Afinal havia mesmo gato e o bichano acabou por se safar apesar da aventura em que se meteu

O tempo está frio e isso também incomoda os animais de pela mais espesso e farfalhudo. Ontem recebi à noite um telefonema duma amiga perguntando-me a que horas abria a oficina de automóveis que normalmente utilizo. Disse-lhes que era ás 8H30 e de seguida explicou-me o motivo. O marido que trabalha em Lisboa quando se dirigiu ao seu automóvel para regressar a casa havia notado o miar dum gato, mas apesar de verificar dentro da caixa do motor se lá estava o bichano não o encontro e acabou por se meter no automóvel e regressar a casa em Oeiras. Quando estacionou no parque junto à sua residência verificou que o gato continuava a miar mas apesar de se munir duma lanterna e procurar na caixa do motor não o conseguiu localizar. Hoje de manhã acompanhei-o à oficina sem antes e á luz do dia ao levantarmos o capôt do automóvel termos verificado que o gato se encontrava alojado numa zona onde não seria fácil retirá-lo. Mas estava vivo e olhava para nós como que a solicitar “tirem-me daqui”. Chegados à oficina o mecânico amigo abordado de imediato mandou que se colocasse o automóvel no elevador a fim de se proceder à retirada do bichano. Esta operação obrigou a que tivesse que ser removidos alguns componentes do motor para permitir retirar o gato sem o magoar o que para o efeito foi necessário outro mecânico por debaixo do veículo empurrar o bichano e o outro mecânico pelo lado de cima do motor o retirarem. Estava bem sem estar magoado mas apenas assustado com a viagem clandestina feita de Lisboa para Oeiras e pernoita porque no sítio em que se alojou ele próprio sem ajuda não conseguiria de lá sair. Ponderada a possibilidade de alguém ficar com o gato nenhum dos presentes se disponibilizou por já terem em casa diversos gatos e cães. Restava então como solução ter de colocarmos o gato no porta-bagagens do automóvel em que viajara para regressar a Lisboa ao sítio onde o automóvel estava estacionado. E quando já se preparava o porta-bagagens para a viagem de retorno do bichano, eis que um dos mecânicos de o mantinha no seu colo afagando-o e face ao comportamento dócil do mesmo se dispõe ficar ele com o gato para juntar aos outros dois que já possuía. Um final feliz que tive depois pena de não ter filmado pois julgado com o telemóvel pois não tenho dúvidas nenhumas que seria um vídeo com enorme sucesso. Assim limito-me a esta minha narrativa.

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