Durante a anterior legislatura o então governo de direita privou trabalhadores e reformados de parte do seu rendimento argumentando que era para equilibrar as contas públicas

Como se assistiu além de não se verificar o equilíbrio das contas públicas o défice aumentou porque os juros dos empréstimos concedidos pelos agiotas do FMI e pelo BCE atingiram valores que superaram os montantes do capital emprestado. E o valor neste momento atingido é absolutamente impagável porque como os juros que se vão vencendo incidem quer sobre o capital emprestado quer sobre os juros que se adicionam à dívida o montante é tão elevado que é absolutamente impossível puder ser pago. A direita que agora está na oposição apesar da receita aplicada que tirou rendimentos aos trabalhadores e reformados, insurgiu-se desde a primeira hora com a reposição quer do corte de salários quer o das pensões porque tal restituição iria comprometer os resultados dos sacrifícios anteriormente feitos. Os resultados pela direita anunciados não passam de mera ficção e não é nem foi a reposição do poder de compra da classe média baixa que influiou no aumento do défice. A realidade prende-se sobretudo com a falência dos bancos privados que envolvem milhares de milhões de euros e ainda ninguém é capaz de determinar o prejuízo final resultante de más gestões, gestões danosas e fraudes de grande monta, sem responsabilização ainda dos respectivos responsáveis. Já muito gente entendeu que a propaganda de que dispõe a direita já não consegue enganar a maioria das pessoas que hoje não têm dúvidas que foram enganadas pela direita, algumas das quais, nomeadamente os aforradores que fizeram aplicações no BES se viram despojados do dinheiro que representa para muitos anos de sacrifícios quer no estrangeiro, no caso dos emigrantes quer em Portugal todos aqueles que caíram no conto do vigário aconselhados pelos seus gestores de conta, gente essa que deveria ser chamada à responsabilidade que nem sequer o será. Os representantes da direita desde o início da governação contestaram a reposição dos salários cortados bem como das pensões porque tal iria, ou melhor foi a causa do défice ter disparate para mais de 130%. Apesar da contínua propaganda as agências de rating não só não baixaram as notações como as mantiveram e a venda de títulos de tesouro sempre que são colocados no mercados têm tanta procura que supera largamente a oferta o que tem feito com que os juros registem variações quer na descida quer na subida. Os economistas do regime de direita infestam-nos com ameaça dum possível novo resgate porque estamos a gastar o que não temos. não havendo o cuidado de se encontrar mecanismos de compensação. Ora os parceiros do governo que constituem o suporte parlamentar sugeriram e muito bem quer era chegada a hora e esta até já vem tardia de ir buscar dinheiro aos afortunados que como se resto já foi público alguns deles aumentaram significativamente a sua fortuna para além de ter aumentado o número de afortunados no período da governação da direita que atirou para a pobreza mais de dois milhões de portugueses, não tendo ainda sido apurado verdadeiramente o número de miseráveis que também aumentou. E porque só foi ainda anunciada a intenção que tão pouco foi tratada e determinada quer pela coligação parlamentar quer pelo governo, surgiu de imediato uma contestação quer os visados que afirmam irem fazer investimentos para o estrangeiro, em vez de os fazerem em Portugal e mais ridículo ainda serem acompanhados na sua contestação por gente que não tem onde cair morta e apesar de ter sido sacrificada durante o governo da direita acha que também podem vir a ser visados na medida que apenas e só foi ventilada. Por tudo a que estamos a assistir facilmente se pode chegar à conclusão que neste país os ricos podem continuar a aumentar a sua riqueza vivendo faustuosamente porque inclusivamente até há gente dita remediada e mesmo pobre que os defende, pois nesta sociedade de capitalismo selvagem, modelo de resto que se tem vindo a provar, claudicou deve continuar porque o socialismo que se pretende introduzir algo que neste país nunca aconteceu, ou seja obrigar os ricos a igualmente comparticiparem para o equilíbrio do défice e das contas públicas. tal não deve ser feito.

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