se quem pensa que a determinação dos responsáveis  autárquicos em deixar construir um condomínio de luxo na zona que é conhecida pela quinta dos ingleses, vai ser travada pelo facto da população do conselho mas não só, não conseguir fazê-lo, porque se continuar a provar que o poder político anda ao colo com o poder económico, isto porque interessa a ambas as partes. É sabido que naquela zona existem um colégio inglês que pela afluência de inúmeros automóveis todas as manhãs se pode concluir estar frequentado por filhos de gente com desafogo financeiro que provavelmente até gostaria de num futuro próximo poderem viver naquela zona pois os seus netos poderiam daqui a alguns anos também frequentar o dito colégio, cujo nome não cito, porque não lhe faço publicidade,  sem eles terem necessidade de se sujeitarem ás filas de transito a que agora estão sujeitos para lá deixarem os seus filhos. Para além disso o quão agradável seria construído que seja o condomínio de luxo, dispor de piscina oceânicas porque a distância do mar permitiria a instalação duma conduta que possibilitaria todos quantos “in” ali habitassem a comodamente adquirir um bronze de pele invejável, sem o incómodo de se misturar com a ralé numa qualquer praia da linha. Mas disse os contestatários deste empreendimento aos quais de junto, que se trata, esta deliberação da câmara, dum atentado contra o meio ambiente, porque vai desaparecer o pequeno pulmão que ali existe e que já foi diminuído pela urbanização que foi anteriormente ali construída e levou a que a mata de pinheiros fosse desbastada. Os planos directores que estão estabelecidos para as autarquias como sabemos e temos disso tido conhecimento são sistemáticamente violados, face ás alterações que os gestores autárquicos vão cometendo isto com a conivência do poder central que através do Ministério do Ambiente que nunca percebi muito bem face a isto e outros registos a que assistimos para quê que existe. Sim porque se efectivamente o poder autárquico actualmente existente não fosse da mesma côr política do poder central provavelmente assistiríamos ao chumbo por parte do Ministério de Ambiente da alteração do Plano Director da autarquia de Cascais, não sendo portanto permitido a construção do condomínio de luxo que legitimamente tanto contestação tem gerado e à qual me associo.

Os apoiantes de António José Seguro querem, por razões óbvias, ignorar que esta liderança está longe de ser mobilizadora do eleitorado descontente

Quem lê as minhas abordagens sabe que fui, quando soube da escolha de António José Seguro para liderar o PS, um dos que se manifestou entusiasmado por esse facto. Mas depressa o meu entusiasmo se desvaneceu e de imediato o manifestei. Tinha-me enganado na expectativa que havia criado ao face as atitudes e procedimentos enquanto deputado que até então o António José Seguro tinha assumido aquando da liderança de José Sócrates. Como líder do maior partido da oposição Seguro dava provas do seu fraco papel como opositor da linha governativa da actual coligação e mais decepcionante ainda, acordava com eles determinado tipo de acções governativas. Mas esta decepção não se limitou à minha pessoa, foi muito mais vasta. Depressa camaradas de partido perceberam igualmente que António José Seguro estava a decepcionar e por a sua intervenção não se estar a traduzir na mobilização do eleitorado descontente com o actual governo,era necessário imediatamente imprimir acção no sentido de arranjar alguém que melhor soubesse trazer o partido socialista para a ribalta do poder. Os ainda apoiantes de António José Seguro, invocam não haver razões para o anuncio da disponibilidade de António Costa para liderar o partido alguns mesmo acusando-o de traidor e culpado da cisão do partido, dado que, segundo eles, a liderança de Seguro, foi consolidada pela vitória nas autárquicas  e agora nas eleições europeias. Ora é sabido que a vitória do PS nas autárquicas, apesar de ser significativa, decorreu num período em que António José Seguro ainda não tenha demonstrado a sua incapacidade para poder vir a ser alternativa ao PSD, sim porque o CDS como força política tem pouco expressão eleitoral não passando dum partido de muleta, mas dizia o eleitorado percebeu que o actual líder do PS não é um candidato à altura de governar o país, tendo por isso invertido a tendência das eleições autárquicas e apenas proporcionando ao PS uma vitória por uma margem escassa, tendo em vista que tal não espelha o sentimento de descontentamento que grassa no eleitorado. Isto é tão óbvio que é pena que os apoiantes de António José Seguro não consigam entender que este líder da sua preferência se continuar à frente do partido correm o risco nas próximas legislativas de proporcionar ao seu adversário no governo uma vitória.

A Nissan pelos vistos continua com a sua política de automóveis enxertados com mecânica europeia

Nissan revela novo Skyline
NHK – 27 de Maio
Nissan Motor divulgou nesta segunda-feira um novo modelo de Skyline – seu carro-chefe sedan esportivo de luxo – equipado com um motor Mercedes-Benz eficiente em termos de combustível feito pela Daimler da Alemanha.
O motor a gasolina de 2 litros com um turbocompressor pode gerar potência igual à de um motor de 2,5 litros.
O novo modelo é executado 13,6 quilômetros por litro de gasolina, cerca de 20 por cento mais do que os veículos equipados com motor de 2,5 litros.

Nissan diz que decidiu adquirir o motor de Daimler para reduzir os custos de desenvolvimento e tornar mais leve o veículo.

http://youtu.be/ASD3BEzmu4I

Por partilhar inteiramente da opinião do autor deste artigo de opinião reproduzo

Por ter já aliás abordado neste meu blog esta questão sobretudo dos banqueiros antes e depois do 25 de Abril. Ou seja apesar de alguns deles terem fugido para o Brasil, depois regressaram e voltaram a tomar conta dos seus bancos. E tal como afirma o Pedro Marques Lopes neste seu artigos de opinião antes, no regime ditatorial o Salazar reunia com os banqueiros para definirem estratégias económicas, mas agora em democracia são os banqueiros que impõem as regras ao poder político que é dele refém.  Eis o artigo:

Nem o Espírito Santo nos vale
por PEDRO MARQUES LOPES Hoje
Não devo ter sido o único a ouvir que a grande diferença na relação entre o poder político e o económico em Portugal, da ditadura para a democracia, seria que antigamente era o ditador a definir quem eram os ricos e que agora eram os ricos a decidir quem tinha o poder político.
A afirmação é manifestamente exagerada, provavelmente incorreta em termos históricos e injusta para a nossa democracia. É, sobretudo, muito influenciada pelo ambiente atual em que existe a perceção de que o poder económico se globalizou e se sobrepôs de maneira clara ao poder político.
O que não ignoramos é a profunda ligação dos nossos grupos económicos ao poder político. O que pouco mudou da ditadura para a democracia é a forma como uma parte importante dos poucos grupos económicos dependem do Estado e de como o Estado depende deles ou, pelo menos, os deixa influenciar o processo político. Num país pobre, com um mercado pequeno, com empresas pouco capitalizadas, com pouca gente qualificada, que acaba quase inevitavelmente por ter de circular entre o Estado e as grandes empresas, talvez essa relação umbilical seja inevitável. O bem comum tem sido, digamos assim, prejudicado face aos grandes grupos. E não só na perspetiva de mais benefícios diretos para a comunidade, mas também no bloqueio ao crescimento de outros grupos, outras empresas. Os grandes grupos, com a bênção direta ou indireta do Estado, abusam, por assim dizer, da posição dominante e não deixam crescer nada ao seu redor.
Há coisas aparentemente pequenas que dizem muito. Sabemos que um líder de um partido está com grandes possibilidades de chegar a primeiro-ministro quando se sabe que vai almoçar com o presidente do banco X ou Y e é certo e sabido que o primeiro telefonema que um recém-primeiro-ministro recebe é de um presidente de um grande grupo económico.
Vem esta conversa toda a propósito, e a algum despropósito, da novela Espírito Santo, que vai tendo a cada dia que passa um episódio mais degradante.
Se há grupo económico que representa de forma exemplar a profunda interligação entre o poder político e o económico na sociedade portuguesa é o Espírito Santo. E, claro está, não é de agora. Tornou-se comum ouvir que em Portugal manda o Governo e no Governo mandam os Espírito Santo. Um grupo com uma rede sem fim de empresas, com ligações a tudo o que é negócio, a tudo o que é interesse declarado ou escondido, a tudo o que envolva o Estado ou em que a decisão estatal seja vital. Também não havia trapalhada que não envolvesse uma empresa Espírito Santo ou aparentada: sobreiros e submarinos são apenas dois exemplos. Habituámo-nos a conviver com as notícias de umas ligações esquisitas, de uns negócios mal explicados, de umas empresas com problemas com a justiça, de uns primos que se zangavam, de uns tios que faziam as pazes, de uns amigos da família que ganhavam sempre concursos públicos, de um presidente que se esquecia de declarar uns milhõezitos. Umas malandrices portuguesas típicas, uma imagem sofisticada dos nossos endémicos defeitos. Uma quase família real à portuguesa.
Ficamos definitivamente a saber que a parte do grupo não financeiro está a implodir e que a parte financeira – sólida e com um controlo rígido do regulador – mudará de proprietários e de gestão. É uma espécie de regime que acaba. Um regime, como ficou evidente, que vivia claramente muito acima das suas possibilidades. Um grupo que, mesmo que vendesse tudo o que tem, estaria muito longe de pagar todas as suas dívidas – quem quer apostar que para eles existirá um perdão de muitas dívidas? Pelo meio fica a pouca vergonha, o desprezo pela comunidade e alguma falta de consciência ou perceção de impunidade. Um presidente do grupo que culpa o contabilista, que não percebeu – com décadas de atividade empresarial – que alguém se tinha esquecido de contabilizar 1,200 milhões de euros de dívidas, que não realizou que as suas empresas estavam completamente falidas e que liderava um grupo não financeiro que o Wall Street Journal afirma funcionar num esquema Ponzi, como quem diz do género Dona Branca.
Talvez esta história pouco edificante do grupo Espírito Santo pudesse ser vista como um caso isolado. Não é, basta lembrar, por exemplo, os problemas com o BCP e pensando apenas nos grandes. Ficamos com a sensação de profunda fragilidade das nossas instituições – esqueçamos, por agora, as possíveis ilegalidades e demais prejuízos. Sim, não são só as democráticas, como os tribunais, o Parlamento e tantas outras, o mal é mais comum do que se pensa e está largamente disseminado na comunidade. Nada, como nunca, nos dá segurança. Nada, como nunca, parece sólido. Nem a aparente renovação de um grande grupo mal gerido, com demasiado poder, demasiados vícios e demasiada falta de vergonha serve para sentirmos que algo está a mudar para melhor.
Vivemos tempos terríveis.

Segundo o Autoblog esta é a aposta da Lexus o cupé RC “F”

lexus-rc-f-coupe-02-1-1lexus-rc-f-coupe-03-1-1lexus-rc-f-coupe-11-1-1lexus-rc-f-coupe-04-1-1

lexus-rc-f-coupe-05-1-1

Sem lugar a dúvidas a estrela da gama RC será o “F” que está equipado com um motor 5.0 V/8 com 568 cv de potência, sendo capaz de atingir os 100 kms/hora em apenas 4,5 segundos e uma velocidade máxima de 270 Kms/hora. As imagens surripiadas ao Autoblog

Porque também embarquei neste embuste televisivo denuncio para mais ninguém nele embarcar

A partir duma determinada altura e mais à frente explicarei o porquê, passei a desconfiar pelo facto de nos concursos televisivos da RTP, TVI e SIC, realizados através de chamadas telefónicas de valor acrescentado, os contemplados serem quase sempre de localidades do interior do país. Isto porque entendia eu que naturalmente nos grandes centros urbanos se registaria um maior número de participantes nos referidos concursos que são aliciados pelos apresentadores de televisão que fazem deslocações a várias localidades do país onde são realizados espectáculos musicais normalmente com a participação de interpretes das chamadas musicas “Pimba”.  Estes espectáculos apesar de terem o apoio normalmente das autarquias, são patrocinados por várias firmas, em cujos intervalos são anunciados sendo que esse patrocínio, pela publicidade que é exibida diversas vezes não deverá ter custos para os mesmos a não ser o compromisso de assegurar os prémios que são atribuídos no valor indicado, mas cujo valor jamais é convertido em dinheiro, uma vez que a atribuição do prémio fica consignado a um cartão Visa com o qual o premiado,  com o valor do prémio poderá efectuar a compra de bens ou serviços dos anunciantes promotores do concurso. Ora tal como referi no início sempre achei muito estranho o facto de, os contemplados dos concursos serem quase sempre pessoas residentes no interior do país, isto porque interessava esconder esta vigarice por muito mais tempo o que não aconteceria se os contemplados escolhidos fossem da grande urbe pois seria mais fácil a sua denuncia. E embora só agora este embuste tenha sido descoberto a Autoridade para a Comunicação Social ainda não pôs termo a este embuste porque é disso que se trata. Pessoalmente não há muito tempo comentei que embora os apresentadores fizessem gala em referir estarem os canais de televisão para os quais trabalham a oferecer muitas centenas de milhares de euros, esse valor nunca seria oferta sua,  mas sim resultante do número de chamadas efectuadas ao longo do programa de várias horas em que vários participantes teriam feito, tal como eu próprio, uma ou outra vez também participei neste embuste. Já existem denuncias na Autoridade para a Comunicação Social relativamente a este embuste das televisões que levam todos aqueles que julgam tratar-se dum concurso sério apesar dos custos que a chamada de valor acrescentado representa, que afinal não é nunca foi nem nunca será através da atribuição do prémio cujo valor é aparentemente alto, uma forma de resolver os seus problemas a nível financeiro porque o cartão visão que representa o prémio atribuído não é convertível em dinheiro mas sim o seu valor é para ser gasto na compra de bens ou serviços nomeadamente férias. É altura de, duma vez por todas a Autoridade para a Comunicação Social, acabar com esta vigarice, por se trata duma realidade que nunca em vez alguma os apresentadores a revelaram os moldes do seu verdadeiro funcionamento, ou seja a atribuição dum cartão Visa só permite a compra de bens ou serviços, não convertível em dinheiro, como os apresentadores dos espectáculos pretendem fazer crer. 

A confirmar-se esta previsão não teremos então razão para nos preocuparmos com mais este flagelo

Progresso contra Alzheimer
Caros leitores, caro leitor,

Enquanto muitos observadores, incluindo o escritor desta carta está preocupado com o aumento da doença de Alzheimer, os novos números mostram uma diminuição inegável e dramático na incidência da doença.

É isso mesmo: Alzheimer epidemia temida pelos cientistas não está acontecendo.

As novas gerações que sobrevivem até aos 65 anos são menos afetados do que os mais velhos por demência senil e doença de Alzheimer.

Há razões para isso, que estão sendo estudados por cientistas: E aqui está como você pode fazer para torná-lo uma vez que estas descobertas, e entram na categoria de pessoas protegidas contra a doença de Alzheimer.

A epidemia está em declínio
Até o início dos anos 2000, os cientistas pensavam que a demência senil, incluindo a doença de Alzheimer é a mais comum, foram inevitavelmente causada pelo envelhecimento.

Como a população envelhece, há pessoas afectadas pela doença de Alzheimer. Aponte para a linha. Era a visão tradicional da medicina académica.

A doença de Alzheimer é raro antes dos 60 anos. Entre 60 e 70 anos, ela é limitada a 1% da população. No entanto, o risco aumenta acentuadamente, em seguida, 5% das pessoas com idade entre 70 e 80 anos são afetados pela doença de Alzheimer, e os números têm aumentado além de 80 anos.

Os cientistas, portanto, previsível que o número de pacientes com Alzheimer vai triplicar até 2050, a nível mundial, com consequências humanas desastrosas. Para o meio ambiente é uma das experiências mais dolorosas que são tão impotente, o desaparecimento de memórias, a mudança de personalidade, o declínio habilidades mentais de um ente querido, tudo muitas vezes acompanhada depressão grave e acessos de loucura, até a morte do paciente. Além disso, o custo anual de cuidar de uma pessoa doente de Alzheimer exceder o salário médio!

Apocalypse quando?
Felizmente, o apocalipse previsto não acontece. De acordo com as projeções feitas em 1994, a Inglaterra deve ter 900 mil pessoas afetadas por demência em 2013, mas na verdade, não em todos. Um estudo realizado pela Universidade de Cambridge e publicado na revista The Lancet mostra que o número tem quase não aumentou apesar do envelhecimento da população [1].

Outro estudo, realizado na Dinamarca e publicado na mesma edição da revista The Lancet, confirma estes resultados: a geração de pessoas nascidas em 1915 é mais resistente à doença mental do que os nascidos em 1905.

Qual é o segredo das novas gerações para ser mais resistente do que os seus antecessores declínio mental?

Cérebros mais solicitados
Não é todo dia que você me ver elogiar o uso de computadores, smartphones e aparelhos eletrônicos, mas o fato é que a invasão da mídia em nossas vidas que nosso cérebro é muito mais estimulado que há 50.

Há muito se sabe que a prática de um instrumento musical, as palavras cruzadas e jogar bridge mantém o cérebro e ajuda a combater contra a demência e mal de Alzheimer, bem como aprender uma língua estrangeira.

Além disso, os cientistas observaram em 25 anos que as pessoas em profissões intelectuais altamente exigentes são menos afetadas pelo mal de Alzheimer.

Finalmente, as pessoas que têm uma vida social ativa, estimulando seu cérebro mais manter suas faculdades mentais.

A conclusão para você é que você tem interesse em manter a atividade máxima mais o seu cérebro está carregado, o tempo vai continuar a funcionar. E “treino cerebral” jogos em dispositivos eletrônicos podem ser perfeitamente integrado na sua estratégia, bem como a leitura de artigos interessantes sobre a Internet.

Bons vasos sanguíneos
Um bem irrigada por seu cérebro sangue é essencial para manter boas faculdades mentais.

No entanto, isso só é possível se os vasos sanguíneos são saudáveis e fortes.

Isso requer um estilo de vida saudável, sem fumo e com muita frescos e coloridos legumes, ricos em antioxidantes, e também um monte de frutas vermelhas e pretas. Ingestão de gordura Generoso de ômega-3 (peixes gordos de água fria, nozes, óleo de canola, beldroega), e uma redução de inflamatória ômega-6 (óleo de milho e girassol).

Este sistema também reduz o risco de doença cardiovascular, obviamente, uma vez que suas artérias estão melhor protegidos: o que é bom para o coração é bom para o cérebro.

Mas o pior inimigo do seu vasos sanguíneos o açúcar restante. Pessoas com diabetes podem tornar-se cego, e até mesmo amputações. Por quê? Porque a diabetes é uma doença em que o corpo não consegue regular a quantidade de açúcar no sangue. Quando os níveis de glicose no sangue subir muito, destrói os vasos sanguíneos pequenos, chamados capilares, porque eles são tão finos como cabelo. Estes capilares fornecimento de sangue para a parte inferior dos olhos, onde os problemas de cegueira: sob o efeito de açúcar, que encolhem, entupidos e líquidos de vazamento.

Mas os capilares também são essenciais para todos os órgãos, particularmente o cérebro. É por isso que a doença de Alzheimer é agora chamado por alguns de “Diabetes Tipo III” é o mau controle da glicemia (açúcar no sangue), o que reduziria a oferta para o cérebro e enfraquecer o faculdades mentais.

Próprios problemas de açúcar no sangue são geralmente causadas por excesso de carboidratos na dieta, incluindo cereais e grãos integrais. Para eles, mesmo que eles não são doces a gosto, se transformam em açúcar no intestino, e são de montagem rápida de açúcar no sangue depois de ser comido.

Nutrientes essenciais
Para melhorar ainda mais o funcionamento do seu cérebro, os melhores nutrientes são a vitamina C e E, que têm um antioxidante, a vitamina B, especialmente ácido fólico (vitamina B9) e ômega-3 os ácidos gordos que já falamos.

Esses nutrientes são trazidos a você em quantidade pela dieta mediterrânea, rica em vegetais frescos, frutas, peixes, azeite de oliva, e pobre em carne vermelha e processada indústria de alimentos.

É por isso que teme-se que o actual declínio na doença mental entre as novas gerações de idosos em comparação com os seus antecessores, que provavelmente sofreram mais que a desnutrição durante a sua vida, por causa das guerras, fazer inverte.

Na verdade, as gerações de pós-guerra significativamente mais propensos a comer junk food (biscoitos, doces, batatas fritas, refrigerantes, batatas fritas) para a obesidade e diabetes, que aumentam o risco de demência.

Neste sentido, não é de todo certo que os equipamentos eletrônicos e a crescente inatividade física, o que é uma maneira educada de dizer “ficar esparramado no sofá,” são tão bons que, a longo prazo prejudicam o cérebro.

Em todo caso, no meu caso, eu recomendo que você prefira uma bela e animada conversa fascinante com um amigo uma boa caminhada para estimular o seu cérebro ou realização de jogos de vídeo.

A sua saúde!

Jean-Marc Dupuis

PS: Eu também recomendo o arquivo completo que fez Thierry Souccar na prevenção de Alzheimer dom gratuito com sua assinatura Registros de Saúde e Nutrição. Visite aqui para desfrutar .


Arquivos

Central Blogs

congeminações

Central Blogs

Categorias

congeminações

  • 694,875 hits

Comentários Recentes

Fátima Sousa em O Infarmed retirou a compartic…

4shared

Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa
Listed on BlogShares
Powered by BannerFans.com
Twingly BlogRank

twitter

congeminacoes

Follow me on Twitter