Arquivo de Fevereiro, 2015

Carta aberta ao líder do PS, António Costa

Caro António Costa

Eu e a minha família participamos nas directas que ajudaram na sua escolha para líder do partido apesar de não sermos militantes do PS nem possuirmos qualquer tipo de filiação partidária. Optamos por esta participação na sua eleição porque o então secretário geral, António José Seguro não nos merecer a necessária confiança e assim podermos apostar na escolha do PS para substituir no poder o actual executivo que traduz a maior catástrofe política alguma vez vivida em Portugal. Temos constatado que a sua postura como líder do partido, após passado o período de de adaptação ao seu novo papel de líder, não nos tem conferido a necessária confiança para que nas próximas eleições legislativas, possamos escolher o PS como o partido da nossa preferência eleitoral. Obviamente que a alternativa nunca será,  porque nunca o foi,  nenhum partido da direita, mas gostaríamos que a sua liderança assumisse quanto antes uma posição que não nos fizesse arrepender de o termos apoiado na sua eleição, como alternativa ao então secretário geral António José Seguro, que nunca nos mereceu a necessária confiança. Julgo que deveria evitar situações como há que foi recentemente criada e explorada pelos reaccionários dos partidos da direita que do ponto de vista da opinião pública o estão a comprometer de sobremaneira. Daí permitir-me aconselhá-lo a que muito proximamente estabeleça acordos com os partidos de extrema esquerda com vista a formar um governo de coligação, assegurando dessa forma uma governação estável e com a tal maioria que tanto deseja mas que a não terá. E futuramente não faça declarações que o comprometam e constituam trunfos para os seus opositores o combaterem. Cordiais saudoções

Mais uma achega no post anterior para muita gente que anda enganada acerca da preferência que tem relativamente a certas marcas de automóveis

2015 

Ranking das marcas com base na pontuação-teste de estrada e fiabilidade prevista

 

 

Por cá os amigos da Ângela Merkel continuam a preferir os automóveis de fabrico alemão

Fantástico. Como os economistas do regime o que disseram antes e agora o seu contrário para demonstrar o falhanço das reformas propostas pela UE com a anuência do governo português.

Meu caro Vítor Bento: não aguento tanta clarividência vinda de si

(Nicolau Santos, in Expresso Diário, 09/02/2015)
nicolau
Vítor Bento acaba de publicar uma excelente reflexão sobre o que se passou na zona euro, seis anos após o início da crise. Ele diz que não mudou, que já tudo estava nos livros que escreveu. Mas é pelo menos surpreendente que diga agora que a Eurolândia está pior que os Estados Unidos ou os países europeus fora da zona euro – porque seguiu uma receita errada ou porque esta não funcionou. E, surpresa das surpresas, desta vez a culpa não é dos países deficitários (ou periféricos) mas dos excedentários.
Vítor Bento é um excelente economista e seguramente uma pessoa séria. Mas neste processo de ajustamento sempre esteve ao lado da receita contemplada no memorando de entendimento. Que era preciso aplicarmos toda a austeridade e reduzir salários. E que não era a austeridade que travava o crescimento. Agora Bento constata que na zona euro «A situação de 2014 é, do ponto de vista macroeconómico, pior do que era em 2008 e caracteriza-se por um duplo desequilíbrio – interno (elevado desemprego) e externo (excedente)».
Depois Bento compara a situação na Eurolândia com os Estados Unidos e com o grupo de “membros da UE não euro” e conclui: «Desta comparação parece resultar claro que o mau desempenho da zona euro durante a crise não era inevitável; que esse desempenho poderia ter sido melhor; que se o não foi, tal não pode deixar decorrer da política económica seguida; e que, por conseguinte, tudo sugere que a política económica usada pela zona euro para responder à crise foi desadequada. De facto, se os três blocos comparados sofreram o mesmo choque e ao mesmo tempo, a diferença de resultados só pode ficar a dever-se à diferentes níveis de fragilidade com que as economias receberam a crise e, sobretudo, à forma como as autoridades responderam ao choque».
Eu peço muita desculpa a Vítor Bento, mas por mais que ele diga que tudo isto estava nos seus livros e nas suas intervenções anteriores, pois devia estar muito bem escondido e, em qualquer caso, nunca Bento colocou a tónica neles. Pelo contrário, sempre defendeu os processos de ajustamento que estavam a decorrer na Europa e não me lembro que tenha sublinhado que não deviam ser aplicados ao mesmo tempo em vários países. Não me lembro também que ele tenha insistido que o problema europeu resultava da insuficiência da procura interna – porque, se assim fosse, então não deveria ter insistido com tanta veemência na desvalorização salarial.
Vítor Bento sempre defendeu os processos de ajustamento que estavam a decorrer na Europa e não me lembro que tenha sublinhado que não deviam ser aplicados ao mesmo tempo em vários países
E que dizer desta frase: “é razoável concluir-se que a zona euro dedicou mais de um terço da sua vida a um ajustamento desequilibrado, que empobreceu toda a zona. Os custos desse ajustamento recaíram quase exclusivamente sobre os países mais pobres, empobrecendo-os ainda mais e aumentando o seu desnível para com os mais ricos”. Quem a escreveu? Um economista do Bloco de Esquerda? Não. Vítor Bento. Digamos que é, no mínimo, surpreendente.
Mais: “E ao fim deste tempo todo, os Deficitários estão presos numa armadilha: atingiram o equilíbrio externo, à custa do equilíbrio interno (visível nos níveis de desemprego). Pelo que, sem um choque de procura externa, só conseguirão recuperar o equilíbrio interno, sacrificando o equilíbrio externo e só conseguirão manter este, continuando a sacrificar o equilíbrio interno (isto é, a manter elevados níveis de desemprego). Com uma elevada alavancagem financeira, dificilmente conseguirão sair deste círculo vicioso sem um choque financeiro de origem externa, mas que não lhes aumente a dívida”.
Bento faz ainda outra afirmação verdadeiramente surpreendente (para quem lhe segue o pensamento): “O problema tem sido, desde o início, identificado como um problema de finanças públicas e de dívida soberana, quando o não é. Há, de facto, problemas de finanças públicas e de dívidas excessivas, e que têm que ser resolvidos, mas não são estes que estão na origem da crise da zona euro, nem eram o seu principal problema, quando esta eclodiu. Pelo contrário, os problemas das finanças públicas agravaram-se profundamente em consequência da crise e da forma como esta tem sido tratada”.
E assim, remata, “centrar a abordagem da crise nas finanças públicas, como tem sido feito, nunca poderia conduzir a uma boa solução, como se tem visto, pelo impacto negativo que essa abordagem tem tido no crescimento económico. E porque não é a situação das finanças públicas que tem entravado o crescimento, é a insuficiência de procura (em boa parte causada por um excesso de austeridade sistémica) que entrava o crescimento e dificulta o ajustamento das finanças públicas”.
E a concluir: “É claro que também há problemas sérios de finanças públicas e de sustentabilidade das dívidas, que têm que ser resolvidos. Mas a sua resolução não tem sido facilitada pela forma como se tem reagido à crise, porque a reação foi excessivamente recessiva. A abordagem prosseguida nas finanças públicas enferma, aliás, de um interessante paradoxo: a receita recomendável para cada caso individual é inadequada para o todo. Paradoxo que é bem conhecido da dialéctica hegeliana (e marxista) – alterações de quantidade modificam a qualidade. E é deste paradoxo que decorre a principal falha conceptual do Tratado Orçamental: a receita prescrita para cada país é certa – cada um deverá fazer o ajustamento prescrito –, mas a sua aplicação por todos os países ao mesmo tempo, conduzirá, como tem vindo a conduzir, a um resultado indesejado e à impossibilidade de sucesso a nível individual, porque o seu efeito sistémico é globalmente recessivo”.
 

 

 

Um artigo de opinião de Fernanda Câncio que retrata os justiceiros que tiveram a oportunidade de se vingar de alguém que os afrontou aquando no exercício de funções de 1º. ministro

Uma advogada publica um artigo denunciando uma série de ilegalidades e abusos de poder imputados ao Ministério Público e ao juiz de instrução: buscas, apreensões e interrogatórios sem cobertura legal, recusa de acesso a advogado e denegação de acesso a banho e muda de roupa durante vários dias de detenção.

Pode tal ser verdade, passar-se no século XXI num país democrático e num processo no qual cada vírgula é supostamente alvo de escrutínio? Custa a crer. Mas este é o mesmo país e processo em que um procurador permite que lhe sejam atribuídas suspeitas em relação à lisura na distribuição de recursos no Tribunal da Relação e um juiz de instrução escreve num despacho decretando a prisão preventiva como numa coluna de jornal, comentando: “Esta, se pecar, não é por excesso” (faltou dizer que medidas mais gostaria de ter ao dispor, e porquê).

Não; não passemos desde já a concluir que, neste país e processo, sendo manifesta a insatisfação destes atores judiciais com a lei e poderes que esta lhes confere, possam, querendo, exorbitar dela e deles: afinal, o procurador está inserido numa hierarquia e até para o juiz é suposto haver sindicância (a do Conselho Superior de Magistratura). Oiçamos então a procuradora-geral da República sobre a denúncia da advogada. Em comunicado de 16 de fevereiro, refere que as acusações em causa estão no recurso da advogada para a Relação (referente às medidas de coação) e que “o MP tomou posição no local próprio, isto é, no âmbito do processo, não podendo nem devendo efetuar qualquer comentário”. E conclui: “O MP, sempre que da análise de elementos que venham ao seu conhecimento resultar qualquer indício de ilegalidade ou irregularidade, não deixará de recorrer a todos os procedimentos previstos na lei.” Curiosamente, a maioria das interpretações foi no sentido de que a PGR “não comenta as acusações”. Mas o que se lê no comunicado é que a PGR assume como boa, e sua, a versão do procurador do processo, negando a existência de quaisquer “indícios de ilegalidade” ou sequer “irregularidade” – porque, e nisso contradiz a primeira asserção de que não poderia tomar posição diferente da assumida no processo pelo respetivo procurador, diz claramente que reconhecendo indícios de qualquer uma delas agiria. Ou seja: a procuradora, dizendo que não comenta as acusações e está até disso impedida, refuta-as.

Num país em que basta uma denúncia em carta anónima para desencadear uma investigação, um artigo assinado e um recurso que denunciam a corrupção de funções e garantias basilares do Estado de direito não resultam sequer num processo de averiguações – nem para inglês ver. A Relação, claro, pode mandar investigar – mas como investigaria o MP depois de ter afirmado nada haver de investigável? É assim tão mau, é. E, pelos vistos, o ódio, o oportunismo e taticismo políticos mais a falta de imaginação preparam-se para deixar chocar até ao fim este ovo de serpente.

 

Na sequência do post que anteriormente publiquei sobre a experiência que estou a fazer com a toma do quiabo e alguns comentários que tenho colhido sobre outras revelações faço questão de fazer as seguintes considerações

Em todos os sites que tenho lido e revelam resultados de pessoas com diabetes tipo II que experimentaram a toma da água do quiabo, em nenhum deles se afirma que este processo natural cura a diabetes, tal como nenhum medicamento o consegue. Acho portanto descabido que os adeptos da toma de medicamentos para controlar a glicémia venha afirmar que isto é um embuste porque não é efectivamente e eu estou cada vez mais convicto pelos resultados que tenha obtido e nunca antes com a toma da metformina o havia conseguido, porque insisto nunca me quis sujeitar a nenhum regime de dieta alimentar aconselhada para portadores de diabetes, como normalmente sem qualquer tipo de restrições e os valores que consigo obter nas medidas são absolutamente razoáveis ou seja não excedem os limites indicados pelas tabelas, quer o teste seja feito em jejum, quer no chamado intervalo das refeições. De resto devo acrescentar que na minha opinião os diabéticos só consegue controlar os valores da sua diabetes, restringindo-se na alimentação que fazem e fazendo o exercício físico igualmente aconselhado, porque de contrário nenhum diabético que tome medicação para a sua doenças se não cumprir rigorosamente com a dieta alimentar aconselhada e não fizer exercício físico os valores obtidos são sempre elevados. Ou seja podemos acabar por concluir que a baixa da glicémia deve-se essencialmente à dieta alimentar que os doentes fazem e à pratica do exercício físico. Ora eu como tenho estado a constatar, não me privo de ingerir seja o que for que me apeteça, repito, não faço qualquer tipo de dieta nem tão pouco pratico qualquer tipo de exercício e consigo obter valores absolutamente aceitáveis relativamente à medição que tenha feito diariamente quer em jejum quer nos chamados intervalos das refeições. Pelo que a minha conclusão é que se existe um embuste é na industria farmacêutica porque os medicamentos que produzem para combater a diabetes para os portadores obterem valores aceitáveis têm de se submeter a uma dieta rigorosa e fazerem exercício físico, o que no meu caso e noutros testemunhos doutros portadores de diabetes que tenho lido têm o mesmo comportamento que eu, ou seja não se privam de comer o que lhes apetece e conseguem com a toma da água do quiabo manter a sua glicémia em valores absolutamente aceitáveis. 

Mais um resultado que partilho, resultante duma nova experiência que estou a fazer

Já aqui referi por diversas que antes de ter sido contemplado há 7 anos com um tumor maligno nos intestinos nunca tinha revelado em análises sintomas da diabetes. A partir do momento em que fiz quimioterapia à medida que ía realizando análises com vista à vigilância começaram a aparecer esses sintomas. Instei sobre isso a oncologista que me acompanhava na vigilância da doença e ela admitiu poderem ter sido os tratamentos de quimioterapia a ter despoletado esse sintoma. Fiquei apreensivo, até porque quanto mais análises fazia mais elevados eram os valores da glicémia, algo que me preocupava pelas conhecidas consequências. Foi-me então sugerido pelo cirurgião que me segue que fizesse a análise específica e o seu resultado foi de valores de pré-diabético. Usei a toma da Metformina durante algum tempo, mas porque sou adverso a regimes de dieta constatei que os valores além de não baixarem subiam, facto que me desagradava sobremaneira e sobretudo contribuía para a minha convicção de que os medicamentos são uma fraude pois que as pessoas que conheço e portadoras da diabetes só conseguem resultados cumprindo rigorosamente com dieta alimentar. Passei então ás minhas experiências com produtos naturais que passaram pela toma de leite de alpista e mais recentemente ao uso do tremoço crú com resultados francamente animadores, embora ainda não satisfazendo os meus objectivos ou seja atingir os valores absolutamente normais. E foi então que soube que, a toma da água do quiabo era excelente para tratamento da diabetes com resultados através de testemunhos de várias pessoas absolutamente surpreendentes. Comecei na quarta-feira da semana que agora termina a tomar a água do quiabo e apesar de ter lido nos diversos testemunhos de várias pessoas diabéticas que os resultados só aparecem ao fim duma semana, medi ontem antes do jantar e fiquei satisfeito com o valor obtido, tinha 111 de glicémia. Hoje voltei a medir à mesma hora e com grande surpresa minha o valor registado na máquina de testes foi de 86. Estou pois muito animado com o resultado desta minha nova experiência que partilho com quem me visita e darei novidades com outros resultados futuros. E escusam os defensores da toma dos medicamentos com o argumento de que este tipo de opções podem colocar em perigo a nossa saúde porque eu estou cada vez mais convencido de que o que põe em perigo a nossa saúde são os fármacos.


Arquivos

Central Blogs

congeminações

Central Blogs

Categorias

congeminações

  • 692,876 hits

4shared

Estou no blog.com.pt - comunidade de bloggers em língua portuguesa
Listed on BlogShares
Powered by BannerFans.com
Twingly BlogRank

twitter

congeminacoes

  • RT @fernando_cabral Blogger da Geórgia explica ataque ao twitter http://bit.ly/Oybo5: Fica assim provado que os russos são uns tipos porreir 7 years ago
  • não a favoreceu. Bem longe disso. 7 years ago
  • Isto por aqui está desinteressante, ninguém aborda ninguém, por falta de tema desafiante, adeus e passem muito bem 7 years ago
  • Será que a ideia de rasgar, vai contemplar o plano tecnológico, para que Portugal possa ficar, mais atrasado no resultado lógico 7 years ago
  • a compra de de tamiflu que nem sequer está aconselhado para combater esta estirpe 7 years ago

Follow me on Twitter