Que vontade de rir me deu a brilhante ideia do Paulo Morais o defensor de causas impraticáveis

Acabei de ouvir no telejornal que o Paulo Morais o defensor acérrimo do combate à corrupção avançar com esta ideia brilhante, mas tão brilhante que me fartei de rir. Não sei se foi publicada legislação nesse sentido, apesar de ser sido afirmado que sim,  mas ele condena as seguradoras porque em relação ao ramo automóvel e porque nestes passados 4 meses houve um decréscimo de acidentes de viação na ordem dos 70%, os segurados deveriam beneficiar dum desconto respeitante a este período. Pois bem. Vou citar o meu caso que até poderá ser aplicado a outros segurados. Desde os meus 21 anos que possuo automóvel ou seja há mais de cinco décadas. Os vários automóveis que possuí foram sempre adquiridos novos e sempre com seguros contra todos os riscos. Há mais de 30 décadas que os automóveis adquiridos por serem da classe média o custo anual tem sido na ordem dos 600 euros. E apesar da sua significativa desvalorização que me foi sempre comunicada, o valor do seguro tem-se mantido praticamente o mesmo porque apesar de me enviarem uma carta sempre com a mesma treta de conversa que nos últimos dez anos não ter tido qualquer acidente, é-me atribuído um desconto, valor esse que acaba, por ser absorvido quando na mesma carta é afirmado que, apesar de me ter revelado um condutor cuidadoso, mas tendo em vista o aumento da sinistralidade, o agravamento do seguro, acaba nesta autentica farsa, cuja entidade reguladora dos seguros permite isto, quanto a mim saque aos condutores de automóveis que afinal não têm outra coisa, que sido o suporte dos prejuízos das seguradoras registados com o número de acidentes automóvel. Obviamente que mesmo como é citado tenha o governo legislado no sentido das seguradoras reduzirem o valor do seguro relativo aos quatro meses desta pandemia, eu já liquidei o semestre deste ano e paguei exactamente o valor que me é cobrado a cada semestre ou seja mais de trezentos euros. Porque na realidade apesar de conversa da treta que recebo todos os anos a realçar o meu comportamento como um condutor sem registo de acidentes, de resto aliás não me lembra nunca de ter sequer alguma vez feito gastar a qualquer companhia de seguros e experimentei várias, pelo endosso da responsabilidade de qualquer dano causado a terceiros ou danos próprios, modalidade essa que sempre existiu e continua a existir. E só para concluir. Se estabelecer uma média de 400 euros por ano de seguros pagos ás seguradoras de automóveis que possui e continuo a possuir, ao longo de 50 anos, já lá canta mais de vinte mil euros. Ou seja tenho sido, admito, entre muitos outros proprietários de automóveis,  um investidor das seguradoras, sem ter tido alguma vez  qualquer retorno.

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