As organizações sindicais independentemente das classes profissionais que representam ignoram um factor importante na defesa dos seus associados

E até poderemos achar norma este comportamento na medida em que as organizações sindicais, assumem o papel de pura e simplesmente pugnarem por defender as condições laborais e salariais dos seus associados, que no fundo são o garante através do pagamento das suas quotas da existência da respectiva estrutura. Mas quem como eu e outros já estamos fora do sector laboral porque a idade nos remeteu para a condição de reformados, podemos, face à experiência decorrente de várias décadas de trabalho prestado na área em que escolhemos, poder com alguma convicção fazermos juízos de valor a nível profissional. E é nessa medida que exporei o meu raciocínio. Independentemente das profissões para o exercício das quais cada um está, ou melhor pensa estar habilitado, começo logo por dizer, que um engenheiro seja ele de que especialidade for, o facto de ter obtido o seu curso e alguns até com uma excelente média, não significa que seja um bom engenheiro. E isso acontece de igual forma com um licenciado em arquitectura, medicina ou seja lá o curso superior que for. Mas na óptica das organizações sindicais são todos vistos pela mesma óptica de competência, seja essa uma realidade ou esteja bem longe disso. Mas existem depois fora do âmbito dos chamados cursos superiores muitos profissionais sem habilitação académica específica que exercem no maior universo dos empregos todos os outros que são resultantes apenas com uma habilitação escolar básica que através de cursos de formação ficam habilitados a poderem exercer o papel que desempenham. E aqui entra um factor absolutamente importante que é: Ou se tem vocação e empenho para o desempenho dessa função para a qual foi adquirida a respectiva habilitação ou não tendo nem uma coisa nem outra, o desempenho é uma negação ou desilusão. Mas do meu ponto de vista esta análise também se aplica naqueles que sendo detentores de cursos superiores, podem ser bons no desempenho do seu papel, medíocres, ou até muito maus profissionais e isso venha lá quem vier, é uma certeza que as dezenas de anos de vivência nos permitem aquilatar. Existe depois um universo de gente que, apesar de não possuírem nenhum curso superior,  nem tem pouco médio ou em especial de formação profissional que pela sua notável inteligência conseguem ser diferentes de todo o universo dos habilitados académicos e surpreender-nos pela positiva, através do sucesso dos seus empreendimentos apoiados nessa inteligência que detêm.

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