No nosso País existe uma Comissão de Protecção de Dados que à partida inviabiliza a instalação nos centros urbanos de câmaras de vigilância

O argumento esgrimido pelos membros que constituem a dita comissão é que a instalação de câmaras de vigilância, violam a privacidade de todos quantos através delas possam ser filmados. Contesto em absoluta este princípio tendo em vista a seguinte realidade. Como é por todos nós sabido e vivido, desde que se implantaram as redes sociais, todas as pessoas e senão todas a maioria das que delas fazem parte, nas quais me incluo, expõem praticamente a sua vida quase até mesmo a intimidade no seu familiar. Fazemos porque na nossa opinião nada temos de esconder que nos possa envergonhar e como tal partilhamos a nossa vida até íntima com os nossos amigos ditos virtuais mas nada nos garante que, para além desses, outros mais dela tenham conhecimento. Ouviram bem senhores membros da dita comissão de protecção de dados, é esta a realidade de tudo quanto se passa nas redes sociais. Dito isto acham vossas senhorias que se justifica continuarem a proibir as autarquias de instalarem câmaras de vigilância nas suas zonas urbanas e molde a que sejam protegidos os seus munícipes de actos de criminalidade os quais estão em crescendo e a finalidade com que tais equipamentos de protecção fossem instalados nas zonas urbanas iriam mais facilmente proporcionar ás autoridades policiais uma melhor identificação dos criminosos e então aqui os membros da comissão de protecção de dados seriam francamente úteis, porquanto analisando os actos de violência, crimes de violação ou roubo e até mesmo crimes de outra natureza muito grave, servissem tais imagens para identificar os autores e dos actos cometidos serem responsabilizados. Nesta altura e face à realidade a que assistimos nas redes sociais, interrogo-me que sentido faz à Comissão de Protecção de Dados, a continuidade deste grau de exigência e o impedimento que ao longo dos anos tem sido feito ás autarquias, de as impedir de instalar câmaras de vigilância, com vista à protecção dos seus munícipes. Faz algum sentido? Obviamente que não face ao exposto, a menos que esta restrição vise a protecção das várias empresas de protecção, no sentido desta continuarem com o seu negócio de venderem equipamentos individuais para quem esteja nisso interessado continuar a contratar a instalação desses equipamentos nas suas propriedades privadas, o que julgo, nada ter a ver o facto das autarquias poderem em certos sectores das suas localidades câmaras de vigilância, sem que as mesmas sejam protectoras da propriedade privada.

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