Os interesses económicos continuam a sobrepor-se ao interesse das populações

Contaram-me que a última sessão da Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Cascais, decorreu num clima de grande crispação só faltando haver distribuição de sopapos entre os que tinham os ânimos exaltados e os representantes da edilidade. Mas desengane-se quem pensa que a determinação dos responsáveis  autárquicos em deixar construir um condomínio de luxo na zona que é conhecida pela quinta dos ingleses, vai ser travada pelo facto da população do conselho mas não só, não conseguir fazê-lo, porque se continuar a provar que o poder político anda ao colo com o poder económico, isto porque interessa a ambas as partes. É sabido que naquela zona existem um colégio inglês que pela afluência de inúmeros automóveis todas as manhãs se pode concluir estar frequentado por filhos de gente com desafogo financeiro que provavelmente até gostaria de num futuro próximo poderem viver naquela zona pois os seus netos poderiam daqui a alguns anos também frequentar o dito colégio, cujo nome não cito, porque não lhe faço publicidade,  sem eles terem necessidade de se sujeitarem ás filas de transito a que agora estão sujeitos para lá deixarem os seus filhos. Para além disso o quão agradável seria construído que seja o condomínio de luxo, dispor de piscina oceânicas porque a distância do mar permitiria a instalação duma conduta que possibilitaria todos quantos “in” ali habitassem a comodamente adquirir um bronze de pele invejável, sem o incómodo de se misturar com a ralé numa qualquer praia da linha. Mas disse os contestatários deste empreendimento aos quais de junto, que se trata, esta deliberação da câmara, dum atentado contra o meio ambiente, porque vai desaparecer o pequeno pulmão que ali existe e que já foi diminuído pela urbanização que foi anteriormente ali construída e levou a que a mata de pinheiros fosse desbastada. Os planos directores que estão estabelecidos para as autarquias como sabemos e temos disso tido conhecimento são sistemáticamente violados, face ás alterações que os gestores autárquicos vão cometendo isto com a conivência do poder central que através do Ministério do Ambiente que nunca percebi muito bem face a isto e outros registos a que assistimos para quê que existe. Sim porque se efectivamente o poder autárquico actualmente existente não fosse da mesma côr política do poder central provavelmente assistiríamos ao chumbo por parte do Ministério de Ambiente da alteração do Plano Director da autarquia de Cascais, não sendo portanto permitido a construção do condomínio de luxo que legitimamente tanto contestação tem gerado e à qual me associo.

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