E pronto. Aconteceu o que se previa, mas por antecipação, o ministro das finanças Mário Centeno, bateu com a porta

Os ex-parceiros de apoio parlamentar do PS, na legislatura anterior, tudo fazem agora para embaraçar nesta nova legislatura a governação do PS. E fazem-no porque António Costa não cedeu sobretudo ás exigências do BE para um compromisso pré-governamental e por essa razão esta governação, navega com as limitações impostas pelos interesses que cada um dos partidos da oposição, sejam eles da direita ou esquerda, defendem. Como é sabido o já ex-ministro Centeno, no respeito pelo contrato com o Novo Banco, esse cancro financeiro herdado do governo de coligação da direita chefiado pelo Pedro Passos Coelho, foi, desde a primeira hora, a verdadeira dor de cabeça de Mário Centeno. Mas como os contratos têm de ser cumpridos, o ex-ministro das finanças, no respeito pelo mesmo avançou na altura prevista com o dinheiro que estava comprometido. Como previamente os lideres do BE e PCP souberam que se iria verificar, iniciaram uma propaganda ruidosa que acabou neste resultado, ou seja a saída antecipada de Mário Centeno da pasta que ocupava, bem como o elenco de secretários de estado por si escolhidos. Que satisfação deverão neste momento sentir Catarina Martins e Jerónimo de Sousa, apesar deste registo poder contribuir para a sua felicidade, está longe de contribuir para a subida dos partidos que lideram nas próximas sondagens. O eleitorado está atento a todas estas manobras e a sua reacção não retardará, porque do ponto de vista da opinião pública o governo perdeu o seu melhor ministro, mas igualmente o conjunto de secretários de estado que o secundavam. É um facto de que se previa a saída do ex-ministro Mário Centeno, tendo em vista o seu objectivo de assumir o cargo de administrador do Banco de Portugal. Mas os partidos que contribuíram para esta sua antecipação no seu pedido de demissão, vão ser igualmente os mesmos, que na Assembleia da República e com a ajuda dos partidos da direita, os seus fiéis apoiantes para denegrirem o PS, vão inviabilizar a ida de Mário Centeno para governador do Banco de Portugal. Sobre esta postura não tenho a mínima dúvida que será esta a posição que vai ser tomada, pelo BE e PCP, com apoio dos restantes partidos da oposição.

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