Arquivo de Julho, 2014

Partilho por achar que além de indecoroso é duma imoralidade intolerável

E por não gostar de poucas vergonhas, aí vai….

INDECOROSO

Especialmente dedicada ao “sr ministro” Poiares Maduro pelas suas “brilhantes” declarações proferidas em 05/02/2014, acerca da sustentabilidade das reformas…

VERGONHA é comparar a Reforma de um Deputado com a de uma Viúva.

VERGONHA é um Cidadão ter que descontar 35 anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.

VERGONHA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS.

VERGONHA é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais Qualificados.

VERGONHA é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, aprovados pelos mesmos Políticos que vivem deles.

VERGONHA é que a um Político não se exija a mínima prova de Capacidade para exercer o Cargo (e não falamos em Intelectual ou Cultural).

VERGONHA é o custo que representa para os Contribuintes a sua Comida, Carros Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito.

VERGONHA é que s. exas. tenham quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa mesmo que muitos se declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).

VERGONHA é s. exas. quando cessam um Cargo manterem 80% do Salário durante 18 meses.

VERGONHA é que ex-Ministros, ex-Secretários de Estado e Altos Cargos da Política quando cessam são os únicos Cidadãos deste País que podem legalmente acumular 2 Salários do Erário Público.

VERGONHA é que se utilizem os Meios de Comunicação Social para transmitir à Sociedade que os Funcionários só representam encargos para os Bolsos dos Contribuintes.

VERGONHA é ter Residência em Sintra e Cobrar Ajudas de Custo pela deslocação à Capital porque dizem viver em outra Cidade.

Esta deveria ser uma dessas correntes que não deveriam romper-se pois só nós podemos remediar TUDO ISTO.

Por ser de opinião de que o reformador Papa Francisco, estaria a colocar a sua vida em risco, transcrevo este artigo de opinião acabado de receber

Francisco entre os lobos

por ANSELMO BORGES 26 julho 201 462 comentários

O mundo não é igual para todos. O mundo visto a partir de uma grande metrópole não coincide com o que se vê a partir do campo. Uma família feliz e uma família desgraçada não olham para o mundo do mesmo modo. Há sempre um ângulo de visão, um ponto de vista, e projectamos sobre o mundo os nossos interesses, medos e expectativas. O mundo que um banqueiro perspectiva diferencia-se do de um desempregado. O mundo visto a partir do poder não coincide com o mundo visto a partir das vítimas, dos pobres, dos sem–abrigo. Uma coisa é olhar para o mundo a partir da janela mais famosa do planeta – a janela do Palácio Apostólico no Vaticano – e outra coisa é vê-lo a partir da Casa de Santa Marta, onde vive o Papa Francisco. E a visão que temos do mundo também nos transforma a nós. De qualquer modo, não há olhares absolutamente límpidos, objectivos, neutros, pois estamos sempre situados.

Em Buenos Aires, o arcebispo foi sempre um “poder”. Simbolicamente, a Praça de Maio reúne os poderes da nação: o palácio do presidente, a catedral, o Ministério da Economia… Ora, como faz notar o padre Di Paula, “Bergoglio nunca olhou para a realidade a partir da perspectiva da Praça de Maio, mas dos lugares da dor, da miséria, da pobreza. A partir de baixo: de uma aldeola ou de um hospital”. E o impressionante é que o seu ângulo de visão continuou o mesmo enquanto Papa: a partir dos pobres, dos marginalizados, dos doentes, dos feridos, numa palavra, não a partir do centro e do alto, mas a partir das periferias e de baixo. De tal modo que conquistou a simpatia do mundo, tornando-se talvez a figura mais popular e influente do planeta. Fez como Deus feito carne humana visível em Jesus: sem menosprezar ninguém, olha para o mundo amando todos, como um pai ou uma mãe, mas atendendo de modo especial os que mais precisam.

A citação é tirada do livro Francesco tra i Lupi, que também dá título a esta crónica, do vaticanista famoso Marco Politi. A finalidade da obra é, de modo fino, denunciar a oposição silenciosa a Francisco por parte de vários grupos ultraconservadores, na Cúria e fora dela. “Os lobos espreitam a revolução pacífica de Francisco”, usando a sua personalidade latino-americana para desprestigiá-lo. “Fala como um pároco de aldeia”, diz um cardeal. Muitos não digeriram que se não tenha transferido para o palácio papal. São muitas as oposições, concretamente em sítios ultratradicionalistas da net, acusando-o de “demagogia, populismo, pauperismo, levar a uma “protestantização” da Igreja, diminuir o primado papal”. Politi acrescenta, numa entrevista à AFP: “Há oposições, no plural. Há prelados a favor de um lado e contra do outro. Uns estão a favor da comunhão para os divorciados recasados, mas não aceitam que as mulheres cheguem a cargos de poder na Igreja. Outros pensam que não se deve ser tão duro com os homossexuais, mas opõem-se à legalização do casamento homossexual”. Criticam –no por dar entrevistas a jornais, por criticar tanto os padres, por tanta insistência na misericórdia, atenuando o rigor doutrinal, por infringir o protocolo. “Há muita resistência passiva, inércia. Não se faz nada. Esperam.” Afinal, “os Papas passam, a Cúria permanece”. Em Roma, querem “fechar o mundo num preservativo”, é o dito que lhe atribuem, quando era cardeal.

Ousou excomungar a máfia, que já o desafiou: 200 presos mafiosos negaram-se a ir à missa e, numa procissão, o andor com a Nossa Senhora das Graças parou meio minuto e inclinou-se diante da casa do padrinho Giuseppe Mazzagatti, de 82 anos, condenado a prisão perpétua, mas em detenção domiciliária por motivos de saúde.

“Francisco está a tocar em grandes interesses económicos e o alarme do juiz italiano Nicola Grattieri de um atentado contra ele é muito sério.” É muito incómodo um papa empenhado em “fazer limpeza total”, a máfia financeira está perturbada por um pontífice que “rema contra o luxo, é coerente, é credível”. E não tem medo.

*Padre e professor de Filosofia

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

 

Acabada de receber e porque não trás nenhuma restrição quanto à divulgação partilho com quem me visita, porque achei muito interessante a relação

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Para que servem as primeiras páginas dos jornais e os grandes casos dos noticiários das TV?

Se pensarmos no que as primeiras páginas e as aberturas dos telejornais nos disseram enquanto decorriam as traficâncias que iriam dar origem aos casos do BPN, do BPP, dos submarinos, das PPP, dos SWAPs, da dívida, e agora do Espírito Santo, é fácil concluir que servem para nos tourear.
Desde 2008 que as primeiras páginas dos Correios das Manhas, os telejornais das Moura Guedes, os comentários dos Medinas Carreiras, dos Gomes Ferreiras, dos Camilos Lourenços, dos assessores do Presidente da República, dos assessores e boys dos gabinetes dos ministros, dos jornalistas de investigação nos andam a falar de tudo e mais alguma coisa, exceto das grandes vigarices, aquelas que, de facto, colocam em causa o governo das nossas vidas, da nossa sociedade, os nossos empregos, os nossos salários, as nossas pensões, o futuro dos nossos filhos, dos nossos netos. Que me lembre falaram do caso Freeport, do caso do exame de inglês de Sócrates, da casa da mãe do Sócrates, do tio do Sócrates, do primo do Sócrates que foi treinar artes marciais para a China, enfim que o Sócrates se estava a abotoar com umas massas que davam para passar um ano em Paris, mas nem uma página sobre os Espirito Santo! É claro que é importante saber se um primeiro ministro é merecedor de confiança, mas também é, julgo, importante saber se os Donos Disto Tudo o são. E, quanto a estes, nem uma palavra. O máximo que sei é que alguns passam férias na Comporta a brincar aos pobrezinhos. Eu, que sei tudo do Freeport, não sei nada da Rioforte! E esta minha informação, num caso, e falta dela, noutro, não pode ser fruto do acaso. Os directores de informação são responsáveis pela decisão de saber uma e desconhecer outra.
Os jornais, os jornalistas, andaram a tourear o público que compra jornais e que vê tEm vez de directores de informação e jornalistas, temos novilheiros, bandarilheiros, apoderados, moços de estoques, em vez de notícias temos chicuelinas.
Não tenho nenhuma confiança no espirito de autocritica dos jornalistas que dirigem e condicionam o meu acesso à informação: todos eles aparecerão com uma cara à José Alberto de Carvalho, à Rodrigues dos Santos, à Guedes de Carvalho, à Judite de Sousa (entre tantos outros) a dar as mesmas notícias sobre os gravíssimos casos da sucata, dos apelos ao consenso do venerando chefe de Estado, do desempenho das exportações, dos engarrafamentos do IC 19, das notas a matemática, do roubo das máquinas multibanco, da vinda de um rebenta canelas uzebeque para o ataque do Paiolense de Cima, dos enjoos de uma apresentadeira de TV, das tiradas filosóficas da Teresa Guilherme. Todos continuarão a acenar-me com um pano diante dos olhos para eu não ver o que se passa onde se decide tudo o que me diz respeito.
Tenho a máxima confiança no profissionalismo dos directores de informação, que eles continuarão a fazer o que melhor sabem: tourear-nos. Abanar-nos diante dos olhos uma falsa ameaça para nos fazerem investir contra ela enquanto alguém nos espeta umas farpas no cachaço e os empresários arrecadam o dinheiro do respeitável público.
Não temos comunicação social: temos quadrilhas de toureiros, uns a pé, outros a cavalo.
Uma primeira página de um jornal é, hoje em dia e após o silêncio sobre os Espirito Santo, um passe de peito.
Uma segunda página será uma sorte de bandarilhas.
Um editor é um embolador, um tipo que enfia umas peúgas de couro nos cornos do touro para a marrada não doer.
Um director de informação é um “inteligente” que dirige uma corrida.
Quando uma estação de televisão convida um Camilo Lourenço, um Proença de Carvalho, um Gomes Ferreira, um João Duque, um Gomes Ferreira, um Judice, um Marcelo, um Miguel Sousa Tavares, um Angelo Correia, devia anunciá-los como um grupo de forcados: Os Amadores do Espirito Santo, por exemplo. Eles pegam-nos sempre e imobilizam-nos. Caem-nos literalmente em cima.
As primeiras páginas do Correio da Manhã podiam começar por uma introdução diária: Para não falarmos de toiros mansos, os nossos queridos espectadores, nem de toureios manhosos, os nossos queridos comentadores, temos as habituais notícias de José Sócrates, do memorando da troika, da imperiosa necessidade de pagar as nossas dividas.
Todos os programas de comentário político nas TV deviam começar com a música de um passo doble. Ou com a premonitória “Tourada” do Ary dos Santos, cantada pelo Fernando Tordo.
O silêncio que os “negócios “ da família dona disto tudo mereceu da comunicação social, tão exigente noutros casos, é um atestado de cumplicidade: uns os jornalistas venderam-se, outros queriam ser como os Espirito Santo. Em qualquer caso, as redacções dos jornais e das TV estão cheias de Espíritos Santos. Em termos tauromáticos, na melhor das hipóteses não temos jornalistas, mas moços de estoques. Na pior, temos as redacções cheias de vacas a que se chamam na gíria as “chocas”.
O que o silêncio cúmplice, deliberadamente cúmplice, feito sobre o caso Espirito Santo, o que a técnica do desvio de atenções, já usada por Goebels, o ministro da propaganda de Hitler, revelam é que temos uma comunicação social avacalhada, que não merece nenhuma confiança.
Quando um jornal, uma TV deu uma notícia na primeira página sobre Sócrates (e falo dele porque a comunicação social montou sobre ele uma operação de barragem pelo fogo, que na altura justificou com o direito a sabermos o que se passava com quem nos governava e se esqueceu de nos informar sobre quem se governava) ficamos agora a saber que esteve a fazer como o toureiro, a abanar-nos um trapo diante dos olhos para nos enganar com ele e a esconder as suas verdadeiras intenções: dar-nos uma estocada fatal!
Porque será que comentadores e seus patrões, tão lestos a opinar sobre pensões de reforma, TSU, competitividade, despedimentos, aumentos de impostos, gente tão distinta como Miguel Júdice, Proença de Carvalho, Ângelo Correia, Soares dos Santos, Ulrich, Maria João Avilez e esposo Vanzeller, não aparecem agora a dar a cara pelos amigos Espirito Santo?
Porque será que os jornais e as televisões não os chamam, agora que acabou o campeonato da bola?
Um grande Olé aos que estão agachados nas trincheiras, atrás dos burladeros!
Carlos de Matos Gomes

Sempre fui de opinião de que os tratamentos de quimioterapia não são eficazes, bem pelo contrário, são como o artigo transcrito refere, um veneno

Cientistas americanos descobrem o que acelera a quimioterapia

Na verdade, é a etiqueta ‘PERIGO POISON ” que deve ser mantida em cada embalagem para tratamento da quimioterapia .
Por causa dos biliões de dólares em lucros que a indústria do cancro faz de tudo para suprimir. Muito mais eficaz e mais barato existem alternativas outros medicamentos
Cientistas dos Estados Unidos para sua surpresa encontraram a resposta à pergunta porque razão as células cancerosas em laboratório são fáceis de combater , mas no corpo humano são tão difíceis de erradicar. A quimioterapia ainda é largamente utilizada e causa  danos, de modo a que segregam uma proteína que não apenas contribui para o crescimento do tumor como o acelera,  O ADN das células saudáveis, alterado com o tratamento de quimioterapia na opinião de Mike Adams Natural News , pelo que apenas, contribui para 1% a 2% em eficácia de todos os doentes com cancro.

A quimioterapia faz com que células saudáveis ​​segreguem a proteína WNT16B. Esta é absorvida pelas células cancerosas, aumentando-lhe o volume, atacando as células saudáveis ​​e, em seguida, até provocam resistência à terapia adicional”, disse Peter Nelson, do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle. Os resultados surpreendentes da investigação, “inesperadamente” pelos cientistas disseram que, em qualquer caso aplicam-se à próstata, mama e câncer de ovário, foram publicados na prestigiosa revista Nature Medicine.

Seu câncer tratado nos centros de veneno?

A quimioterapia é denunciada pela medicina natural Holística há muitos anos como sendo uma fraude médica, porque ela prejudica o sistema imunológico de pacientes com cancro acabando  por contribuir para  o aumento da sua recorrência. Os últimos resultados da pesquisa confirmam o que já sabemos há anos, ou seja, que a quimioterapia é um veneno. Isto conclui Mike Adams Natural de Notícias. Não é um tratamento nem é um medicamento, que impeça qualquer coisa e nem é uma droga. É veneno que praticamente não tem valor medicinal, à exceção talvez de 1% ou 2% dos casos de cancro.

Agora está comprovado o principal efeito colateral da quimioterapia. Centros de Combate ao Cancro devem, portanto, ser chamados de “centros de veneno”, escreve Adams. Eles envenenam pacientes com um coquetel tóxico de substâncias químicas que a ciência moderna tem mostrado que acelera o crescimento do tumor.

Indústria do Câncer mantém cura barata e eficaz

No início deste ano, pesquisadores da Universidade acolheram a notícia Edmonton canadiana com sua descoberta de que houve uma droga mais eficaz contra o cancro existe, mas que a sua aplicação pela poderosa indústria farmacêutica e pelas autoridades médicas controladas por eles, está bloqueado.

A droga dicloroacetato (DCA), que é usada em certas doenças metabólicas, tem poucos efeitos secundários e os investigadores afirmam ser um  medicamento muito mais barato, mais seguro e mais eficaz contra o cancro. Porque a indústria do cancro estabelecido faz biliões de dólares em lucros, no entanto, os medicamentos e terapias são caras, mas dificilmente atuam,  existe, o uso do DCA contra o cancro mas ainda está contido, apesar do mundo de milhões de mortes desnecessárias.

 A quimioterapias há muito que não é necessário e também é muito menos eficaz.
Os críticos afirmam que, durante anos, e agora não há mais elementos fornecidos, a indústria farmacêutica não está, provavelmente, interessada em curar pessoas. Ou mesmo se eles simplesmente não têm cancro.

Pesquisadores da Universidade de Edmonton, no estado canadiano de Alberta descobriram que um medicamento já existente e barato para luta metabólica contra o cancro melhor e mais eficaz do que a quimioterapia aplicada até os dias atuais. Lá repousa a  não patente sobre o medicamento e há relativamente pouco ou nada a ganhar, no entanto, nada se faz com esta complexa descoberta farmacêutica.

Os pesquisadores confirmaram na sua pesquisa que a maioria das terapeuticas alternativas do cancro já existem há muito tempo, ou seja, de que o cancro não é causado pela  mutação genética descontrolada de células, mas uma perturbação no metabolismo.

O conhecimento médico, no entanto, não se importa em saber alguma coisa sobre, já que todos os anos milhares de milhões são ganhos com um tratamento  muito caro, utilizando quimioterapias utilizando todos os medicamentos fornecidos para compensar os efeitos colaterais. Estes produtos químicos extremamente prejudiciais

DCA restaura células danificadas

A equipe de pesquisadores canadianos testaram com grande sucesso o dichloroacetate droga existente (DCA), que já foi utilizado para tratar distúrbios incomuns metabólicas em células cancerosas humanas removidos em camundongos com cancro. Aos ratinhos foram administrados DCA na sua água de beber e exibiram dentro de algumas semanas, o tumor significativamente menor. O DCA foi capaz de restaurar a capacidade metabólica das células afetadas, algo que foi mantido. Ao mundo da medicina mainstream até agora impossível para os pesquisadores também descobriram que as células cancerosas que usam a glicose para sobreviver, produzem ácido lático o que torna muito fácil de terapias contra o câncer atuais para que eles se desprendem do tumor encolhendo a se espalhar por todo o corpo. Isso explica por que tantas  retornam os cancros após terminar a quimioterapia. Muitas terapias alternativas do cancro não tem esse problema porque não chega a estar metastizado, muitas vezes completamente curado.

Quem são os charlatães?

As empresas farmacêuticas que com DCA, exceto que dormência e alguns problemas com o lado a pé mal sabem que se pode oferecer muito mais barato, mais seguro e mais eficaz medicamento para pacientes com câncer, mas ignoram completamente a descoberta porque os enormes lucros obtidos pela atual drogas e terapias para uma grande extensão irá evaporar.

A indústria de câncer estabelecido culpa terapeutas alternativos, mesmo constantemente charlatanismo e abuso de pessoas doentes e desesperados por ganho financeiro – algo que só ele mesmo ser culpado em uma escala global.

Então, se você pode ser hospitalizado vai visitar seu pai, mãe, irmão, irmã ou criança com câncer é detectado, amanhã lembre-se que a forma como os cuidados de médicos e enfermeiros é que eles têm a ver com os recursos de que ser apresentado pela indústria farmacêutica, e que os últimos pacientes com câncer em estado terminal, principalmente como fonte de renda. 

 

Câncer altamente eficaz 34 anos oprimidas pelo governo dos EUA

Graças ao governo dos EUA e os poderosos milhões farmacêuticas complexas de pacientes com câncer deve sofrer desnecessariamente e / ou morrer.

Uma descoberta no câncer de 70 anos, que é muitas vezes mais eficaz do que a quimioterapia e radiação, e também não tem os efeitos secundários tóxicos desses métodos de tratamento ainda são utilizados, demonstra ao longo de décadas pelo topo autoridade de saúde FDA dos EUA (da Federal Drug Administration longo suprimido ).A razão que o FDA é apenas nos interesses da poderosa indústria farmacêutica, cuja bilhões em lucros por esta nova terapia barata em grande perigo ameaçou vir. seguinte vontade história Para quem já viu o sofrimento ou perdeu permanentemente do câncer de um ente querido muito difícil de digerir. Você vai ver que porque o governo dos EUA $ 60000000 dólares gastos para tentar colocar o inventor de uma nova e altamente eficaz terapia de câncer na prisão e roubar para que eles pudessem colher lucros a partir dele, são eles mesmos medicamentos patenteados ou poderia parar. encoberto Anti-neoplastons início dos anos 70, o Dr. Burzynski da Polônia descobriram que o câncer não tinha uma certa espécie de peptídeos que são abundantes em pessoas saudáveis. Burzynski então desenvolvido um fármaco que é baseada numa mistura de péptidos e de derivados de aminoácidos. Este “anti-neoplastons ‘se mostrou bastante capazes certos genes de supressão do câncer’ em ‘para ligar ao mesmo tempo’ off ‘onco (= câncer) genes. Anti-neoplastons de Burzynski pode ao mesmo tempo cerca de 100 tipos de genes do câncer de tackle. Mesmo os medicamentos contra o câncer mais recentes não são tão eficazes e trabalhar apenas em um pequeno número de genes específicos do cancro. Anti-neoplastons são, portanto, ao cancro que os antibióticos para infecção. Em testes clínicos, verificou-se que apenas 5 dos 54 pacientes (9%), que receberam quimioterapia e radiação, no final do tratamento foram considerados isentos de cancro e 5 de 20 pacientes (25%), o que só antineoplastons eram já não tinha câncer. Além disso antineoplastons pacientes não tinha problemas que ocorrem durante a quimioterapia e radiação efeitos colaterais tóxicos. sucesso em tumores cerebrais em crianças Usando antineoplastons Dr. Burzynski ainda conseguiram curar, incluindo uma menina de 11 anos de idade, Jessica Ressel, um pacientes com câncer normalmente fatais dadas tumor cerebral. Os médicos disseram que ela tinha apenas alguns meses de vida, mas 12 meses após o início do tratamento antineoplastons ela estava completamente câncer. Jessica é agora uma mulher de 24 anos saudável, grávida de seu segundo filho. antineoplastons são comparados com os números oficiais do FDA como um vencedor claro quando se trata de casos fatais de tumores cerebrais em crianças:

Só Quimioterapia
Somente antineoplastons
1 em 107 pacientes ( 0,9% ) após o tratamento do cancro
11 dos 40 pacientes ( 27,5% ) de câncer após o tratamento
0 dos 107 pacientes ( 0% ) após 5 anos ainda está vivo
11 dos 40 pacientes ( 27,5% ) após 5 anos ainda está vivo

Ainda mais notável é o fato de que enquanto alguns dos pacientes do Dr. Burzynski fim de cinco anos, finalmente, morreu de qualquer maneira, a maioria das pessoas que não tiveram a quimioterapia antes do tratamento com antineoplastons poderia resultar. Uma vida saudável e normal novamente Isso é uma indicação de que os métodos convencionais de tratamento, quimioterapia e radioterapia, muitas vezes mais mortal do que a própria doença. quimioterapia adverso Apenas alguns exemplos dos efeitos de três drogas quimioterápicas comumente utilizados: doxorrubicina (apelidado de Morte Vermelha): leucemia, insuficiência cardíaca, infertilidade, úlceras na boca , Etoposide: leucemia, danos nos nervos, a resistência à degradação à infecção por cisplatina: dano renal, perda de audição, danos nos nervos, infertilidade , uma outra droga de quimioterapia, mitotano, que é derivado de DDT, é também usado em crianças, apesar do facto de que nenhuma investigação foi se esta droga é segura e eficaz em crianças. Witch Hunt desativar Burzynski Em um novo documentário mostra como Dr. Burzynski, em seguida, teve que realizar a terapia credenciados e circulou por anos uma luta incrível e muitas vezes difícil obter. Já em 1977, ele estava tentando obter. Aprovação da FDA para o seu tratamento antineoplastons Vain. Apesar de ter cumprido todos os requisitos legais de acordo com os advogados, ele ainda poderia apenas começando no Texas com sua terapia. Quando ele chegou, no entanto, para o tratamento de pacientes de todo o país, as autoridades intervieram. Eram acusações infundadas contra ele para tentar retirar. Licença médica Em uma ação movida pelo governo, mas um júri o absolveu. A Comissão Médica do Texas foi por insistência da FDA, no entanto, em recurso, quando se tornou claro que a terapia de Burzinsky representam uma grande ameaça para os milhares de milhões que têm a indústria farmacêutica e pesquisadores relacionados anualmente para pesquisa do câncer. Além disso, a quimioterapia ea radiação seria supérfluo, o que cortar os lucros realizados na venda de medicamentos convencionais e ferramentas terapêuticas. Greatly de documentos mostram que desde o início da nova terapia Burzinsky tentaram bloquear a FDA. Quando não há nenhuma evidência médica poderia ser fornecida a ele, as autoridades jogou em um rumo diferente, e acusou-o de fraude, como ele veio para ficar em 18,5 milhões, uma multa de US $ e uma sentença de 290 anos. Graças à pressão do Congresso e do público, no entanto, a FDA em 1996 e colaram foi acordado com uma série de novos testes clínicos da medicina do Burzynski. Depois que o governo passou sozinho na quadra custa R $ 60 milhões, no entanto, re-ergueu a FDA ação judicial contra ele. Em 1997 foi novamente absolvido Burzinsky por um júri. No entanto, a miséria não acabou – pelo contrário. A empresa Elan Pharmaceuticals, onde Buzinsky teve que trabalhar em conjunto para tentar decidiram trabalhar em conjunto com o Instituto Nacional do Câncer (NCI) é uma série com apenas um ingrediente de de Buzinsky anti teste clínico a si mesmo e seu tratamento das mãos de autoridades públicas -neoplastons. Embora ele alertou que só uma combinação de ingredientes feitos a droga ativa, os testes foram, no entanto, fez passar, com resultado tão previsível: ela não funcionou. NCI publicou estes testes deliberadamente torcidas então para mostrar que a medicina do Burzinsky não funcionou. Logo ficou claro o porquê. No momento em que eles tentaram ficar trancado Burzinksy provou ter sido depositado na antineoplastons Burzinsky desenvolvidos. Cooperação de Elan Pharmaceuticals com as NCI-11 patentes com o governo- Em outras palavras, sua invenção foi roubado pelo governo. Bilhões para complexo câncer, mas nem um centavo para Burzinsky -lo por Burzinsky desenvolvido droga anticâncer eficaz representam uma grande ameaça para a indústria farmacêutica, e, consequentemente, para o FDA e NCI, que inteiramente ao serviço do grande capital. O governo dos EUA tentou sem sucesso fazer reputação médica de Burzinksy destruído para colocá-lo na cadeia e endereço. Termine sua invenção dele Portanto, para fins comerciais, o governo dos EUA é responsável por milhões de pacientes com câncer, incluindo crianças, em todo o mundo uma nova droga é lembrado que suas vidas poderiam ter sido salvas. Que este é um crime sem precedentes, para não descrever, portanto, não precisa de explicação. medicina do Embora Burzinsky nem todo mundo cura, é dado o número muito maior de porcentagem de pessoas que fazem cura eo fato de que, sem efeitos colaterais terríveis com ele, uma grande melhoria com respeito ao ainda utilizado universalmente, mas real selvagem quimioterapia e radioterapia. De todos os fundos Câncer dinheiro em casa e no exterior, no entanto, pegar um centavo para Burzinsky e terapia, que provou ser uma das mais promissoras é já desenvolvido. Isso pode ser algo para se lembrar quando você perguntou a próxima vez que é em benefício da luta contra o câncer de poucos euros -. Dinheiro que vai diretamente para os bolsos dos biliões de conversão e auto-sustentável complexo câncer internacional Mais boletins Você vai encontrar em nossos arquivos .

Um enorme aplauso para este artigo de opinião de Baptista Bastos

As coisas parecem indicar que, no próximo dia 23, a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), na cimeira de Timor, vai ter o seu requiem. Cabisbaixos e servis, os governos dos países que constituíam aquela vasta sociedade abandonaram os princípios, as normas e os valores morais dos fundadores e cederam aos grandes interesses dos negócios. As manobras de bastidores estavam, há anos, em movimento, e o que era uma ideia límpida e um conceito nítido de colaboração entre países de fala igual foi tripudiada friamente. A entrada da Guiné Equatorial, antiga colónia espanhola, cujos costumes, cultura, ideologia, política e comportamento são contrários, e até opostos, aos da comunidade, não é só absurda: possui as características de uma usurpação. Nem o facto de quem manda no país ser antidemocrático, ou ademocrático, como queiram, impediu o resto da comunidade de se opor ou sequer recalcitrar.

O capitalismo desconhece a história, as características, os padrões específicos das nações, nem isso está nos seus objectivos, mas tem de existir um contrapoder que permita a existência, simultânea, da soberania e do desenvolvimento económico, cultural e social. O que está em causa, com a inserção da Guiné Equatorial na CPLP é a imposição do axioma neoliberal, e dos abusos mais sintomáticos de uma violência sem paralelo nos nossos dias.

É lamentável que os países instituidores da comunidade não se tenham oposto a este enredo, que nada tem que ver com princípios de solidariedade e muito menos com relações de língua. De um modo mais simples, digamos que o capitalismo também neste caso sai vencedor, pela rendição, pela subserviência e pela nova categoria de negligência dos governos. Tem-se visto, um pouco por todo o mundo, a que conduz esta indiferença gelada, e às ameaças reais que pesam em todos. Parafraseando Sophia, nós sabemos, temos informações, assistimos ao caos, e não queremos assumir as responsabilidades de uma decisão.

Os tentáculos da ganância, a ausência de um ideal progressista que se lhe obste, continuam a desembocar em múltiplas incertezas. O espectro da guerra paira como endemia. A selvajaria dos conflitos locais só o é porque descuidamos da natureza do que oculta. O abatimento do avião da Malaysia Airlines não é, somente, uma ignomínia pavorosa: indica que o mundo actual não conhece limites, e está associado à assunção de um novo paradigma, que temos de combater com energia, porque a nossa sobrevivência ética está em questão. Como se lê n”Os Irmãos Karamazov, de Dostoievki, “se Deus não existe, tudo é permitido”. Deus como acto moral, Deus como espessura e dignidade humanas. Não é abusivo estabelecer relações entre as coisas: todas elas estão ligadas e obedecem a leis muito próprias.

 

Já antes neste meu blog tinha reproduzido esta informação a partir deste mesmo jornal japonês, que a avaliar pela notícia a Toyota vai mesmo tornar realidade o lançamento dum modelo movido a célula de combustível

Após o sucesso do híbrido, Toyota aposta em células de combustível
AP – 20 DE JULHO
Ciência de foguetes à longo descartado como muito pouco prático e caro para carros todos os dias está recebendo um empurrão do mainstream da Toyota, a construtora que mais vende no mundo.
Estimulado pelo seu sucesso com os veículos híbridos elétrico-gasolina, a Toyota está apostando nos motoristas que vão abraçar as células de combustível de hidrogênio, uma tecnologia ainda mais limpa que é executada na energia criada por uma reação eletroquímica quando o oxigênio do ar combina com o hidrogênio armazenado como combustível.
Ao contrário dos motores de combustão interna que vêm na maioria dos veículos em estradas de hoje, uma célula de combustível de hidrogênio não emite nenhuma poluição pelo escape, apenas um pouco de calor e um fio de água pura. As células de combustível também possuem uma maior eficiência do que o processo de combustão interna, que gasta cerca de dois terços da energia da gasolina na forma de calor.
O carro de célula de combustível da Toyota estará à venda antes de abril do próximo ano. Apesar das vantagens que são aparentemente convincentes, a tecnologia tem se esforçado para ir além dos seus protótipos após várias décadas de pesquisa e desenvolvimento da indústria e apoio dos governos.
Para a indústria automobilística, em particular, tem havido obstáculos significativos à comercialização, incluindo a despesa proibitiva de tais veículos.Em cima disso, postos de abastecimento são quase inexistentes. Doubters também discutem sobre as credenciais verdes de células de combustível de hidrogênio porque é produzida a partir de combustíveis fósseis.
A Toyota, que começou a trabalhar em células de combustível em 1992, mas não vai divulgar o quanto investiu, não é a primeira construtora a produzir um veículo desse tipo. Empilhadeiras movidos a células de combustível estão se tornando mais comuns em fábricas e autocarros movidos a células de combustível têm sido testados em algumas cidades. General Motors Co. também tem trabalhado na tecnologia e Honda Motor Co. já vende o sedã de célula de combustível FCX Clarity em número limitado e está planeando um novo carro de célula de combustível, com uma pilha de células de combustível mais potente, no próximo ano.
Mas a decisão da Toyota como fabricante de automóveis mais vendida do mundo para iniciar a produção comercial de um carro de célula de combustível é um importante impulso para as perspectivas da tecnologia para a adoção mais ampla.Seu lançamento também vai ganhar os aplausos da construtora numa responsabilidade corporativa.
Veículo da Toyota ainda-a-ser-nomeado oficialmente vai estar à venda no Japão em algum momento antes de Abril de 2015, e dentro de um ano e meio depois nos EUA e na Europa.
O sedã de quatro lugares, ao ostentar uma grade agressiva e curvas do corpo de fluidos, é muito parecido com um carro normal. Aqueles que fazem Test Drive a veículos com células de combustível dizem que têm um poderoso torque, com aceleração rápida, parecida com a emoção de dirigir um carro desportivo. No entanto, eles são silenciosos como os carros elétricos, ronronando nas estradas sem ronco do motor

Recebida por email, mas como devem calcular qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência

É de arrepiar…

Vamos IMAGINAR coisas…

Vamos imaginar que o meu avô tinha criado um Banco num País retrógrado, a viver debaixo de um regime ditatorial.
Depois, ocorreu uma revolução.
Foi nomeado um Primeiro-Ministro que, apesar de ser comunista, era filho do dono de uma casa de câmbios. Por esta razão, o dito Primeiro-Ministro demorou muito tempo a decidir a nacionalização da Banca (e, como tal, do Banco do meu avô).

Durante esse período, que mediou entre a revolução e a nacionalização, a minha família, tal como outras semelhantes, conseguiu retirar uma grande fortuna para a América do Sul (e saímos todos livremente do País, apesar do envolvimento direto no regime ditatorial).

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Após um período de normal conturbação revolucionária, o País entrou num regime democrático estável. Para acalmar os instintos revolucionários do povo, os políticos, em vez de tentarem explicar a realidade às pessoas, preferiram ser eleitoralistas e “torrar dinheiro”. Assim, endividaram o País até entrar em banca-rota, por duas vezes (na década de 80).

Nessa altura, perante uma enorme dívida pública, os políticos resolveram privatizar uma parte significativa do património que tinha sido nacionalizado. Entre este, estava o Banco do meu avô.

E, continuando a IMAGINAR coisas…

A minha família tinha investido o dinheiro que tinha tirado de Portugal em propriedades na América do Sul. Como não acreditávamos nada em Portugal, nenhum de nós quis vender qualquer das propriedades ou empatar qualquer das poupanças da família. Mas, queríamos recomprar o Banco do meu avô.

Então, viemos a Portugal e prometemos aos políticos que estavam no poder e na oposição, que os iríamos recompensar (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) por muitos anos, se eles nos vendessem o Banco do meu avô muito barato. Assim, conseguimos que eles fizessem um preço de (vamos imaginar uma quantia fácil para fazer contas) 100 milhões, para um Banco que valia 150.

Como não queríamos empatar o “nosso” dinheiro, pedimos (vamos imaginar uma quantia) 100 milhões emprestados aos nossos amigos franceses que já tinham ganho muito dinheiro com o meu avô. Com os 100 milhões emprestados comprámos o Banco (o nosso dinheiro, que tínhamos retirado de Portugal, esse ficou sempre guardado).

E assim ficámos donos do Banco do meu avô. Mas tínhamos uma dívida enorme: os tais 100 milhões. Como os franceses sabiam que o Banco valia 150, compraram 25% do Banco por 30 milhões (que valiam 37,5 milhões) e nós ficámos só a dever 70 milhões (100-30=70). Mesmo assim era uma enorme dívida.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Tal como combinado, viemos para Portugal e começámos a cumprir o que tínhamos prometido aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os familiares e para os próprios nos momentos em que estavam na oposição, etc…).

Como ainda tínhamos uma grande dívida, resolvemos fazer crescer mais o Banco do meu avô.

Assim, fomos falar com uma nova geração de políticos e prometemos todo o tipo de apoios (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se nos dessem os grandes negócios do Estado.

E eles assim fizeram. E o Banco do meu avô, que tinha sido vendido por 100, quando valia 150, valia agora 200 (por passarem por ele os grandes negócios do Estado).

Mas, mesmo assim, nós ainda devíamos 70 milhões (e tínhamos de pagar, pelo menos uma parte dessa dívida, caso contrário, os franceses ficavam com o Banco do meu avô).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

O meu tio, que era presidente do Banco do meu avô, reformou-se. Nessa altura a família estava preparada para nomear um dos meus primos para presidente. Eu queria ser presidente e prometi à família toda um futuro perpétuo de prosperidade se me nomeassem a mim como presidente.

E assim foi. Fui, finalmente, nomeado presidente do Banco do meu avô.

Mas era preciso pagar uma parte da dívida aos franceses. Podíamos vender uma parte do Banco em Bolsa, mas deixávamos de mandar (logo agora que eu era presidente – não podia ser assim).

Então desenhei um plano:

Criei uma empresa, chamada “Grupo do meu avô” (em que a minha família tinha 100% do capital) e passei os nossos 75% do Banco (25% eram dos franceses) para essa nova empresa.

Assim, a família era dona de 100% do “Grupo” que era dono de 75% do Banco.

Falei com os franceses e combinei mudarmos os estatutos do Banco: quem tivesse 25% mandava no Banco (e os franceses não se metiam, a não ser para decidir os dividendos que queriam receber).

Assim, como o Banco agora valia 200, vendemos 50% na Bolsa por 100 (metade dos 200). Com 50 capitalizámos o Banco. Os restantes 50 tirámos para nós (37,5 para a família e 12,5 para os franceses).

Demos também os nossos 37,5 aos franceses e assim ficámos só a dever 32,5 milhões (70-37,5). Ainda era uma grande dívida, mas continuávamos a mandar no Banco do meu avô (apesar da nossa empresa “Grupo do meu avô” só ser dona de 25% – os franceses tinham outros 25% e os restantes 50% estavam dispersos por muitos acionistas).

Ainda tínhamos uma enorme dívida de 32,5 milhões. Mas, a verdade é que continuávamos a mandar no Banco do meu avô e tínhamos transformado uma dívida inicial de 100 em outra de 32,5 (sem termos gasto um tostão da família – o nosso dinheiro continua, ainda hoje, guardado na América do Sul). Convenci-me, nessa altura, que era um génio da finança!

Continuemos a IMAGINAR coisas…

A certa altura, o crédito tornou-se uma coisa muito barata. Eu sabia que tínhamos um limite original de 100 milhões e já só devíamos 32,5 milhões. Assim, a empresa “Grupo do meu avô” voltou a endividar-se: pediu mais 67,5 milhões (voltámos a dever 100 milhões) e desatei a comprar tudo o que fosse possível comprar.
Tornei-me assim, o dono disto tudo (o Banco do meu avô, a Seguradora do meu avô, a Meu avô saúde, a Meu avô hotéis, a Meu avô viagens, a Construtora do meu avô, a Herdade do meu avô onde se brinca aos pobrezinhos, etc…).
Entretanto fui pagando as minhas promessas aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os momentos em que estavam na oposição, etc…).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

Mas havia agora uma nova geração de políticos. Fui falar com eles e garanti que os apoiaria para o resto da vida (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se eles continuassem a fazer passar os grandes negócios do Estado pelo Banco do meu avô.

Mas, tive azar: houve uma crise financeira internacional.

Deixou de haver crédito. Os juros subiram. Os credores queriam que o Grupo do meu avô pagasse a dívida.

E, além disso tudo, deixou de haver os grandes negócios do Estado.

Mas eu, que me achava um génio da finança e que já estava habituado a ser o dono disto tudo, não queria perder a minha posição de presidente do Banco do meu avô.

Tinha de arranjar uma solução. Fui à procura, e encontrei em África, quem tinha dinheiro sujo e não se importava de investir e deixar-me continuar a mandar e a ser dono disto tudo.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Resolvi então criar uma nova empresa: a “Rio do meu Avô” que passou a ser dona de 100% do capital da “Grupo do meu avô”, que era dona de 25% do “Banco do meu avô”. E eu que era dono disto tudo passei a ser o presidente disto tudo.

Fiz uns estatutos para o “Grupo do meu avô” que diziam que quem tivesse 25% mandava na empresa. Vendi 20% aos Angolanos e 55% na Bolsa. A “Rio do meu avô” ficou assim dona de 25% do “Grupo do meu avô” (mas mandava como se tivesse 100%). A “Grupo do meu avô”, dona de 25% do “Banco do meu avô” (mandava como se tivesse 100%).

Assim, a minha família já só tinha 5% (25% de 25%) do “Banco do meu avô” (mas eu continuava a mandar como se tivéssemos 100%). Já não havia dúvidas: eu era mesmo um génio da finança.

Com os 75 milhões da venda do “Grupo do meu avô” (aos Angolanos e na Bolsa), paguei uma parte da dívida. Mas, na verdade, ainda tínhamos uma dívida de 25 milhões (e continuávamos a não querer mexer no nosso dinheiro – esse continua bem guardado na América do Sul).

E, continuando a IMAGINAR coisas…

Mas as coisas continuaram a correr mal. Se calhar eu não sou assim tão grande génio da finança. Todos os nossos negócios dão prejuízo (até mesmo o Banco do meu avô). Raio de azar. Ainda por cima, a crise não acaba.

Fiz então o meu último golpe de génio. Convenci todos os bons clientes a comprarem ações do Banco do meu avô, para aumentar o capital sem ter de endividar mais a “Rio do meu avô” (e sem ter de tocar no dinheirinho da família, que continua bem guardado na América do Sul).

Mas os franceses queriam o dinheiro deles. Então, como presidente do Banco do meu avô, emprestei dinheiro deste ao Grupo do meu avô e à Rio do meu avô. Assim pagámos aos franceses. Mas ficámos com um problema: o Banco do meu avô está completamente arruinado.

Tinha de arranjar uma solução!

Fui falar com os novos políticos com uma proposta: reformo-me, dou lugares de Administração a uma série de políticos do partido do Governo e eles que resolvam o problema do Banco do meu avô.

Continuemos a IMAGINAR coisas…

Os políticos aceitaram a minha proposta (aceitam sempre que se fala de lugares de Administração).

Finalmente reformei-me. Ainda somos donos de 5% do Banco do meu avô e de uma série de outros negócios (sustentados pelas dívidas ao Banco do meu avô).

Tudo isto sem termos gasto um tostão (o dinheiro da família continua todo guardado na América do Sul).

E, tomei a última medida antes de me reformar: atribuí a mim próprio uma reforma de um milhão de euros por ano (para as despesas correntes).

E, assim, acabou a história IMAGINADA do Banco do meu avô.


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