Hoje tive conhecimento dum procedimento absurdo que julgo apenas e só pretender que o autor do despacho normativo do Banco de Portugal não é a inutilidade que tem demonstrado no exercício da função

Uma IPSS do meu conhecimento,  que normalmente efectua depósitos de cheques e valores em numerário na sua conta à ordem, resultante da cobrança de mensalidades dos utentes que são assistidos, hoje um dos seus coladores dirigiu-se a um balcão da CGD para efectuar um depósito dum montante que incluía cheques e uma determinada quantia em numerário. Depois duma espera em fila de cerca de 40 minutos o colaborador foi confrontado quando chegou a sua vez para ser atendido com a informação de que uma vez não estar credenciada pela Instituição titular da conta não poderia sem isso efectuar o depósito. Pelo absurdo da exigência o colaborador refutou o que fez com que tivesse aparecido a gerente da referida agência confirmando que um despacho normativo de 7 de Novembro de 2014,  oriundo do Banco de Portugal, determinava esse procedimento, apesar do colaborador afirmar que se identificava para tal efeito. Por achar esta exigência absolutamente caricata, assim que cheguei a casa fui consultar o site do Banco de Portugal afim de ter acesso ao tal despacho normativo que presumo seja da autoria do governador esse expoente máximo do controle das fraudes dos banqueiros como se tem assistido e nada encontrei o que lamento imenso pois gostava de saber qual o objectivo que presidiu à sua elaboração pelo caricato que o mesmo representa aos olhos de qualquer ser pensante. Mas ocorreu-me logo este raciocínio. Como esta entidade dita reguladora da actividade bancária, como se tem provado,  não consegue  resto e isso tem sido demonstrado, detectar atempadamente os golpes dos banqueiros, para justificar que afinal se trata dum instrumento inútil, cria dificuldades aos detentores de contas bancárias neste caso ao que foi citado a instituições, porque ainda que as mesmas queiram entregar ao banco em quem confiam a guarda do dinheiro resultante da actividade que exercem, só é permitido que tal aconteça desde que a pessoa incumbida de realizar o depósito esteja credenciada, sendo que esta fica arquivada na respectiva agência e do talão comprovativo do depósito consta a identificação do credenciado que efectuou o depósito. Então digam lá se isto não é dum ridículo enorme esta exigência que agora passou a ser feita pelo Banco de Portugal. 

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