Arquivo de Abril, 2016

As gerações pós 25 de Abril, apesar de afirmarem que souberam como foi o regime de Salazar, não têm noção nenhuma dessa triste realidade

Porque a realidade não se sente através de explicações dadas pelos docentes nos bancos de escola, nem sequer se sente através dos escritos que existem e retratam o regime de ditadura que vigorou durante 48 anos. Não é de estranhar por isso, ou seja pela ignorância real do que foi a ditadura de Salazar, que haja cada vez mais jovens a se filiarem em partidos de direita e a defenderem ferozmente os princípios do seu ideário. Nem mesmo de estranhar que outros haja a invocarem o “volta Salazar que estás perdoado”. Já uma vez escrevi sobre esta matéria mas porque me incomoda assistir a um certo comportamento de parte da nossa sociedade volto a repetir-me. Eu pertenço ao conjunto de portugueses que em termos de qualidade de vida, não tive qualquer benefício com a realização da revolução dos cravos bem pelo contrário. A disparatada descolonização, fez com que eu e minha família tivéssemos como muitas outras pessoas deixado Angola o território minha terra natal. Não nasci lá por acidente o meu saudoso pai, tinha ido para Angola em 1900 na tentativa de trazer de volta o seu pai que havia deixado a sua mãe com a guarda de 9 filhos. Não o conseguindo demover lá ficou, tendo concorrido para um lugar nos CTT, onde exerceu funções, até atingir o topo de carreira, terminando-a como director regional dos CTT. Habituou-nos a uma vida, razoável até atingirmos a maior idade eu e minhas irmãs e seguirmos a nossa própria independência. O nosso estilo de vida era muito semelhante senão melhor ao de muitos portugueses que então no Continente como se dizia, pertenciam à classe média alta. Como os funcionários públicos ultramarinos podiam beneficiar de 5 em 5 anos da chamada licença graciosa, benefício esse que o meu saudoso pai nunca abdicou, viemos, vários vezes a Portugal continental de férias e por isso lembro-me bem como era a vida da maioria dos portugueses que aqui labutavam. De tal maneira que após os 5 meses de férias a que o meu pai tinha direito como qualquer outro funcionário ultramarino de aqui permanecer, nós, seus filhos, pedíamos-lhe que não prolongasse o período de férias, algo que podia fazer, pedindo junta médica no então Hospital do Ultramar, hoje Egas Moniz, pois não gostávamos de assistir ao elevado nível de miséria que neste país o regime então do ditador Salazar proporcionava. Apesar de, como anteriormente referi não ter beneficiado em termos de melhoria da condição de vida, absolutamente nada com a revolução de Abril, esse facto por si só não me impediu de reconhecer que foi o acontecimento mais importante que aconteceu neste País, porque permitiu melhorar substancialmente a vida de largas centenas de milhares de pessoas que deixaram, uns a sua situação de vida de quase miséria e outros, a grande maioria até, duma vida de muitas restrições, pois lembra-me bem que nesse tempo existiam as Casas de Penhores, em que pessoas havia que, para conseguirem ir de férias, punham no prego, os seus melhores haveres, para conseguirem um adiantamento de dinheiro por parte das ditas casas para irem passar férias balneares à zona algarvia. Tive de resto oportunidade de conhecer algumas pessoas que tal o confessaram. E é foi esta triste realidade que as gerações que nasceram após o 25 de Abril, não conheceram porque esta realidade só quem a viveu ou quem ela conviveu que foi o meu caso, sempre que de licença graciosa o meu pai nos trazia a Portugal dava para nós constatarmos. E por constatar essa realidade bem visível que é hoje o nível de vida de que desfrutam a maioria dos portugueses que sempre apoiei e apoiarei a revolução dos cravos o acontecimento que mudou radicalmente a vida da maioria dos portugueses, sobretudo daqueles que antes, usavam no transporte ferroviário as carruagens de 3ª. classe e se sentava em bancos corridos de madeira. E só os que tinham possibilidades de usar o transporte ferroviário em carruagens de 2ª. classe, já o faziam em assentos estofados. 

O perigo das tatuagens aqui explicado. Depois ninguém se admire das consequências que advenham dessa opção

Os perigos ocultos das tatuagens

Caro leitor

Quando eu era pequeno, por vezes eu via uma tatuagem no braço dum homem.

Uma cruz azul, algumas letras irregulares, um símbolo, eu observava com curiosidade misturada com terror que esta marca não significava nada além ancorar-me no braço de Popeye.

Porque tatuagens eram raras. Apenas os “grandes” usava. Ex-prisioneiros, bandidos, intimidações, rockers, comerciantes, membros de gangues, marinheiros e soldados de algum corpo de elite, a tatuagem era um sinal de reconhecimento para o “hard”.

Nos campos de concentração segundo a história também no terrível destino dos prisioneiros era a tatuado seu número de registo no corpo, tal como se faz ao gado. Parecia abominável.

As coisas mudaram na década de 90.

Tatuagem tornou-se um comércio de massa, às vezes uma arte, muitas vezes, um acessório de moda e muitas vezes um símbolo erótico. Nós tatuagens para se divertir, para declarar uma paixão para “se divertir”, durante uma noite com amigos.

Todos fizeram e tornou-se algo normal, fazemos às vezes sem saber exatamente o porquê.

“Eu tenho meu nome em caracteres chineses no pulso, e você?”; “Bem, eu tenho uma estrela no tornozelo.” E é isso.

Tudo?

Bem, não exatamente. Isso não é tudo. Ao montar a popularidade das tatuagens, também aumenta a preocupação sobre os efeitos a longo prazo dos produtos que são injetadas na pele.

O perigo se torna real quando a modo são tatuagens.

Não só os tatuagens cobrem todo um membro, pescoço, peito, costas, ou até mais, mas os motivos são elas próprias cada vez mais opaca; tatuagens, por vezes, agora consistem na coloração totalmente uma parte do corpo.

tatuagens

 

Tatuagens estão se tornando cada vez mais comum e cada vez abrangentes

 

Produtos químicos que podem migrar e tornar-se tóxicos

Esta tendência é completamente incrível no momento em que as pessoas migram para revistas que as investigações (mais ou menos grave assunto, mas isso é outro assunto) para denunciar alérgenos, irritantes, disruptores endócrinos em produtos domésticos, cosméticos. [1]

A derme e epiderme são barreiras muito eficazes para proteger contra o meio ambiente. Mesmo os piores vírus, se a praga, é a SIDA ou o Ebola é inofensivo quando é na sua pele!

Para entrar em seu corpo, ele precisa de uma ferida ou pelo menos um forro.

Nas tatuagens consiste precisamente em introduzir diretamente na pele persistenteemente tintas químicas que não estão sujeitos a qualquer regulamentação específica. Dificilmente os fabricantes são obrigados a indicar a sua composição.

tintas de tatuagem muitas vezes vêm com a origem dos produtos que não foram projetados para: tintas caligrafia, desenho tintas, e até mesmo a tinta da impressora. As tintas são frequentemente comprados on-line, no exterior: como ter certeza de que eles contêm?

O problema é que, uma vez na pele, os pigmentos podem migrar e atingir outros órgãos, onde eles podem ter um efeito tóxico.

risco infeccioso e verrugas

Durante a sessão de tatuagem, as agulhas perfuram a pele e provocar uma brecha na barreira da pele. Esta pequena ferida que vai cicatrizar dentro de algumas semanas pode ser a porta de entrada para infecções bacterianas, incluindo Staphylococcus.

A tatuagem está associada com hemorragia, que já liderou um risco de contaminação por certos vírus transmitidos pelo sangue, como a hepatite B, HIV (HIV) e, especialmente, da hepatite C. Mas o uso a máquina de tatuagem (máquina de tatuagem elétrica) com agulhas descartáveis ou esterilizadas eliminou esse risco hoje.

Em contraste, as verrugas virais podem às vezes ser encontradas a aparecer em tatuagens sem ninguém saber muito bem porquê. E provavelmente presentes antes do tatuagem verrugas, mas não visíveis a olho nu ou não reconhecido pelo artista quando da tatuagem, e depois se espalhou sobre a tatuagem desenhada.

As agulhas não são a única fonte possível de infecção. A água utilizada para diluir a tinta, possivelmente, também defeitos de esterilização.

Você deve saber que a profissão tatuador não é reconhecido pela lei francesa. Apenas uma carta de higiene tem existido desde 2003, escrito em conjunto pela União Nacional de Artistas Tatuadores e médicos do Hospital Rothschild em Paris.

alergias

As alergias são a complicação mais comum após a tatuagem. A tatuagem começa a coçar, inchar – às vezes após a exposição ao sol. Isso é chamado de “foto-toxicidade.” Os pigmentos reagem à luz solar e submetidos a uma alteração química que os torna agentes irritantes. Na maioria das vezes uma cor é afectada pelo fenómeno (geralmente vermelho).

Estas reacções são imprevisíveis e pode acontecer em tempo de algumas semanas até mais de 40 anos após a tatuagem. É, portanto, inútil para fazer uma tatuagem “área de teste” em uma esquina da pele escondida.

rituais tradicionais eram diferentes tatuagens

Tatuagens da moda não são nem natural, nem tradicional.

É verdade que os seres humanos usam tatuagens e outras formas de arte corporal por milhares de anos como sinais e simbolismo social.

Mas, até agora, eles tinham usado substâncias naturais, e não produtos químicos.

Além disso, eles usaram pedras, não agulhas, para penetrar as cores, o que limitava muito em alcance e duração.

Essas tatuagens artístico, decorativo, ou guerreiros religiosos desapareceram-se após o tempo durante o qual eles foram feitos – como henna.

tatuagens

 

tatuagem de henna tradicional tem a vantagem de ser temporário.

No entanto, sabemos muito pouco sobre os riscos toxicológicos de novos pigmentos de tintas de tatuagem, que pode migrar e atingir os órgãos vitais. Não há dados fiáveis sobre a cinética e bio-termo toxicidade dos pigmentos utilizados na tatuagem.

O custo ea dificuldade de remover uma tatuagem

Nós também precisamos aprender mais sobre as formas seguras e eficazes para remover tatuagens. Geralmente, as pessoas não percebem que anos mais tarde as consequências do que eles fizeram (mas às vezes no dia seguinte quando acordam com uma ressaca).

Não é apenas o custo, muito maior do que fazer uma tatuagem. técnicas de eliminação são desenvolvidos e muitas vezes deixam vestígios permanentes.

A intensa roxo, néon, amarelo e branco são muito difíceis de remover. As tatuagens céu do arco-íris são impossíveis de remover completamente. [2] Fala-se de cirurgias a laser, mas estas técnicas não são 100% eficazes.

Isto significa que o corpo é marcado para a vida.

Além disso, a operação é doloroso e é cara: ela leva de 3 a 10 sessões, cada uma custando em média 150 €.

No entanto, os jovens que fazem tatuagens nem sempre percebem como a vida é longa e complicada. Um símbolo, uma imagem, um nome ou umas citações que eles gostam com a idade de 20, certamente, sugerir-lhes algo mais na idade de 50. Um terço das pessoas tatuadas chega um dia mais suportar isso, de acordo americana Adademy de dermatologia (AAD 2013).

O mais paradoxal é que as pessoas nas tatuagens mais artísticas também são geralmente as que dizem ou acreditam, no mais próximo à natureza, ecologia. Elas nunca aceitariam engolir um produto químico ou a esfregá-lo no corpo. Mas neste caso, eles aceitam, eles pedem o mesmo, e colocam-nos sob a pele.

Logo, tatuagens em seus olhos e tatuagens animados

Algumas pessoas agora, até fazem tatuagens mos olhos. Não as pálpebras globos oculares. I aliviá-lo das fotos horríveis, mas se você quer que eles para seguir a referência dada na nota. [3]

As primeiras tatuagens eletrônicas que transformam a exibição da pele, também estão surgindo. Eu não vou comentar sobre isso. [4]

Conselhos para os meus filhos

Você entende, eu não sou, pessoalmente, contra uma tatuagem “fan”.

Sei desfrutar de alguns projetos espetaculares. Admiro o trabalho meticuloso que pediram. Estou impressionado com alguns monstros, serpentes, dragões, rostos ensangüentados de Cristo, alguns vestem com orgulho em seus corpos. É claro que eu entendo a intenção de uma tatuagem colocada à beira de um lugar íntimo, o lugar onde não nos atrevemos a deixar escapar os olhos …

No entanto, meus filhos, no dia em que decidirem fazer uma tatuagem, eu vou fazê-los ler uma versão impressa deste artigo antes de cometer o irreparável.

Vou enviá-los em fóruns na Internet onde as pessoas contam suas histórias-

“Olá

Eu tinha uma tatuagem num tornozelo que eu queria cobrir, porque eu não a amava mais, infelizmente, tal não foi possível apesar de pedir ao tatuador para o fazer ……

Eles vão continuar a fazer o que eles querem o meu conselho, é claro.

Elogios!

Jean-Marc Dupuis

Para não estranharmos se algum dia nos acontecer sermos soterrados pelo desabamento do prédio em que habitamos, face ao registo dum sismo

Descoberta fractura tectónica em formação perto da costa portuguesa

 

 

Por ANA GERSCHENFELD

 

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Nesta imagem, a fractura em formação na margem sudoeste ibérica, ainda incipiente, é representada pelas duas linhas amarelas Cortesia João Duarte

Uma equipa internacional liderada por portugueses detectou os primeiros sinais da formação de uma zona de fractura no fundo do Atlântico e propõe uma explicação “infecciosa” para este fenómeno

Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Porém, tudo parecia muito calmo nas margens continentais deste lado do oceano – ao contrário do que acontece, por exemplo, nas margens do Pacífico, onde uma intensa actividade tectónica conduz regularmente a violentos terramotos e erupções vulcânicas.

Mas agora, graças a modernas técnicas de sondagem, João Duarte – actualmente a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália -, colegas daquela universidade e da Universidade de Brest (França), e Pedro Terrinha, Filipe Rosas e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa, concluem que afinal essa calma era apenas aparente. Os resultados acabam de ser publicados online na revista Geology.

Através do mapeamento dos fundos atlânticos, estes cientistas descobriram, na margem sudoeste ibérica, as primeiríssimas fases da formação de uma zona de subducção, fenómeno geológico em que uma placa tectónica da Terra mergulha debaixo de outra. Um tal fenómeno de transformação de uma margem tectónica “passiva”, onde nada acontece, numa margem onde as placas se deslocam – e que deverá decorrer durante uns 20 milhões de anos -, nunca fora observado até aqui em parte alguma do planeta.

“A técnica de “batimetria multifeixe” deu-nos a morfologia e a forma do fundo do mar com alta resolução e a técnica de “sísmica de reflexão” forneceu-nos perfis da crosta terrestre que nos permitiram mapear as estruturas a três dimensões” do fundo oceânico, disse ao PÚBLICO João Duarte. “Ambas as técnicas se baseiam no princípio do sonar: usam ondas e ecos sonoros para “ver” o fundo do mar e a crosta terrestre.” Os dados demoraram anos a serem coligidos: “Mapeámos um conjunto de falhas compressivas interconectadas ao longo de uma extensão de aproximadamente 300km”, acrescenta João Duarte.

A confirmarem-se os resultados, isso significa, antes de mais, que, daqui a uns 220 milhões de anos, o oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais da Europa e da América poderão juntar-se num novo supercontinente. Este tipo de “rearranjo” continental já terá acontecido várias vezes ao longo dos mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a desmembrar antigos supercontinentes (como a célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.

A descoberta também permite elucidar o mistério da formação de margens activas, explica o co-autor Filipe Rosas em comunicado da Universidade de Lisboa. O mistério reside no facto de ser difícil explicar de onde vem a força capaz de romper a crosta oceânica muito resistente das margens passivas, o que é indispensável para dar origem a placas activas.

Uma das hipóteses que foram propostas, já nos anos 1980, em particular pelo geólogo António Ribeiro, co-autor dos actuais resultados, era que, dado que seria mais fácil propagar uma rotura do que a formar de raiz, as novas zonas de subducção se criariam por propagação, por migração – por “infecção” – de zonas de subducção existentes noutros locais. É precisamente esta hipótese que a descoberta vem corroborar.

“A ideia nasceu em terra, quando encontrámos falhas que indicavam que havia coisas a acontecer no fundo do mar”, disse-nos por seu lado António Ribeiro. “Algumas das falhas que mapeámos (como a falha Marquês de Pombal) já eram conhecidas”, frisa João Duarte, “mas o novo mapa que agora apresentamos permite perceber como elas podem estar a funcionar em conjunto.”

No caso da margem sudoeste ibérica, esta nova zona de subducção estaria a propagar-se a partir do Mediterrâneo ocidental. “Existe uma outra zona de subducção, por debaixo de Gibraltar, que faz parte de um sistema de subducções que causaram o fecho do Mediterrâneo (que ainda está a fechar-se, devido à colisão da África com a Eurásia, que formou montanhas como os Alpes)”, explica-nos ainda João Duarte. “Em Gibraltar, a subducção está “entalada” entre África e a Península Ibérica, mas ela pode ainda gerar forças na margem oeste portuguesa.”

O facto de uma zona de subducção estar a formar-se ao largo de Portugal também tem implicações mais imediatas, concretamente em termos da actividade sísmica futura na região envolvente, que inclui países como Portugal. A confirmação conduziria necessariamente, salienta-se no comunicado, “a uma revisão “em alta” da perigosidade sísmica regional (…), tornando ainda mais urgente uma resposta condizente dos governos em causa na adopção das respectivas medidas de prevenção.

 

Porque a partilha se impõe nesta divulgação

PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!
Já está disponível na Internet, através do site

www.wdl.org 

É uma notícia QUE NÃO SÓ VALE A PENA REENVIAR COMO É UM DEVER ÉTICO, 

FAZÊ-LO!

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as
bibliotecas do planeta.

“Tem, sobretudo, carácter patrimonial” , antecipou em LA NACION
Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser “com valor de  património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas”.
Entre os documentos mais antigos há alguns códices  pré-colombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562″, explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve
explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram
passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como se acede ao sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:

http://www.wdl.org/.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registarem.

Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas
geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as
explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo,
espanhol e português), embora os originas existam na sua língua
original.
Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de
Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de
numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a
primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das “Fábulas” de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:
América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da
Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.

 

 

www.wdl.org/pt/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sem dúvida muito interessante esta divulgação

Rede de Túneis de 12 mil anos que cruza toda Europa intriga pesquisadores

Datadas em mais de 12 mil anos, essas passagens subterrâneas ainda permanecem um mistério. Quem as construiu? Para quê? Como foi possível?

Entrada para o Erdstall em Perg, Áustria. O túnel abrange a Áustria e Alemanha, porém segundo Dr. Kusch, há uma ligação entre túneis que vão desde a Escócia até a Turquia.

Diferente do que a grande maioria pensa, a maior parte do nosso planeta ainda não foi catalogada, e diariamente novas descobertas são feitas, e nem sempre elas são o que pensamos..
Foram encontradas túneis através de toda a Europa, um sistema interminável de passagens subterrâneas, que hoje, 12 mil anos depois de sua criação, continua de pé. Apesar de não existirem grandes estudos oficiais a respeito, acredita-se que elas foram construídas na Idade da Pedra e que conseguiram atravessar todo o continente europeu, desde a Escócia, passando pela Alemanha e Áustria, até a Turquia.

Em todo o continente, contam-se milhares e milhares de túneis, a grande maioria muito estreitos, de somente 70 cm de diâmetro, o suficiente para uma pessoa.
Entre as várias passagens, existem alguns setores maiores ou menores, nos quais há assentos e salas de armazenamento.
Um dos primeiros exploradores desse sistema de túneis foi o sacerdote Lambert Karner (1841-1909), que se arrastou pelos 400 buracos, com a ajuda de uma vela, e que descreveu “estranhas passagens com correntes de ar”, segundo a revista Der Spiegel.

A falta de qualquer indício sobre o porquê de sua existência fez com que muitos especialistas se referissem a essas construções como o último grande mistério da Europa. Enquanto isso, a tradição popular acredita que eles foram construídos e escavados por elfos, ou gnomos, figuras típicas do folclore celta.

Ainda não foi possível catalogar todas as localizações exatas das gigantescas passagens.

Alguns especialistas afirmam que a rede de túneis funcionou como proteção para as pessoas contra predadores; outras acreditam que foi utilizada como caminho, para viagens com segurança, independentemente das guerras ou fatores climáticos.
Curiosamente, algumas das entradas começam na cozinha de alguma casa até a igreja, cemitério ou até mesmo leva à floresta. A melhor resposta encontrada até agora foi de que eram refúgios em caso de ataques surpresa, porém nenhum material orgânico ou outro objeto, como comida, foi encontrado.

O arqueólogo alemão Dr. Kusch, escreveu em seu livro “Segredos da Porta do Mundo Subterrâneo para o Mundo Antigo”, que apenas em Bavaria, na Alemanha, foram encontrados 700 metros de conexões subterrâneas, e que elas se espalham desde o norte da Escócia até o Mediterrâneo.
Ainda permanece um mistério como uma complexa e gigantesca rede de túneis foi criada há tanto tempo atrás.

Os venenos que nos impingem as grandes cadeias de transformação alimentar, com a publicidade a ajudar ao seu consumo

Cubos de Veneno em Marcas Famosas

Em casa podemos deixar de os utilizar,

porém o seu uso é muito comum em restaurantes…

O tempero da Morte: Cubos de Veneno em Marcas Famosas.

Com este título parece até uma daquelas teorias malucas de Conspiração Global, mas de fato não é, pouquíssimas pessoas sabem mas os temperos artificiais com nome de “caldos” usados na cozinha do consumidor comum são responsáveis pela incidência crescente de “doenças silenciosas”. Por isso é de vital importância que as informações contidas neste artigo alcance o maior número de pessoas possível, estamos a salvar vidas aqui…

As marcas mais famosas deste “tempero” estão nos ouvidos e nas bocas de muita gente que não sabia (e talvez ainda não saiba) que todas as marcas famosas de caldo disponíveis nas prateleiras do mercado, tanto aqueles em cubos quanto em pó, conhecidos como “realçadores de sabor dos alimentos” , Todas elas contém glutamato monossódico.

Um componente químico, que está longe de ser inofensivo para a saúde publica, alem de ser uma droga altamente viciante, é responsável por causar diversas reações quando ingerida, como: enjoos, alergias da pele, vômitos, taquicardia, enxaquecas, arritmia cardíaca, tonturas e até depressão.

Usar temperos industrializados todos os dias pode causar sérios danos a saúde de quem os consome, pois o glutamato pode levar o sistema endócrino a produzir acetilcolina, substância que além de estimular a função muscular, reduz a absorção de glicose através dos neurônios.

Ao bloquear as funções neurológicas do hipotálamo, que ajudam a controlar o apetite, o glutamato nos induz a comer mais de que necessitamos e com o tempo os danos causados a saúde só tende a aumentar. O resultado pode ser de obesidade até Alzheimer.

O famoso “gostinho do amor” na comida que persiste no paladar dias depois de ingerido, demonstra com clareza a força do produto químico, que é usado em quase todos os pratos desse tipo de cozinha. Cubinhos de caldos de galinha, carne e legumes “da caixinha” são uma ameaça sorrateira à saúde de todos.

Um caldinho muito perigoso e ao mesmo tempo bastante desagradável.

Quer uma solução simples, barata e gostosa?

Congele ervas e temperos naturais imersos em azeite, óleo de coco ou manteiga em formas de gelo. Podem ser usadas com a mesma praticidade que os cubos venenosos que a indústria alimentícia química nos induz a comprar através de propagandas bem elaboradas e que, além de saudáveis, podem ter sabores totalmente individuais e serem até mesmo mais baratos que os maléficos cubinhos cheios de química altamente prejudiciais à nossa saúde.

Uma dica simples, fácil, saudável e barata que muitas das vezes podem trazer inúmeros benefícios para a nossa saúde e podem ser cultivadas em casa, como por exemplo o Alecrim, que auxilia no controle do diabetes, combate a obesidade, desintoxica o organismo, melhora a sua memória e reduz drasticamente as suas chances de sofrer com doenças como: Alzheimer, infarto e uma infinidade de outras como essas que se tornam cada vez mais comuns no nosso dia a dia.

PARTILHE COM OS SEUS AMIGOS

E TENHA UM BOM DIA

M.J.SÁ

Será que os telemóvel dependentes têm o direito de criticar os outros doutras dependências?

Julgo que não assiste o direito aos actuais dependentes do telemóvel, criticarem quer quer que seja por qualquer outra dependência, nomeadamente da droga, do álcool ou do que quer que seja. De algum tempo a esta parte com o aparecimento dos telemóveis sobretudo a nossa sociedade entrou numa dependência tão doentia que até as crianças de tenra idade já se sentem motivadas a exigir dos seus progenitores um telemóvel. E apesar de muito terem necessidades prioritárias na vida familiar o nível de exigência é tal qu7e acabam por adquirir um telemóvel para o seu filho. Não chegando o dinheiro para necessidades mais básicas o rendimento familiar acaba por ser em parte absorvido por encargos absolutamente dispensáveis mas que a sociedade de consumo instituiu e a portuguesa en especial, disse presente. As crianças de hoje nem sequer sabem brincar umas com as outras e o triciclo ou a bicicleta para além doutros meios de distracção que possuem estão guardados na arrecadação a enferrujarem porque as crianças não se conseguem desligar do uso permanente do telemóvel e mais, com a sempre exigência de que é necessário terem terem acesso à internet. E isso acontece pela simples razão porque os pais, igualmente viciados neste tipo de dependência, estão permanentemente agarrados aos telemóvel, IPAD,IPOd etc. etc. e tão pouco sequer já consegue conviver com os seus familiares e amigos. O criador do telemóvel quando teve esta excelente ideia foi no sentido de ultrapassar uma lacuna que era a comunicação através do telefone fixo que não permitia ás pessoas ou que quer que estivessem e numa situação de emergência contactarem com quem esse momento o exigia para deste forma resolver um problema. O espírito do inventor foi esse. Resolver um problema da necessidade de comunicação urgente, perante uma qualquer situação de dificuldade de contacto. Claro está que os fabricantes dos telemóveis, viram nisto possibilidade de expandir o seu negócio dotando os equipamentos que produzem doutros meios que têm pretendido a atenção dos seus utilizadores e vai daí, dotaram os equipamentos de meios que inclusivamente permitem prescindir do uso do computador portátil para o que quer que pretendam fazer. Hoje em dia numa reunião de família num qualquer convívio motivado por uma festa de anos ou qualquer outro evento e continuamente interrompido esse convívio por parte dum qualquer participante porque o telemóvel tocou e com um pedido de desculpas vai-se atender e inclusivamente até pode acontecer que, independentemente da razão, forte ou não esse convívio momentâneo seja interrompido porque o destinatário desse contacto vê nisso necessidade de se ausentar. Quanto ás crianças, logo a partir da sua tenra idade, criam uma tal dependência desse meio de comunicação, que já nem sequer sempre brincar uns com os outros. Por isso acho que hoje em dia nenhum dos viciados em telemóvel tem o direito de criticar os viciados noutras coisas.


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