Convencionou-se intitular o futebol, uma industria, que como nos apercebemos está toda esta actividade mal estruturada

E o primeiro problema advém logo dos chamados agentes do futebol ou seja os intermediários que vivem à custa dos jogadores porque negoceiam os seus passes, que os tornam famosos, apesar de por vezes não corresponderem minimamente à qualidade profissional que lhes é atribuída. Isto porque por vezes jogadores no propósito de atingirem o seu estrelado se empenham suam as camisolas dos clubes que representam e brilham em determinados confrontos com equipas adversárias o que de imediato desperta o interesse dum qualquer outro clube que não aquele onde por vezes foi nele em que fizeram a formação e de imediato surgem os intermediários, ditos agentes, que os agarram através de contratos e com eles ganham dinheiro alguns deles vivendo principescamente. Ou seja, comparativamente a um chulo, que vive à copa duma prostituta que vende o seu corpo para o sustentar. Sempre assim foi a forma como a industria do futebol o dito desporto rei se desenvolveu e através do qual os clubes alinhados com este tipo negócio, vão as respectivas direcções dos clubes também delas tirando algum proveito, como de resto se observa. Constituídos os plantéis alguns deles com base nas suas academias de formação os melhores jogadores nelas formados são vendidos, uma expressão que me repugna, mas que é utilizada nas negociações da venda do seu passe, aqueles que, através das suas exibições revelam qualidade são vendidos aos clubes neles interessados, mas curiosamente as direcções dos clubes que investem nas suas academias de formação dos jovens jogadores, vendem os passes daqueles que efectivamente se revelam bom jogadores e a seguir vão normalmente ao mercado estrangeiro recorrendo aos agentes desportivos, comprar atletas cujo rendimento é francamente abaixo daqueles jogadores formados na sua academia na maioria das vezes por valores injustificados e depois uma vez esses jogadores inseridos no plantel, revelam-se um verdadeiro desastre nas competições. E é assim que tem funcionado esta industria do futebol que está,  sempre esteve,  e irá continuar a estar mal estruturada, porque isso convém ás administrações das SADs que apostam em manter este sistema de funcionamento. Ora se nada disto mudar, jamais iremos assistir ao que acontecia nos velhos tempos em que os jogadores que faziam parte do plantel do clube, suavam as camisolas e tudo faziam num confronto com os seus adversários para lhes ganhar o desafio em disputa. E porque nesta industria existe um conjunto de gente a partir das direcções e administrações da SAD que mamam à conta das receitas do clube, como é tanta gente a mamar ao que nós assistimos é ver a banca a arder com empréstimos chorudos que concede aos clubes e dos quais alguns deles não vê sequer cheta, para além da situação em termos de gestão ser praticamente deficitária.

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