Será que os telemóvel dependentes têm o direito de criticar os outros doutras dependências?

Julgo que não assiste o direito aos actuais dependentes do telemóvel, criticarem quer quer que seja por qualquer outra dependência, nomeadamente da droga, do álcool ou do que quer que seja. De algum tempo a esta parte com o aparecimento dos telemóveis sobretudo a nossa sociedade entrou numa dependência tão doentia que até as crianças de tenra idade já se sentem motivadas a exigir dos seus progenitores um telemóvel. E apesar de muito terem necessidades prioritárias na vida familiar o nível de exigência é tal qu7e acabam por adquirir um telemóvel para o seu filho. Não chegando o dinheiro para necessidades mais básicas o rendimento familiar acaba por ser em parte absorvido por encargos absolutamente dispensáveis mas que a sociedade de consumo instituiu e a portuguesa en especial, disse presente. As crianças de hoje nem sequer sabem brincar umas com as outras e o triciclo ou a bicicleta para além doutros meios de distracção que possuem estão guardados na arrecadação a enferrujarem porque as crianças não se conseguem desligar do uso permanente do telemóvel e mais, com a sempre exigência de que é necessário terem terem acesso à internet. E isso acontece pela simples razão porque os pais, igualmente viciados neste tipo de dependência, estão permanentemente agarrados aos telemóvel, IPAD,IPOd etc. etc. e tão pouco sequer já consegue conviver com os seus familiares e amigos. O criador do telemóvel quando teve esta excelente ideia foi no sentido de ultrapassar uma lacuna que era a comunicação através do telefone fixo que não permitia ás pessoas ou que quer que estivessem e numa situação de emergência contactarem com quem esse momento o exigia para deste forma resolver um problema. O espírito do inventor foi esse. Resolver um problema da necessidade de comunicação urgente, perante uma qualquer situação de dificuldade de contacto. Claro está que os fabricantes dos telemóveis, viram nisto possibilidade de expandir o seu negócio dotando os equipamentos que produzem doutros meios que têm pretendido a atenção dos seus utilizadores e vai daí, dotaram os equipamentos de meios que inclusivamente permitem prescindir do uso do computador portátil para o que quer que pretendam fazer. Hoje em dia numa reunião de família num qualquer convívio motivado por uma festa de anos ou qualquer outro evento e continuamente interrompido esse convívio por parte dum qualquer participante porque o telemóvel tocou e com um pedido de desculpas vai-se atender e inclusivamente até pode acontecer que, independentemente da razão, forte ou não esse convívio momentâneo seja interrompido porque o destinatário desse contacto vê nisso necessidade de se ausentar. Quanto ás crianças, logo a partir da sua tenra idade, criam uma tal dependência desse meio de comunicação, que já nem sequer sempre brincar uns com os outros. Por isso acho que hoje em dia nenhum dos viciados em telemóvel tem o direito de criticar os viciados noutras coisas.

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